Esquecemos que somos seres sociais ao lutarmos para nos livrarmos das obrigações que são inerentes de nossa espécie. Queremos nos chamar de civilizados mas ignoramos o cuidado necessário com os necessitados que vivem à nossa volta, o que dirá com o resto do planeta. Procuramos meios de nos destacar na sociedade por meio do consumo, desconhecendo as consequências segregadoras que este ato gera.
Incentivamos uma economia de acúmulo, desprezando que ela cria a miséria e, consequentemente, a violência, diminuindo a qualidade de vida de todos. Abdicamos de auxiliar, nós mesmos, os carentes ao nosso redor, estimulando empresas a consumirem parte dos recursos para realizar o mesmo serviço. Abandonamos a lógica e a razão para satisfazermos desejos egoístas, rejeitando os benefícios de uma sociedade igualitária e próspera.
Enquanto tivermos uma estrutura social baseada em amontoamento monetário, veremos a separação das classes aumentar proporcionalmente. E com ela, problemas que poderiam ser facilmente resolvidos, se resolvêssemos adotar um outro caminho a ser trilhado, aceitando nossa condição de seres coletivos. Iremos colocar em risco o nosso futuro para sermos capazes de manter uma mentalidade individualista, onde o Ego predomina sobre a própria Vontade?
:-)
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Dever Abdicado
Terceirizar os deveres virou o padrão da cultura atual, mas esquecemos que com eles se vão os direitos à que estão relacionados. Temos a mentalidade de satisfazer o Ego, que nos convence que curtir a vida significa saciar as suas vontades, nos prendendo no mesmo patamar por gerações. Abdicamos dos benefícios da evolução, desistindo de testar os limites que conhecemos, nos prendendo em uma zona de conforto que se tornou uma prisão.
Consumimos cada vez mais na tentativa de mitigar uma ansiedade que ignoramos a origem, e que nos separa com atos de egoísmo. Usamos a criatividade para buscar maneiras de acumular recursos, e incapazes de saber como usá-los, nos tornamos nossos próprios carrascos. Prejudicamos outros na escalada pelo poder, criando débitos que serão empurrados para gerações futuras, tirando-lhes a oportunidade de viver em paz e harmonia.
Nos preocupamos com prazeres imediatos, confundindo desejos com sonhos, complicando o que deveria ser simples. Nos orgulhamos de uma civilização destrutiva, inapta a medir esforços para estender a mão para quem precisa, apenas para alcançar o próprio bolso. Até quando iremos nos chamar de civilizados, quando nos comportamos de maneira mais selvagem e irresponsável do que outras espécies que conhecemos?
:-)
Consumimos cada vez mais na tentativa de mitigar uma ansiedade que ignoramos a origem, e que nos separa com atos de egoísmo. Usamos a criatividade para buscar maneiras de acumular recursos, e incapazes de saber como usá-los, nos tornamos nossos próprios carrascos. Prejudicamos outros na escalada pelo poder, criando débitos que serão empurrados para gerações futuras, tirando-lhes a oportunidade de viver em paz e harmonia.
Nos preocupamos com prazeres imediatos, confundindo desejos com sonhos, complicando o que deveria ser simples. Nos orgulhamos de uma civilização destrutiva, inapta a medir esforços para estender a mão para quem precisa, apenas para alcançar o próprio bolso. Até quando iremos nos chamar de civilizados, quando nos comportamos de maneira mais selvagem e irresponsável do que outras espécies que conhecemos?
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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Liberdade Encontrada
Podemos tornar a transformação da realidade em um ato simples, ao descobrirmos quem somos e por que estamos aqui. Ao abrirmos os olhos para as falcatruas criadas para nos prender, encontramos meios de sobrepujá-las, alcançando novos patamares evolutivos. Em nossas próprias profissões, temos as condições de fazer o que devemos para ajudar o resto da humanidade, nos recusando a cooperar com os opressores.
Aqueles que protegem corporações contra o povo podem realizar o contrário, auxiliando a população no seu caminho de libertação. Anunciantes deveriam mostrar a realidade de seus produtos, assim como a data de vencimento dos componentes utilizados na construção. Candidatos a representantes do povo precisam devolver o poder para a população, deixando que o prestígio se faça por atos realizados, ao contrário de decretos.
Ao abrirmos nossa mente para as possibilidades, vemos que temos tudo o que precisamos para transformar a realidade naquilo que sempre desejamos. A cultura geral está começando a mudar, fazendo com que empresas se adaptem para um novo estilo de existência, que reflita as vontades da humanidade. Teremos a paciência e sabedoria necessárias para realizarmos esta mudança, mesmo com os obstáculos de nossa antiga vida tentando nos puxar para ela?
:-)
Aqueles que protegem corporações contra o povo podem realizar o contrário, auxiliando a população no seu caminho de libertação. Anunciantes deveriam mostrar a realidade de seus produtos, assim como a data de vencimento dos componentes utilizados na construção. Candidatos a representantes do povo precisam devolver o poder para a população, deixando que o prestígio se faça por atos realizados, ao contrário de decretos.
Ao abrirmos nossa mente para as possibilidades, vemos que temos tudo o que precisamos para transformar a realidade naquilo que sempre desejamos. A cultura geral está começando a mudar, fazendo com que empresas se adaptem para um novo estilo de existência, que reflita as vontades da humanidade. Teremos a paciência e sabedoria necessárias para realizarmos esta mudança, mesmo com os obstáculos de nossa antiga vida tentando nos puxar para ela?
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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Libertação Necessária
Apesar daqueles que insistem em brandar que são livres, a soberania do próprio corpo é vetada a todos, em maior ou menor grau. Vivemos em uma ditadura de corporações, onde o dinheiro é capaz de comprar leis e governantes, transformando cidadãos em consumidores. A procura de alternativas de vida é proibida, ou tão coibida que se torna ilícita, mesmo sem existir nenhum parâmetro legal para suportar tal atitude.
