O maior desafio que enfrentamos é o de modificar a própria mentalidade, ainda mais para escapar das pressões artificiais que criamos. Barreiras ilusórias que servem para manter os padrões com que nos acostumamos, mas que existem apenas nas cabeças das pessoas. Separações e obrigações que podem ir contra a natureza, usadas por gerações passadas para progredir, e que ficaram desatualizadas nos dias atuais.
Temos a imposição social de subir de classe, como se o acúmulo econômico fosse garantia de felicidade, sabedoria e paz espiritual. A cultura vigente incentiva a propriedade privada de tal forma que passa a ser vista na qualidade de única forma de sobrevivência e relacionamento. O próprio sistema financeiro deixa a entender que podemos prosperar sem criar nada de útil para as comunidades, vivendo da multiplicação de números fictícios.
As oportunidades que são procuradas por aqueles que querem aumentar seu patrimônio são justamente aquelas que exploram os problemas. Deixam de oferecer soluções, uma vez que se o dilema for resolvido, perdem sua fonte de renda, apresentando apenas alívios. Implementar uma conclusão para uma disfunção requer um esforço hercúleo, pois é preciso conseguir passar pelos paradigmas que existem na consciência coletiva, e da qual fazemos parte.
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segunda-feira, 30 de setembro de 2013
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Tornar-se fundamental
Estamos no caminho de aprender a separar as informações relevantes das fúteis, descobrindo quem somos e qual nosso papel no universo. Ao expandirmos a mente, deixamos de usar a lógica egoísta do individualismo, e passamos a contemplar a cooperação do coletivo. Começamos a entender nossa ligação com outras espécies e com o ambiente; e ainda mais importante, com outros seres humanos.
Procuramos produtos mais sustentáveis, tanto em sua forma de produção, quanto à sua duração e sua necessidade real, deixando de pagar por meras marcas. Buscamos o resgate com técnicas perdidas, como a meditação, entrando em contato com a natureza e diminuindo o ritmo do dia a dia. Exploramos a diversidade que existe ao redor, ampliando a consciência para além da padronização vendida pela indústria.
Ao encontrarmos o que é essencial em nossas vidas, passamos a nos tornar fundamentais na existência de outros. Nos tornamos modelos a serem seguidos, mais do pelas intenções que temos, mas pelas ações que tomamos, que são a expressão máxima de quem somos. Abandonamos o lado dos problemas, passando a fazer parte da solução, capazes de mostrar a todo o planeta que existem alternativas, e que somos criativos o suficiente para encontrá-las.
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Procuramos produtos mais sustentáveis, tanto em sua forma de produção, quanto à sua duração e sua necessidade real, deixando de pagar por meras marcas. Buscamos o resgate com técnicas perdidas, como a meditação, entrando em contato com a natureza e diminuindo o ritmo do dia a dia. Exploramos a diversidade que existe ao redor, ampliando a consciência para além da padronização vendida pela indústria.
Ao encontrarmos o que é essencial em nossas vidas, passamos a nos tornar fundamentais na existência de outros. Nos tornamos modelos a serem seguidos, mais do pelas intenções que temos, mas pelas ações que tomamos, que são a expressão máxima de quem somos. Abandonamos o lado dos problemas, passando a fazer parte da solução, capazes de mostrar a todo o planeta que existem alternativas, e que somos criativos o suficiente para encontrá-las.
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quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Abandonando o banal
A tecnologia tem como propósito dar conforto e realizar o trabalho repetitivo e braçal, mais do que um pequeno grupo, mas a toda a espécie humana, e à alguns animais também. Mas com a ganância do egoísmo, convertemos o que deveria nos libertar dos laços dos empregos, em um grilhão ainda mais pesado para justificá-los. Transformamos bens que apenas nos auxiliam, em necessidades supérfluas, causando uma dependência psicológica e emocional igual às drogas mais potentes do mercado.
Passamos noites em filas para conseguir o último apetrecho, deixando de demonstrar metade do esforço para ajudar os que necessitam. Gastamos imensuráveis recursos na confecção de produtos com obsolescência programada por lucro, enquanto ainda temos problemas básicos de infra-estrutura. Perdemos tempo com celebridades, incapazes de cuidar de nossa própria família, negligenciando filhos e conjuges, vivendo de fantasias vendidas em cada esquina.
Ao aprendermos a separar as informações que necessitamos das que apenas consomem nossas vidas, teremos condições de modificar a realidade em que vivemos. Seremos capazes de usar as ferramentas que já temos à disposição em seu potencial máximo e de maneira sustentável. E mais do que isto, teremos a oportunidade de enxergar além das ilusões que nós mesmos criamos, percebendo que separações existem apenas em nossa mente.
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Passamos noites em filas para conseguir o último apetrecho, deixando de demonstrar metade do esforço para ajudar os que necessitam. Gastamos imensuráveis recursos na confecção de produtos com obsolescência programada por lucro, enquanto ainda temos problemas básicos de infra-estrutura. Perdemos tempo com celebridades, incapazes de cuidar de nossa própria família, negligenciando filhos e conjuges, vivendo de fantasias vendidas em cada esquina.
Ao aprendermos a separar as informações que necessitamos das que apenas consomem nossas vidas, teremos condições de modificar a realidade em que vivemos. Seremos capazes de usar as ferramentas que já temos à disposição em seu potencial máximo e de maneira sustentável. E mais do que isto, teremos a oportunidade de enxergar além das ilusões que nós mesmos criamos, percebendo que separações existem apenas em nossa mente.
