Por não prestarmos atenção à nossos atos, desencadeamos reações que não temos como mensurar, ou até mesmo imaginar. Nos fixamos em um ponto de vista, singularizando a mente, enquanto vivemos em um mundo amplo e diverso. Nos tornamos alvo de influências externas, por permitir que pensem por nós, incapazes de fazer algum tipo de crítica fundamentada.
Perpetuamos boatos e rumores, principalmente se destrõem a imagem de alguém, apenas para nos entretermos, criando a ilusão de que somos melhores. Mantemos segregações criadas para nos dividir e conquistar, sem compreender que os maiores prejudicados acabam sendo nós mesmos. Deixamos de ajudar o próximo por estarmos focados em nossa própria rotina, descartando a possibilidade de estar nele a solução de algum problema social.
Passamos pelas pessoas na rua sem enxergá-las, como se fossem obstáculos para alcançarmos nosso objetivo, ao invés de degraus em uma escada que nos auxilia a chegar lá. Nos sujeitamos a atividades que não tem a menor função de melhorar a sociedade, mas apenas o bolso de um punhado de pessoas. É preciso uma mudança em nossos conceitos para sermos merecedores de uma outra realidade, uma que apenas acontecerá quando criarmos vergonha na cara para construirmos nós mesmos.
:-)
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
A atrocidade que invejamos
A doutrina pela qual passamos nos faz evitar a política, criando uma sensação de raiva, ódio e desprezo quando tocamos no assunto. Rapidamente pensamos no extermínio dos políticos profissionais, sendo raros os momentos em que notamos o quanto somos manipulados. Nos deixamos ser influenciados por apelos aos instintos e emoções, nos abstendo de pensar criticamente sobre nossas próprias vidas.
Optamos por deixar as decisões relevantes de como a sociedade deve ser conduzida, enquanto nos preocupamos com qual venenos iremos nos alimentar. Escolhemos a violência e a escravidão quando ignoramos os acontecimentos em nossas próprias ruas e comunidades. Esquecemos até mesmo de como uma família funciona, terceirizando a educação social dos filhos, nos tornando parceiros, ao invés de companheiros.
Fomos disciplinados a invejar o poder da força bruta, onde liberamos sentimentos primordiais, usados para a defesa pessoal em tempos passados. Em uma realidade mais domesticada, tais sensações nublam a consciência, retirando a lógica e a razão de nossas mãos, nos impedindo de argumentar. E sem fundamentos, nos tornamos feras bestiais, passíveis de ser sacrificadas para a melhoria da sociedade como um todo.
:-)
Optamos por deixar as decisões relevantes de como a sociedade deve ser conduzida, enquanto nos preocupamos com qual venenos iremos nos alimentar. Escolhemos a violência e a escravidão quando ignoramos os acontecimentos em nossas próprias ruas e comunidades. Esquecemos até mesmo de como uma família funciona, terceirizando a educação social dos filhos, nos tornando parceiros, ao invés de companheiros.
Fomos disciplinados a invejar o poder da força bruta, onde liberamos sentimentos primordiais, usados para a defesa pessoal em tempos passados. Em uma realidade mais domesticada, tais sensações nublam a consciência, retirando a lógica e a razão de nossas mãos, nos impedindo de argumentar. E sem fundamentos, nos tornamos feras bestiais, passíveis de ser sacrificadas para a melhoria da sociedade como um todo.
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quarta-feira, 28 de agosto de 2013
A malícia que compartilhamos
Na terra do jeitinho, chega a ser irônico de ver a população se revoltar contra as tramóias daqueles que elegeu para representantes. Parece que esquecem de que a cultura é feita por todos, não apenas por aquele seleto grupo que foi escolhido por seus conterrâneos. Estes apenas refletem o que existe na base da sociedade, perpetuando um ciclo de ganância que atinge cada vez mais pessoas à medida que sobe na hierarquia.
A propina paga para o guarda de trânsito para esquecer uma multa se torna o benefício à uma empreiteira, que irá ganhar milhões com o dinheiro do povo. O produto pego a mais no supermercado que não foi contabilizado se torna uma lei criada para proveito de poucos. Até mesmo o lixo jogado na rua se torna os problemas de infra-estrutura que nunca são resolvidos, e apenas consomem cada vez mais a natureza.
Enquanto ainda dermos mais valor para festas populares do que para a fiscalização de serviços públicos, não veremos mudanças em nossas vidas. Pelo contrário, a tendência é que os problemas se acumulem, aumentando exponencialmente a carga tributária que somos obrigados a pagar. E o atendimento a quem precisa se deteriora na mesma velocidade, juntando todos os ingredientes para uma necessária revolução.
:-)
A propina paga para o guarda de trânsito para esquecer uma multa se torna o benefício à uma empreiteira, que irá ganhar milhões com o dinheiro do povo. O produto pego a mais no supermercado que não foi contabilizado se torna uma lei criada para proveito de poucos. Até mesmo o lixo jogado na rua se torna os problemas de infra-estrutura que nunca são resolvidos, e apenas consomem cada vez mais a natureza.
Enquanto ainda dermos mais valor para festas populares do que para a fiscalização de serviços públicos, não veremos mudanças em nossas vidas. Pelo contrário, a tendência é que os problemas se acumulem, aumentando exponencialmente a carga tributária que somos obrigados a pagar. E o atendimento a quem precisa se deteriora na mesma velocidade, juntando todos os ingredientes para uma necessária revolução.
