Atualmente, algumas pessoas podem considerar difícil definir o que é relevante para a vida, em meio à rotina caótica da sociedade. O mundo pede tanto de nós que nos desfazer de algum aspecto com a qual nos acostumamos se torna complicado, uma verdadeira batalha interior. Enxergamos supérfluos como essenciais, usando frases de anúncios para justificar uma necessidade inexistente, criada por um ego super-valorizado.
Imaginamos que redes sociais aproximam mais as pessoas, ignorando que perdemos o contato com elas, ficando presos em frente de telas. Abandonamos a espiritualidade inerente da espécie, se desfazendo das ligações que tínhamos com a natureza, trocando por selvas de pedra. Renúnciamos à pluralidade do universo, nos prendendo em trabalhos que nos mantém em uma posição padrão por anos a fio.
Nos entulhamos com instrumentos cada vez mais descartáveis, sem considerar as consequências de nossos atos. Mantemos a mentalidade centrada no indivíduo, desatentos ao coletivo, à possibilidade de a expandirmos para um nível planetário. E sem precisar de brinquedos mais modernos, que tem data de validade marcada, pois temos o necessário dentro de nós.
:-)
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
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