quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

A competência do grupo

Observando como trabalhamos como um grupo, é inegável que conseguimos alcançar os mais altos patamares, sobrepujando quaisquer obstáculos. O problema é que ainda estamos à mercê das grandes corporações, pois elas conseguem se organizar enquanto ficamos perdidos em contradições irrelevantes. Nos deixamos influenciar por aspectos desnecessários para a evolução da sociedade, pois ainda consideramos que somos o Ego, ao contrário dele ser parte de nós.
Nos dividimos por questões esportivas, políticas e religiosas, para citar algumas, esquecendo que todos temos necessidades primárias, como alimentação, moradia e um propósito de vida. Existimos para acumular, mas ao invés de fazê-lo com informações e experiências, somos dominados pelo lado material, ilusório e temporário. Nos corrompemos procurando por remendos de um sistema que já é falho em sua teoria, pois seu único objetivo é a concentração dos recursos na mão de poucos.
Sabemos, em nosso íntimo, que temos mais capacidade do que realizar trabalhos repetitivos e manuais, pois temos criatividade e imaginação ilimitadas. Disputarmos recursos deveria ser algo nunca mais visto, de antes da Revolução Industrial, quando aprendemos a utilizar máquinas para satisfazer as necessidades. Até quando iremos manter este padrão, que já se tornou artificial e serve apenas para atender à desejos mesquinhos, de egoísmo irrestrito?
:-)

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