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terça-feira, 27 de agosto de 2013
A perversidade que ignoramos
Abandonamos os direitos que temos com tamanha facilidade que nem sabemos que eles existiam até sentirmos sua falta quando mais precisamos. Não lutamos por estranhos achando que não seremos atingidos pelo problema, até ele chegar e não ter ninguém para nos ajudar. Deixamos o planeta ser conquistado por dominadores, vendendo nossa alma em troca de um conforto ilusório.
Perdemos a cidadania no momento em que vemos uma ação que não concordamos e deixamos que ela aconteça. Nos tornamos meros consumidores ao ignorar o que acontece ao nosso redor, e nos fecharmos no mundo de compras e gastos. Viramos escravos do próprio medo quando deixamos de pensar criticamente, e de agir de acordo com as convicções que tanto admiramos.
Ao fazermos nada, escolhemos o lado dos opressores, nos enganando ao pensar que nada temos a ver com o que acontece. Para encontrar a harmonia é preciso focarmos nos pontos que temos em comum, deixando as diferenças de lado. Um ato extremamente simples de ser feito, mas praticamente impossível de ser colocado em prática, se não mudarmos nossa mentalidade.
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Perdemos a cidadania no momento em que vemos uma ação que não concordamos e deixamos que ela aconteça. Nos tornamos meros consumidores ao ignorar o que acontece ao nosso redor, e nos fecharmos no mundo de compras e gastos. Viramos escravos do próprio medo quando deixamos de pensar criticamente, e de agir de acordo com as convicções que tanto admiramos.
Ao fazermos nada, escolhemos o lado dos opressores, nos enganando ao pensar que nada temos a ver com o que acontece. Para encontrar a harmonia é preciso focarmos nos pontos que temos em comum, deixando as diferenças de lado. Um ato extremamente simples de ser feito, mas praticamente impossível de ser colocado em prática, se não mudarmos nossa mentalidade.
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segunda-feira, 26 de agosto de 2013
A maldade que não vemos
Existem momentos em que estamos tão concentrados em um ponto de vista que não notamos o quanto ele pode ser destrutivo. Ficamos presos em uma linha de raciocínio que não nos permite mensurar as consequências das decisões que tomamos. Apenas notamos o resultado completo quando estragos já foram feitos, e quando nos encontramos, algumas vezes, incapazes de impedir que ele se alastre.
Abrimos mão da autonomia sobre nossas vidas em troca de uma segurança ilusória, inapta a cumprir suas mais básicas promessas. Mantemos uma economia que nos divide em classes, criando segregações e uma inversa sensação de poder, fazendo os que não tem nada a perder serem mais facilmente subjugados. Procuramos desesperadamente uma padronização para nos encaixarmos, esquecendo que somos únicos e que nossa força está na diversidade.
Sofremos por não entender que vivemos em um mesmo planeta, onde cada ato que realizamos inicia uma reação em cadeia que, invariavelmente, retorna para nós. Desprezamos o que acontece do outro lado do globo por nos achar desconectados de suas vidas, cegos para os acontecimentos do mundo. Mas apesar das falhas e dos problemas que enfrentamos, precisamos ver os erros como mestres, e aprender com eles para evoluirmos.
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Abrimos mão da autonomia sobre nossas vidas em troca de uma segurança ilusória, inapta a cumprir suas mais básicas promessas. Mantemos uma economia que nos divide em classes, criando segregações e uma inversa sensação de poder, fazendo os que não tem nada a perder serem mais facilmente subjugados. Procuramos desesperadamente uma padronização para nos encaixarmos, esquecendo que somos únicos e que nossa força está na diversidade.
Sofremos por não entender que vivemos em um mesmo planeta, onde cada ato que realizamos inicia uma reação em cadeia que, invariavelmente, retorna para nós. Desprezamos o que acontece do outro lado do globo por nos achar desconectados de suas vidas, cegos para os acontecimentos do mundo. Mas apesar das falhas e dos problemas que enfrentamos, precisamos ver os erros como mestres, e aprender com eles para evoluirmos.
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sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Lei Caótica
Desde cedo somos doutrinados a observar o universo sob um único aspecto, sendo forçados a escolher entre os infinitos pontos de vista que o compõe. Esta escolha nos torna incompletos, pois perdemos contato com todo o espectro que temos ao alcance dos sentidos, restringindo-os. Ficamos eternamente procurando pela plenitude, iludidos à procurá-la por toda realidade, menos dentro de nós, onde ela se encontra.
Somos levados a acreditar que as soluções de nossas angústias estão na materialidade, ignorando completamente a espiritualidade. Nos adestramos para trocar o tempo que temos por recursos que, se cooperássemos uns com os outros, teríamos de graça. Abdicamos de respostas ao mantermos as segregações artificiais que criamos, abandonando a diversidade que nos rodeia por um padrão que impomos a nós mesmos.
As leis que criamos são tão caótica, tão contra a natureza, que nos admiramos quando aqueles que procuram sobreviver vão contra elas. Temos regras seletivas, feitas para manter a situação da maneira que está, e não para servir de guias para o relacionamento social. Ao mudarmos a mentalidade, abrimos as portas para que nossas ações sigam o exemplo, transformando a cultura e deixando que ela transforme a realidade.
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Somos levados a acreditar que as soluções de nossas angústias estão na materialidade, ignorando completamente a espiritualidade. Nos adestramos para trocar o tempo que temos por recursos que, se cooperássemos uns com os outros, teríamos de graça. Abdicamos de respostas ao mantermos as segregações artificiais que criamos, abandonando a diversidade que nos rodeia por um padrão que impomos a nós mesmos.