Empréstimos para produtores rurais só são liberados após o comprometimento destes em usar adubos e herbicidas, reprimindo culturas orgânicas. Os custos para a produção independente de energia são taxados ao extremo, enquanto o antigo paradigma de destruição do ambiente recebe subsídios. Apesar de tratarmos instituições como pessoas, damos as primeiras descontos de impostos, enquanto as outras arcam com custos cada vez maiores.
Somos lembrados constantemente dos defeitos que a chamada “natureza humana” tem, mas misteriosamente, apenas somos lembrados das qualidades em campanhas publicitárias para angariar fundos. Recursos, estes, que passam necessariamente pelas mãos de uma empresa, que retém grande parte deles, antes de destiná-los a quem realmente precisa. Que sociedade teríamos, se fizêssemos o contrário, passando nossos dias trabalhando com as virtudes que temos, deixando para ocasiões especiais sermos lembrados das nossas deficiências, quando receberíamos dinheiro por causa delas?
:-)
Empréstimos para produtores rurais só são liberados após o comprometimento destes em usar adubos e herbicidas, reprimindo culturas orgânicas. Os custos para a produção independente de energia são taxados ao extremo, enquanto o antigo paradigma de destruição do ambiente recebe subsídios. Apesar de tratarmos instituições como pessoas, damos as primeiras descontos de impostos, enquanto as outras arcam com custos cada vez maiores.
Somos lembrados constantemente dos defeitos que a chamada “natureza humana” tem, mas misteriosamente, apenas somos lembrados das qualidades em campanhas publicitárias para angariar fundos. Recursos, estes, que passam necessariamente pelas mãos de uma empresa, que retém grande parte deles, antes de destiná-los a quem realmente precisa. Que sociedade teríamos, se fizêssemos o contrário, passando nossos dias trabalhando com as virtudes que temos, deixando para ocasiões especiais sermos lembrados das nossas deficiências, quando receberíamos dinheiro por causa delas?
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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
Independência Comprometida
Os prazeres oferecidos pela cultura atual são criados para manter a mente sedada, satisfazendo os desejos do corpo. Consideramos que conquistamos a independência, mas ao analisarmos, vivemos em uma prisão intelectual, onde a ignorância e a estagnação são incentivadas. Sem saber quem somos, e das habilidades que possuímos, mantemos uma sociedade corrupta, sendo explorados enquanto tentamos nos aproveitar de outros.
Incentivamos a competição desde a mais tenra idade, passando a mensagem de que os atos ilegais apenas existem se forem descobertos. Encorajamos a violência ao tornarmos o consumo obrigatório, especialmente em datas específicas, mas desprovermos o acesso para a maior parte da população. Estimulamos a injustiça ao darmos a possibilidade de se comprar leis, que regem a vida de todas as pessoas de uma nação.
Deixamos que costumes antigos tenham o domínio de nossos atos, sem questionar a validade e a necessidade de sua existência atualmente. Somos capazes de criar avanços tecnológicos impressionantes, mas inaptos a liberá-los para o benefício de toda a humanidade. Em que tipo de realidade pretendemos viver e deixar para as futuras gerações, quando nos tornamos incompetentes de estender a mão a quem precisa, apenas para saciar o Ego?
:-)
Incentivamos a competição desde a mais tenra idade, passando a mensagem de que os atos ilegais apenas existem se forem descobertos. Encorajamos a violência ao tornarmos o consumo obrigatório, especialmente em datas específicas, mas desprovermos o acesso para a maior parte da população. Estimulamos a injustiça ao darmos a possibilidade de se comprar leis, que regem a vida de todas as pessoas de uma nação.
Deixamos que costumes antigos tenham o domínio de nossos atos, sem questionar a validade e a necessidade de sua existência atualmente. Somos capazes de criar avanços tecnológicos impressionantes, mas inaptos a liberá-los para o benefício de toda a humanidade. Em que tipo de realidade pretendemos viver e deixar para as futuras gerações, quando nos tornamos incompetentes de estender a mão a quem precisa, apenas para saciar o Ego?
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terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Autonomia Responsável
Somos alvo constante de propagandas nos incentivando a ver a liberdade no consumo de certos produtos, em uma tentativa de mudar seu conceito. Mas ela é mais do que apenas opções de compras, indo em colisão com a cultura da terceirização que temos vigente atualmente. Ela nos força a evoluirmos, a nos libertarmos da prisão dos instintos primordiais, tão encorajados pela grande mídia.
Temos a independência de escolhermos agir de maneira humana, com compaixão com os outros habitantes do planeta. Possuímos a soberania de procurar novas formas de interagir com outras pessoas, compartilhando no lugar de apenas acumular. Detemos a autonomia de fazer nossas escolhas conscientemente, livres da influência de corporações cujo objetivo único é o lucro.
Como crianças mimadas, compramos a ideia de que para sermos livres, precisamos do direito de fazer o que quisermos, independente dos outros. Mas somos seres sociais, e enquanto estivermos presos aos desejos do corpo, seremos incapazes de cumprir todo o nosso potencial. Teremos a consciência de escaparmos dos domínios que nos prendem, alcançando novos patamares de desenvolvimento para toda a espécie?
:-)
Temos a independência de escolhermos agir de maneira humana, com compaixão com os outros habitantes do planeta. Possuímos a soberania de procurar novas formas de interagir com outras pessoas, compartilhando no lugar de apenas acumular. Detemos a autonomia de fazer nossas escolhas conscientemente, livres da influência de corporações cujo objetivo único é o lucro.
Como crianças mimadas, compramos a ideia de que para sermos livres, precisamos do direito de fazer o que quisermos, independente dos outros. Mas somos seres sociais, e enquanto estivermos presos aos desejos do corpo, seremos incapazes de cumprir todo o nosso potencial. Teremos a consciência de escaparmos dos domínios que nos prendem, alcançando novos patamares de desenvolvimento para toda a espécie?
