Entre acertos e erros, tentamos, ao longo da história, procurar o conjunto de regras que possam guiar a sociedade para uma era de paz e harmonia. Leis que nos ensinem ser civilizados, ao mesmo tempo em que incentivem o progresso, mantendo uma evolução constante. Mas ao observarmos a estrutura social que mantemos, constatamos discrepâncias que vão ao contrário do que queremos, e que mesmo assim preservamos.
Alimentamos uma economia de acúmulo, criadora de desigualdade social e corrompedora de recursos e normas. Sustentamos a hierarquia pirâmidal, onde poucos tem mais privilégios e poder de decisão do que a larga base que comandam. Voluntariamente, nos entregamos à futilidade e ao consumo, transformando a realidade de maneira imperceptível, mas drástica.
Vemos muitas pessoas pregando sobre os bons costumes, apenas para virarem as costas de maneira preconceituosa para aquilo que consideram diferente. Falam, de boca cheia, sobre o quanto são intolerantes contra abusos, quando o incentivam por serem ignorantes ao que acontece ao seu redor. Somos tão hipócritas a ponto de deixar de estender a mão apenas por alguém ter uma vida alternativa ao nosso restrito entendimento do que deveria ser normal?
:-)
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
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