Somos seres espirituais envolvidos em um corpo físico, embora alguns tentem nos iludir para agirmos ao contrário. Esta dualidade entre os mundos material e o incorpóreo tendem a nos puxar para os extremos, sendo difícil de encontrar o equilíbrio ideal. Nos perdemos em medos e fantasias criados para nos aprisionar, nos transformando em escravos completos, tanto mental quanto carnal.
Abdicamos do autocontrole ao nos expormos aos mais diversos excessos, desde a comida ao entretenimento fútil. Abandonamos o materialismo apenas quando nos permitimos ser presos em questões irrelevantes criadas por uma publicidade voltada ao lucro. Nos afastamos do lado espiritual ao darmos suporte à produtos com procedência e utilidade questionáveis, que estimulam vícios.
Apesar da duplicidade que existe em nossas vidas, somos capazes de sobrepujar esta limitação, encontrando o meio-termo entre os dois mundos. Ficar nos extremos não nos permite aproveitar ao máximo a experiência de estarmos neste plano, pois ignoramos completamente o outro lado. Ao encontrarmos a harmonia, deixamos de crescer para as laterais, sejam elas quais forem, e passamos a desenvolver para cima.
:-)
quarta-feira, 31 de julho de 2013
terça-feira, 30 de julho de 2013
Sósia Invertida
Confrontos e calamidades, diferente de outras situações da vida, tendem a amplificar as demonstrações de solidariedade e de covardia de nossa espécie. Elas mostram o ser humano no seu pior e melhor estado, dependendo das condições mentais e espirituais em que se encontram naquele momento. As manipulações que sofremos entram em conflito com o que somos, expondo ao mundo o nível de mentalidade em que nos encontramos.
Policiais e manifestantes sofrem tanto barbáries quanto auxílios de seus opostos, ilustrando que, basicamente, todos são iguais, independente do lado em que se encontram. Tanto políticos bons, quanto os maus, são eleitos pelo, e tem sua origem no, mesmo povo que os recriminam e os aplaudem. Corporações e a mídia podem oferecer produtos e serviços que estimulem a melhoria de vida, como podem criar as condições para escravizar toda uma nação.
Podemos deixar que nossos medos nos dominem, nos prendendo fisicamente, assim como podemos permitir a opressão dos desejos, nos alienando mentalmente. Ao descobrirmos o que é necessário realizar, deixamos de depender de temores e preferências, encontrando uma liberdade esquecida há muito tempo. Deixamos de viver a dualidade do bem e do mal, e passamos a ver causas e consequências, entrando em outro nível de consciência.
:-)
Policiais e manifestantes sofrem tanto barbáries quanto auxílios de seus opostos, ilustrando que, basicamente, todos são iguais, independente do lado em que se encontram. Tanto políticos bons, quanto os maus, são eleitos pelo, e tem sua origem no, mesmo povo que os recriminam e os aplaudem. Corporações e a mídia podem oferecer produtos e serviços que estimulem a melhoria de vida, como podem criar as condições para escravizar toda uma nação.
Podemos deixar que nossos medos nos dominem, nos prendendo fisicamente, assim como podemos permitir a opressão dos desejos, nos alienando mentalmente. Ao descobrirmos o que é necessário realizar, deixamos de depender de temores e preferências, encontrando uma liberdade esquecida há muito tempo. Deixamos de viver a dualidade do bem e do mal, e passamos a ver causas e consequências, entrando em outro nível de consciência.
:-)
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Dualidade Universal
Em nosso caminho como espécie, nos encontramos em situações boas, ruins, e naquelas onde é difícil de dizer para qual lado pende a balança. Não conseguimos ver as relações de causa e consequência em sua totalidade, ficando restritos ao sistema dual, binário. Facilmente confundimos abuso com progresso, pois não temos uma visão mais ampla do horizonte, ficando presos ao próprio umbigo.
Consideramos o voto como o ápice da evolução social, ignorando que ele pode ser facilmente manipulado, criando impérios econômicos. Mantemos um sistema de educação no estilo indústrial, onde manipulamos pessoas como se fossem produtos em uma esteira de fábrica. Abandonamos o potencial máximo da tecnologia, capaz de beneficiar a todos, para que poucos sejam capazes de ter lucro.
Desconhecemos alternativas por não alterarmos a rotina, nos mantendo presos à um sistema brutal, regido pelo monopólio da força. Nos tornamos impressionáveis, maravilhados com as demonstrações de poder de outros, esquecendo o que temos dentro de nós. Mas ao nos lembrarmos, descobrimos que podemos ir além da dualidade com que nos acostumamos, ampliando nossa consciência.
:-)
Consideramos o voto como o ápice da evolução social, ignorando que ele pode ser facilmente manipulado, criando impérios econômicos. Mantemos um sistema de educação no estilo indústrial, onde manipulamos pessoas como se fossem produtos em uma esteira de fábrica. Abandonamos o potencial máximo da tecnologia, capaz de beneficiar a todos, para que poucos sejam capazes de ter lucro.
Desconhecemos alternativas por não alterarmos a rotina, nos mantendo presos à um sistema brutal, regido pelo monopólio da força. Nos tornamos impressionáveis, maravilhados com as demonstrações de poder de outros, esquecendo o que temos dentro de nós. Mas ao nos lembrarmos, descobrimos que podemos ir além da dualidade com que nos acostumamos, ampliando nossa consciência.
:-)
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Alcançando um Fim?
Contrário ao que é pregado por alguns, ter um objetivo não quer dizer, necessariamente, que exista um fim, um último destino. Como ele pode se adaptar com a experiência que adquirimos, ele serve mais como um guia, uma bussôla para navegarmos em nossas vidas. Mas ao invés de usarmos as nossas, somos levados a crer que outros tem algumas que devem estar mais certas, e tentamos seguí-los.