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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Soberania Esquecida
Ignoramos a perda da liberdade por vivermos na ilusão de que temos escolhas em assuntos relevantes para a sobrevivência da espécie. Desconhecemos o labirinto em que vivemos como ratos por estarmos alheios às marcas que deixamos nas paredes em que passamos. Sem prestar atenção ao que acontece na rotina que aceitamos, repetimos os mesmos erros infinitamente, incapazes de evoluir.
Mantemos um sistema economico abusivo, seletivo e destruidor por darmos preferência à ganância do que o compartilhamento. Abdicamos de direitos ao terceirizarmos os deveres, vivendo no desconhecimento sobre as decisões que passam a ser tomadas em nosso nome. Incentivamos o comportamento desleal ao focarmos apenas na competição, desprezando que iremos procurar os meios de nos destacarmos, sejam eles quais forem.
A cada dia damos passos que nos tiram a soberania, apresentados como presentes irrecusáveis e oportunidades únicas, escondendo seu verdadeiro propósito. E inaptos a lembrar do passado, aceitamos de bom grado o que nos oferecem, alheios à posição em que estamos, novamente, nos colocando. Até quando será necessário repetir os mesmos erros, condenando novas gerações à mesma sina que sofremos, até aprendermos com eles?
:-)
Mantemos um sistema economico abusivo, seletivo e destruidor por darmos preferência à ganância do que o compartilhamento. Abdicamos de direitos ao terceirizarmos os deveres, vivendo no desconhecimento sobre as decisões que passam a ser tomadas em nosso nome. Incentivamos o comportamento desleal ao focarmos apenas na competição, desprezando que iremos procurar os meios de nos destacarmos, sejam eles quais forem.
A cada dia damos passos que nos tiram a soberania, apresentados como presentes irrecusáveis e oportunidades únicas, escondendo seu verdadeiro propósito. E inaptos a lembrar do passado, aceitamos de bom grado o que nos oferecem, alheios à posição em que estamos, novamente, nos colocando. Até quando será necessário repetir os mesmos erros, condenando novas gerações à mesma sina que sofremos, até aprendermos com eles?
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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Delicada alteração
Nos orgulhamos de nossa inteligência, mas pelas atitudes que tomamos em relação ao planeta, outras espécies, e até aos nossos irmãos, deixamos grandes dúvidas sobre ela. Estamos transformando o globo em um local inabitável, ao menos para nós, e parecemos tranquilos em relação à isto, esperando sentados que uma solução caia do céu sem alterar nosso estilo de vida. A cada dia somos desafiados a transformar a rotina, crescendo para criar o que necessitamos, saindo da infância de ter apenas o que queremos.
Qualquer diminuição no consumo irá mandar às corporações um sinal de que estamos acordando, e que elas precisam se adaptar junto, ou perecer. Uma volta à cidadania, onde passamos a cuidar de nossas famílias e comunidades, ilustrará para a classe política que eles deixam muito a desejar, e que longe de serem governantes, devem voltar a ser representantes do povo. Ao contrário de dar audiência para programas fúteis, poderíamos dedicar mais tempo para se relacionar com aqueles que amamos, sem esquecer de um tempo para nós mesmos.
As alterações que precisamos fazer podem ser delicadas, aos poucos, de maneira a se tornarem persistentes, ao invés de serem abandonadas rapidamente como resoluções de ano novo. Por sermos uma massa enorme, qualquer pequeno passo irá deslocar a sociedade inteira para um novo rumo, levando junto os níveis mais acima da pirâmide. Escolheremos um futuro onde cada cidadão tem parte nele, ou manteremos o caminho de seguir uma grupo pequeno, ganancioso, que tenta se segregar cada vez mais do resto da humanidade?
:-)
Qualquer diminuição no consumo irá mandar às corporações um sinal de que estamos acordando, e que elas precisam se adaptar junto, ou perecer. Uma volta à cidadania, onde passamos a cuidar de nossas famílias e comunidades, ilustrará para a classe política que eles deixam muito a desejar, e que longe de serem governantes, devem voltar a ser representantes do povo. Ao contrário de dar audiência para programas fúteis, poderíamos dedicar mais tempo para se relacionar com aqueles que amamos, sem esquecer de um tempo para nós mesmos.
As alterações que precisamos fazer podem ser delicadas, aos poucos, de maneira a se tornarem persistentes, ao invés de serem abandonadas rapidamente como resoluções de ano novo. Por sermos uma massa enorme, qualquer pequeno passo irá deslocar a sociedade inteira para um novo rumo, levando junto os níveis mais acima da pirâmide. Escolheremos um futuro onde cada cidadão tem parte nele, ou manteremos o caminho de seguir uma grupo pequeno, ganancioso, que tenta se segregar cada vez mais do resto da humanidade?
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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Insinuante atitude
Desenvolvemos a estrutura social baseada em um jogo de sobrevivência, onde tentamos estipular regras claras para criar oportunidades a todos. Mas estamos descobrindo que estas normas tem como resultado chances, e que podem ser alteradas facilmente, dependendo do poder aquisitivo do jogador. Uma vez que descobrem serem capazes de deturpar as leis a seu favor, o padrão se torna a conservação e conquista de cada vez mais recursos, independente do prejuízo para o resto da sociedade.
Observamos pessoas de diferentes classes terem penas distintas, ilustrando sistemas de justiça desiguais para os cidadãos de uma mesma nação. Notamos que o castigo também depende da situação financeira, onde a punição é inversamente proporcional ao número de vítimas, incentivando a corrupção. Até mesmo o local onde são retidos são diferentes, onde a conta bancária é capaz de transformar um presídio em um hotel de luxo, e a falta de uma modifica-o para uma lata de sardinhas.
