
O dinheiro está presente em nossas vidas desde que nascemos, e, por isto, o consideramos como uma das bases de nossa sociedade, raramente questionando sua real função e propósito. No entanto, quando o fazemos, normalmente o associamos com a economia de trocas e com um período de escassez, extinto em nossos dias, mas que se mantém vivo em nossa cultura por meio de mitos e desinformação. Ao observarmos as consequências de termos tal sistema influenciando as relações humanas, percebemos que os malefícios não compensam os benefícios, que, em sua maioria, são destinados à uma pequena parcela da população, deixando o resto com migalhas.
As classes sociais, com toda sua desigualdade, existe apenas por mantermos este sistema vivo, pois é o dinheiro que impede dos benefícios tecnológicos de chegarem aos que mais precisam. Portanto, ele é a causa de grande parte da violência que vemos em noticiários, pois sem acesso livre, as pessoas procuram outros meios de satisfazerem suas necessidades e desejos, ainda mais se são educadas pelas propagandas. Aqueles que se sujeitam a seguir a legalidade acabam em empregos que não tem aptidão ou satisfação, criando um sentimento de aprisionamento, reduzindo a qualidade do serviço prestado,
Além disto, aqueles que tem este recurso em abundância, acabam dirigindo o resto da população para o caminho que quiserem, pois podem comprar políticos e oficiais, quando não o fazem diretamente com comunidades inteiras. Para manter o lucro, em certos casos é preferível destruir produtos e matéria-prima para criar escassez, ao contrário de distribuir livremente, ajudando os que necessitam. Tecnologia para suprir o planeta com abundância existe, mas é barrada pelo sistema monetário, que é mantido por nós, por motivos que desafiam a lógica.
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