As leis que criamos são tão caótica, tão contra a natureza, que nos admiramos quando aqueles que procuram sobreviver vão contra elas. Temos regras seletivas, feitas para manter a situação da maneira que está, e não para servir de guias para o relacionamento social. Ao mudarmos a mentalidade, abrimos as portas para que nossas ações sigam o exemplo, transformando a cultura e deixando que ela transforme a realidade.
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quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Norma Confusa
Ao basearmos a sociedade em apenas um ponto de vista, removemos toda a diversidade que é inerente dela, oriunda do universo. Tivemos sucesso em um determinado período, mas isto não significa que sempre será assim, pois a mudança é uma constante da realidade. Ao ignorarmos tal característica da vida, já estamos fadados a ter problemas, que se agravam cada vez mais, ao tentarmos lutar contra ela.
Mantemos uma estrutura social baseada na escassez de recursos, descartando os avanços da ciência, e todo conhecimento criado por ela. Persistimos em uma hierarquia antiquada, criando segregações desnecessárias que apenas contribuem para os males das comunidades. Abdicamos dos benefícios de soluções caseiras, na ilusão de que certas melhorias podem ser compradas em balcões de farmácias ou supermercados.
O único objetivo que temos definido desde que nascemos é o do consumo, onde trocamos a educação de cidadãos para dar prioridade a de compradores. Substituímos a transparência de uma existência plena, por normas confusas que forçam uma perspectiva arbitrária, e uma vida incompleta. E enquanto buscarmos a plenitude em elementos externos, seremos direcionados como se tivêssemos uma cenoura pendurada em nossa frente.
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Mantemos uma estrutura social baseada na escassez de recursos, descartando os avanços da ciência, e todo conhecimento criado por ela. Persistimos em uma hierarquia antiquada, criando segregações desnecessárias que apenas contribuem para os males das comunidades. Abdicamos dos benefícios de soluções caseiras, na ilusão de que certas melhorias podem ser compradas em balcões de farmácias ou supermercados.
O único objetivo que temos definido desde que nascemos é o do consumo, onde trocamos a educação de cidadãos para dar prioridade a de compradores. Substituímos a transparência de uma existência plena, por normas confusas que forçam uma perspectiva arbitrária, e uma vida incompleta. E enquanto buscarmos a plenitude em elementos externos, seremos direcionados como se tivêssemos uma cenoura pendurada em nossa frente.
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quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Regra Bagunçada
Por termos os sentidos embaralhados, não enxergamos a realidade como ela é, vivendo de poucos pontos de vistas, esquecendo que existe um todo. Sem enfrentar os fatos em sua plenitude, acentuamos o extremismo de cada perspectiva, perdendo o equilíbrio almejado. Deixamos de experimentar a existência completa para usufruir de pedaços dela, ignorantes ao que estamos perdendo e que está facilmente ao nosso alcance.
Nos doutrinamos a competir por recursos, sem parar para questionar se existe tecnologia para suprir a todos, ou se temos mesmo a necessidade de tal consumo. Fomos adestrados para doarmos o tempo que temos no planeta em troca daquilo que teríamos de graça, se fossêmos capazes de cooperar com nossos vizinhos e irmãos. Domamos o pensamento crítico, permitindo que fosse domesticado e influenciado pelo ego, nos tornando incapazes de discernir ilusões de perspectivas.
Criamos leis que tentam passar por cima da natureza, desconsiderando os efeitos que temos na cultura, e ela em nós. Concebemos regras com base em um entendimento restrito e antiquado, inaptos à atualizá-las com a velocidade dos descobrimentos. Existem aqueles que são mais ágeis, e que demonstram que a adaptação é mais que uma questão de sobrevivência, mas uma de evolução.
:-)
Nos doutrinamos a competir por recursos, sem parar para questionar se existe tecnologia para suprir a todos, ou se temos mesmo a necessidade de tal consumo. Fomos adestrados para doarmos o tempo que temos no planeta em troca daquilo que teríamos de graça, se fossêmos capazes de cooperar com nossos vizinhos e irmãos. Domamos o pensamento crítico, permitindo que fosse domesticado e influenciado pelo ego, nos tornando incapazes de discernir ilusões de perspectivas.
Criamos leis que tentam passar por cima da natureza, desconsiderando os efeitos que temos na cultura, e ela em nós. Concebemos regras com base em um entendimento restrito e antiquado, inaptos à atualizá-las com a velocidade dos descobrimentos. Existem aqueles que são mais ágeis, e que demonstram que a adaptação é mais que uma questão de sobrevivência, mas uma de evolução.
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terça-feira, 20 de agosto de 2013
Estrutura Embaralhada
Demoramos para mudar o ponto de vista que temos sobre um assunto, sendo raro considerarmos mais de um único. Nos acostumamos a lidar com a vida de forma linear, ignorantes ao que acontece em paralelo com as ações que realizamos. Abandonamos as leis da natureza na tentativa de estabelecermos as que consideramos melhores, ingênuos à destruição que causamos a nós mesmos.
Procuramos um crescimento infinito em um planeta finito, às custas de milhões de pessoas, que são desconsideradas por estarmos alienados. Sacrificamos o tempo que temos nesta realidade na eterna procura de satisfação material e imediata, sem considerar outros objetivos. Abdicamos da paz e prosperidade que procuramos ao atendermos à um ego cada vez mais em evidência, incapaz de planejar para o futuro.
Trocamos as respostas que tanto perseguimos por distrações momentâneas, inaptas a desempenharem um papel de qualidade em nosso meio. Fomos doutrinados a aceitar o bom-o-suficiente, desistindo de encontrar a perfeição que a alma tanto aspira. E neste abandono fomos tomados por ilusões, incoerentes à lógica, que embaralham os sentidos enquanto deturpam a moral.
