Descobrimos, ao tentar mudar nossos hábitos, que é difícil manter a consistência de novas idéias, principalmente por sermos novatos com elas. Aprendemos que existe mais do que pensamos inicialmente, e que nem sempre a força bruta é capaz de resolver os problemas que enfrentamos. Por vezes, é preciso adaptar a mentalidade, procurar em diferentes ângulos por brechas por onde podemos passar, para sobrepor obstáculos.
Em uma economia baseada em lucro, talvez a resolução de um embate se dê no campo financeiro, ao afetar o bolso, ao contrário da saúde, das pessoas. Compreender que existem outros pontos de vista, e que certas definições precisam abranger mais do que a cabeça rústica de nossos antepassados era capaz de conceber. É entender que certos caminhos escolhidos no passado nos trouxeram para a beira de abismos, e que é necessário mudarmos de direção para continuarmos a viagem.
Nos decepcionamos quando somos incapazes de controlar nossos desejos, mas mais ainda quando vemos outros nos atropelando pelos mesmos motivos. Tomados pela desilusão, esquecemos de procurar pela lição que nos é ensinada, de retomar o fôlego, erguer a cabeça e o corpo. Ao nos entregarmos à procura por vingança, ignoramos que nos submetemos por inteiro aos sentimentos, aqueles que estávamos tentando controlar desde o começo?
:-)
terça-feira, 30 de setembro de 2014
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Quem tem frustações?
Todos aqueles que tentam, em dado momento encontram uma frustação, uma falha que os levam a duvidar do que fazem, os desmotivando. Isto é normal, faz parte de tornar a teoria uma prática, e permite encontrarmos informações que nem sonhavamos que existissem. Frustrações nos permitem crescer, ensinando que existe espaço para o desenvolvimento e o aperfeiçoamento, diferente do que tentam sugerir.
Procuram esconder as verdadeiras reformas que precisamos passar, como sociedade, para nos relacionarmos melhor e prosperarmos. Cuidam para continuarmos na mesma situação ao se aproveitarem de mecanismos criados para ouvir a voz do povo e distorcendo-a. Demonstram, nas respectivas proporções, que grande parte do eleitorado se preocupa apenas com imagens, esquecendo o que são propostas e plano de governo.
Ainda debatendo sobre o que já deveria ter sido implementado a décadas, estamos cada vez mais atrasados com as mudanças sociais necessárias para aprimorar nossa convivência. Nos frustramos ao lutarmos contra nossos próprios sentimentos, pois somos tentados a cada instante por desejos passageiros. Queremos impor um tipo de pensamento para as pessoas, mas como o fazer, sem antes mudarmos a nós mesmos, e servirmos de exemplos a serem seguidos?
:-)
Procuram esconder as verdadeiras reformas que precisamos passar, como sociedade, para nos relacionarmos melhor e prosperarmos. Cuidam para continuarmos na mesma situação ao se aproveitarem de mecanismos criados para ouvir a voz do povo e distorcendo-a. Demonstram, nas respectivas proporções, que grande parte do eleitorado se preocupa apenas com imagens, esquecendo o que são propostas e plano de governo.
Ainda debatendo sobre o que já deveria ter sido implementado a décadas, estamos cada vez mais atrasados com as mudanças sociais necessárias para aprimorar nossa convivência. Nos frustramos ao lutarmos contra nossos próprios sentimentos, pois somos tentados a cada instante por desejos passageiros. Queremos impor um tipo de pensamento para as pessoas, mas como o fazer, sem antes mudarmos a nós mesmos, e servirmos de exemplos a serem seguidos?
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sexta-feira, 26 de setembro de 2014
Por quê ter um atrativo?
A maior qualidade que um cidadão pode ter é a vontade de ajudar os outros, sejam eles seus compatriotas ou até mesmo outras espécies. Mas para conseguirmos dar auxílio, é necessário que tenhamos um mínimo de condições, dependendo do amparo que estamos dispostos a dar. Entender sobre nós mesmos e a realidade onde vivemos é crucial para desempenharmos uma função otimizada e eficiente.