Compramos produtos para nos deixar parecidos com os modelos usados em propagandas, pois fazem nos sentir inferiores em seus anúncios. Adotamos outros estilos de vida, passando nossa existência tentando se encaixar em hábitos que, em nosso cerne, consideramos estranhos. Abdicamos de pensar criticamente, dependendo de supostos críticos para nos dizer o que devemos considerar belo, certo ou agradável.
Mas estes compassos são pessoais, e servem apenas para seus donos, fazendo com que os seguidores não sejam capazes de encontrar seu rumo. Deixamos nosso potencial para trás, partindo em busca de promessas que nunca serão cumpridas, sobrevivendo da própria esperança. No entanto, ao abandonarmos outros guias, aprendendo a encontrar e usar o que temos dentro de nós, descobrimos uma nova realidade, inimaginável até agora.
:-)
Compramos produtos para nos deixar parecidos com os modelos usados em propagandas, pois fazem nos sentir inferiores em seus anúncios. Adotamos outros estilos de vida, passando nossa existência tentando se encaixar em hábitos que, em nosso cerne, consideramos estranhos. Abdicamos de pensar criticamente, dependendo de supostos críticos para nos dizer o que devemos considerar belo, certo ou agradável.
Mas estes compassos são pessoais, e servem apenas para seus donos, fazendo com que os seguidores não sejam capazes de encontrar seu rumo. Deixamos nosso potencial para trás, partindo em busca de promessas que nunca serão cumpridas, sobrevivendo da própria esperança. No entanto, ao abandonarmos outros guias, aprendendo a encontrar e usar o que temos dentro de nós, descobrimos uma nova realidade, inimaginável até agora.
:-)
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Desenvolvendo um Escopo
Para modificar o mundo, não precisamos virar mártires, com objetivos tão grandes que desanimam só de pensar. Pelo contrário, o certo é começarmos pequeno, dentro de nós, adquirindo consciência sobre nossas ações, escolhendo as consequências da vida. É preciso aprender a separar o que queremos daquilo que não queremos, mas que, inconscientemente, optamos diariamente.
Entender se queremos mesmo abdicar de nossos deveres, às custas de direitos que, por vezes, nem temos noção que existiam. Compreender que qualidade de vida engloba mais do que tomar vitaminas e fazer exercícios algumas vezes durante a semana. Perceber que todos os atos produzem resultados, alguns que vão além de nosso conhecimento, e que temos o poder do discernimento.
Ao cuidarmos melhor de nossa própria vida, procurando por opções que beneficiem mais a comunidade do que nosso ego, damos um passo na direção de um mundo diferente. Geramos lições que podem ser utilizadas por outros, fazendo do planeta inteiro um imensa sala de aula, com os mais diversos alunos. Abraçando a diversidade natural do universo, alcançaremos novos níveis de mentalidade, deixando os limites que nos seguram no passado, onde eles pertencem.
:-)
Entender se queremos mesmo abdicar de nossos deveres, às custas de direitos que, por vezes, nem temos noção que existiam. Compreender que qualidade de vida engloba mais do que tomar vitaminas e fazer exercícios algumas vezes durante a semana. Perceber que todos os atos produzem resultados, alguns que vão além de nosso conhecimento, e que temos o poder do discernimento.
Ao cuidarmos melhor de nossa própria vida, procurando por opções que beneficiem mais a comunidade do que nosso ego, damos um passo na direção de um mundo diferente. Geramos lições que podem ser utilizadas por outros, fazendo do planeta inteiro um imensa sala de aula, com os mais diversos alunos. Abraçando a diversidade natural do universo, alcançaremos novos níveis de mentalidade, deixando os limites que nos seguram no passado, onde eles pertencem.
:-)
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Adquirindo um Alvo
Enquanto a cultura dominante promove a satisfação do ego em troca de liberdade, ficamos como um gado indo para o abatedouro, dando a vida em troca de pasto. Temos a alternativa de mudarmos o destino, trocando velhos hábitos por novos, que nos levem em outra direção, longe da que conhecemos. Para tanto, será preciso enfrentar aqueles que se beneficiam com a situação atual, que estão acomodados com os lucros que colhem.
Iremos contra governos que não dão o retorno esperado pelos impostos pagos, sejam com dinheiro ou a própria vida. Iremos contra as corporações que controlam as decisões do dia a dia, empurrando seus dejetos industriais na forma de produtos dos sonhos. Iremos contra o comportamento criado pela mídia e seus anunciantes, na busca do consumidor perfeito, o antigo escravo.
Apesar da importância dos protestos, o confronto não precisa acontecer de maneira direta, pois podem ser feitos em cada casa. Basta apenas modificarmos nossas atitudes, unindo ao invés de segregar, produzindo ao contrário de consumir, e doando sem cobrar. A luta por um mundo melhor começa dentro de nós mesmos, onde iremos procurar por um objetivo perdido, escondido em anúncios vazios.
:-)
Iremos contra governos que não dão o retorno esperado pelos impostos pagos, sejam com dinheiro ou a própria vida. Iremos contra as corporações que controlam as decisões do dia a dia, empurrando seus dejetos industriais na forma de produtos dos sonhos. Iremos contra o comportamento criado pela mídia e seus anunciantes, na busca do consumidor perfeito, o antigo escravo.
Apesar da importância dos protestos, o confronto não precisa acontecer de maneira direta, pois podem ser feitos em cada casa. Basta apenas modificarmos nossas atitudes, unindo ao invés de segregar, produzindo ao contrário de consumir, e doando sem cobrar. A luta por um mundo melhor começa dentro de nós mesmos, onde iremos procurar por um objetivo perdido, escondido em anúncios vazios.