As atitudes que tomamos são insinuantes, encorajando comportamentos que, moralmente, dizemos repudiar e queremos ver longe de nós. Enxergamos elas mais claramente quando a vemos em atuação em larga escala, mas estas são reflexos do que fazemos em nossa rotina e em nossos lares. Teremos a capacidade de distinguir as condutas que fomentam este tipo de hábito, ou sucumbiremos em nossa própria ignorância, escravos de vícios onde somos inaptos a mudar?
:-)
Observamos pessoas de diferentes classes terem penas distintas, ilustrando sistemas de justiça desiguais para os cidadãos de uma mesma nação. Notamos que o castigo também depende da situação financeira, onde a punição é inversamente proporcional ao número de vítimas, incentivando a corrupção. Até mesmo o local onde são retidos são diferentes, onde a conta bancária é capaz de transformar um presídio em um hotel de luxo, e a falta de uma modifica-o para uma lata de sardinhas.
As atitudes que tomamos são insinuantes, encorajando comportamentos que, moralmente, dizemos repudiar e queremos ver longe de nós. Enxergamos elas mais claramente quando a vemos em atuação em larga escala, mas estas são reflexos do que fazemos em nossa rotina e em nossos lares. Teremos a capacidade de distinguir as condutas que fomentam este tipo de hábito, ou sucumbiremos em nossa própria ignorância, escravos de vícios onde somos inaptos a mudar?
:-)
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Tênue alteração
Constantemente somos alvo de todo tipo de notícia, criadas para chamar a atenção para certos assuntos, considerados de interesse popular. Isto está longe de dizer que somos informados, pois enquanto somos distraídos com eles, outros mais relevantes acontecem sem percebermos. Uma tênue alteração em nossa percepção pode nos mostra toda uma realidade que ignoramos, ou que somos levados a desprezar.
Desacreditamos que o principal objetivo das corporações é o lucro, até notarmos que vivemos em uma econômia de acúmulo, e que para sobreviver, elas desconhecem limites. Rejeitamos a ideia de que estamos longe de uma democracia, mesmo observando quem faz doações para campanhas políticas, e quais são os atos dos candidatos depois de eleitos. Desconsideramos o papel da grande mídia na manipulação das massas, sem reparar em quanto recebem de anunciantes, e quem são eles.
A propaganda, que deveria ser utilizada para inteirar a sociedade sobre assuntos pertinentes, se tornou uma arma contra a própria, a mando daqueles que podem pagar por ela. Eles são os que fazem as escolhas sobre os rumos de nossas vidas, no que diz respeito ao que é realmente importante. Seremos capazes de escapar das ilusões criadas pela sociedade de consumo e resgatar a soberania sobre nossa existência, ou passaremos o resto dela sendo peões em um jogo que nem sabemos se queremos participar?
:-)
Desacreditamos que o principal objetivo das corporações é o lucro, até notarmos que vivemos em uma econômia de acúmulo, e que para sobreviver, elas desconhecem limites. Rejeitamos a ideia de que estamos longe de uma democracia, mesmo observando quem faz doações para campanhas políticas, e quais são os atos dos candidatos depois de eleitos. Desconsideramos o papel da grande mídia na manipulação das massas, sem reparar em quanto recebem de anunciantes, e quem são eles.
A propaganda, que deveria ser utilizada para inteirar a sociedade sobre assuntos pertinentes, se tornou uma arma contra a própria, a mando daqueles que podem pagar por ela. Eles são os que fazem as escolhas sobre os rumos de nossas vidas, no que diz respeito ao que é realmente importante. Seremos capazes de escapar das ilusões criadas pela sociedade de consumo e resgatar a soberania sobre nossa existência, ou passaremos o resto dela sendo peões em um jogo que nem sabemos se queremos participar?
:-)
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Imperceptível mudança
Vivemos na esperança de que as mudanças sociais ocorrerão radicalmente, lideradas pela cúpula da sociedade em uma revolução do pensamento. Esquecemos que, para tal grupo, o ideal é manter tudo como está ou, em uma melhor hipótese, angariar mais fundos, obtendo um maior controle sobre o resto da população. Desprezamos o poder da base da pirâmide, onde qualquer imperceptível mudança, lança toda a coletividade para novos rumos.
Temos uma cultura consumista por existir uma massa que troca seu tempo por aparatos descartáveis, procurando seguir a moda. Observamos o crescimento da futilidade pela legião que adota o abandono do pensamento crítico, preferindo viver fantasias momentâneas. Desconhecemos a liberdade por haver uma mulltidão que se encarcera voluntariamente, iludida por promessas de vida fácil a um custo escondido.
Ao modificarmos a mentalidade, nos tornamos mais propensos a transformar as atitudes, criando as condições para levarmos toda a humanidade para outros patamares. Cada alteração em nossas ações, por minúsculas que sejam, geram efeitos em cascata que influenciam aqueles ao nosso redor. Estaremos procurando o tipo de informação que nos guia para onde queremos, ou ainda somos induzidos por aqueles que querem nos manter no mesmo lugar?
:-)
Temos uma cultura consumista por existir uma massa que troca seu tempo por aparatos descartáveis, procurando seguir a moda. Observamos o crescimento da futilidade pela legião que adota o abandono do pensamento crítico, preferindo viver fantasias momentâneas. Desconhecemos a liberdade por haver uma mulltidão que se encarcera voluntariamente, iludida por promessas de vida fácil a um custo escondido.
Ao modificarmos a mentalidade, nos tornamos mais propensos a transformar as atitudes, criando as condições para levarmos toda a humanidade para outros patamares. Cada alteração em nossas ações, por minúsculas que sejam, geram efeitos em cascata que influenciam aqueles ao nosso redor. Estaremos procurando o tipo de informação que nos guia para onde queremos, ou ainda somos induzidos por aqueles que querem nos manter no mesmo lugar?