Conhecer quais as propostas dos partidos e quem os compõem são fundamentais para sermos capazes de votar conscientemente. Entender quais são os direitos que temos, mas principalmente, cumprir os deveres, é um passo que nos ajuda a chegar mais perto de uma verdadeira democracia. Observar o tipo de comportamento que temos, as idéias que aplaudimos e as piadas de que rimos, pois elas revelam o que pensamos.
Sofremos com os males do passado por sermos coniventes com eles, aceitando o que nos é imposto em troca de conforto (http://ponte.org/e-lamentavel-que-o-exercito-oculte-autores-de-crimes-gravissimos-diz-procurador-2/). Vivemos na esperança de que uma solução rápida e prática apareça, sempre na forma de um salvador que faça nosso trabalho por nós. Quando acordaremos para o fato de que apenas nós podemos nos salvar, ainda mais dos malefícios que causamos contra aqueles que mais queremos ver bem?
:-)
Conhecer quais as propostas dos partidos e quem os compõem são fundamentais para sermos capazes de votar conscientemente. Entender quais são os direitos que temos, mas principalmente, cumprir os deveres, é um passo que nos ajuda a chegar mais perto de uma verdadeira democracia. Observar o tipo de comportamento que temos, as idéias que aplaudimos e as piadas de que rimos, pois elas revelam o que pensamos.
Sofremos com os males do passado por sermos coniventes com eles, aceitando o que nos é imposto em troca de conforto (http://ponte.org/e-lamentavel-que-o-exercito-oculte-autores-de-crimes-gravissimos-diz-procurador-2/). Vivemos na esperança de que uma solução rápida e prática apareça, sempre na forma de um salvador que faça nosso trabalho por nós. Quando acordaremos para o fato de que apenas nós podemos nos salvar, ainda mais dos malefícios que causamos contra aqueles que mais queremos ver bem?
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quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Quando adquirimos importância?
Somos levados a esquecer nossa importância na sociedade, até o momento em que precisamos legitimar o abuso que sofremos. Neste momento, os governantes voltam a ser representantes do povo, deixando de mencionar seus vínculos com financiadores de campanha. Esta situação se torna um teste para nossa cidadania, onde os anos de exercício são avaliados, ao escolhermos aqueles que nos ajudarão a mudar o cenário.
É preciso entender como funciona o sistema eleitoral, para escaparmos de armadilhas criadas por mitos que fazem com que o voto seja descartado. Ter um conhecimento mínimo sobre os candidatos é necessário para sairmos da ilusão criada por propagandas em épocas de campanha. Também é bom pesquisar quem são os financiadores de campanhas, além de contribuintes para os partidos, para saber onde está a lealdade dos candidatos.
Quanto mais soubermos sobre de onde sai o dinheiro que os “representantes” recebem, mais entenderemos como certas obras saem do papel mais facilmente que outras. Ao termos tal informação, estaremos mais perto de sair da fantasia que criaram para nos aprisionar, influenciados pelos sentimentos. E ao alcançarmos tal patamar, será que olharemos para trás com alguma ponta de arrependimento, ou olharemos para frente com entusiasmo?
:-)
É preciso entender como funciona o sistema eleitoral, para escaparmos de armadilhas criadas por mitos que fazem com que o voto seja descartado. Ter um conhecimento mínimo sobre os candidatos é necessário para sairmos da ilusão criada por propagandas em épocas de campanha. Também é bom pesquisar quem são os financiadores de campanhas, além de contribuintes para os partidos, para saber onde está a lealdade dos candidatos.
Quanto mais soubermos sobre de onde sai o dinheiro que os “representantes” recebem, mais entenderemos como certas obras saem do papel mais facilmente que outras. Ao termos tal informação, estaremos mais perto de sair da fantasia que criaram para nos aprisionar, influenciados pelos sentimentos. E ao alcançarmos tal patamar, será que olharemos para trás com alguma ponta de arrependimento, ou olharemos para frente com entusiasmo?
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quarta-feira, 24 de setembro de 2014
Como alcançamos a relevância?
