quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Milícia social

Incentivamos o fascínio por espalhar boatos prejudiciais ao nos entregarmos à mercê da grande mídia, sem pesquisar o que nos é passado. Além de um entretenimento fútil, as poucas informações anunciadas possuem uma visão que dificilmente irá contra seus patrocinadores e anunciantes. Vivemos a moral do lucro e do acúmulo, onde a ignorância se torna rei em uma terra que esqueceu de suas virtudes, para apaziguar o Ego.
Perdemos o precioso tempo com programas que nada auxiliam na coesão social ou psicológica, denegrindo a habilidade de pensar criticamente sobre um tema. Abandonamos a prática de questionar, nos tornando os perfeitos escravos modernos, incapazes de tomar alguma decisão por si mesmo. Abdicamos de direitos para nos ver livres de deveres, iludidos que ainda existe algum tipo de liberdade que podemos usufruir, sem o consentimento daqueles que planejam nossos dias.
Acreditamos na fantasia de que dinheiro é poder, e moldamos toda a sociedade sobre essa base, esquecendo que o controle está em nossas mãos. Sem o trabalho que realizamos diariamente e, principalmente, sem as transações monetárias com que nos acostumamos a realizar, dirigentes ficam de mãos abanando. Ao procurarmos por alternativas às ações que realizamos todos os dias, por menores que sejam, criamos uma revolução nunca vista antes, onde cada um é o líder de seu próprio nariz.
:-)

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