:-)
terça-feira, 23 de julho de 2013
Concebendo uma Meta
O nível de atenção que temos se tornou cada vez menor, devido à influência da cultura da praticidade, e seus ganhos imediatos. Deixamos de desenvolver o pensamento a longo prazo, que procura estender ao máximo os recursos, em troca do descarte rápido. Não mais fazemos planos para a vida, nos preocupando com objetos a serem adquiridos, ou à chegar o mais rápido possível em nosso ápice.
Propostas para a vida em comunidade são substituídos por curativos temporários, feitos sem a devida pesquisa com a população. Procuramos por uma qualidade de vida prática, sem considerar as consequências de tal ato, como ignorar a procedência de alimentos. Terceirizamos responsabilidades na ilusão de ter mais tempo, estranhando que temos que dá-lo em dobro, em troca do serviço contratado.
Sem ter consciência do que fazemos, vendemos a liberdade voluntariamente, na esperança de concretizar juras de ilusões. Entretanto, ao notarmos que não passam de fumaça, ficamos mais lúcidos de nosso poder, e do que podemos fazer com ele. Aos poucos, vamos criando metas mais realistas, dentro de nossas capacidades, nos desprendendo de pesos criados apenas para nos segurar.
:-)
Propostas para a vida em comunidade são substituídos por curativos temporários, feitos sem a devida pesquisa com a população. Procuramos por uma qualidade de vida prática, sem considerar as consequências de tal ato, como ignorar a procedência de alimentos. Terceirizamos responsabilidades na ilusão de ter mais tempo, estranhando que temos que dá-lo em dobro, em troca do serviço contratado.
Sem ter consciência do que fazemos, vendemos a liberdade voluntariamente, na esperança de concretizar juras de ilusões. Entretanto, ao notarmos que não passam de fumaça, ficamos mais lúcidos de nosso poder, e do que podemos fazer com ele. Aos poucos, vamos criando metas mais realistas, dentro de nossas capacidades, nos desprendendo de pesos criados apenas para nos segurar.
:-)
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Falta de Objetivo
Enquanto mudamos nosso depósito de esperanças, de promessas vazias para nós mesmos, notamos que ao focarmos as ideias, elas acontecem mais rapidamente. Ao especificarmos, com o máximo de detalhes possíveis, o que queremos, criamos as condições para trazer tal objetivo para a realidade. Por isto que, enquanto estivermos dispersos com propagandas que atingem o ego, não seremos capazes de reunir as forças para realizarmos o que queremos.
Perdemos tempo com entretenimento fútil, que nos dá muito pouco, ou nenhum, conhecimento sobre como realmente funciona o mundo. Abandonamos o exercício do pensamento crítico e da paciência ao nos dedicarmos à cultura da praticidade e da superficialidade. Desperdiçamos oportunidades ao terceirizarmos as decisões mais relevantes da comunidade em que vivemos, e da nossa rotina.
Desde cedo fomos adestrados a ver o descanso como a recompensa pelo trabalho realizado, ignorando o resultado do ato em si. Ao notarmos as modificações que a mudança de mentalidade, e de comportamento, trazem para os relacionamentos, seremos capazes de iniciar um novo paradigma. É preciso prática para conseguir se desvencilhar dos hábitos passados, que começam com o reconhecimento de que eles são nocivos para nós.
:-)
Perdemos tempo com entretenimento fútil, que nos dá muito pouco, ou nenhum, conhecimento sobre como realmente funciona o mundo. Abandonamos o exercício do pensamento crítico e da paciência ao nos dedicarmos à cultura da praticidade e da superficialidade. Desperdiçamos oportunidades ao terceirizarmos as decisões mais relevantes da comunidade em que vivemos, e da nossa rotina.
Desde cedo fomos adestrados a ver o descanso como a recompensa pelo trabalho realizado, ignorando o resultado do ato em si. Ao notarmos as modificações que a mudança de mentalidade, e de comportamento, trazem para os relacionamentos, seremos capazes de iniciar um novo paradigma. É preciso prática para conseguir se desvencilhar dos hábitos passados, que começam com o reconhecimento de que eles são nocivos para nós.
:-)
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Expectativa de vida
Desde o nascimento, somos ensinados a depositar a esperança em terceiros, esquecendo de quem somos e nossa capacidade. Sem o foco do que é relevante, nos perdemos em promessas vazias, de idéias à produtos, anunciados como a solução definitiva de nossas angústias. Deixamos de lado o que é fundamental para a vida, acolhendo o prático como certo, ignorando suas consequências, por mais desastrosas que sejam.
Abdicamos de direitos, ao vendermos nossas responsabilidades para terceiros sem obrigatoriedade, a cada eleição. Abandonamos nossa saúde com produtos que não sabemos a procedência, por apelarem à emoções, e serem mais divulgados do que o essencial e gratuito. Desprezamos o recurso mais precioso que temos, o tempo, na aquisição de ilusões bem elaboradas, cada vez mais temporárias, como nossa memória.
Esperamos eternamente pelo cumprimento das juras feitas, esquecendo que somos capazes de criar, nós mesmos, o futuro que queremos. A expectativa nos prende, pois ficamos na impressão de que teremos tudo resolvido para logo, sem notar que o amanhã nunca chega, ele se torna o hoje. Ao entendermos que estamos em uma jornada e que cada passo depende de nosso esforço, nos libertamos de amarras que nos prendem, percebendo que, mais do que caminhar, podemos voar.
:-)
Abdicamos de direitos, ao vendermos nossas responsabilidades para terceiros sem obrigatoriedade, a cada eleição. Abandonamos nossa saúde com produtos que não sabemos a procedência, por apelarem à emoções, e serem mais divulgados do que o essencial e gratuito. Desprezamos o recurso mais precioso que temos, o tempo, na aquisição de ilusões bem elaboradas, cada vez mais temporárias, como nossa memória.