:-)
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Sutil diferença
Estamos tão acostumados a desconsiderar o resultado de nossos atos que mal percebemos a sútil diferença que eles causam no mundo. Por mais insignificante que cada um possa se considerar, o impacto da simples existência serve de exemplo para aqueles que estão ao redor, seja para o bem, ou para o mal. Moldamos a realidade que nos cerca com cada ação que executamos, desde a maneira como respiramos, passando por hábitos de consumo, até o modo como deixamos este plano.
Repetimos ou repelimos algumas manias se as vemos sendo realizadas por pessoas que idolatramos ou rejeitamos. E como uma onda, julgamos indivíduos de acordo com seu comportamento e postura, que possívelmente adaptaram de outros. Estudamos personagens considerados ilustres, enquanto ignoramos aqueles com uma experiência chamada de alternativa, mas que se encontram em maior número, debaixo de pontes e em terrenos abandonados.
Somos influenciados a observar apenas o topo da pirâmide social, almejando sermos os sorteados da vez, para usufruir de encantos inimagináveis. Mas esquecemos de olhar para a base dela, muito maior, que suporta todo o peso e pressão criados nos níveis mais altos, além de ser a responsável por movimentá-la para onde for. Ao compreendermos que temos o poder de levar a sociedade para onde quisermos, teremos a sabedoria de levá-la para onde é necessário, ou seremos guiados como mulas de carga, eternamente atrás da mísera cenoura colocada em nossa frente?
:-)
Repetimos ou repelimos algumas manias se as vemos sendo realizadas por pessoas que idolatramos ou rejeitamos. E como uma onda, julgamos indivíduos de acordo com seu comportamento e postura, que possívelmente adaptaram de outros. Estudamos personagens considerados ilustres, enquanto ignoramos aqueles com uma experiência chamada de alternativa, mas que se encontram em maior número, debaixo de pontes e em terrenos abandonados.
Somos influenciados a observar apenas o topo da pirâmide social, almejando sermos os sorteados da vez, para usufruir de encantos inimagináveis. Mas esquecemos de olhar para a base dela, muito maior, que suporta todo o peso e pressão criados nos níveis mais altos, além de ser a responsável por movimentá-la para onde for. Ao compreendermos que temos o poder de levar a sociedade para onde quisermos, teremos a sabedoria de levá-la para onde é necessário, ou seremos guiados como mulas de carga, eternamente atrás da mísera cenoura colocada em nossa frente?
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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Além do Ego
Muito sabemos sobre o universo, mas pouco conhecemos sobre quem somos realmente, quais são nossas habilidades e tarefas. Questões como estas dão espaço na grande mídia para notícias sobre mercados, moda e as consequências de atos precipitados. Vangloriamos o material, esquecendo que existe todo um mundo dentro de nós, explorado por poucos e divulgado por ainda mais raros corajosos.
Apelamos para o consumo para a satisfação da ansiedade, sem indagar sua origem, ou outros métodos capazes de apaziguá-la. Procuramos a solução de doenças em remédios e tratamentos cada vez mais caros, desconsiderando mudanças de hábitos que levaram o corpo a enfraquecer. Justificamos nossas ações com emoções que, em última análise, são passageiras, ilustrando o pouco que praticamos a arte da paciência e da tolerância.
Temos todo um cosmo dentro de cada um de nós, ignorado e lacrado por um Ego inflamado, incentivado por uma cultura de futilidade e gastos. Esquecemos sua existência para saciar os mais insanos desejos de um aspecto de nossa personalidade, preocupado apenas com conforto. Teremos a sabedoria de procurar conhecer outras características de nosso caráter, abrindo as portas para a construção de uma nova realidade?
:-)
Apelamos para o consumo para a satisfação da ansiedade, sem indagar sua origem, ou outros métodos capazes de apaziguá-la. Procuramos a solução de doenças em remédios e tratamentos cada vez mais caros, desconsiderando mudanças de hábitos que levaram o corpo a enfraquecer. Justificamos nossas ações com emoções que, em última análise, são passageiras, ilustrando o pouco que praticamos a arte da paciência e da tolerância.
Temos todo um cosmo dentro de cada um de nós, ignorado e lacrado por um Ego inflamado, incentivado por uma cultura de futilidade e gastos. Esquecemos sua existência para saciar os mais insanos desejos de um aspecto de nossa personalidade, preocupado apenas com conforto. Teremos a sabedoria de procurar conhecer outras características de nosso caráter, abrindo as portas para a construção de uma nova realidade?
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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Sendo mais que a vaidade
Certas decisões são tomadas levando em conta mais os instintos primordiais que temos, do que a lógica de que tanto nos orgulhamos. Aos poucos, vamos tomando consciência de que nosso julgamento pode ser facilmente nublado por emoções, cuja finalidade é satisfazer o Ego. Estamos compreendendo que somos mais do que ele, que temos capacidades limitadas por ele, e que depende de nós ultrapassarmos estas barreiras.
Observamos políticos mais preocupados com a carreira do que em propor as mudanças necessárias para o avanço da sociedade como um todo. Constatamos a existência de corporações financiando campanhas para manter leis contra a concorrência, e contra o acesso livre à recursos vitais para a população. Verificamos que consumidores mantém seus hábitos por medo de perder o pouco conforto que possuem, incapazes de transformar suas rotinas em troca de uma melhora no longo prazo.
Somos todos responsáveis pelo que acontece no planeta, mas abrimos mão do direito de intervir, preocupados com a comodidade. Ao nos condicionarmos à uma rotina, auxiliamos aqueles que querem manter a situação no mesmo rumo, nos tornando parte dele. Seremos capazes de mudar a mentalidade, para deixar de sermos mais do que meros corpos, facilmente manipulados por apelos emocionais?
:-)
Observamos políticos mais preocupados com a carreira do que em propor as mudanças necessárias para o avanço da sociedade como um todo. Constatamos a existência de corporações financiando campanhas para manter leis contra a concorrência, e contra o acesso livre à recursos vitais para a população. Verificamos que consumidores mantém seus hábitos por medo de perder o pouco conforto que possuem, incapazes de transformar suas rotinas em troca de uma melhora no longo prazo.