Em nossa ignorância, somos propensos a defender quem mais se aproveita, em troca de uma esperança que fica cada vez mais no futuro. Ao contrário de arregaçarmos as mangas e partimos para a construção de um mundo melhor, esperamos que um salvador saia do meio de tal cultura. Somos incapazes de notar os benefícios que colhemos ao contribuir para a sociedade, preferindo sugar dela para satisfazer desejos temporários, piorando a vida de todos.
O setor financeiro tem criado mecanismos que, ironicamente, retornam mais lucros quando a economia está em declínio, fazendo com que apostem nesta possibilidade. O próprio povo desconhece aqueles que elege para ser seu representante, colocando raposas para cuidar de um galinheiro cheio de ovos de ouro. Aliás, o conhecimento sobre o sistema eleitoral em si é mínimo, onde vivemos na ilusão de que temos um equipamento de ponta, mas que serve apenas para facilitar a manipulação.
Contribuimos para que os problemas da sociedade se alastrem quando abdicamos de nossos direitos e, principalmente, deveres de cidadãos. Supervisionar o serviço que está sendo pago é o mínimo esperado de qualquer pessoa que tenha algum interesse no que está gastando. E quando a contribuição é obrigatória, o ideal seria tornarmos tal tarefa compulsória em nossas vidas, ou já aceitamos o papel de escravos?
:-)
O setor financeiro tem criado mecanismos que, ironicamente, retornam mais lucros quando a economia está em declínio, fazendo com que apostem nesta possibilidade. O próprio povo desconhece aqueles que elege para ser seu representante, colocando raposas para cuidar de um galinheiro cheio de ovos de ouro. Aliás, o conhecimento sobre o sistema eleitoral em si é mínimo, onde vivemos na ilusão de que temos um equipamento de ponta, mas que serve apenas para facilitar a manipulação.
Contribuimos para que os problemas da sociedade se alastrem quando abdicamos de nossos direitos e, principalmente, deveres de cidadãos. Supervisionar o serviço que está sendo pago é o mínimo esperado de qualquer pessoa que tenha algum interesse no que está gastando. E quando a contribuição é obrigatória, o ideal seria tornarmos tal tarefa compulsória em nossas vidas, ou já aceitamos o papel de escravos?
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terça-feira, 23 de setembro de 2014
Onde vemos utilidade?
Tornamos nossa vida descartável tal qual os produtos que compramos, deixando-a sem sentido ou utilidade, seja para nós ou para terceiros. Nos contentamos com as emoções que publicitários anunciam, fabricadas com o mínimo comum, para atender a um público-alvo amplo. Esquecemos que somos os donos delas e que podemos amplificar ou atenuar as respostas de nosso Ego, se conquistarmos o seu controle.
Incapazes de cuidar de nossos próprios sentimentos, nos ocupamos dos alheios, julgando-os de forma arbitrária e inconsequente. Acreditamos mais em embalagens exteriores do que nos preocupamos em saber sobre o conteúdo do que temos contato. Deixamos de lado propostas sustentáveis que podem nos auxiliar a ter um estilo de vida mais saudável por terem como requisito certas mudanças que precisamos, mas que nem sempre queremos.
Ao contrário de fazer o que é necessário, preferimos nos manter na zona de conforto, expulsando qualquer tipo de novidade, por mais benéfica que seja para a sociedade. Ainda nos deixamos influenciar pela emoções, esquecendo que somos parte de algo maior, escolhendo viver na mediocridade. Mas ao descobrirmos nossa utilidade para o coletivo, desprezaremos também os benefícios que serão colhidos, proporcionalmente?
:-)
Incapazes de cuidar de nossos próprios sentimentos, nos ocupamos dos alheios, julgando-os de forma arbitrária e inconsequente. Acreditamos mais em embalagens exteriores do que nos preocupamos em saber sobre o conteúdo do que temos contato. Deixamos de lado propostas sustentáveis que podem nos auxiliar a ter um estilo de vida mais saudável por terem como requisito certas mudanças que precisamos, mas que nem sempre queremos.
