Contrário ao que é pregado por alguns, ter um objetivo não quer dizer, necessariamente, que exista um fim, um último destino. Como ele pode se adaptar com a experiência que adquirimos, ele serve mais como um guia, uma bussôla para navegarmos em nossas vidas. Mas ao invés de usarmos as nossas, somos levados a crer que outros tem algumas que devem estar mais certas, e tentamos seguí-los.
Compramos produtos para nos deixar parecidos com os modelos usados em propagandas, pois fazem nos sentir inferiores em seus anúncios. Adotamos outros estilos de vida, passando nossa existência tentando se encaixar em hábitos que, em nosso cerne, consideramos estranhos. Abdicamos de pensar criticamente, dependendo de supostos críticos para nos dizer o que devemos considerar belo, certo ou agradável.
Mas estes compassos são pessoais, e servem apenas para seus donos, fazendo com que os seguidores não sejam capazes de encontrar seu rumo. Deixamos nosso potencial para trás, partindo em busca de promessas que nunca serão cumpridas, sobrevivendo da própria esperança. No entanto, ao abandonarmos outros guias, aprendendo a encontrar e usar o que temos dentro de nós, descobrimos uma nova realidade, inimaginável até agora.
:-)
sexta-feira, 26 de julho de 2013
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