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quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Viver com o básico
Temos os meios de produzir um estilo de vida sustentável e saudável para todos os habitantes do planeta, mas a ganância nos impede de atingir tal objetivo. Existem recursos naturais e humanos para tal fim, porém o ego é difícil de ser controlado, e fácil de sucumbir à sua vontade. Ao esquecermos de quem somos, achamos que ele está no controle, deixando-o livre para se expandir além dos limites do corpo, indo sobre os direitos dos outros.
Deixamos de cuidar de nossas próprias vidas, passando a julgar outros como se fossêmos os exemplos perfeitos a serem seguidos. Abandonamos a lógica da coletividade, passando a empregar o individualismo para justificar atos que rebaixam a condição humana. Procuramos saciar a ansiedade com o consumismo, ignorando que as causas são o desequilíbrio emocional e psicológico criados pelo materialismo.
Ocupamos nossa rotina com tamanha futilidade que perdemos de vista o que é básico, procurando respostas em locais externos à causa. Manifestamos no mundo físico o que se passa dentro de nós, criando uma sociedade confusa, baseada em um egoísmo insustentável. Enquanto mantivermos este tipo de mentalidade, continuaremos sendo os problemas que queremos evitar no planeta.
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Deixamos de cuidar de nossas próprias vidas, passando a julgar outros como se fossêmos os exemplos perfeitos a serem seguidos. Abandonamos a lógica da coletividade, passando a empregar o individualismo para justificar atos que rebaixam a condição humana. Procuramos saciar a ansiedade com o consumismo, ignorando que as causas são o desequilíbrio emocional e psicológico criados pelo materialismo.
Ocupamos nossa rotina com tamanha futilidade que perdemos de vista o que é básico, procurando respostas em locais externos à causa. Manifestamos no mundo físico o que se passa dentro de nós, criando uma sociedade confusa, baseada em um egoísmo insustentável. Enquanto mantivermos este tipo de mentalidade, continuaremos sendo os problemas que queremos evitar no planeta.
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terça-feira, 24 de setembro de 2013
Desfazendo o fútil
Para conseguirmos enxergar o que é relevante, precisamos desenvolver a habilidade de se desfazer do que é fútil. A indústria, diariamente, procura meios de chamar a atenção para seus produtos, instigando a curiosidade sobre a necessidade. Apenas quando lembrarmos quem somos, e o que podemos fazer, seremos capazes de ver através de tais ilusões e fantasias.
Deixaremos de prestar atenção nos eventos que iremos sediar, para dar mais importância a como estão sendo realizados, e quem realmente se beneficiará. Cessaremos certos atos que nos mantém no prejuízo, abdicando de produtos de qualidade inferior e com obsolescência programada. Iremos nos abster de perpetuar separações artificiais, compreendendo que somos todos moradores do mesmo planeta, e que ele é nossa casa.
As criações de gerações passadas que imortalizamos sem questionamento precisam ser revistas constantemente, pois estamos em um progresso contínuo. Ao aprendermos com os erros que cometemos, entendemos um pouco mais sobre o universo, e passamos a cometer alguns novos. Caminhamos na direção da clareza, e vamos mais rápido quando não temos uma mala pesada, cheia de quinquilharias que são melhor guardadas na memória do que nas costas.
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Deixaremos de prestar atenção nos eventos que iremos sediar, para dar mais importância a como estão sendo realizados, e quem realmente se beneficiará. Cessaremos certos atos que nos mantém no prejuízo, abdicando de produtos de qualidade inferior e com obsolescência programada. Iremos nos abster de perpetuar separações artificiais, compreendendo que somos todos moradores do mesmo planeta, e que ele é nossa casa.
As criações de gerações passadas que imortalizamos sem questionamento precisam ser revistas constantemente, pois estamos em um progresso contínuo. Ao aprendermos com os erros que cometemos, entendemos um pouco mais sobre o universo, e passamos a cometer alguns novos. Caminhamos na direção da clareza, e vamos mais rápido quando não temos uma mala pesada, cheia de quinquilharias que são melhor guardadas na memória do que nas costas.
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segunda-feira, 23 de setembro de 2013
O que é relevante
Atualmente, algumas pessoas podem considerar difícil definir o que é relevante para a vida, em meio à rotina caótica da sociedade. O mundo pede tanto de nós que nos desfazer de algum aspecto com a qual nos acostumamos se torna complicado, uma verdadeira batalha interior. Enxergamos supérfluos como essenciais, usando frases de anúncios para justificar uma necessidade inexistente, criada por um ego super-valorizado.
Imaginamos que redes sociais aproximam mais as pessoas, ignorando que perdemos o contato com elas, ficando presos em frente de telas. Abandonamos a espiritualidade inerente da espécie, se desfazendo das ligações que tínhamos com a natureza, trocando por selvas de pedra. Renúnciamos à pluralidade do universo, nos prendendo em trabalhos que nos mantém em uma posição padrão por anos a fio.
Nos entulhamos com instrumentos cada vez mais descartáveis, sem considerar as consequências de nossos atos. Mantemos a mentalidade centrada no indivíduo, desatentos ao coletivo, à possibilidade de a expandirmos para um nível planetário. E sem precisar de brinquedos mais modernos, que tem data de validade marcada, pois temos o necessário dentro de nós.