Somos todos responsáveis pelo que acontece no planeta, mas abrimos mão do direito de intervir, preocupados com a comodidade. Ao nos condicionarmos à uma rotina, auxiliamos aqueles que querem manter a situação no mesmo rumo, nos tornando parte dele. Seremos capazes de mudar a mentalidade, para deixar de sermos mais do que meros corpos, facilmente manipulados por apelos emocionais?
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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Escapando do narcisismo
Com a chegada da Internet, nos tornamos capazes de encontrar um caminho que perdemos por séculos, com a manipulação da mídia. Estamos nos ensinando a pesquisar mais sobre assuntos de interesse, e de ter uma visão mais cética sobre a realidade que temos. Ficamos informados com notícias locais, direto do povo que a vivencia, sem edições com pontos de vista específicos, comprados por anunciantes.
Conquistamos um maior controle sobre as ações daqueles que se chamam de governantes, mas que deveriam ser representantes do povo. Conseguimos saber o que acontece do outro lado do planeta, e que podem nos afetar diretamente, com a migração de empresas de má índole. Abraçamos a diversidade de ideias, observando as soluções utilizadas por outras comunidades, adaptando-as para as nossas necessidades.
Estamos mais propensos a escapar de armadilhas e de mudar hábitos nocivos, pois temos mais acesso à um conhecimento antes escondido. Assim como a Revolução Industrial criou um excesso de bens de consumo, na qual ainda estamos aprendendo a lidar, temos agora uma abundância de dados, que também precisaremos entender como usá-los. Iremos repetir a história, nos tornando mais egoístas e individualistas, ou mudaremos o curso, utilizando a consciência para criar um caminho que trilharemos juntos?
:-)
Conquistamos um maior controle sobre as ações daqueles que se chamam de governantes, mas que deveriam ser representantes do povo. Conseguimos saber o que acontece do outro lado do planeta, e que podem nos afetar diretamente, com a migração de empresas de má índole. Abraçamos a diversidade de ideias, observando as soluções utilizadas por outras comunidades, adaptando-as para as nossas necessidades.
Estamos mais propensos a escapar de armadilhas e de mudar hábitos nocivos, pois temos mais acesso à um conhecimento antes escondido. Assim como a Revolução Industrial criou um excesso de bens de consumo, na qual ainda estamos aprendendo a lidar, temos agora uma abundância de dados, que também precisaremos entender como usá-los. Iremos repetir a história, nos tornando mais egoístas e individualistas, ou mudaremos o curso, utilizando a consciência para criar um caminho que trilharemos juntos?
:-)
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Superando o egoísmo
Os hábitos que temos criado indicam o quanto estamos nos separando de outras pessoas, orientados por um egoísmo incentivado pela economia. E ao seguirmos instintos primordiais, abandonados qualquer tentativa de lógica, caindo em falácias que são descobertas desde que começamos este caminho. Sem uma educação de qualidade, são maiores as possibilidades de deixarmos de lado a cidadania, nos focando apenas no consumismo.
Deixamos de nos importar com o que acontece em nossas famílias e comunidades, nos concentrando em compras para apaziguar a ansiedade. Abdicamos de deveres para alcançar um nível maior de conforto, esquecendo que junto com as obrigações, se vão também as oportunidades. Justificamos nossos atos nos espelhando em outras espécies, ao mesmo tempo que tentamos demonstrar o porque somos superiores a elas.
Os valores que passamos estão longe de ser o que praticamos, por mais romantizada que seja nossa visão da realidade que temos. Apontamos dedos e armas com muito mais facilidade do que estendemos as mãos para o auxílio do próximo, embora pregamos o contrário. Estamos longe de ter um controle sobre o próprio corpo e emoções, e queremos impor um padrão de comportamento para outros?
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Deixamos de nos importar com o que acontece em nossas famílias e comunidades, nos concentrando em compras para apaziguar a ansiedade. Abdicamos de deveres para alcançar um nível maior de conforto, esquecendo que junto com as obrigações, se vão também as oportunidades. Justificamos nossos atos nos espelhando em outras espécies, ao mesmo tempo que tentamos demonstrar o porque somos superiores a elas.
Os valores que passamos estão longe de ser o que praticamos, por mais romantizada que seja nossa visão da realidade que temos. Apontamos dedos e armas com muito mais facilidade do que estendemos as mãos para o auxílio do próximo, embora pregamos o contrário. Estamos longe de ter um controle sobre o próprio corpo e emoções, e queremos impor um padrão de comportamento para outros?
:-)
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Maior que a individualidade
Vivemos como tribos e clãs por milênios, e recentemente, na Revolução Industrial, adotamos uma postura individualista. Ao contrário de nos unirmos e experimentarmos os benefícios da unidade, preferimos nos segregar, procurando a satisfação no consumo. Como uma praga, passamos a devorar o planeta sem controle, criando situações que podem levar a nossa completa extinção.
O que no começo era uma escassez de informações e conhecimento, está se tornando uma de recursos reais, necessários para a sobrevivência. O que eram bens públicos, como a água, passaram a ser privatizados, criando uma dependência cada vez maior em um sistema de acúmulo. O que era sagrado e essencial para a vida, como florestas e vales, passaram a ser comercializados por Egos cada vez mais inflados.
Perdemos o contato com o que é relevante, base de nosso sustento, para mergulharmos em um mundo de fantasias, que irá custar mais do que imaginamos. Esquecemos da beleza da simplicidade, dos prazeres da troca de convivências, para nos entregarmos à prisão individual. Nos limitamos quando poderíamos voar livres, criando uma realidade utópica, onde as intenções se tornam atos, deixando de ser apenas pensamentos.
:-)
O que no começo era uma escassez de informações e conhecimento, está se tornando uma de recursos reais, necessários para a sobrevivência. O que eram bens públicos, como a água, passaram a ser privatizados, criando uma dependência cada vez maior em um sistema de acúmulo. O que era sagrado e essencial para a vida, como florestas e vales, passaram a ser comercializados por Egos cada vez mais inflados.