:-)
Procuramos um crescimento infinito em um planeta finito, às custas de milhões de pessoas, que são desconsideradas por estarmos alienados. Sacrificamos o tempo que temos nesta realidade na eterna procura de satisfação material e imediata, sem considerar outros objetivos. Abdicamos da paz e prosperidade que procuramos ao atendermos à um ego cada vez mais em evidência, incapaz de planejar para o futuro.
Trocamos as respostas que tanto perseguimos por distrações momentâneas, inaptas a desempenharem um papel de qualidade em nosso meio. Fomos doutrinados a aceitar o bom-o-suficiente, desistindo de encontrar a perfeição que a alma tanto aspira. E neste abandono fomos tomados por ilusões, incoerentes à lógica, que embaralham os sentidos enquanto deturpam a moral.
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segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Ordem Desordenada
Desde cedo somos doutrinados a observar o mundo sob um único aspecto, descartando qualquer evidência de outros pontos de vista. Passamos a considerar tal perspectiva como a norma a ser seguida, acreditando que as demais são exceções à regra com que nos acostumamos. Damos à sociedade pilares baseados na padronização, desprezando a diversidade inerente do universo, ficando vulneráveis à mínima mudança.
Definimos como relacionamento da espécie uma economia baseada no crescimento constante, apesar de vivermos em um planeta finito. Estruturamos uma cultura de competição e dominação, mesmo o compartilhamento e a cooperação apresentarem melhores resultados. Nos habituamos com o materialismo e a satisfação dos prazeres imediatos, ignorando que, para alcança-los, vendemos o que temos de mais duradouro e abstrato, que é o tempo.
Procuramos incessantemente por uma ordem que seja capaz de nos dar a vantagem de prever o futuro, esquecendo que somos nós que o criamos a cada ação que realizamos. Deixamos de percebê-la no momento em que perdemos a paciência, procurando por respostas instantâneas para sanar a ansiedade que sentimos. Nos debilitamos ao perdermos a pluraridade, uma vez que ela contém as soluções para questões que nem fomos capazes de imaginar ainda.
:-)
Definimos como relacionamento da espécie uma economia baseada no crescimento constante, apesar de vivermos em um planeta finito. Estruturamos uma cultura de competição e dominação, mesmo o compartilhamento e a cooperação apresentarem melhores resultados. Nos habituamos com o materialismo e a satisfação dos prazeres imediatos, ignorando que, para alcança-los, vendemos o que temos de mais duradouro e abstrato, que é o tempo.
Procuramos incessantemente por uma ordem que seja capaz de nos dar a vantagem de prever o futuro, esquecendo que somos nós que o criamos a cada ação que realizamos. Deixamos de percebê-la no momento em que perdemos a paciência, procurando por respostas instantâneas para sanar a ansiedade que sentimos. Nos debilitamos ao perdermos a pluraridade, uma vez que ela contém as soluções para questões que nem fomos capazes de imaginar ainda.
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sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Intransigente Acessível
Apesar de batermos no peito para dizermos o contrário, as ações mostram que ainda somos muito intolerantes e com a cabeça fechada. Ainda debatemos assuntos que deveriam ter sido esclarecido a séculos atrás, para sermos capazes de seguir em frente com nossa evolução. Estamos presos à uma mentalidade ultrapassada, apesar da ciência e da tecnologia terem criado asas próprias, ultrapassando novos limites todos os dias.
Já é entendimento público que técnicas de força bruta para lidar com a sociedade, como a guerra contra as drogas, não funcionam, e só servem para beneficiar a poucos. Está claro que precisamos de reformas econômicas, políticas e sociais, que atualizem os modelos defasados criados em tempo de escassez de conhecimento. A transparência e aplicação da informação deveriam se tornar o foco das nações, na tentativa de erradicar segregações criadas artificialmente.
A intransigência com que nos deparamos no dia a dia chegou ao cúmulo de se tornar a norma, sendo seu combate algo extraordinário. Como cidadãos, no caminho de resgatar direitos usurpados, deveríamos ser os primeiros a agir contra tais inflexibilidades, esclarecendo aqueles que permanecem na ignorância. Talvez assim sejamos capazes de restaurar a dignidade de uma espécie que joga comida fora enquanto seus irmãos passam fome, e que mata por divergências fúteis.
:-)
Já é entendimento público que técnicas de força bruta para lidar com a sociedade, como a guerra contra as drogas, não funcionam, e só servem para beneficiar a poucos. Está claro que precisamos de reformas econômicas, políticas e sociais, que atualizem os modelos defasados criados em tempo de escassez de conhecimento. A transparência e aplicação da informação deveriam se tornar o foco das nações, na tentativa de erradicar segregações criadas artificialmente.
A intransigência com que nos deparamos no dia a dia chegou ao cúmulo de se tornar a norma, sendo seu combate algo extraordinário. Como cidadãos, no caminho de resgatar direitos usurpados, deveríamos ser os primeiros a agir contra tais inflexibilidades, esclarecendo aqueles que permanecem na ignorância. Talvez assim sejamos capazes de restaurar a dignidade de uma espécie que joga comida fora enquanto seus irmãos passam fome, e que mata por divergências fúteis.
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quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Severo Popular
Para nós, a relação entre o que pensamos e o que fazemos é tão afastada, que não vemos como um simples ato pode criar tamanha transformação. Mas nos subestimamos ao achar que nossas ações não tem repercursão, não apenas na comunidade em que vivemos, mas em todo o planeta. Somos levados a acreditar que não temos forças para tal mudança, descartando sonhos que vivem fortes dentro de nós.