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Imaginamos que redes sociais aproximam mais as pessoas, ignorando que perdemos o contato com elas, ficando presos em frente de telas. Abandonamos a espiritualidade inerente da espécie, se desfazendo das ligações que tínhamos com a natureza, trocando por selvas de pedra. Renúnciamos à pluralidade do universo, nos prendendo em trabalhos que nos mantém em uma posição padrão por anos a fio.
Nos entulhamos com instrumentos cada vez mais descartáveis, sem considerar as consequências de nossos atos. Mantemos a mentalidade centrada no indivíduo, desatentos ao coletivo, à possibilidade de a expandirmos para um nível planetário. E sem precisar de brinquedos mais modernos, que tem data de validade marcada, pois temos o necessário dentro de nós.
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sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Cheia de Ciência
Quando aprendemos a pensar criticamente, exercemos a habilidade de separar o que é relevante para a vida do que é fútil. Conseguimos ver através das ilusões criadas para chamar nossa atenção, enquanto somos induzidos a objetivos que nem imaginamos. Entendemos como a sociedade realmente funciona, deixando de lado desculpas e romantismos criados para nos anestesiar.
Aprendemos que uma economia baseada em acúmulo incentiva a competição, seja ela desleal ou não, e a destruição, para baixar custos. Consideramos que o sistema de educação deixou de ser para pessoas, pois trata-as como se fossem objetos inanimados em uma esteira de fábrica. Concluimos que alimentos deveriam ser vistos como medicamentos, mas deixamos que o ego nos faça consumir venenos.
Não sabemos que somos, das nossas capacidades, e como se relacionar com outros indivíduos, pois estamos distraídos com tanta informação. O bombardeamento de dados, normalmente com um ponto de vista específico, nos deixa insensíveis para o que acontece ao nosso redor. Mas ao abrirmos os olhos, e vermos a realidade que criamos como ela é, somos capazes de deixarmos de ser o problema, e passarmos a ser a solução.
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Aprendemos que uma economia baseada em acúmulo incentiva a competição, seja ela desleal ou não, e a destruição, para baixar custos. Consideramos que o sistema de educação deixou de ser para pessoas, pois trata-as como se fossem objetos inanimados em uma esteira de fábrica. Concluimos que alimentos deveriam ser vistos como medicamentos, mas deixamos que o ego nos faça consumir venenos.
Não sabemos que somos, das nossas capacidades, e como se relacionar com outros indivíduos, pois estamos distraídos com tanta informação. O bombardeamento de dados, normalmente com um ponto de vista específico, nos deixa insensíveis para o que acontece ao nosso redor. Mas ao abrirmos os olhos, e vermos a realidade que criamos como ela é, somos capazes de deixarmos de ser o problema, e passarmos a ser a solução.
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quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Dilúvio de Relatos
Nossa incapacidade em lidar com informações não nos permite enxergar a mensagem por trás das ilusões criadas em anúncios. Eles distorcem tanto a realidade que passamos a considerá-la uma possibilidade, e vivemos em guerra para alcançá-la. Sem o desenvolvimento de um pensamento crítico, dificilmente conseguimos descobrir o que é relevante para a vida, até ser tarde demais.
Consideramos como alimentos produtos tóxicos, que são usados por serem baratos para as empresas, ao custo da saúde pública. Contemplamos um estilo de vida consumista, exaurindo os recursos do planeta em troca da satisfação do ego. Concebemos que outros exercitem os deveres que deveríamos praticar, abandonando juntamente os direitos que lhes são correspondentes.
O sistema de educação está cada vez mais voltado para a doutrinação das pessoas, para que se especializem em receber ordens e desempenhem uma única função. A padronização do comportamento humano nos cega para a pluralidade do universo, onde alcançamos o potencial que esquecemos. O papel que efetivamente desempenhamos na natureza demonstra o caminho que estamos seguindo, pois ele remove os romantismos e as desculpas com que nos acostumamos.
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Consideramos como alimentos produtos tóxicos, que são usados por serem baratos para as empresas, ao custo da saúde pública. Contemplamos um estilo de vida consumista, exaurindo os recursos do planeta em troca da satisfação do ego. Concebemos que outros exercitem os deveres que deveríamos praticar, abandonando juntamente os direitos que lhes são correspondentes.
O sistema de educação está cada vez mais voltado para a doutrinação das pessoas, para que se especializem em receber ordens e desempenhem uma única função. A padronização do comportamento humano nos cega para a pluralidade do universo, onde alcançamos o potencial que esquecemos. O papel que efetivamente desempenhamos na natureza demonstra o caminho que estamos seguindo, pois ele remove os romantismos e as desculpas com que nos acostumamos.
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quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Alagamento de Notícias
Sem entendermos o que é relevante para a vida, facilmente nos perdemos no mar de informações que é jogado à nossa frente. Deixamos escapar o que pode nos salvar, enquanto ficamos à deriva, preocupados com irrelevâncias que não fazem a menor diferença para nós. Nos convencemos que estamos ao menos sendo entretidos, quando, na realidade, estamos anestesiados, incapazes de pensar ou de agir.