Ao contrário de fazer o que é necessário, preferimos nos manter na zona de conforto, expulsando qualquer tipo de novidade, por mais benéfica que seja para a sociedade. Ainda nos deixamos influenciar pela emoções, esquecendo que somos parte de algo maior, escolhendo viver na mediocridade. Mas ao descobrirmos nossa utilidade para o coletivo, desprezaremos também os benefícios que serão colhidos, proporcionalmente?
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segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Quem tem interesse?
A cultura da futilidade nos faz prestar atenção em desejos, nos sentimentos que temos em relação à estímulos externos, mas esquece de ensinar o controle sobre eles. Ao olharmos para dentro de nós temos a oportunidade de aprender sobre eles, sobre sua geração, dos motivos que os provocam, até como são emanados. Uma vez cientes distos, adquirimos a capacidade de controlá-los, permitindo sua existência ao sabermos das consequências, e reconhecemos tal capacidade, ou falta dela, em outros.
Observamos aqueles que tem a mente aberta para os problemas que enfrentamos, e que estão dispostos a procurar por uma solução adequada. Entendemos como simples mudanças podem alterar radicalmente a maneira como nos relacionamos com os produtos que consumimos, mudando a nossa vida. Compreendemos que certas estruturas da sociedade precisam ser aprimoradas ou, no mínimo, renovadas, para que sejamos capazes de evoluir.
Temos as condições e as ferramentas para fazer escolhas cada vez mais de acordo com o que queremos para nós, mesmo sem saber o que isto significa . Nosso interesse é levado para banalidades que em nada representam o que realmente procuramos, como saúde, paz e harmonia. Mas ao conseguirmos controlar nossa atenção, e guiá-la para onde realmente temos a intenção de perder tempo, quem dirá que patamares poderemos alcançar?
:-)
Observamos aqueles que tem a mente aberta para os problemas que enfrentamos, e que estão dispostos a procurar por uma solução adequada. Entendemos como simples mudanças podem alterar radicalmente a maneira como nos relacionamos com os produtos que consumimos, mudando a nossa vida. Compreendemos que certas estruturas da sociedade precisam ser aprimoradas ou, no mínimo, renovadas, para que sejamos capazes de evoluir.
Temos as condições e as ferramentas para fazer escolhas cada vez mais de acordo com o que queremos para nós, mesmo sem saber o que isto significa . Nosso interesse é levado para banalidades que em nada representam o que realmente procuramos, como saúde, paz e harmonia. Mas ao conseguirmos controlar nossa atenção, e guiá-la para onde realmente temos a intenção de perder tempo, quem dirá que patamares poderemos alcançar?
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sexta-feira, 19 de setembro de 2014
Por quê precisamos de simpatia?
Desde o berço somos alvo de simpatias e agrados, nos ensinando que somos dependentes do meio em que vivemos. Podemos ficar livre de seu controle, ao notarmos como reagimos instintivamente à suas ações, mas ainda precisaremos dele para existir. Criamos complexidades, ao contrário de simplificar, procurando pelas regras mínimas capazes de manter a sociedade coesa e produtiva.
Nos encantamos com as promessas de candidatos, mas esquecemos o que foi falado por eles nos meses que seguem sua eleição. Permitimos que existam dois tipos de justiça, uma para aqueles que podem pagar um advogado, outra para todo o resto. Damos audiência àqueles que tentam nos escravizar, vangloriando seus anunciantes e financiadores, consumindo seus produtos.
Poderíamos descomplicar em muito o mundo se abrissêmos os olhos para como ele realmente funciona, longe da fantasia que nos pregam. Mas para tanto, é necessário primeiro conhecer o que acontece dentro de nós mesmos, como reagimos aos eventos exteriores à nós. Descobrindo valores como respeito e paz, talvez fôssemos capazes de construir uma realidade diferente, onde todos estariam inclusos?
:-)
Nos encantamos com as promessas de candidatos, mas esquecemos o que foi falado por eles nos meses que seguem sua eleição. Permitimos que existam dois tipos de justiça, uma para aqueles que podem pagar um advogado, outra para todo o resto. Damos audiência àqueles que tentam nos escravizar, vangloriando seus anunciantes e financiadores, consumindo seus produtos.