Deixamos de procurar alimentos mais saudáveis por não imaginar que possamos nos livrar de doenças e problemas, e continuamos com os mesmos hábitos. Continuamos a apoiar as corporações e governos que nos oferecem escolhas irrelevantes, considerando que o único dever cívico é o de votar e comprar. Não mudamos os assuntos que conversamos com aqueles ao nosso redor, mantendo as segregações criadas artificialmente por uma mídia oportunista.
A seriedade das paixões que sentimos por insignificâncias chega a ser irônico, pois é o retrato de uma infantilidade mimada. Chegamos ao cúmulo de tirar vidas por motivos fúteis, sem notar que estamos cumprindo o objetivo de deixar de ser humanos, e nos tornarmos estatísticas. O fim de consumidores adestrados pode estar chegando, ao deixarmos de lado o fanatismo e prestarmos atenção no que fazemos.
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Deixamos de procurar alimentos mais saudáveis por não imaginar que possamos nos livrar de doenças e problemas, e continuamos com os mesmos hábitos. Continuamos a apoiar as corporações e governos que nos oferecem escolhas irrelevantes, considerando que o único dever cívico é o de votar e comprar. Não mudamos os assuntos que conversamos com aqueles ao nosso redor, mantendo as segregações criadas artificialmente por uma mídia oportunista.
A seriedade das paixões que sentimos por insignificâncias chega a ser irônico, pois é o retrato de uma infantilidade mimada. Chegamos ao cúmulo de tirar vidas por motivos fúteis, sem notar que estamos cumprindo o objetivo de deixar de ser humanos, e nos tornarmos estatísticas. O fim de consumidores adestrados pode estar chegando, ao deixarmos de lado o fanatismo e prestarmos atenção no que fazemos.
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quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Rigoroso Sereno
O que mais nos prende nos antigos moldes é a base de interação entre as pessoas, que se tornou uma arma de manipulação de alguns. O sistema econômico é capaz de transformar amigos em inimigos, destruir famílias e arruinar países, sem sequer encostar em seus recursos naturais. Não notamos o quanto o dinheiro influencia as decisões que tomamos, até nos encontrarmos em seus extremos, com muito, ou completamente sem ele.
Leis de nações são criadas com base nos patrocinadores que campanhas políticas tem, e no quanto é investido nas mesmas. Procedimentos médicos são considerados pelo custo-benefício, e não pelo que é certo ou errado de se fazer. O mesmo pode ser dito das escolhas que fazemos diariamente, onde deixamos de usufruir do que deveríamos, para nos apaziguar com o satisfatório.
A ciência e a tecnologia são aptas a nos libertar deste tipo de limitações, mas para isto, é preciso que sejamos capazes de evoluir nossa mentalidade. Enquanto nos prendermos à noção do passado de escassez, de um tempo onde não tínhamos metade do conhecimento de hoje, iremos manter a intolerância que concebemos. Para alcançar níveis mais alto de civilidade é preciso, primeiramente, saber agir como tal, clareando os próprios pensamentos.
:-)
Leis de nações são criadas com base nos patrocinadores que campanhas políticas tem, e no quanto é investido nas mesmas. Procedimentos médicos são considerados pelo custo-benefício, e não pelo que é certo ou errado de se fazer. O mesmo pode ser dito das escolhas que fazemos diariamente, onde deixamos de usufruir do que deveríamos, para nos apaziguar com o satisfatório.
A ciência e a tecnologia são aptas a nos libertar deste tipo de limitações, mas para isto, é preciso que sejamos capazes de evoluir nossa mentalidade. Enquanto nos prendermos à noção do passado de escassez, de um tempo onde não tínhamos metade do conhecimento de hoje, iremos manter a intolerância que concebemos. Para alcançar níveis mais alto de civilidade é preciso, primeiramente, saber agir como tal, clareando os próprios pensamentos.
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terça-feira, 13 de agosto de 2013
Inflexibilidade Livre
Somos resistentes à mudanças, pois somos forçados para fora da zona de conforto, indiferentes de que ela possa estar nos sufocando. Não consideramos que, com uma pequena alteração na maneira como fazemos as coisas, podemos chegar ao mesmo objetivo. Isto se considerarmos que conhecemos o destino, uma vez que nos deixamos iludir por artimanhas criadas para satisfazer apenas o ego.
Nos isolamos, vivendo da experiência de outros, sem notar que procuramos por uma interação social que nos satisfaça. Deixamos que nos alienem facilmente, em uma tentativa de encontrar uma realidade agradável, ignorantes ao preço a ser pago. Impomos a padronização do comportamento, destruindo a curiosidade oriunda da espécie, passando a existir incompletos e perdidos.
Ao modificarmos hábitos obsoletos, somos capazes de utilizar o novo conhecimento para alcançar antigos propósitos. Os ancestrais possuiam as mesmas necessidades que nós, e ao escolherem a rota da praticidade, não imaginaram onde ela poderia levar a humanidade. Agora que temos uma visão de onde estamos indo, podemos mudar a prática, na tentativa de saciar a carência que sentimos.
:-)
Nos isolamos, vivendo da experiência de outros, sem notar que procuramos por uma interação social que nos satisfaça. Deixamos que nos alienem facilmente, em uma tentativa de encontrar uma realidade agradável, ignorantes ao preço a ser pago. Impomos a padronização do comportamento, destruindo a curiosidade oriunda da espécie, passando a existir incompletos e perdidos.