Nos impressionamos com o que é mostrado nas notícias, esquecendo de analisar outros pontos de vista, ou até mesmo as causas escondidas. Terceirizamos responsabilidades, e incapazes de supervisionar o serviço, acabamos sendo cobrados demasiadamente por aproveitadores. Consideramos que temos opções, ignorantes que poucos controlam muitos, e que a diversidade está sendo substituída pela padronização.
Perdemos de vista o amplo espectro que é o universo, nos fechando cada vez mais em nosso mundo, negligenciando sua sustentação. Deixamos de entender o que é a vida para nos preocupar com carreiras e empregos, agora consideradas únicas formas de sobrevivência. As alternativas ainda estão ao nosso redor, e nunca foram embora ou destruídas, apenas nossa capacidade de vê-las e compreendê-las.
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Nos impressionamos com o que é mostrado nas notícias, esquecendo de analisar outros pontos de vista, ou até mesmo as causas escondidas. Terceirizamos responsabilidades, e incapazes de supervisionar o serviço, acabamos sendo cobrados demasiadamente por aproveitadores. Consideramos que temos opções, ignorantes que poucos controlam muitos, e que a diversidade está sendo substituída pela padronização.
Perdemos de vista o amplo espectro que é o universo, nos fechando cada vez mais em nosso mundo, negligenciando sua sustentação. Deixamos de entender o que é a vida para nos preocupar com carreiras e empregos, agora consideradas únicas formas de sobrevivência. As alternativas ainda estão ao nosso redor, e nunca foram embora ou destruídas, apenas nossa capacidade de vê-las e compreendê-las.
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terça-feira, 17 de setembro de 2013
Enchente de Dados
O desafio que nossa geração encontra em sua frente é o de aprender a separar o joio do trigo, re-descobrindo o que é relevante na vida. Nos deixamos seduzir pelo entretenimento a pouco tempo, e já transformamos o planeta em uma zona de guerra, tanto física quanto psicológica. Permitimos que os excessos tomassem conta da rotina, reduzindo a lógica aos intintos primordiais, intensificando o lado animal de nossa espécie.
Nos preocupamos mais com o dia a dia de pessoas que não conhecemos do que com o nosso, em uma tentativa de fuga frustada da realidade. Nos encantamos com produtos brilhantes e chamativos, mesmo que não tenham nenhuma função relevante para o uso diário. Nos iludimos com propagandas criativas, abandonando estudos e pesquisas que comprovem o contrário do que é vendido.
Nos entregamos ao culto egocêntrico, vivendo uma fantasia insustentável, prestes a ruir quando menos esperarmos. Nos maravilhamos com as possibilidades criadas por uma indústria voltada ao lucro, sem se perguntar sobre os fundamentos delas. Abandonamos aspectos de nossa vida, como a tecnologia, sem o aproveitamento de todo seu potencial, que é nos servir, criando a tão sonhada liberdade.
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Nos preocupamos mais com o dia a dia de pessoas que não conhecemos do que com o nosso, em uma tentativa de fuga frustada da realidade. Nos encantamos com produtos brilhantes e chamativos, mesmo que não tenham nenhuma função relevante para o uso diário. Nos iludimos com propagandas criativas, abandonando estudos e pesquisas que comprovem o contrário do que é vendido.
Nos entregamos ao culto egocêntrico, vivendo uma fantasia insustentável, prestes a ruir quando menos esperarmos. Nos maravilhamos com as possibilidades criadas por uma indústria voltada ao lucro, sem se perguntar sobre os fundamentos delas. Abandonamos aspectos de nossa vida, como a tecnologia, sem o aproveitamento de todo seu potencial, que é nos servir, criando a tão sonhada liberdade.
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segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Inundação de Informações
Diferente das gerações passadas, estamos enfrentando um sonho que se tornou pesadelo, pois estamos descobrindo não ter controle sobre ele. Antigamente existia uma escassez de informações, que causava a dificuldade em trabalhar com os abundantes recursos da natureza. Hoje, no entanto, estamos indo no caminho contrário, com matéria-prima sumindo, e sendo soterrados por dados vindos de todos os lados.
Aprendemos sobre a manutenção e cultivo do solo, chegando a recuperar desertos, mas ficando quase sem água para tal fim. Entendemos os efeitos psicológicos e sociológicos de uma economia acumulativa, ficando sem confiança para a mantermos em funcionamento. Compreendemos a química para manter produtos vistosos por mais tempo, negligenciando os efeitos que tem em nosso corpo.
Da saúde à sanidade, estamos perdendo cada vez mais espaço para empilharmos irrelevância e futilidade, com o intuito de sermos financeiramente bem sucedidos. Desconsideramos que estamos sendo sufocados por tais aspectos, e continuamos a cavar no mesmo poço em que nos encontramos. Enquanto não pararmos para olhar para cima e começarmos uma escalada, estaremos aumentando as chances de estarmos apenas cavando a própria cova.
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Aprendemos sobre a manutenção e cultivo do solo, chegando a recuperar desertos, mas ficando quase sem água para tal fim. Entendemos os efeitos psicológicos e sociológicos de uma economia acumulativa, ficando sem confiança para a mantermos em funcionamento. Compreendemos a química para manter produtos vistosos por mais tempo, negligenciando os efeitos que tem em nosso corpo.