Esperamos eternamente pelo cumprimento das juras feitas, esquecendo que somos capazes de criar, nós mesmos, o futuro que queremos. A expectativa nos prende, pois ficamos na impressão de que teremos tudo resolvido para logo, sem notar que o amanhã nunca chega, ele se torna o hoje. Ao entendermos que estamos em uma jornada e que cada passo depende de nosso esforço, nos libertamos de amarras que nos prendem, percebendo que, mais do que caminhar, podemos voar.
:-)
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Sonho realizável
Enquanto não aprendermos a controlar e direcionar a esperança que temos, outros se sentirão no direito de fazer isto por nós. Tentarão adquirí-la fazendo as mais diversas e esdrúxulas promessas, apelando para instintos e falácias lógicas, nos confundindo com ilusões. Mas o cerne destas juras sempre será o mesmo, querendo nos destituir de tempo e energia em prol de fantasias temporárias.
Vemos em propaganda de alimentos que apelam para emoções, privando nossos corpos de nutrientes fundamentais, enquanto se livram de dejetos industriais. Observamos em produtos que apelam para imperfeições, sugerindo que seremos mais admirados e sucedidos por causa deles. Constatamos em campanhas de candidatos que apelam para irrelevâncias, mantendo a dependência em um sistema arcaico e falho, que mantém segregações, sem tentar unir a espécie.
Ao percebermos os ardis construídos por nós, em nossa ignorância, somos capazes de encontrar a informação necessária para escapar deles. Deixamos de comprar o sonho de poucos, incapaz de ser atingido pela população, e passamos a perseguir um tangível, que temos desde a infância. Nos lembramos quem realmente somos, partindo em direção ao que conseguimos construir com nossas próprias forças, trazendo a utopia para a realidade.
:-)
Vemos em propaganda de alimentos que apelam para emoções, privando nossos corpos de nutrientes fundamentais, enquanto se livram de dejetos industriais. Observamos em produtos que apelam para imperfeições, sugerindo que seremos mais admirados e sucedidos por causa deles. Constatamos em campanhas de candidatos que apelam para irrelevâncias, mantendo a dependência em um sistema arcaico e falho, que mantém segregações, sem tentar unir a espécie.
Ao percebermos os ardis construídos por nós, em nossa ignorância, somos capazes de encontrar a informação necessária para escapar deles. Deixamos de comprar o sonho de poucos, incapaz de ser atingido pela população, e passamos a perseguir um tangível, que temos desde a infância. Nos lembramos quem realmente somos, partindo em direção ao que conseguimos construir com nossas próprias forças, trazendo a utopia para a realidade.
:-)
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Possibilidade tangível
Vivemos para o prazer imediato pois perduramos em promessas vazias, feitas para o benefício de poucos, às custas de muitos. Nos destruímos ao tentarmos satisfazer as vontades do ego, existindo para o agrado de instintos animais, desprezando o intelecto e a alma. Esquecemos que somos mais do que bichos, pois nos distraímos com o constante ataque daqueles que se beneficiam disto, e nos querem manter deste jeito.
Governos dando preferência à outras questões, deixando a educação em último plano, privando o povo de um pensamento crítico. Uma mídia apresentando programas que requerem cada vez menos atividade cerebral, apelando para emoções que nos prendem em sofás e poltronas. Corporações se oferecendo para realizar nossos deveres, removendo tempo de vida e os direitos, junto com as responsabilidades.
Deixamos de perseguir a utopia por nos convencerem de que ela nunca será tangível, mesmo esse nunca sendo seu objetivo. Um sonho se adapta as condições em que vivemos, e ao crescimento que experimentamos com as capacidades que adquirimos. Ele se modifica a cada segundo, o que não significa que deve ser abandonado, ou trocado por garantias temporárias, que nos deixam pior do que estávamos.
:-)
Governos dando preferência à outras questões, deixando a educação em último plano, privando o povo de um pensamento crítico. Uma mídia apresentando programas que requerem cada vez menos atividade cerebral, apelando para emoções que nos prendem em sofás e poltronas. Corporações se oferecendo para realizar nossos deveres, removendo tempo de vida e os direitos, junto com as responsabilidades.
Deixamos de perseguir a utopia por nos convencerem de que ela nunca será tangível, mesmo esse nunca sendo seu objetivo. Um sonho se adapta as condições em que vivemos, e ao crescimento que experimentamos com as capacidades que adquirimos. Ele se modifica a cada segundo, o que não significa que deve ser abandonado, ou trocado por garantias temporárias, que nos deixam pior do que estávamos.
:-)
terça-feira, 16 de julho de 2013
Confiança em si
A esperança é sugada constantemente, pelas mais diversas propagandas, e acreditamos que as soluções são externas a nós. Perdemos o foco com tamanhas distrações, ficando desorientados do que é relevante para a vida, acolhendo como base o consumo. Aceitamos mais facilmente qualquer promessa, pois elas atraem a confiança que temos, e que não sabemos mais onde depositar.
Candidatos se aproveitam a cada eleição, criando ilusões cada vez mais elaboradas, com juras sem fundamento e obrigatoriedade de cumprimento. Produtos são lançados com datas de validade cada vez mais curtas, assim como a garantia, para que sejam trocados o quanto antes, gerando maiores lucros. Serviços públicos se tornam negligenciados, para que empresas particulares sejam procuradas, fazendo o cidadão pagar duplicado pelo que recebe.
O objetivo da publicidade é fazer com que o indivíduo se sinta imperfeito, incompleto, para que procure fora de si por respostas. A base de nossa estrutura social se tornou um ardil para muitos, pois beneficia aqueles que preferem se beneficiar dela, ao invés de contribuir para ela. Felizmente, uma nova mentalidade está aparecendo, onde a população não irá mais aceitar o que lhe é imposto, escolhendo seu próprio caminho.
