O maior desafio que enfrentamos é o de modificar a própria mentalidade, ainda mais para escapar das pressões artificiais que criamos. Barreiras ilusórias que servem para manter os padrões com que nos acostumamos, mas que existem apenas nas cabeças das pessoas. Separações e obrigações que podem ir contra a natureza, usadas por gerações passadas para progredir, e que ficaram desatualizadas nos dias atuais.
Temos a imposição social de subir de classe, como se o acúmulo econômico fosse garantia de felicidade, sabedoria e paz espiritual. A cultura vigente incentiva a propriedade privada de tal forma que passa a ser vista na qualidade de única forma de sobrevivência e relacionamento. O próprio sistema financeiro deixa a entender que podemos prosperar sem criar nada de útil para as comunidades, vivendo da multiplicação de números fictícios.
As oportunidades que são procuradas por aqueles que querem aumentar seu patrimônio são justamente aquelas que exploram os problemas. Deixam de oferecer soluções, uma vez que se o dilema for resolvido, perdem sua fonte de renda, apresentando apenas alívios. Implementar uma conclusão para uma disfunção requer um esforço hercúleo, pois é preciso conseguir passar pelos paradigmas que existem na consciência coletiva, e da qual fazemos parte.
:-)
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
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