Ao modificarmos hábitos obsoletos, somos capazes de utilizar o novo conhecimento para alcançar antigos propósitos. Os ancestrais possuiam as mesmas necessidades que nós, e ao escolherem a rota da praticidade, não imaginaram onde ela poderia levar a humanidade. Agora que temos uma visão de onde estamos indo, podemos mudar a prática, na tentativa de saciar a carência que sentimos.
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segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Intolerantemente Aberta
Somos doutrinados desde cedo a pensar na sociedade como o ápice da civilização, sem imaginar que estamos em apenas mais um degrau da escala evolutiva. Nos consideramos cultos e de mente aberta, aptos a conviver com as mais diversas situações, desde que elas não ultrapassem o conceito restrito de moral que temos. Nos agarramos em pré-conceitos como se fossem salva-vidas dos bons costumes, desconsiderando que estes foram responsáveis por algumas das maiores atrocidades já cometidas.
Criamos as mais diversas separações, de crenças à cor da pele, passando por preferências esportivas e ideologias, para justificar, inclusive, assassinatos. Nos prendemos à antigas superstições e hábitos, impedindo que tecnologias atualizadas possam resolver problemas como a fome. Nos organizamos em uma estrutura brutal, criando cada vez mais pressão nos que estão na base, desconsiderando que eles sustentam todo o resto.
A intolerância à mudanças nos impede de admitirmos erros, que deveriam ser vistos como os maiores mestres da vida. No entanto, mantemos estereótipos, e condenamos aqueles que tentam fugir deles, nos forçando a ver a realidade sem ilusões e fantasias. Mas ainda é difícil para alguns se desprenderem de suas desconfianças, mesmo quando se deparam com inúmeras informações.
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Criamos as mais diversas separações, de crenças à cor da pele, passando por preferências esportivas e ideologias, para justificar, inclusive, assassinatos. Nos prendemos à antigas superstições e hábitos, impedindo que tecnologias atualizadas possam resolver problemas como a fome. Nos organizamos em uma estrutura brutal, criando cada vez mais pressão nos que estão na base, desconsiderando que eles sustentam todo o resto.
A intolerância à mudanças nos impede de admitirmos erros, que deveriam ser vistos como os maiores mestres da vida. No entanto, mantemos estereótipos, e condenamos aqueles que tentam fugir deles, nos forçando a ver a realidade sem ilusões e fantasias. Mas ainda é difícil para alguns se desprenderem de suas desconfianças, mesmo quando se deparam com inúmeras informações.
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sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Infantilidade Universal
Ao observarmos como a sociedade age, podemos concluir facilmente que estamos em um estado infantilizado de evolução. A estrutura básica de como nos relacionamos ainda remete ao uso da força bruta, possuindo uma hierarquia que permite o abuso. Os que estão mais acima tem o poder de manter os outros na ignorância, entretendo-os com futilidades, enquanto decide as relevâncias sozinha.
Ao perdermos tempo debatendo sobre futebol e cerveja, perdemos direitos sobre recursos que deveriam ser públicos. Durante as emoções da novela, deixamos de pensar criticamente, precisando de auxílio até para saber as relações entre os personagens. Por comprarmos a revista da moda, damos incentivo à indústria da incompreensão, fortificando estereótipos que deveriam ter ficado no passado.
Ainda temos muito o que evoluir para nos chamarmos verdadeiramente de civilizados, a começar pela maneira como tratamos outras classes sociais. Tratamos nossa própria espécie como animais por um pré-conceito que perpetuamos sem nenhuma prova substancial. Existem aqueles que tentam mudar este quadro, e que felizmente, encontram outras almas parecidas, que as permitem desenvolver seu potencial.
:-)
Ao perdermos tempo debatendo sobre futebol e cerveja, perdemos direitos sobre recursos que deveriam ser públicos. Durante as emoções da novela, deixamos de pensar criticamente, precisando de auxílio até para saber as relações entre os personagens. Por comprarmos a revista da moda, damos incentivo à indústria da incompreensão, fortificando estereótipos que deveriam ter ficado no passado.
Ainda temos muito o que evoluir para nos chamarmos verdadeiramente de civilizados, a começar pela maneira como tratamos outras classes sociais. Tratamos nossa própria espécie como animais por um pré-conceito que perpetuamos sem nenhuma prova substancial. Existem aqueles que tentam mudar este quadro, e que felizmente, encontram outras almas parecidas, que as permitem desenvolver seu potencial.
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quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Ingenuidade Popular
Procuramos incansavelmente por uma liberdade que tem se mantido ao nosso lado durante todo o tempo, e que veríamos se olhássemos em outra direção. Mas nos mantemos vislumbrando a cenoura posta na frente do rosto, iludidos de que ela é o preço máximo que iremos conseguir nesta existência. Esquecemos que perguntar por quem ela foi colocada ali, com que intuito, para onde ela nos direciona, e de onde ela nos afasta.
Em toda eleição temos as esperanças renovadas de que as mazelas da nação serão sanadas, apesar da prática não mostrar exatamente isto. A cada produto lançado, somos levados a sonhar com o fim de inúmeros problemas, alguns que nem imaginávamos existir em nosso meio. Promoções e empregos novos contém a expectativa da resolução de dívidas, e da possibilidade de adquirir mais apetrechos que, até o momento, só fizeram falta para o ego.
Gostamos de nos recompensar por atingir metas, deixando de lado o fato de que alcançar um objetivo já é, em si, um agrado. Fazemos isto por influências externas, de uma cultura que ajudamos a manter em cada ato inconsciente que tomamos, incapazes de prever as consequências. Mas ao conseguirmos informações, somos capazes de gerar conhecimento através de experiências, algumas que podem mudar completamente nossa opinião.
