O desafio que nossa geração encontra em sua frente é o de aprender a separar o joio do trigo, re-descobrindo o que é relevante na vida. Nos deixamos seduzir pelo entretenimento a pouco tempo, e já transformamos o planeta em uma zona de guerra, tanto física quanto psicológica. Permitimos que os excessos tomassem conta da rotina, reduzindo a lógica aos intintos primordiais, intensificando o lado animal de nossa espécie.
Nos preocupamos mais com o dia a dia de pessoas que não conhecemos do que com o nosso, em uma tentativa de fuga frustada da realidade. Nos encantamos com produtos brilhantes e chamativos, mesmo que não tenham nenhuma função relevante para o uso diário. Nos iludimos com propagandas criativas, abandonando estudos e pesquisas que comprovem o contrário do que é vendido.
Nos entregamos ao culto egocêntrico, vivendo uma fantasia insustentável, prestes a ruir quando menos esperarmos. Nos maravilhamos com as possibilidades criadas por uma indústria voltada ao lucro, sem se perguntar sobre os fundamentos delas. Abandonamos aspectos de nossa vida, como a tecnologia, sem o aproveitamento de todo seu potencial, que é nos servir, criando a tão sonhada liberdade.
:-)
Quando não se morre
Há um dia

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