Muitos são os avanços tecnológicos que conquistamos com o passar do tempo, mas sua utilidade se torna nula quando são restritos à população. Ainda nos comportamos como se vivêssemos em um mundo de escassez, mantendo a mentalidade de acúmulo ilimitado, nos excluindo das comunidades. Como crianças mimadas, acreditamos ser o próprio ego, abdicando de seu controle para viver na infantilidade da ganância e da ociosidade.
Procuramos a felicidade no amontoamento de bens materiais, ignorando a necessidade de aceitação social, que pode ser alcançada por meios menos destrutivos. Buscamos curas em produtos que, outrora, seriam considerados fraudes medicinais, ao contrário de mudar nossos hábitos, principalmente os alimentares. Perseguimos a liberdade, esquecendo que junto dela existem deveres, que por negligenciarmos, acabam se tornando obstáculos que nos desviam do caminho.
Uma modernização das ferramentas, ou brinquedos, que temos, nada significam se mantemos a mesma estrutura social e cultural de milênios passados. As perspectivas de continuarmos neste rumo são cada vez mais desagradáveis, pois as características que incentivamos, como a violência e a corrupção, tendem a se acentuar. Inúmeras alternativas existem, e depende da aceitação delas por parte da população que marcará o ritmo com que mudaremos de direção, se for o que desejarmos.
:-)
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
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