Da saúde à sanidade, estamos perdendo cada vez mais espaço para empilharmos irrelevância e futilidade, com o intuito de sermos financeiramente bem sucedidos. Desconsideramos que estamos sendo sufocados por tais aspectos, e continuamos a cavar no mesmo poço em que nos encontramos. Enquanto não pararmos para olhar para cima e começarmos uma escalada, estaremos aumentando as chances de estarmos apenas cavando a própria cova.
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sexta-feira, 13 de setembro de 2013
O Culpado
Vivemos apontando o dedo uns para os outros, sem notar que, enquanto cada um não fizer sua parte, nada irá mudar na realidade. Temos a capacidade de moldar o mundo da maneira que quisermos, mas abdicamos deste dom para satisfazer um ego insaciável. Tentamos suprí-lo com todos os recursos da natureza, esquecendo de observar qual sua real importância para nossas vidas.
Vendemos o precioso tempo que temos no planeta na tentativa de conquistar a individualidade, ignorando que ele é mais bem usado quando o compartilhamos com a coletividade. Desprezamos a interação com aqueles que não consideramos dignos de nossa companhia por sua classe social, sem acreditar que possam ter experiências de vida mais ricas que a nossa. Voluntariamente nos aprisionamos em hábitos antigos e convencionais, que já perderam seu motivo de existir devido ao avanço do pensamento e da tecnologia.
Nos encontramos em diferentes estágios de evolução social, onde alguns ainda não perceberam que cada indivíduo é crucial para a criação da cultura. Temos nossas características pessoais, mas não conseguimos sobreviver sozinhos, mesmo vivendo em um paraíso utópico. Precisamos da convivência com os demais, tanto seres humanos quanto de outras espécies, para sermos capazes de prosperarmos em toda nossa capacidade.
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Vendemos o precioso tempo que temos no planeta na tentativa de conquistar a individualidade, ignorando que ele é mais bem usado quando o compartilhamos com a coletividade. Desprezamos a interação com aqueles que não consideramos dignos de nossa companhia por sua classe social, sem acreditar que possam ter experiências de vida mais ricas que a nossa. Voluntariamente nos aprisionamos em hábitos antigos e convencionais, que já perderam seu motivo de existir devido ao avanço do pensamento e da tecnologia.
Nos encontramos em diferentes estágios de evolução social, onde alguns ainda não perceberam que cada indivíduo é crucial para a criação da cultura. Temos nossas características pessoais, mas não conseguimos sobreviver sozinhos, mesmo vivendo em um paraíso utópico. Precisamos da convivência com os demais, tanto seres humanos quanto de outras espécies, para sermos capazes de prosperarmos em toda nossa capacidade.
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quinta-feira, 12 de setembro de 2013
O Acusado
Esquecemos facilmente das responsabilidades que temos por habitar o planeta, que compramos toda propaganda que nos promete meios de nos livrarmos delas. Além de garantir a própria sobrevivência, deveríamos zelar também pelos recursos usados para criar o progresso da espécie. O abandono de tais tarefas tem criado problemas sociais que podem levar séculos para serem corrigidos, se nos conscientizarmos.
Deixamos de utilizar o patrimônio da natureza para a evolução, usando-o para a satisfação do ego, sem notar que ele é insaciável quando se trata de materialismo. Rompemos relações com os necessitados, excluíndo-os do convívio social, rejeitando qualquer oportunidade de contribuição que possam dar. Nos entregamos ao culto de ideias convencionais, sem questionar sua validade e aplicação nos dias atuais, com o avanço da tecnologia.
Além disto, usamos a ciência para encher bolsos, e não para resolver problemas de fato, patenteando e cobrando por simples procedimentos. Abdicamos do que podemos criar em casa, ao natural, para ficarmos presos à técnicas publicitárias, incapazes de nos ajudar como deveriam. Isto pode ser visto em outros aspectos da sociedade atual, que se encontram à venda para a sustentação da individualidade, ao custo da espécie.
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Deixamos de utilizar o patrimônio da natureza para a evolução, usando-o para a satisfação do ego, sem notar que ele é insaciável quando se trata de materialismo. Rompemos relações com os necessitados, excluíndo-os do convívio social, rejeitando qualquer oportunidade de contribuição que possam dar. Nos entregamos ao culto de ideias convencionais, sem questionar sua validade e aplicação nos dias atuais, com o avanço da tecnologia.
Além disto, usamos a ciência para encher bolsos, e não para resolver problemas de fato, patenteando e cobrando por simples procedimentos. Abdicamos do que podemos criar em casa, ao natural, para ficarmos presos à técnicas publicitárias, incapazes de nos ajudar como deveriam. Isto pode ser visto em outros aspectos da sociedade atual, que se encontram à venda para a sustentação da individualidade, ao custo da espécie.
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quarta-feira, 11 de setembro de 2013
O Réu
Culpamos outras pessoas sem notar que nos encontramos em diferentes graus de mentalidade, e que deveríamos ajudar aqueles que estão com a cabeça mais fechada. Alguns demoram mais para entender que a realidade depende dos atos de cada indivíduo, indiferente de suas capacidades e posição social. Em todas as classes, encontramos aqueles que imaginam não ter poder nenhum, e aqueles que agarram toda oportunidade para guiar os acontecimentos à seu favor.