Poderíamos descomplicar em muito o mundo se abrissêmos os olhos para como ele realmente funciona, longe da fantasia que nos pregam. Mas para tanto, é necessário primeiro conhecer o que acontece dentro de nós mesmos, como reagimos aos eventos exteriores à nós. Descobrindo valores como respeito e paz, talvez fôssemos capazes de construir uma realidade diferente, onde todos estariam inclusos?
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quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Como chegamos ao consenso?
Sem entender o que se passa dentro de nós, esperamos julgar e entender o externo, presumindo que todos sejam iguais e focando nas diferenças. Temos muito em comum, mas deixamos de partir deste princípio por ignorância, nos concentrando em competições fúteis, mesmo quando o passado (nossa infância) mostra onde fomos melhores em nossa vida. Daquela época até o presente, nos fechamos para novas idéias, criamos pré-conceitos por boatos que confundimos com fatos, e passamos a priorizar o ter, ao contrário do ser.
Criamos guerras sem fim para manter um estilo de vida insustentável, uma mordomia com a qual nos acostumamos, e estamos dispostos a matar por ela. Me repetindo, vemos representantes do povo abusarem de seus poderes, criando impérios privados com os recursos da nação. Deixamos que o orgulho suba à nossa cabeça, criando atritos sem necessidade, nos separando ainda mais nesta já segregada sociedade.
Esquecemos certas consequências de nossos atos, o preço pago para que a estrutura que sustenta nosso comportamento se mantenha. Desprezamos que, enquanto existir uma pessoa passando fome, existirá um foco de desigualdade repercutindo em níveis que ainda ignoramos. E sem a fraternidade para manter o povo em união, o que podemos esperar dos outros direitos, sendo cada um por si?
:-)
Criamos guerras sem fim para manter um estilo de vida insustentável, uma mordomia com a qual nos acostumamos, e estamos dispostos a matar por ela. Me repetindo, vemos representantes do povo abusarem de seus poderes, criando impérios privados com os recursos da nação. Deixamos que o orgulho suba à nossa cabeça, criando atritos sem necessidade, nos separando ainda mais nesta já segregada sociedade.
Esquecemos certas consequências de nossos atos, o preço pago para que a estrutura que sustenta nosso comportamento se mantenha. Desprezamos que, enquanto existir uma pessoa passando fome, existirá um foco de desigualdade repercutindo em níveis que ainda ignoramos. E sem a fraternidade para manter o povo em união, o que podemos esperar dos outros direitos, sendo cada um por si?
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quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Quando conseguimos harmonia?
O verdadeiro anarquista sabe que é capaz de encontrar a verdadeira fraternidade dentro de si, pois nota que ela é a teia que segura a sociedade coesa. Sem ela, a liberdade e a igualdade priorizadas por outros se tornam armadilhas de poder, onde vícios como inveja e ganância ganham espaço. É onde a competição se sobrepõe à cooperação, fazendo com que culturas diferentes se matem, ao contrário de se entenderem, e se ajudarem.
Vivemos em uma sociedade que confunde sexualidade com amor, e que tenta padronizar o segundo, enquanto enaltece o primeiro. Esta mesma nação aplaude e elege candidatos que, nas propagandas, são os maiores amigos do povo, mas quando eleitos, o tratam como um outro país. Tratamos doentes da mesma maneira que cuidamos de ladrões, e na ilusão de que estamos auxiliando, os transformamos em assassinos.
Descuidamos de nosso próprio pensamento, julgando prematuramente e com base em publicidades daqueles que querem manter a situação na mesma. Compreender que os sentimentos são uma fonte de governo que temos que abdicar, é o primeiro passo para a verdadeira fraternidade. Ao ficarmos abertos para as distinções entre as pessoas, esperamos ficar sem a liberdade e a igualdade que tanto procuramos?
:-)
Vivemos em uma sociedade que confunde sexualidade com amor, e que tenta padronizar o segundo, enquanto enaltece o primeiro. Esta mesma nação aplaude e elege candidatos que, nas propagandas, são os maiores amigos do povo, mas quando eleitos, o tratam como um outro país. Tratamos doentes da mesma maneira que cuidamos de ladrões, e na ilusão de que estamos auxiliando, os transformamos em assassinos.