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Em toda eleição temos as esperanças renovadas de que as mazelas da nação serão sanadas, apesar da prática não mostrar exatamente isto. A cada produto lançado, somos levados a sonhar com o fim de inúmeros problemas, alguns que nem imaginávamos existir em nosso meio. Promoções e empregos novos contém a expectativa da resolução de dívidas, e da possibilidade de adquirir mais apetrechos que, até o momento, só fizeram falta para o ego.
Gostamos de nos recompensar por atingir metas, deixando de lado o fato de que alcançar um objetivo já é, em si, um agrado. Fazemos isto por influências externas, de uma cultura que ajudamos a manter em cada ato inconsciente que tomamos, incapazes de prever as consequências. Mas ao conseguirmos informações, somos capazes de gerar conhecimento através de experiências, algumas que podem mudar completamente nossa opinião.
:-)
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Incompreensão Coletiva
Ainda não entendemos que, por mais insignificantes que nos achamos, temos um papel importante na criação da sociedade. É através de atos diários que criamos a cultura coletiva, dos detalhes que passam desapercebidos até aqueles que nos chamam mais atenção. Renegamos este fato, inconscientes das consequências, esperando que outros intervenham constantemente, quando este é nosso papel.
Deixamos de supervisionar os representantes eleitos, acreditando que outras instituições o façam, nos admirando quando estes se tornam parceiros, e governantes. Perdemos a força da união ao abdicarmos da presença de vizinhos, com medo de diferenças irrelevantes, desejando por uma segurança autoritária. Trocamos os benefícios de uma dieta saudável pela praticidade divulgada por comidas rápidas e medicamentos convenientes, ficando presos à uma indústria prepotente.
Mantemos hábitos ancestrais, onde a força predominava sobre a inteligência, sem questionarmos a razão do que fazemos atualmente. Renunciamos à evolução ao nos permitimos alienar com passatempos sem utilidade para a rotina de nossas vidas. Mais do que isto, desistimos da tão almejada liberdade, que podemos facilmente alcançar pois está ao nosso redor, basta mudarmos de direção.
:-)
Deixamos de supervisionar os representantes eleitos, acreditando que outras instituições o façam, nos admirando quando estes se tornam parceiros, e governantes. Perdemos a força da união ao abdicarmos da presença de vizinhos, com medo de diferenças irrelevantes, desejando por uma segurança autoritária. Trocamos os benefícios de uma dieta saudável pela praticidade divulgada por comidas rápidas e medicamentos convenientes, ficando presos à uma indústria prepotente.
Mantemos hábitos ancestrais, onde a força predominava sobre a inteligência, sem questionarmos a razão do que fazemos atualmente. Renunciamos à evolução ao nos permitimos alienar com passatempos sem utilidade para a rotina de nossas vidas. Mais do que isto, desistimos da tão almejada liberdade, que podemos facilmente alcançar pois está ao nosso redor, basta mudarmos de direção.
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terça-feira, 6 de agosto de 2013
Desconhecimento Público
Existem aqueles que estão acomodados com a situação em que muitos povos se encontram, pois usufruem de um trabalho que não é o deles. Não é do interesse deles que a situação mude, pois os que mais tem a perder são os que mais estão ganhando agora. Usarão de todas as artimanhas conhecidas, e inventarão algumas novas, para impedir que sua fonte de renda seja libertada.
Como fizeram séculos atrás, irão tentar iludir e hipnotizar os mais desatentos com tudo o que brilha, mesmo que não tenha nenhum valor. Irão apelar para os instintos e emoções, aumentando as distrações para perdermos o foco do que é relevante para nossas vidas. Ameaçarão a vida de todos, principalmente de entes queridos inocentes, em um ato desesperado e traiçoeiro, para amedontrar quem conseguirem.
Eles tentam esconder do público o máximo de informações essenciais, no meio de entretenimento fútil, para que fiquemos sem saber o que acontece. Desconhecendo os fatos, nos tornamos incapazes de criar uma opinião solída, sem ter um pensamento crítico fortalecido. Por isto, a Internet tem se tornado o alvo de muitos deles, procurando censurá-la, em nome de nossa tão famosa segurança.
:-)
Como fizeram séculos atrás, irão tentar iludir e hipnotizar os mais desatentos com tudo o que brilha, mesmo que não tenha nenhum valor. Irão apelar para os instintos e emoções, aumentando as distrações para perdermos o foco do que é relevante para nossas vidas. Ameaçarão a vida de todos, principalmente de entes queridos inocentes, em um ato desesperado e traiçoeiro, para amedontrar quem conseguirem.
Eles tentam esconder do público o máximo de informações essenciais, no meio de entretenimento fútil, para que fiquemos sem saber o que acontece. Desconhecendo os fatos, nos tornamos incapazes de criar uma opinião solída, sem ter um pensamento crítico fortalecido. Por isto, a Internet tem se tornado o alvo de muitos deles, procurando censurá-la, em nome de nossa tão famosa segurança.
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segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Ignorância Geral
No passado, consideramos que a maior vantagem de um grupo sobre outro era a força bruta, e estruturamos a sociedade nesta base. Hoje, entretanto, descobrimos que a violência não apresenta soluções reais, pois sem informação, não existe progresso. Porém, ainda não fizemos as reformas necessárias para nos atualizarmos, criando conflitos entre a nova teoria e a antiga prática.