:-)
Candidatos se aproveitam a cada eleição, criando ilusões cada vez mais elaboradas, com juras sem fundamento e obrigatoriedade de cumprimento. Produtos são lançados com datas de validade cada vez mais curtas, assim como a garantia, para que sejam trocados o quanto antes, gerando maiores lucros. Serviços públicos se tornam negligenciados, para que empresas particulares sejam procuradas, fazendo o cidadão pagar duplicado pelo que recebe.
O objetivo da publicidade é fazer com que o indivíduo se sinta imperfeito, incompleto, para que procure fora de si por respostas. A base de nossa estrutura social se tornou um ardil para muitos, pois beneficia aqueles que preferem se beneficiar dela, ao invés de contribuir para ela. Felizmente, uma nova mentalidade está aparecendo, onde a população não irá mais aceitar o que lhe é imposto, escolhendo seu próprio caminho.
:-)
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Esperança ou promessa?
Consideramos que vivemos de esperanças, mas, segundo o dicionário, é mais provável estarmos sobrevivendo de promessas. A diferença não parece ser grande à princípio, precisando de reflexão para ser entendida em toda sua complexidade. Afinal, estamos rodeados de juras que sempre encontram empecilhos para se tornarem realidade, a não ser quando o povo se compromete a fazer.
Temos governos oferecendo uma infra-estrutura milagrosa a milênios, enquanto filas apenas aumentam nos serviços públicos. Temos empresas exibindo soluções mirabolantes para as mais diversas irrelevâncias, deixando de lado os problemas básicos que sofremos. Temos uma mídia que oferta uma verdade corrompida, mostrando um único ponto de vista, que curiosamente beneficia seus anunciantes e patrocinadores, e não a sociedade em geral.
Depositamos toda esperança nas garantias que nos são dadas, para descobrir que elas tem data de validade e restrições apenas quando necessitadas. A confiança, que deveria manter nossa espécie unida e em harmonia, é direcionada para interesses próprios, servindo a poucos. Todavia, ao nos informarmos, somos capazes de achar um novo objetivo, que satisfaça as necessidades que tanto nos são negligenciadas.
:-)
Temos governos oferecendo uma infra-estrutura milagrosa a milênios, enquanto filas apenas aumentam nos serviços públicos. Temos empresas exibindo soluções mirabolantes para as mais diversas irrelevâncias, deixando de lado os problemas básicos que sofremos. Temos uma mídia que oferta uma verdade corrompida, mostrando um único ponto de vista, que curiosamente beneficia seus anunciantes e patrocinadores, e não a sociedade em geral.
Depositamos toda esperança nas garantias que nos são dadas, para descobrir que elas tem data de validade e restrições apenas quando necessitadas. A confiança, que deveria manter nossa espécie unida e em harmonia, é direcionada para interesses próprios, servindo a poucos. Todavia, ao nos informarmos, somos capazes de achar um novo objetivo, que satisfaça as necessidades que tanto nos são negligenciadas.
:-)
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Egoísmo sufocante
Criamos uma sociedade com características egoístas, onda cada indivíduo está preocupado apenas em satisfação pessoal. Os demais elementos imitam o comportamento humano naquilo que mais lhes interessa, absorvendo os direitos e renegando as responsabilidades. Sem ninguém para apanhar os pedaços e realizar as obrigações que o planeta necessita, todos sofremos com a possibilidade de um futuro apocaliptíco.
Poluímos rios e oceanos, incapazes de tratar dejetos de forma responsável, ameaçando até mesmo a base fundamental da vida: a água. Destruímos florestas sem considerar sua biodiversidade, ignorando que nelas podem estar as respostas que passamos milênios procurando. Tratamos vizinhos como inimigos, gerando separações e conflitos onde não seria necessário existir nenhum tipo de problema.
Colocamos nossas carreiras como o principal foco de nossos dias, esquecendo que a vida é uma miríade de aspectos. Ignoramos os demais pontos de vista, simplificando o que deveria ser rico em detalhes, criando belas obras de arte. Entretanto, ao notarmos a abundância que nos cerca, somos capazes de criar novos estilos, diferentes do que estamos acostumados, e que podem nos devolver à sonhada evolução.
:-)
Poluímos rios e oceanos, incapazes de tratar dejetos de forma responsável, ameaçando até mesmo a base fundamental da vida: a água. Destruímos florestas sem considerar sua biodiversidade, ignorando que nelas podem estar as respostas que passamos milênios procurando. Tratamos vizinhos como inimigos, gerando separações e conflitos onde não seria necessário existir nenhum tipo de problema.
Colocamos nossas carreiras como o principal foco de nossos dias, esquecendo que a vida é uma miríade de aspectos. Ignoramos os demais pontos de vista, simplificando o que deveria ser rico em detalhes, criando belas obras de arte. Entretanto, ao notarmos a abundância que nos cerca, somos capazes de criar novos estilos, diferentes do que estamos acostumados, e que podem nos devolver à sonhada evolução.
:-)
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Egocentrismo marcante
Nos consideramos o centro do controle de nossas próprias vidas, ignorando que perdemos cada vez mais deste aspecto quando delegamos responsabilidades fundamentais. Uma vez que terceirizamos direitos básicos, imaginamos que temos mais liberdade para irmos atrás dos sonhos que nos foram vendidos. Mas descobrimos, tarde demais, que agora precisamos encontrar os meios de manter o que compramos, se quisermos manter o mesmo estilo de vida.
Abandonamos nossa autonomia para conseguir segurança, notando que não conseguimos o segundo, mesmo perdendo o primeiro. Constantemente compramos a praticidade de nos alimentar, desconsiderando que são usados elementos tóxico para atingir tal objetivo. Desprezamos conteúdos de qualidade, nos entregando à uma vida cheia de entretenimento fúteis, que não nos ajudam no longo prazo.
