Vemos a realidade de forma dual, procurando opostos para alcançarmos extremos, sem notar que todos fazem parte do mesmo universo. Esquecemos o que é o equilíbrio e para onde ele nos leva, preferindo nos arriscar em círculos, que nos fazem girar, mas sem sair do lugar. Perdemos o contato com que somos, e estamos revirando o exterior em sua busca, sem considerar nosso interior.
Abandonamos os deveres para viver de direitos, criando rupturas na sociedade, onde procuramos as soluções mais mirabolantes, sem frutos. Abdicamos da espiritualidade para nos concentrar no materialismo, ignorando os prazeres de longo prazo, nos concentrando nos do momento. Negligenciamos a diversidade que está ao nosso redor procurando padrões à venda, para podermos satisfazer o aspecto social da espécie, sem notar a liberdade que vendemos.
Temos a capacidade de transformar qualquer ferramenta em utensílio ou em arma, depende do portador de tal apetrecho. Sem focarmos na educação comunitária das pessoas, não podemos esperar que elas considerem usar sua criatividade em prol de todos. Deixar um paradigma para trás é difícil, mas não impossível, ainda mais quando começamos a contemplar o que podemos fazer, e o futuro que podemos criar.
:-)
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
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