Somos seres espirituais envolvidos em um corpo físico, embora alguns tentem nos iludir para agirmos ao contrário. Esta dualidade entre os mundos material e o incorpóreo tendem a nos puxar para os extremos, sendo difícil de encontrar o equilíbrio ideal. Nos perdemos em medos e fantasias criados para nos aprisionar, nos transformando em escravos completos, tanto mental quanto carnal.
Abdicamos do autocontrole ao nos expormos aos mais diversos excessos, desde a comida ao entretenimento fútil. Abandonamos o materialismo apenas quando nos permitimos ser presos em questões irrelevantes criadas por uma publicidade voltada ao lucro. Nos afastamos do lado espiritual ao darmos suporte à produtos com procedência e utilidade questionáveis, que estimulam vícios.
Apesar da duplicidade que existe em nossas vidas, somos capazes de sobrepujar esta limitação, encontrando o meio-termo entre os dois mundos. Ficar nos extremos não nos permite aproveitar ao máximo a experiência de estarmos neste plano, pois ignoramos completamente o outro lado. Ao encontrarmos a harmonia, deixamos de crescer para as laterais, sejam elas quais forem, e passamos a desenvolver para cima.
:-)
quarta-feira, 31 de julho de 2013
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