Abdicamos do controle da sociedade nomeando representantes que, cada vez mais, demonstram o abuso do poder, se tornando governantes. Além de perder a autoridade sobre como reger as comunidades, vamos nos privando da soberania sobre nossas vidas particulares. Alvos de instituições e corporações, esquecemos que somos o combustível que as mantém, e que temos a capacidade de dirigí-las como quisermos.
Temos como exigir que os mandatários administrativos demonstrem mais transparência em suas escolhas, se nos propusermos a investigar seus atos. Possuímos a opção de fazer empresas predatórias desaparecerem do mapa, boicotando produtos nocivos que servem apenas para alimentar o Ego. Usufruímos do direito de encontrar alternativas, colocando nosso intelecto e criatividade para a construção de possibilidades diferentes àquelas que nos oferecem.
Com a Internet, gozamos de um meio de comunicação que nos permite ver o que acontece do outro lado do globo, e adaptar para nossas necessidades. Dispomos de todas as ferramentas fundamentais para realizarmos uma nova revolução, desta vez encabeçada pela própria população. Saberemos moldar a vontade que temos dentro de nós para algo construtivo, ou ficaremos presos ao paradigma da frivolidade e destruição?
:-)
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
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