Para modificar o mundo, não precisamos virar mártires, com objetivos tão grandes que desanimam só de pensar. Pelo contrário, o certo é começarmos pequeno, dentro de nós, adquirindo consciência sobre nossas ações, escolhendo as consequências da vida. É preciso aprender a separar o que queremos daquilo que não queremos, mas que, inconscientemente, optamos diariamente.
Entender se queremos mesmo abdicar de nossos deveres, às custas de direitos que, por vezes, nem temos noção que existiam. Compreender que qualidade de vida engloba mais do que tomar vitaminas e fazer exercícios algumas vezes durante a semana. Perceber que todos os atos produzem resultados, alguns que vão além de nosso conhecimento, e que temos o poder do discernimento.
Ao cuidarmos melhor de nossa própria vida, procurando por opções que beneficiem mais a comunidade do que nosso ego, damos um passo na direção de um mundo diferente. Geramos lições que podem ser utilizadas por outros, fazendo do planeta inteiro um imensa sala de aula, com os mais diversos alunos. Abraçando a diversidade natural do universo, alcançaremos novos níveis de mentalidade, deixando os limites que nos seguram no passado, onde eles pertencem.
:-)
quinta-feira, 25 de julho de 2013
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