Vemos o domínio de uma cultura voltada para a satisfação do ego, enquanto outras de cooperação entre as pessoas são esquecidas pelas comunidades. Perpetuamos a estrutura hierárquica piramidal até mesmo em nossas casas, desprezando uma linear, onde cada um tem como aprender e ensinar com os outros. Mantemos a competição, pregando uma igualdade que não existe, e nos admiramos quando aparecem aqueles que usam de meios não convencionais para ganharem uma vantagem.
Enquanto não nos vermos como moradores do mesmo planeta, cada um com sua habilidade e tarefa para cumprir, não seremos capazes de nos respeitarmos. Tentaremos impor as obrigações para outros, nos sentindo vazios por não sermos capazes de desenvolver as capacidades. E sem saber como lidar com as frustações, iremos descarregá-las nos inocentes, incapazes de se defender dos egos alheios.
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Vemos o domínio de uma cultura voltada para a satisfação do ego, enquanto outras de cooperação entre as pessoas são esquecidas pelas comunidades. Perpetuamos a estrutura hierárquica piramidal até mesmo em nossas casas, desprezando uma linear, onde cada um tem como aprender e ensinar com os outros. Mantemos a competição, pregando uma igualdade que não existe, e nos admiramos quando aparecem aqueles que usam de meios não convencionais para ganharem uma vantagem.
Enquanto não nos vermos como moradores do mesmo planeta, cada um com sua habilidade e tarefa para cumprir, não seremos capazes de nos respeitarmos. Tentaremos impor as obrigações para outros, nos sentindo vazios por não sermos capazes de desenvolver as capacidades. E sem saber como lidar com as frustações, iremos descarregá-las nos inocentes, incapazes de se defender dos egos alheios.
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terça-feira, 10 de setembro de 2013
O Denunciado
Nos acostumamos a terceirizar responsabilidades em busca de um tempo que vendemos e que não teremos mais de volta. Momentos de ócio também satisfazem o ego, mantendo tanto nosso corpo quanto a mente em uma zona de extremo conforto. Esquecemos que o exagero se torna prejudicial, nos mantendo em uma inércia da qual se torna cada vez mais difícil sair, como um vício.
Esquecemos o que é solidariedade e confraternização ao esperarmos que outros tomem conta dos necessitados que estão ao redor de nós. Abandonamos o conhecimento sobre quem somos e qual a capacidade que temos quando mergulhamos em entretenimento e consumismo. Nos afastamos da liberdade ao, voluntariamente, nos aprisionarmos em troca de promessas que não podem ser cumpridas.
Ao deixarmos de estender a mão para as necessidades da sociedade, permitimos que seus males cheguem até nós. Imaginamos que, por estarmos pagando impostos, acontece na comunidade o mesmo que em casa, onde temos pessoas para realizarem certas tarefas. Mas sem a fiscalização necessária, os trabalhos não se realizam, e permitimos que nosso destino seja guiado por aqueles que tem interesse em manter a situação como está.
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Esquecemos o que é solidariedade e confraternização ao esperarmos que outros tomem conta dos necessitados que estão ao redor de nós. Abandonamos o conhecimento sobre quem somos e qual a capacidade que temos quando mergulhamos em entretenimento e consumismo. Nos afastamos da liberdade ao, voluntariamente, nos aprisionarmos em troca de promessas que não podem ser cumpridas.
Ao deixarmos de estender a mão para as necessidades da sociedade, permitimos que seus males cheguem até nós. Imaginamos que, por estarmos pagando impostos, acontece na comunidade o mesmo que em casa, onde temos pessoas para realizarem certas tarefas. Mas sem a fiscalização necessária, os trabalhos não se realizam, e permitimos que nosso destino seja guiado por aqueles que tem interesse em manter a situação como está.
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segunda-feira, 9 de setembro de 2013
O Encriminado
Talvez por uma questão de perspectiva, conseguimos encontrar os defeitos das outras pessoas mais facilmente do que em nós mesmos. Observamos o mundo como se não fizêssemos parte dele, desconsiderando ou justificando os efeitos de nossas próprias ações. Rapidamente conseguimos apontar os causadores dos problemas que enfrentamos, ignorando que, direta ou indiretamente, também fomos responsáveis por sua criação.
Culpamos governos pela má administração do país, mas damos preferência a debates sobre esportes ou entretenimento do que sobre política. Deixamos de ler rótulos e nos informar sobre ingredientes, permitindo que alimentos nocivos sejam consumidos por filhos e amigos. Aceitamos o que a grande mídia passa como informação sem procurar alternativas, mergulhando em um mar de ignorância e extremismo.
Abandonamos conversas sobre assuntos relevantes à vida, tomando decisões ingênuas e nos revoltando contra terceiros. Raramente criamos a consciência de que nos tornamos vítimas de nossa própria inocência e preguiça, ao tentarmos trocar direitos por conforto. Mas ao acordarmos para esta realidade, nos tornamos aptos a mudá-la de forma consciente, criando um sistema sustentável e adaptável.
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Culpamos governos pela má administração do país, mas damos preferência a debates sobre esportes ou entretenimento do que sobre política. Deixamos de ler rótulos e nos informar sobre ingredientes, permitindo que alimentos nocivos sejam consumidos por filhos e amigos. Aceitamos o que a grande mídia passa como informação sem procurar alternativas, mergulhando em um mar de ignorância e extremismo.
