Nos envolvemos de tal forma com o materialismo, que dificilmente vemos alternativas para o estilo de vida que perpetuamos. Esquecemos o poder que temos dentro de nós, acessível a qualquer momento, para nos subjugarmos à ilusões baratas, de benefícios imediatos e insustentáveis. Abandonamos a imortalidade em troca do presente, também nos distanciando de outros aspectos divinos, adotando a futilidade como padrão de existência.
Perdemos a coragem de enfrentar aqueles que abusam de seus semelhantes, vivendo em constante medo de erguer a cabeça e andar com orgulho. Nos privamos da força da coletividade, que fundou nossas comunidades, para servir ao próprio ego, criando crises pessoais e sociais. Corrompemos a inércia da mudança, nos estagnando em uma realidade que deveria ser passageira, apenas mais um degrau da evolução.
Talvez precisamos de uma lição mais dolorosa para tirar o aprendizado que o universo tenta nos ensinar de formas ainda amenas. Para evitar tal cenário, é necessário que a informação se espalhe, dos mais diversos aspectos e maneiras, com a finalidade de educar quem quiser instruir-se. Dentro de cada um, existe um ser dormente, supremo, esperando ser desperto, para novamente ir de encontro a todo o potencial esquecido.
:-)
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
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