Centramos nossa existência em emoções e instintos, vivendo no momento sem considerar o futuro que podemos moldar. A falta de informações deixou de ser uma desculpa nesta revolução digital, onde temos acesso a tudo o que precisamos para evoluirmos. Podemos escapar das armadilhas que nós mesmos preparamos ao longo do caminho, e que nos prendem nos mesmo lugar por séculos.
:-)
Abandonamos nossa autonomia para conseguir segurança, notando que não conseguimos o segundo, mesmo perdendo o primeiro. Constantemente compramos a praticidade de nos alimentar, desconsiderando que são usados elementos tóxico para atingir tal objetivo. Desprezamos conteúdos de qualidade, nos entregando à uma vida cheia de entretenimento fúteis, que não nos ajudam no longo prazo.
Centramos nossa existência em emoções e instintos, vivendo no momento sem considerar o futuro que podemos moldar. A falta de informações deixou de ser uma desculpa nesta revolução digital, onde temos acesso a tudo o que precisamos para evoluirmos. Podemos escapar das armadilhas que nós mesmos preparamos ao longo do caminho, e que nos prendem nos mesmo lugar por séculos.
:-)
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Ciúme universal
Parece que entendemos que o planeta Terra é nosso, mas expressamos de uma maneira doentia, com uma espécie de ciúme inexplicável. Temos inveja de objetos feitos com recursos que deveriam ser públicos, mas não lutamos por aquilo que é de todos. Esperamos que outros tomem uma atitude por nós, como se não fossemos responsáveis por defender os bens do mundo para gerações futuras.
Fazemos filas para comprar os últimos apetrechos lançados pela mídia, esquecendo de que são feitos de componentes tóxicos e não-recicláveis. Trocamos de utensílios constantemente, alimentando a indústria do consumo, mesmo ficando sem serem utilizados, guardados em garagens. Nos sentimos lesados quando temos os brinquedos tirados de nós, sem notar que incentivamos sua aquisição, mas não os meios legais para conseguí-los.
Criamos uma relação de dependência com as ferramentas que usamos, onde nos consideramos deficientes perante sua falta. Mudamos de humor facilmente, demonstrando que não estamos em controle dele, e que qualquer reles instrumento é capaz de alterá-lo. A cada passo que damos, escolhemos o caminho que iremos seguir, e o destino que preferimos chegar, mesmo que inconscientemente.
:-)
Fazemos filas para comprar os últimos apetrechos lançados pela mídia, esquecendo de que são feitos de componentes tóxicos e não-recicláveis. Trocamos de utensílios constantemente, alimentando a indústria do consumo, mesmo ficando sem serem utilizados, guardados em garagens. Nos sentimos lesados quando temos os brinquedos tirados de nós, sem notar que incentivamos sua aquisição, mas não os meios legais para conseguí-los.
Criamos uma relação de dependência com as ferramentas que usamos, onde nos consideramos deficientes perante sua falta. Mudamos de humor facilmente, demonstrando que não estamos em controle dele, e que qualquer reles instrumento é capaz de alterá-lo. A cada passo que damos, escolhemos o caminho que iremos seguir, e o destino que preferimos chegar, mesmo que inconscientemente.
:-)
terça-feira, 9 de julho de 2013
Individualismo acentuado
O individualismo da sociedade se acentua de tal forma que nos tornamos ignorantes ao que é relevante para satisfazer instintos. Deixamos de pensar logicamente e consideramos apenas o prazer imediato, sendo sufocados pela euforia momentânea. Desprezamos a habilidade da paciência, esquecendo os frutos resultantes de seu aperfeiçoamento, mais duradouros do que aquilo com que nos acostumamos.
Preferimos nos empanturrar com comidas e bebidas ricas em sal, açúcar e gorduras, renunciando os benefícios do envelhecimento com saúde. Abdicamos de conteúdos que estimulem o pensamento crítico e outras capacidades mentais, nos tornando meros repetidores de propagandas e jargões. Menosprezamos a capacidade dos avanços tecnológicos, criando uma prisão economico-psicológica, assim como o caos social com que nos acostumamos.
Rejeitamos mudanças por não pensar conscientemente, deixando emoções tomarem conta do rumo do destino, abdicando de criar um. Em parte, estamos confortáveis com a maneira que vivemos, e não pensamos nas alternativas, descartando-as pelo trabalho que teríamos. Por outro lado, gastamos energia e recursos incoerentemente por não termos informações suficientes, que poderiam facilmente mudar nossa mentalidade, e nossos atos.
:-)
Preferimos nos empanturrar com comidas e bebidas ricas em sal, açúcar e gorduras, renunciando os benefícios do envelhecimento com saúde. Abdicamos de conteúdos que estimulem o pensamento crítico e outras capacidades mentais, nos tornando meros repetidores de propagandas e jargões. Menosprezamos a capacidade dos avanços tecnológicos, criando uma prisão economico-psicológica, assim como o caos social com que nos acostumamos.
Rejeitamos mudanças por não pensar conscientemente, deixando emoções tomarem conta do rumo do destino, abdicando de criar um. Em parte, estamos confortáveis com a maneira que vivemos, e não pensamos nas alternativas, descartando-as pelo trabalho que teríamos. Por outro lado, gastamos energia e recursos incoerentemente por não termos informações suficientes, que poderiam facilmente mudar nossa mentalidade, e nossos atos.
:-)
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Interesse próprio
Demos vida à criações quando cedemo-lhes, de mão beijada, os mesmos direitos que lutamos para conquistar. Elevamos elas à nossa condição sem pestanejar, sem entender o que isto significa, e sem imaginar as consequências deste ato. Não temos uma compreensão total de quem somos, e queremos criar seres incapazes de serem controlados por emoções, como estamos descobrindo.