Abandonamos conversas sobre assuntos relevantes à vida, tomando decisões ingênuas e nos revoltando contra terceiros. Raramente criamos a consciência de que nos tornamos vítimas de nossa própria inocência e preguiça, ao tentarmos trocar direitos por conforto. Mas ao acordarmos para esta realidade, nos tornamos aptos a mudá-la de forma consciente, criando um sistema sustentável e adaptável.
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sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Formando a existência
Quando nos informamos, compreendemos com mais clareza as consequências de nossos atos, em detalhes que não imaginávamos antes. Interpretamos fatos sob diferentes aspectos, cada um parte do incrível espectro que compõe o universo que habitamos. Ao encontrarmos mais peças, ou pontos de vista, somos contemplados com uma visão mais completa sobre a realidade que vivemos.
Descobrimos que o tempo é o maior recurso que temos, apesar de não darmos a ele toda a importância à que é devida. Notamos que os relacionamentos são essenciais para sobrevivermos e prosperarmos, principalmente com os mais necessitados, que sabem o real valor da vida. Constatamos que criamos vida a partir de nossos pensamentos, como as corporações, e que elas não vivem sem nós, mas somos capazes de progredir sem elas.
Com base em novos dados, podemos rever antigos hábitos que ainda cultivamos, e julgá-los pela sua utilidade nos dias atuais. Podemos, também, criar alguns completamente novos, incluíndo uma nova gama de ações, inimagináveis em décadas passadas. Podemos esculpir nosso próprio destino a cada novo dia que surge, deixando um legado para novas gerações, imortalizando parte de nós.
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Descobrimos que o tempo é o maior recurso que temos, apesar de não darmos a ele toda a importância à que é devida. Notamos que os relacionamentos são essenciais para sobrevivermos e prosperarmos, principalmente com os mais necessitados, que sabem o real valor da vida. Constatamos que criamos vida a partir de nossos pensamentos, como as corporações, e que elas não vivem sem nós, mas somos capazes de progredir sem elas.
Com base em novos dados, podemos rever antigos hábitos que ainda cultivamos, e julgá-los pela sua utilidade nos dias atuais. Podemos, também, criar alguns completamente novos, incluíndo uma nova gama de ações, inimagináveis em décadas passadas. Podemos esculpir nosso próprio destino a cada novo dia que surge, deixando um legado para novas gerações, imortalizando parte de nós.
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quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Ajustando a prática
Existem vezes em que não somos capazes de ver o resultado total das ações que realizamos até ter passado por certas fases. É preciso criar a consciência para entender certas consequências, pois elas tem diferentes interpretações dependendo da mentalidade com que as observamos. As informações que vamos colhendo nos ajudam neste sentido, revelando o que antes não conseguíamos enxergar, apesar de estar na nossa frente.
Ao abrirmos mão de nosso tempo, ignoramos que estamos dispendendo um bem que não pode ser reposto por algo que, talvez, não era tão necessário assim. Ao desprezar os necessitados, jogamos no ralo a possibilidade de acabar com angústias que sentimos, esquecendo nossa função no planeta. Ao darmos mais importância à criaturas da imaginação do que da natureza, pavimentamos o caminho com destruição e retrocesso, sacrificando a própria vida.
A transmissão do conhecimento é essencial, e se dá de forma mais clara através das ações que realizamos de forma consciente. O resultado destas são mais previsíveis e controlados, uma vez que temos um entendimento mais amplo do que acontece no mundo. Mas ainda não é uma compreensão completa, pois o caminho que temos para alcançar tal nível ainda é longo, mas chega mais perto a cada passo dado.
:-)
Ao abrirmos mão de nosso tempo, ignoramos que estamos dispendendo um bem que não pode ser reposto por algo que, talvez, não era tão necessário assim. Ao desprezar os necessitados, jogamos no ralo a possibilidade de acabar com angústias que sentimos, esquecendo nossa função no planeta. Ao darmos mais importância à criaturas da imaginação do que da natureza, pavimentamos o caminho com destruição e retrocesso, sacrificando a própria vida.
A transmissão do conhecimento é essencial, e se dá de forma mais clara através das ações que realizamos de forma consciente. O resultado destas são mais previsíveis e controlados, uma vez que temos um entendimento mais amplo do que acontece no mundo. Mas ainda não é uma compreensão completa, pois o caminho que temos para alcançar tal nível ainda é longo, mas chega mais perto a cada passo dado.
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quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Esculpindo o fato
Dizem que contra fatos não há argumentos, mas esquecem de que existem interpretações, em números tão diversos quanto a imaginação quiser. Com base nestas diferentes perspectivas, o simples ato de estar parado pode se tornar uma ameaça ou um convite, dependendo da narrativa. Nossa mente é capaz de criar o que demandarmos, obedecendo o estado de espírito em que nos encontrarmos, conscientemente ou não.
Diariamente consumimos alimentos nocivos para o organismo, tentando nos convencer do contrário por causa do gosto e da publicidade. Cultivamos a mentalidade de satisfazer o ego, mesmo isto custando nossa única casa, persuadidos por promessas cada vez mais vazias. Nos submetemos ao aprisionamento voluntariamente, em troca de migalhas do que poderíamos conseguir integralmente se cooperássemos uns com os outros, sacrificando a própria sanidade.
