Nos acostumamos a terceirizar responsabilidades em busca de um tempo que vendemos e que não teremos mais de volta. Momentos de ócio também satisfazem o ego, mantendo tanto nosso corpo quanto a mente em uma zona de extremo conforto. Esquecemos que o exagero se torna prejudicial, nos mantendo em uma inércia da qual se torna cada vez mais difícil sair, como um vício.
Esquecemos o que é solidariedade e confraternização ao esperarmos que outros tomem conta dos necessitados que estão ao redor de nós. Abandonamos o conhecimento sobre quem somos e qual a capacidade que temos quando mergulhamos em entretenimento e consumismo. Nos afastamos da liberdade ao, voluntariamente, nos aprisionarmos em troca de promessas que não podem ser cumpridas.
Ao deixarmos de estender a mão para as necessidades da sociedade, permitimos que seus males cheguem até nós. Imaginamos que, por estarmos pagando impostos, acontece na comunidade o mesmo que em casa, onde temos pessoas para realizarem certas tarefas. Mas sem a fiscalização necessária, os trabalhos não se realizam, e permitimos que nosso destino seja guiado por aqueles que tem interesse em manter a situação como está.
:-)
terça-feira, 10 de setembro de 2013
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