Além de acharmos facilmente inimigos, mantemos o padrão de milênios ao tentar impedir os comportamentos com punições cada vez mais rígidas. Seja legitimado pelo estado, ou realizado pela própria mão, as penas à que recorremos servem para satisfazer o Ego, que procura vingança. Sem entender de absolvição, nos especializamos em repreensão, ignorando que nos tornamos vítimas de tal escolha.
Coibimos a liberdade de expressão nos baseando em conceitos antiquados e distorcidos de moral, que se aplicam para outros, mas que sempre tem justificativas para nós. Incentivamos a violência com comentários segregadores e punitivos, demonstrando que a agressão é aceitável quando parte de nós, mas repudiada quando nos tornamos o alvo. Reclamamos do abuso de poder, mas fazemos pleno uso quando temos a chance, procurando colher o máximo de benefícios possíveis, independente do prejuízo para outras partes.
Sem conceber o conflito que temos em nós, tentamos descontar nossa ansiedade naqueles que podemos ver, inconscientes de nossos atos. Ao acordarmos para os efeitos de nossas realizações, descobrimos que podemos manipular a realidade para o lado que quisermos, ao invês de sermos controlados. Encontraremos o caminho das ações conscientes, nos libertando das amarras que nos seguram estagnados em um patamar bárbaro?
:-)
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
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