Perdemos o contato com o que é relevante, base de nosso sustento, para mergulharmos em um mundo de fantasias, que irá custar mais do que imaginamos. Esquecemos da beleza da simplicidade, dos prazeres da troca de convivências, para nos entregarmos à prisão individual. Nos limitamos quando poderíamos voar livres, criando uma realidade utópica, onde as intenções se tornam atos, deixando de ser apenas pensamentos.
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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
O que alcançamos?
Muitos são os avanços tecnológicos que conquistamos com o passar do tempo, mas sua utilidade se torna nula quando são restritos à população. Ainda nos comportamos como se vivêssemos em um mundo de escassez, mantendo a mentalidade de acúmulo ilimitado, nos excluindo das comunidades. Como crianças mimadas, acreditamos ser o próprio ego, abdicando de seu controle para viver na infantilidade da ganância e da ociosidade.
Procuramos a felicidade no amontoamento de bens materiais, ignorando a necessidade de aceitação social, que pode ser alcançada por meios menos destrutivos. Buscamos curas em produtos que, outrora, seriam considerados fraudes medicinais, ao contrário de mudar nossos hábitos, principalmente os alimentares. Perseguimos a liberdade, esquecendo que junto dela existem deveres, que por negligenciarmos, acabam se tornando obstáculos que nos desviam do caminho.
Uma modernização das ferramentas, ou brinquedos, que temos, nada significam se mantemos a mesma estrutura social e cultural de milênios passados. As perspectivas de continuarmos neste rumo são cada vez mais desagradáveis, pois as características que incentivamos, como a violência e a corrupção, tendem a se acentuar. Inúmeras alternativas existem, e depende da aceitação delas por parte da população que marcará o ritmo com que mudaremos de direção, se for o que desejarmos.
:-)
Procuramos a felicidade no amontoamento de bens materiais, ignorando a necessidade de aceitação social, que pode ser alcançada por meios menos destrutivos. Buscamos curas em produtos que, outrora, seriam considerados fraudes medicinais, ao contrário de mudar nossos hábitos, principalmente os alimentares. Perseguimos a liberdade, esquecendo que junto dela existem deveres, que por negligenciarmos, acabam se tornando obstáculos que nos desviam do caminho.
Uma modernização das ferramentas, ou brinquedos, que temos, nada significam se mantemos a mesma estrutura social e cultural de milênios passados. As perspectivas de continuarmos neste rumo são cada vez mais desagradáveis, pois as características que incentivamos, como a violência e a corrupção, tendem a se acentuar. Inúmeras alternativas existem, e depende da aceitação delas por parte da população que marcará o ritmo com que mudaremos de direção, se for o que desejarmos.
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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
O que vivenciamos?
Com o bombardeio de propaganda a que somos expostos constantemente, deixamos de notar o que é relevante para a vida, e passamos a comprar o que outros definem como sonho. Esquecemos de nos indagar o que realmente precisamos para viver em harmonia, nos perdendo em fantasias criadas em laboratório. Ignorantes às custas do que estamos adquirindo, colocamos em risco o nosso futuro, assim como o das próximas gerações.
Aceitamos uma economia de acúmulo na esperança de sermos os sorteados da vez, apesar dela segregar cada vez mais as classes, com uma base cada vez mais ampla. Admitimos uma democracia onde temos direito apenas a escolher o garoto do anúncio, e nada mais, uma vez que ele irá responder àqueles que financiaram sua campanha. Acolhemos uma cultura do desinteresse e da futilidade, onde deixamos de ser cidadãos para nos tornarmos consumidores, alheios para onde somos guiados.
Passamos uma existência na ilusão de que temos o sistema perfeito, esquecendo que ele foi construído por pessoas, com tantos defeitos quanto qualquer outro. Desconsideramos, também, que ela foi criada nos tempos de reis e ditadores, como uma maneira de controlar o povo, e mantê-lo submisso. Para mudar a realidade, podemos fazê-lo do recanto de nosso lar, ao mudarmos a nossa mentalidade e ações, nos tornando mais conscientes ao que fazemos em nossas vidas.
:-)
Aceitamos uma economia de acúmulo na esperança de sermos os sorteados da vez, apesar dela segregar cada vez mais as classes, com uma base cada vez mais ampla. Admitimos uma democracia onde temos direito apenas a escolher o garoto do anúncio, e nada mais, uma vez que ele irá responder àqueles que financiaram sua campanha. Acolhemos uma cultura do desinteresse e da futilidade, onde deixamos de ser cidadãos para nos tornarmos consumidores, alheios para onde somos guiados.
Passamos uma existência na ilusão de que temos o sistema perfeito, esquecendo que ele foi construído por pessoas, com tantos defeitos quanto qualquer outro. Desconsideramos, também, que ela foi criada nos tempos de reis e ditadores, como uma maneira de controlar o povo, e mantê-lo submisso. Para mudar a realidade, podemos fazê-lo do recanto de nosso lar, ao mudarmos a nossa mentalidade e ações, nos tornando mais conscientes ao que fazemos em nossas vidas.
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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
O que procuramos?
Estamos tão perdidos em relação a nós mesmos e ao nosso papel no universo, que procuramos satisfazer as mais infantis aspirações, sem saber sua origem. Confundimos sonhos com desejos e, por causa disto, agimos com irresponsabilidade, ignorando os limites do planeta que habitamos. Refletimos essa infantilidade na estrutura social que mantemos, desperdiçando recursos em uma busca inútil, sem base sólida.
Caçamos a liberdade, mas nos prendemos em empregos cada vez mais exigentes, que em nada auxiliam o desenvolvimento da humanidade. Fazemos infinitas filas para conquistar o último lançamento da moda, sem entender que o que queremos mesmo é aceitação social. Demandamos uma democracia justa, mas descartamos o auxílio aos carentes, responsabilidade de qualquer cidadão consciente.