Corporações podem usufruir dos mesmo privilégios das pessoas comuns, mas não precisam se preocupar com metade das responsabilidades. Governos, que deveriam representar nações e unir povos em uma só voz, tenta controlá-los e esmagá-los, sedentos por cada vez mais recursos. Até mesmo a religião, uma vez a guia da existência imaterial, agora ignora a espiritualidade, ou a usa de forma comercial.
Aqueles que assumiram o compromisso de defender a população se encontram no outro lado, protegendo interesses próprios de vampiros sociais. Pensam estar fazendo a coisa certa, incapazes de conceber todo o contexto em que estão inseridos, e de ver seus irmãos na linha de tiro. Descartam o passado e o futuro, ficando presos ao presente, impossibilitados de aproveitar toda sua experiência neste plano.
:-)
Corporações podem usufruir dos mesmo privilégios das pessoas comuns, mas não precisam se preocupar com metade das responsabilidades. Governos, que deveriam representar nações e unir povos em uma só voz, tenta controlá-los e esmagá-los, sedentos por cada vez mais recursos. Até mesmo a religião, uma vez a guia da existência imaterial, agora ignora a espiritualidade, ou a usa de forma comercial.
Aqueles que assumiram o compromisso de defender a população se encontram no outro lado, protegendo interesses próprios de vampiros sociais. Pensam estar fazendo a coisa certa, incapazes de conceber todo o contexto em que estão inseridos, e de ver seus irmãos na linha de tiro. Descartam o passado e o futuro, ficando presos ao presente, impossibilitados de aproveitar toda sua experiência neste plano.
:-)
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Abrindo o caminho
Descobrimos que a grande mídia tem ajudado a manter a situação do mesmo jeito por um bom tempo, impondo uma cultura de ignorância sobre o povo. Bancos e corporações tem comprado políticos e usado os meios de comunicação em massa para criar os escravos perfeitos. Dão o nome de consumidores às massas que servem apenas para manter seus impérios prosperando, enquanto o povo fica com necessidades.
Abrindo mão da liberdade, a população aterrorizada por noticiários clama por segurança, descobrindo que ela nunca vem. Obrigada a se alimentar de resíduos por causa de altos preços, fazem fila em busca de saúde, para o deleite das indústrias. Passam a vida trabalhando para conseguir uma estabilidade, para verem seus sonhos perdidos em jogos de ações que nem souberam da existência.
O padrão seguido ao redor do mundo inteiro para aprisionar nações está começando a ser descoberto, e o público a se informar. A indignação de séculos de abusos está alcançando seu limite, exigindo mudanças estruturais urgentemente, para a melhoria de vida de todos. A cultura do conformismo e da praticidade está chegando ao fim, liderada por aqueles que querem justamente o contrário dela.
:-)
Abrindo mão da liberdade, a população aterrorizada por noticiários clama por segurança, descobrindo que ela nunca vem. Obrigada a se alimentar de resíduos por causa de altos preços, fazem fila em busca de saúde, para o deleite das indústrias. Passam a vida trabalhando para conseguir uma estabilidade, para verem seus sonhos perdidos em jogos de ações que nem souberam da existência.
O padrão seguido ao redor do mundo inteiro para aprisionar nações está começando a ser descoberto, e o público a se informar. A indignação de séculos de abusos está alcançando seu limite, exigindo mudanças estruturais urgentemente, para a melhoria de vida de todos. A cultura do conformismo e da praticidade está chegando ao fim, liderada por aqueles que querem justamente o contrário dela.
:-)
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Transformando a realidade
Raramente notamos aqueles que agem nos bastidores da manipulação de massas, uma vez que eles se tornam camaleões. Seu maior trunfo é a sutileza, agindo nas entrelinhas, sugerindo como se fossem parte de nossa consciência, invisíveis aos sentidos. Sua mensagem é para o ego, alimentado quando não estamos prestando atenção, inconscientes às armadilhas da propaganda.
São os bancos que não apoiam nenhum candidato abertamente, mas que financiam a todos, para que não faça diferença quem ganhe. São as corporações que se aliam com seus concorrentes para formar cartéis, deixando o consumidor sem escolha, apesar da infinidade de produtos. São os políticos que se vendem, manipulando a máquina pública para beneficiar seus novos amigos, deixando o povo que o elegeu na mão.
Estamos criando a mentalidade necessária para escapar dos ardis armados para capturar nosso intelecto, com o conhecimento que estamos adquirindo. As experiências passadas, onde vimos os recursos sendo usados em benefício de poucos, estão nos acordando para como a realidade realmente funciona. Aprendemos que as certas ilusões foram criadas para nos manter ignorantes, longe do mundo de paz que tanto lutamos para alcançar.
:-)
São os bancos que não apoiam nenhum candidato abertamente, mas que financiam a todos, para que não faça diferença quem ganhe. São as corporações que se aliam com seus concorrentes para formar cartéis, deixando o consumidor sem escolha, apesar da infinidade de produtos. São os políticos que se vendem, manipulando a máquina pública para beneficiar seus novos amigos, deixando o povo que o elegeu na mão.
Estamos criando a mentalidade necessária para escapar dos ardis armados para capturar nosso intelecto, com o conhecimento que estamos adquirindo. As experiências passadas, onde vimos os recursos sendo usados em benefício de poucos, estão nos acordando para como a realidade realmente funciona. Aprendemos que as certas ilusões foram criadas para nos manter ignorantes, longe do mundo de paz que tanto lutamos para alcançar.
:-)
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Modelando os hábitos
Querem que a população dê sua vida para a construção de uma utopia, onde apenas alguns serão capazes de usufruir de seus encantos. Elaboram os mais diversos entretenimentos para aprisionar a mente e a alma, para não percebermos o tempo passar, e para onde estamos indo. Encontram os mais diversos subterfúgios para esquecermos quem somos, e nos tornarmos robôs sem capacidade de pensar.