Produzimos comida em excesso com a tecnologia atual, mas desperdiçamos a metade, fazendo com que muitos passem fome por não existir uma distribuição moderna. Conhecemos a técnica para tornar transportes mais eficiente, contudo, deixamos de usar por restrições políticas e econômicas. Compreendemos a democracia como uma sombra do que deveria ser, apesar disso demoramos para entender o que precisa ser feito para restaurá-la.
Por não realizarmos o que precisa ser feito com a inteligência que adquirimos, agimos como completos ignorantes, abdicando da informação que conquistamos. Sem transportá-la para a realidade material, desistimos de todo o potencial que ela tem em transformar vidas e mundos. Excluímos a opção de nos desenvolvermos, para continuarmos sendo meros consumidores, alheios às possibilidades que estão ao nosso redor.
:-)
Produzimos comida em excesso com a tecnologia atual, mas desperdiçamos a metade, fazendo com que muitos passem fome por não existir uma distribuição moderna. Conhecemos a técnica para tornar transportes mais eficiente, contudo, deixamos de usar por restrições políticas e econômicas. Compreendemos a democracia como uma sombra do que deveria ser, apesar disso demoramos para entender o que precisa ser feito para restaurá-la.
Por não realizarmos o que precisa ser feito com a inteligência que adquirimos, agimos como completos ignorantes, abdicando da informação que conquistamos. Sem transportá-la para a realidade material, desistimos de todo o potencial que ela tem em transformar vidas e mundos. Excluímos a opção de nos desenvolvermos, para continuarmos sendo meros consumidores, alheios às possibilidades que estão ao nosso redor.
:-)
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Duas Naturezas
Vemos a realidade de forma dual, procurando opostos para alcançarmos extremos, sem notar que todos fazem parte do mesmo universo. Esquecemos o que é o equilíbrio e para onde ele nos leva, preferindo nos arriscar em círculos, que nos fazem girar, mas sem sair do lugar. Perdemos o contato com que somos, e estamos revirando o exterior em sua busca, sem considerar nosso interior.
Abandonamos os deveres para viver de direitos, criando rupturas na sociedade, onde procuramos as soluções mais mirabolantes, sem frutos. Abdicamos da espiritualidade para nos concentrar no materialismo, ignorando os prazeres de longo prazo, nos concentrando nos do momento. Negligenciamos a diversidade que está ao nosso redor procurando padrões à venda, para podermos satisfazer o aspecto social da espécie, sem notar a liberdade que vendemos.
Temos a capacidade de transformar qualquer ferramenta em utensílio ou em arma, depende do portador de tal apetrecho. Sem focarmos na educação comunitária das pessoas, não podemos esperar que elas considerem usar sua criatividade em prol de todos. Deixar um paradigma para trás é difícil, mas não impossível, ainda mais quando começamos a contemplar o que podemos fazer, e o futuro que podemos criar.
:-)
Abandonamos os deveres para viver de direitos, criando rupturas na sociedade, onde procuramos as soluções mais mirabolantes, sem frutos. Abdicamos da espiritualidade para nos concentrar no materialismo, ignorando os prazeres de longo prazo, nos concentrando nos do momento. Negligenciamos a diversidade que está ao nosso redor procurando padrões à venda, para podermos satisfazer o aspecto social da espécie, sem notar a liberdade que vendemos.
Temos a capacidade de transformar qualquer ferramenta em utensílio ou em arma, depende do portador de tal apetrecho. Sem focarmos na educação comunitária das pessoas, não podemos esperar que elas considerem usar sua criatividade em prol de todos. Deixar um paradigma para trás é difícil, mas não impossível, ainda mais quando começamos a contemplar o que podemos fazer, e o futuro que podemos criar.
:-)
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Cópia Oposta
Vemos direitos e deveres como opostos, sem considerar que eles fazem parte de um todo, como lados contrários de um mesmo organismo. Dar preferência para um é tirar o equilibrio de todo o sistema, fazendo-o pender e, possivelmente, ruir sobre seu peso. Com a estrutura social atual, vemos mais claramente este fenômeno, onde a responsabilidade foi removida da população mundial.
Pais acham que a escola tem a obrigação de educar seus filhos, sobrecarregando a sociedade com indivíduos sem respeito por outros ou pelos próprios. Consumidores deixam a cargo de corporações o compromisso de cuidar da procedência e manejo de seus alimentos, sem considerar que o objetivo delas é o lucro. Cidadãos abandonam a necessidade de supervisionar seus representantes, permitindo que estes se tornem governantes, ou até mesmo ditadores.
A cultura vigente prega a ascensão dos privilégios, sem mencionar os encargos que devemos arcar para manter este estilo de vida. Por não darmos a eles a atenção que merecem, criamos uma disparidade em nosso meio, onde procuramos por soluções externas. Enquanto não mudarmos a mentalidade e vermos as comunidades como seres vivos, não entenderemos o que precisa ser feito para estabelecer a harmonia.
:-)
Pais acham que a escola tem a obrigação de educar seus filhos, sobrecarregando a sociedade com indivíduos sem respeito por outros ou pelos próprios. Consumidores deixam a cargo de corporações o compromisso de cuidar da procedência e manejo de seus alimentos, sem considerar que o objetivo delas é o lucro. Cidadãos abandonam a necessidade de supervisionar seus representantes, permitindo que estes se tornem governantes, ou até mesmo ditadores.
A cultura vigente prega a ascensão dos privilégios, sem mencionar os encargos que devemos arcar para manter este estilo de vida. Por não darmos a eles a atenção que merecem, criamos uma disparidade em nosso meio, onde procuramos por soluções externas. Enquanto não mudarmos a mentalidade e vermos as comunidades como seres vivos, não entenderemos o que precisa ser feito para estabelecer a harmonia.
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