quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Indo contra a maré

Dentro da própria cabeça, iremos questionar inúmeras vezes a validade das ações que tomamos, por sermos uma minoria em meio à multidão. Esquecemos que é desta forma que mudanças culturais acontecem, quando novos paradigmas são criados, sendo reconhecidos uma pessoa por vez. É um processo lento que nos faz praticar a paciência, dom esquecido no mundo atual, onde dizemos que o tempo é dinheiro, esquecendo que ele é nosso maior bem.
Ao deixarmos de rir de piadas racistas e sexistas, que reforçam esteriótipos que queremos mudar, demonstraremos uma transformação mental. Ao deixarmos de dar audiência à programas que exploram a violência e os problemas sociais, sem oferecer soluções, mostraremos compromisso com uma nova consciência. Ao deixarmos de comprar produtos pela marca que sustentam, estaremos indicando que preferimos qualidade, ignorando a ilusão da imagem.
Questionar os atos que criamos constantemente é uma tarefa árdua, que fará nosso ego criar desculpas e interrogações. Ao desconsiderarmos seus apelos, seremos capazes de encontrar as respostas que estão dentro de nós, aptas a saciar a mais feroz curiosidade. E ao aprendermos a ouvir a voz interior, descobriremos quem realmente somos, nos tornando peças únicas no incrível quebra-cabeças que é o universo.
:-)

Nenhum comentário:

Postar um comentário