Fazem com que nossas conversas girem em torno de frivolidades, para abandonarmos os assuntos relevantes de nossas vidas. Tiram os nutrientes da comida, servindo resíduos incapazes de sustentar o organismo por muito tempo, para comprarmos medicamentos e saúde. Ameaçam a liberdade com o medo, para vendermos nossa autonomia em troca de uma segurança que nunca chega, a não ser para raros privilegiados.
Nos enfurecem para irmos às ruas, para serem capazes de usar de qualquer desculpa e prender os mais bravos entre nós. Procuram nos desmotivar com ameaças ao nosso físico e psicológico, tentanto enfraquecer o caráter e quebrar o espírito. Mas estão enganados quanto a tudo isto, pois aqueles que já sofrem no dia a dia não se deixam abater por aquilo que é passageiro, e lutam pelo que é de direito eterno.
:-)
Fazem com que nossas conversas girem em torno de frivolidades, para abandonarmos os assuntos relevantes de nossas vidas. Tiram os nutrientes da comida, servindo resíduos incapazes de sustentar o organismo por muito tempo, para comprarmos medicamentos e saúde. Ameaçam a liberdade com o medo, para vendermos nossa autonomia em troca de uma segurança que nunca chega, a não ser para raros privilegiados.
Nos enfurecem para irmos às ruas, para serem capazes de usar de qualquer desculpa e prender os mais bravos entre nós. Procuram nos desmotivar com ameaças ao nosso físico e psicológico, tentanto enfraquecer o caráter e quebrar o espírito. Mas estão enganados quanto a tudo isto, pois aqueles que já sofrem no dia a dia não se deixam abater por aquilo que é passageiro, e lutam pelo que é de direito eterno.
:-)
terça-feira, 2 de julho de 2013
Mudando a mentalidade
Com o constante bombardeamento da propaganda, podemos ver o que é esperado de nós, e as represálias ameaçadas se não obedecermos. Vemos nas entrelinhas o tipo de mentalidade almejado, para que não exista dúvidas do nível a que devemos nos limitar. Segundo a publicidade, este é o estilo de vida que deveria ser almejado, e ser complacente é o único meio de alcançá-lo.
Temos risadas colocas em seriados, para que não sejamos capazes de pensar criticamente, e saber se uma piada é engraçada ou não. Em novelas, vemos a constante repetição de termos, para sermos capazes de assimilar o que acontece, sem precisar recorrer à memória. Em anúncios são expostas pessoas que passaram por maquiagem e editoração gráfica, fazendo com que nos sintamos imperfeitos, propensos a comprar a solução oferecida para nos tornarmos a capa da revista.
Esta utopia que tentam nos vender não aparece com seu preço real, pois ele está distribuído entre os milhares de produtos que a constituem. Não querem que consumidores, ou trabalhadores, entendam que são o verdadeiro poder por trás do cenário que estão pintando. Querem que eles apenas sonhem com tal paisagem, enquanto deixam suas vidas na cadeira do escritório ou no chão de fábrica, para que outros aproveitem.
:-)
Temos risadas colocas em seriados, para que não sejamos capazes de pensar criticamente, e saber se uma piada é engraçada ou não. Em novelas, vemos a constante repetição de termos, para sermos capazes de assimilar o que acontece, sem precisar recorrer à memória. Em anúncios são expostas pessoas que passaram por maquiagem e editoração gráfica, fazendo com que nos sintamos imperfeitos, propensos a comprar a solução oferecida para nos tornarmos a capa da revista.
Esta utopia que tentam nos vender não aparece com seu preço real, pois ele está distribuído entre os milhares de produtos que a constituem. Não querem que consumidores, ou trabalhadores, entendam que são o verdadeiro poder por trás do cenário que estão pintando. Querem que eles apenas sonhem com tal paisagem, enquanto deixam suas vidas na cadeira do escritório ou no chão de fábrica, para que outros aproveitem.
:-)
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Criando a consciência
A grande mídia tem, por algum tempo, imposto uma cultura de conformidade e padronização, na tentativa de criar o consumidor perfeito. Aquele que, além de ser o empregado que fabrica o produto à um custo baixo, devolve seu salário para a fábrica, na compra de tal item. Para isto se tornar realidade, é necessário um indivíduo que não seja capaz de pensar criticamente, pronto a aceitar abusos.
Pessoas dispostas a trocarem seu tempo de vida na criação de utensílios de péssima qualidade, com data de validade aproximada com a garantia. Políticos que esquecem que são dependentes do resto da sociedade, e elevam seu egoísmo acima dela, sugando seus recursos sem consideração. Funcionários adestrados o suficiente para obedecerem ordens sem questionar, algumas vezes beneficiando corporações em detrimento da população.
Procuram prender a mente com entretenimento que apela para instintos, trazendo o lado animal à tona, afundando a lógica. Deixamos de ouvir a intuição para satisfazer desejos imediatos, de um ego que não está preocupado com o futuro, apenas com o presente. Felizmente, existem aqueles que são capazes de passar por cima destas armadilhas e enxergar no horizonte um novo dia.
:-)
Pessoas dispostas a trocarem seu tempo de vida na criação de utensílios de péssima qualidade, com data de validade aproximada com a garantia. Políticos que esquecem que são dependentes do resto da sociedade, e elevam seu egoísmo acima dela, sugando seus recursos sem consideração. Funcionários adestrados o suficiente para obedecerem ordens sem questionar, algumas vezes beneficiando corporações em detrimento da população.
Procuram prender a mente com entretenimento que apela para instintos, trazendo o lado animal à tona, afundando a lógica. Deixamos de ouvir a intuição para satisfazer desejos imediatos, de um ego que não está preocupado com o futuro, apenas com o presente. Felizmente, existem aqueles que são capazes de passar por cima destas armadilhas e enxergar no horizonte um novo dia.
:-)
Assinar:
Comentários (Atom)





















