terça-feira, 24 de setembro de 2013

Desfazendo o fútil

Para conseguirmos enxergar o que é relevante, precisamos desenvolver a habilidade de se desfazer do que é fútil. A indústria, diariamente, procura meios de chamar a atenção para seus produtos, instigando a curiosidade sobre a necessidade. Apenas quando lembrarmos quem somos, e o que podemos fazer, seremos capazes de ver através de tais ilusões e fantasias.
Deixaremos de prestar atenção nos eventos que iremos sediar, para dar mais importância a como estão sendo realizados, e quem realmente se beneficiará. Cessaremos certos atos que nos mantém no prejuízo, abdicando de produtos de qualidade inferior e com obsolescência programada. Iremos nos abster de perpetuar separações artificiais, compreendendo que somos todos moradores do mesmo planeta, e que ele é nossa casa.
As criações de gerações passadas que imortalizamos sem questionamento precisam ser revistas constantemente, pois estamos em um progresso contínuo. Ao aprendermos com os erros que cometemos, entendemos um pouco mais sobre o universo, e passamos a cometer alguns novos. Caminhamos na direção da clareza, e vamos mais rápido quando não temos uma mala pesada, cheia de quinquilharias que são melhor guardadas na memória do que nas costas.
:-)

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