Descuidamos de nosso próprio pensamento, julgando prematuramente e com base em publicidades daqueles que querem manter a situação na mesma. Compreender que os sentimentos são uma fonte de governo que temos que abdicar, é o primeiro passo para a verdadeira fraternidade. Ao ficarmos abertos para as distinções entre as pessoas, esperamos ficar sem a liberdade e a igualdade que tanto procuramos?
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terça-feira, 16 de setembro de 2014
Quem tem amizade?
Pintam o anarquismo como o caos total, pois se é contra governos, subentendeu-se que deve ser contra qualquer tipo de regras. Mas uma vida sem leis é chamada de anomismo: um diferença sutil que modifica toda a maneira de pensar, ao tratarmos da sociedade. No momento em que encontrarmos a fraternidade, a necessidade de autoridades desaparece, pois compreendemos o que deve ser feito.
É possível nos organizarmos em torno de um objetivo comum, seja ele o protesto por melhores condições de vida, ou a celebração da cultura. Ao disseminarmos informações relevantes sobre o curso que a nação toma, criamos uma consciência própria, capaz de um pensamento crítico. Somos capazes de descobrir um antigo significado das palavras, que muda toda a perspectiva que temos sobre a vida, e o que nos foi ensinado.
A distorção de valores que nos é empurrada nos dá a entender que precisamos de guias a cada passo que damos em nossa existência. Somos levados a esquecer que temos estes mentores dentro de nós mesmos, e que podemos acessá-los facilmente, se assim o quisermos. Mas com as agitações, aventuras e responsabilidades propostas por atores de picadeiros, quem ainda se interessa por tais técnicas antigas e ultrapassadas?
:-)
É possível nos organizarmos em torno de um objetivo comum, seja ele o protesto por melhores condições de vida, ou a celebração da cultura. Ao disseminarmos informações relevantes sobre o curso que a nação toma, criamos uma consciência própria, capaz de um pensamento crítico. Somos capazes de descobrir um antigo significado das palavras, que muda toda a perspectiva que temos sobre a vida, e o que nos foi ensinado.
A distorção de valores que nos é empurrada nos dá a entender que precisamos de guias a cada passo que damos em nossa existência. Somos levados a esquecer que temos estes mentores dentro de nós mesmos, e que podemos acessá-los facilmente, se assim o quisermos. Mas com as agitações, aventuras e responsabilidades propostas por atores de picadeiros, quem ainda se interessa por tais técnicas antigas e ultrapassadas?
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segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Onde vemos fraternidade?
Notamos que o capitalismo prioriza a liberdade, enquanto o comunismo faz o mesmo com a igualdade, ambos sem negar os demais direitos. Mas existe ainda outro aspecto que esquecemos, e que sem ele, os demais ficam incompletos, pois ficam sem direção. O que une a sociedade, e que desprezamos quando colocamos uma economia de acúmulo acima de qualquer coisa, é a fraternidade.
Remédios que deveriam ser distribuídos para os necessitados tem seu preço aumentado drasticamente, para gerar mais lucro. Deixamos informações básicas sobre o que comemos de lado, criando a ilusão de que nos nutrimos, enquanto apenas nos empanturrarmos. Distorcemos a política para parecer uma carreira de circo, onde nós somos os palhaços, presos em fantasias cada vez mais misteriosas.
Deixamos os atos mais simples da vida de lado, em busca de grandiosidades criadas na decepção, para nos aprisionar em hábitos nocivos. Abandonamos idéias que eram construtivas por terem sido mostradas de forma deturpada, sem fazer uma análise mais profunda sobre o assunto. E quando nos entregamos sem um estudo, o que podemos esperar que sejam as consequências, além de pesadas para nós mesmos?
:-)
Remédios que deveriam ser distribuídos para os necessitados tem seu preço aumentado drasticamente, para gerar mais lucro. Deixamos informações básicas sobre o que comemos de lado, criando a ilusão de que nos nutrimos, enquanto apenas nos empanturrarmos. Distorcemos a política para parecer uma carreira de circo, onde nós somos os palhaços, presos em fantasias cada vez mais misteriosas.