A economia do lucro impede que a tencologia chegue ao seu máximo potencial, que é de libertar o ser humano de trabalhos repetitivos. Abdicamos de nossas habilidades criativas, capazes de nos fazer prosperar no longo prazo, em troca de um conforto imediato, satisfazendo a ganância. Temos todas as ferramentas necessárias para trilhar qualquer caminho que quisermos, mas qual será o que iremos escolher, como espécie?
:-)
Caçamos a liberdade, mas nos prendemos em empregos cada vez mais exigentes, que em nada auxiliam o desenvolvimento da humanidade. Fazemos infinitas filas para conquistar o último lançamento da moda, sem entender que o que queremos mesmo é aceitação social. Demandamos uma democracia justa, mas descartamos o auxílio aos carentes, responsabilidade de qualquer cidadão consciente.
A economia do lucro impede que a tencologia chegue ao seu máximo potencial, que é de libertar o ser humano de trabalhos repetitivos. Abdicamos de nossas habilidades criativas, capazes de nos fazer prosperar no longo prazo, em troca de um conforto imediato, satisfazendo a ganância. Temos todas as ferramentas necessárias para trilhar qualquer caminho que quisermos, mas qual será o que iremos escolher, como espécie?
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terça-feira, 3 de dezembro de 2013
O que precisamos?
Passamos milênios satisfazendo os desejos do corpo, ignorando o que realmente precisamos, que é atender o espírito. Criamos hábitos que, num primeiro momento, nos auxiliaram a sair da realidade de escassez que nos rodeava, mas que gerou uma de excessos que está nos prejudicando ainda mais. Partimos de um extremo para o outro, alheios ao meio-termo capaz de sustentar a todos, enquanto ainda sacia o ímpeto natural de nossa espécie.
Concebemos maravilhas tecnológicas capazes de alimentar todo o planeta, mas mantemos grande parte dele na miséria, por razões meramente monetárias. Produzimos avanços que interligam o globo em questões de segundos, contudo, damos preferência ao entretenimento fútil e destrutivo, nos mantendo na ignorância. Elaboramos esquemas para tornar operações cotidianas cada vez mais eficientes e eficazes, desperdiçando-as em nome do lucro e da infantilidade.
Enquanto abdicarmos das informações transformadoras que são encontradas diariamente, manteremos a mesma estrutura social criada quando éramos mais atrasados. Preservaremos os mesmos medos de nossos ancestrais, conservando a mentalidade daquela época em nosso próprio tempo. Estaremos perdendo os recursos que lutamos tanto para conseguir, nos condicionando à uma realidade de escassez e segregação artificial, cada vez mais longe do sonho que temos.
:-)
Concebemos maravilhas tecnológicas capazes de alimentar todo o planeta, mas mantemos grande parte dele na miséria, por razões meramente monetárias. Produzimos avanços que interligam o globo em questões de segundos, contudo, damos preferência ao entretenimento fútil e destrutivo, nos mantendo na ignorância. Elaboramos esquemas para tornar operações cotidianas cada vez mais eficientes e eficazes, desperdiçando-as em nome do lucro e da infantilidade.
Enquanto abdicarmos das informações transformadoras que são encontradas diariamente, manteremos a mesma estrutura social criada quando éramos mais atrasados. Preservaremos os mesmos medos de nossos ancestrais, conservando a mentalidade daquela época em nosso próprio tempo. Estaremos perdendo os recursos que lutamos tanto para conseguir, nos condicionando à uma realidade de escassez e segregação artificial, cada vez mais longe do sonho que temos.
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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
O que queremos?
Por necessidade de sobrevivência, por milênios assumimos o ego como identidade, pois ele é o tradutor das necessidades corporais para nós. Em decorrência deste fato, esquecemos quem realmente somos, passando a nos considerar uma máquina de desejos insaciável. Construímos uma sociedade baseada na satisfação destas vontades, incapazes de considerar as consequências de tais atos.
Criamos um sistema econômico baseado no acúmulo, para atender uma personalidade insegura de seu ambiente, ignorante aos avanços tecnológicos. Mantemos uma estrutura social com eleições baseadas em popularidade, inapta a prover as soluções necessárias, mas perfeita para o deleite das ambições pessoais. Sem se preocupar com os resultados, geramos processos focados no lucro, esquecendo as responsabilidades de cada ato concebido, destruindo o planeta em nome do “progresso”.
Independente da idade que temos, ao ignorarmos que somos mais do que o ego, continuamos a agir como crianças mimadas, entregues à uma infantilidade cada vez mais perigosa. Aprimoramos os brinquedos que temos, procuramos conquistar os mais caros, mas somos incompetentes para observar os efeitos que causamos, nos prendendo à uma lógica ultrapassada. Sem entender a diferença que existe dentro de nós, nos tornamos incapacitados para assumir seu controle, e saber o que realmente queremos.
:-)
Criamos um sistema econômico baseado no acúmulo, para atender uma personalidade insegura de seu ambiente, ignorante aos avanços tecnológicos. Mantemos uma estrutura social com eleições baseadas em popularidade, inapta a prover as soluções necessárias, mas perfeita para o deleite das ambições pessoais. Sem se preocupar com os resultados, geramos processos focados no lucro, esquecendo as responsabilidades de cada ato concebido, destruindo o planeta em nome do “progresso”.
Independente da idade que temos, ao ignorarmos que somos mais do que o ego, continuamos a agir como crianças mimadas, entregues à uma infantilidade cada vez mais perigosa. Aprimoramos os brinquedos que temos, procuramos conquistar os mais caros, mas somos incompetentes para observar os efeitos que causamos, nos prendendo à uma lógica ultrapassada. Sem entender a diferença que existe dentro de nós, nos tornamos incapacitados para assumir seu controle, e saber o que realmente queremos.
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