Palavras sutis são capazes de mudar completamente o sentido de uma ação, transformando perpetuadores em vítimas, assim como o contrário. Ter uma linguagem aberta a interpretações possibilita ainda mais desencontros, pois o que é dito nem sempre é entendido com a intenção de quem falou. Enquanto não deixarmos o ego de lado, e concebermos que somos passíveis de falhas, manteremos a mesma mentalidade das cavernas, agindo por instintos, e não por lógica.
:-)
Diariamente consumimos alimentos nocivos para o organismo, tentando nos convencer do contrário por causa do gosto e da publicidade. Cultivamos a mentalidade de satisfazer o ego, mesmo isto custando nossa única casa, persuadidos por promessas cada vez mais vazias. Nos submetemos ao aprisionamento voluntariamente, em troca de migalhas do que poderíamos conseguir integralmente se cooperássemos uns com os outros, sacrificando a própria sanidade.
Palavras sutis são capazes de mudar completamente o sentido de uma ação, transformando perpetuadores em vítimas, assim como o contrário. Ter uma linguagem aberta a interpretações possibilita ainda mais desencontros, pois o que é dito nem sempre é entendido com a intenção de quem falou. Enquanto não deixarmos o ego de lado, e concebermos que somos passíveis de falhas, manteremos a mesma mentalidade das cavernas, agindo por instintos, e não por lógica.
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terça-feira, 3 de setembro de 2013
Entalhando a vida
O maior ato de protesto que podemos realizar é o de mudarmos nossa mentalidade e ações, descobrindo alternativas para a rotina. Abandonar velhos hábitos, capazes de nos aprisionar mentalmente, exaurindo as forças em troca de experiências vazias. Nos informar do que acontece nos bastidores, para evitar ciladas que consomem uma saúde já fragilizada pelo estilo de vida vigente.
Entender que uma economia baseada em acúmulo existe para alimentar e manter indústrias vivas e ativas, criaturas diferentes de seres humanos. Compreender que o tempo é o recurso mais precioso que temos, e que não podemos abrir mão dele tão facilmente, principalmente por futilidades. Conceber que não somos capazes de viver sozinhos, e que precisamos de cada ser vivo do planeta para podermos saciar a sede da curiosidade.
Em cada ato que realizamos servimos de exemplo para alguém, seja como nos comportamos em uma manifestação, seja em como tratamos crianças, idosos e necessitados. Mesmo que ninguém nos veja, ou saiba quem somos, o ato cria consequências que podem ser compreendidas por outros, que poderão repetí-lo infinitamente. Ao menos até alguém com consciência resolver parar o ciclo, criando outro no lugar, ajudando a moldar o destino de toda uma espécie.
:-)
Entender que uma economia baseada em acúmulo existe para alimentar e manter indústrias vivas e ativas, criaturas diferentes de seres humanos. Compreender que o tempo é o recurso mais precioso que temos, e que não podemos abrir mão dele tão facilmente, principalmente por futilidades. Conceber que não somos capazes de viver sozinhos, e que precisamos de cada ser vivo do planeta para podermos saciar a sede da curiosidade.
Em cada ato que realizamos servimos de exemplo para alguém, seja como nos comportamos em uma manifestação, seja em como tratamos crianças, idosos e necessitados. Mesmo que ninguém nos veja, ou saiba quem somos, o ato cria consequências que podem ser compreendidas por outros, que poderão repetí-lo infinitamente. Ao menos até alguém com consciência resolver parar o ciclo, criando outro no lugar, ajudando a moldar o destino de toda uma espécie.
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segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Remodelando a realidade
Ao tomarmos conhecimento de como o mundo realmente funciona, sem o romantismo vendido por agências de publicidade, nos tornamos capazes de mudá-lo. Deixamos de ser dependentes de indústrias abusivas, criadoras de armadilhas feitas para nos aprisionar indefinitivamente. Mais do que isto: descobrimos quem somos e quais são nossas habilidades, nos elevando além do estado servil que querem nos manter.
Entendemos que somos almas que habitam corpos, munidos de emoções e mente para sermos capazes de interagir com a realidade. Compreendemos que o ego faz parte deste pacote, e que longe de ser o principal, chega a ser inútil quando se trata de manter a sociedade coesa. Concebemos que existem outros aspectos a serem explorados, que estão adormecidos dentro de nós, com as respostas que procuramos, esperando fazermos as perguntas certas.
Descobrimos que não adianta apontar dedos para outros, enquanto não mudarmos radicalmente nossa própria mentalidade e ações. Sem esta transformação, podemos até fazer o melhor dos discursos, mas estaremos dando um exemplo completamente diferente para os outros. E isto se reflete na cultura do povo, se espalhando por toda a espécie, indiferente se é destrutiva ou benéfica para nós.
:-)
Entendemos que somos almas que habitam corpos, munidos de emoções e mente para sermos capazes de interagir com a realidade. Compreendemos que o ego faz parte deste pacote, e que longe de ser o principal, chega a ser inútil quando se trata de manter a sociedade coesa. Concebemos que existem outros aspectos a serem explorados, que estão adormecidos dentro de nós, com as respostas que procuramos, esperando fazermos as perguntas certas.
Descobrimos que não adianta apontar dedos para outros, enquanto não mudarmos radicalmente nossa própria mentalidade e ações. Sem esta transformação, podemos até fazer o melhor dos discursos, mas estaremos dando um exemplo completamente diferente para os outros. E isto se reflete na cultura do povo, se espalhando por toda a espécie, indiferente se é destrutiva ou benéfica para nós.
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