Deixamos os atos mais simples da vida de lado, em busca de grandiosidades criadas na decepção, para nos aprisionar em hábitos nocivos. Abandonamos idéias que eram construtivas por terem sido mostradas de forma deturpada, sem fazer uma análise mais profunda sobre o assunto. E quando nos entregamos sem um estudo, o que podemos esperar que sejam as consequências, além de pesadas para nós mesmos?
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sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Quem procura a uniformidade?
Dar prioridade para a liberdade as custas da igualdade facilita a existência de aproveitadores, que criam ilusões para viciar os menos prevenidos. A busca de um equilíbrio entre as pessoas tem como objetivo primário acabar com as fantasias improdutivas, dando um choque de realidade. Mas ao ignorarmos a equidade, passamos a considerar todos absolutamente iguais, o que se torna um problema tão grande quanto os parasitas.
Começamos a tratar empresas como cidadãos, e agora consideramos bancos como nações completas, pagando o equivalente ao que é gasto no próprio país. Esquecemos que alguns problemas já estão enraizados em nossa cultura, apesar de apontarmos os dedos para todos os lados, esquecemos de olhar para dentro de cada um. Abdicamos de ter a mesma lei para todos, ao permitirmos que representantes fiquem sem fiscalização, e ajam contra o povo.
Temos todos uma uniformidade de objetivos, pois precisamos satisfazer nossas necessidades básicas, mesmo contra as adversidades impostas. Ao criarmos as condições de que cada um possa, dentro de suas capacidades e respeitando os limites dos outros, encontrar sua maneira de alcançar seu sonho, teremos uma harmonia no planeta. E este é o sonho que toda a espécie compartilha, ou trabalhamos tanto para procurar incomodações durante toda a existência?
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Começamos a tratar empresas como cidadãos, e agora consideramos bancos como nações completas, pagando o equivalente ao que é gasto no próprio país. Esquecemos que alguns problemas já estão enraizados em nossa cultura, apesar de apontarmos os dedos para todos os lados, esquecemos de olhar para dentro de cada um. Abdicamos de ter a mesma lei para todos, ao permitirmos que representantes fiquem sem fiscalização, e ajam contra o povo.
Temos todos uma uniformidade de objetivos, pois precisamos satisfazer nossas necessidades básicas, mesmo contra as adversidades impostas. Ao criarmos as condições de que cada um possa, dentro de suas capacidades e respeitando os limites dos outros, encontrar sua maneira de alcançar seu sonho, teremos uma harmonia no planeta. E este é o sonho que toda a espécie compartilha, ou trabalhamos tanto para procurar incomodações durante toda a existência?
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quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Por quê encontrar o equilíbrio?
Uma sociedade desigual é aberta a diversos problemas, que vão além das greves por melhores salários e condições de trabalho. Parte da violência, roubos e assaltos são oriundas desta diferença entre as classes, mas as consequências são ainda mais profundas. Até mesmo a saúde das pessoas é influenciada, tanto física quanto psicologicamente, causando prejuízos piores que os econômicos.
Vemos o quanto a corrupção, que está espalhada na cultura do brasileiro com o famoso jeitinho, gera de estrago para o país. A própria burocracia cria as condições para incentivar as propinas, na esperança de que o tempo perdido seja o menor possível. Financiadores de campanha pressionam para ver seu investimento dar retorno, transformando os que deveriam representar em ditadores.
O Brasil tem proprietários que se escondem nos bastidores, mas que estão sendo trazidos para a luz do palco pela própria platéia. Ao conhecermos estes mestres das marionetes, sabemos também qual o seu objetivo na condução do país, e de nossas vidas. Ao termos este tipo de conhecimento, manteremos as mesmas rotinas ensinadas por eles, ou iremos trocar por outras que mais nos satisfazem?
:-)
Vemos o quanto a corrupção, que está espalhada na cultura do brasileiro com o famoso jeitinho, gera de estrago para o país. A própria burocracia cria as condições para incentivar as propinas, na esperança de que o tempo perdido seja o menor possível. Financiadores de campanha pressionam para ver seu investimento dar retorno, transformando os que deveriam representar em ditadores.
