quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Inovação social

Nós ansiamos por experiências de vida transformadoras, capazes tanto de saciar a curiosidade quanto aplacar o ímpeto que temos. Talvez por problemas de comunicação, entendemos os Grandes Mestres apenas superficialmente, levando no literal o que deveria ser compreendido como metáforas. Esta falta de percepção, aliada com outros problemas, tem criado uma separação entre nossa espécie e a natureza, quando deveria fazer o caminho contrário, unindo-nos cada vez mais com o planeta.
Buscamos a satisfação em supérfluos, aptos a cumprir tal tarefa temporariamente, incentivando o consumo demasiado e contínuo. Passamos a acreditar que a reforma é resultado de um segundo transcedental, ignorando as décadas de treinamento árduo que levaram àquele ápice. Vivemos no desleixo, procurando a esmo tal momento, contando mais com a sorte do que com as habilidades que temos, abandonando seu aprimoramento.
Temos à nossa disposição recursos mais adequados do que os materiais para o crescimento de nossa espécie, para alcançarmos a maturidade que precisamos. Tal patrimônio reside dentro de nós, um local onde a comercialização fica impraticável, pois se tratam de verificações pessoais, dependente de cada indivíduo. Esta riqueza foi soterrada por décadas de estímulo ao ego, que está sendo relembrada agora, ao nos unirmos por uma sociedade mais justa para todos.
:-)

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