O Brasil tem proprietários que se escondem nos bastidores, mas que estão sendo trazidos para a luz do palco pela própria platéia. Ao conhecermos estes mestres das marionetes, sabemos também qual o seu objetivo na condução do país, e de nossas vidas. Ao termos este tipo de conhecimento, manteremos as mesmas rotinas ensinadas por eles, ou iremos trocar por outras que mais nos satisfazem?
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quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Como conseguir equidade?
Falamos muito de igualdade, mas confundimos, em alguns casos, seu conceito com o de equidade, onde um aponta para a causa, e o outro para a consequência. A igualdade tenta dar as mesmas oportunidades para todos, esperando que assim, qualquer um alcance o objetivo escolhido. Já na equidade, reconhecemos as diferenças entre as pessoas, modificando as possibilidades para melhor auxiliar a cada um.
No caso das eleições, temos usado o mínimo denominador comum, trazendo os debates para um nível cada vez mais patético. Falamos dos mesmos direitos, mas separamos as classes sociais como se fossem espécies separadas, com leis específicas para cada um. Financiadores de campanhas também tem seus privilégios, que vão além de ajuda financeira, mesmo colocando em risco a vida de comunidades inteiras.
Com uma educação negligente, onde o que importa são números, ficamos vulneráveis ao adestramento, gostando das raras carícias que ganhamos. Nos satisfazemos em ficar na futilidade e ignorância, incapacitados de ver um futro melhor, onde nos tornamos membros úteis da sociedade. Sem saber para onde estamos indo, como nos admiramos de vermos sendo criadas as condições que levam a lugar nenhum?
:-)
No caso das eleições, temos usado o mínimo denominador comum, trazendo os debates para um nível cada vez mais patético. Falamos dos mesmos direitos, mas separamos as classes sociais como se fossem espécies separadas, com leis específicas para cada um. Financiadores de campanhas também tem seus privilégios, que vão além de ajuda financeira, mesmo colocando em risco a vida de comunidades inteiras.
Com uma educação negligente, onde o que importa são números, ficamos vulneráveis ao adestramento, gostando das raras carícias que ganhamos. Nos satisfazemos em ficar na futilidade e ignorância, incapacitados de ver um futro melhor, onde nos tornamos membros úteis da sociedade. Sem saber para onde estamos indo, como nos admiramos de vermos sendo criadas as condições que levam a lugar nenhum?
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terça-feira, 9 de setembro de 2014
Onde está a paridade?
Apesar do capitalismo promover a liberdade mais do que a igualdade, ele permite o desenvolvimento da segunda, se quisermos. Ele conta que cada um tenha a autonomia de tomar suas próprias decisões, aprendendo, lutando e trabalhando para melhorar de vida. Mas ele também concede espaço para que os aproveitadores façam o mesmo, dominando a população que fica sem acesso à uma educação de qualidade.
Criar irregularidades fica mais fácil quando o povo está inapto a fiscalizar, mais interessado com futilidades, oriundas da ignorância. Enganar através da propaganda já virou emprego com carreira, iludindo os clientes que ainda vivem de fantasias. Na procura do mais barato, nos tornamos alvos de produtos nocivos, cujos testes são inexistentes, ou até mesmo escondidos do público.
Sem ensino, tentam retirar do povo até mesmo o direito ao trabalho, criando massas de excluídos usadas para justificar todo o investimento em “segurança”. Vemos, na sociedade, diversos tipos de leis sendo empregadas, dependendo do poder aquisitivo do cidadão, e de suas amizades. Que tipo de cultura esperamos ver nas comunidades, se somos incapazes de tratar a todos da mesma maneira, ignorando diferenças como a financeira?
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Criar irregularidades fica mais fácil quando o povo está inapto a fiscalizar, mais interessado com futilidades, oriundas da ignorância. Enganar através da propaganda já virou emprego com carreira, iludindo os clientes que ainda vivem de fantasias. Na procura do mais barato, nos tornamos alvos de produtos nocivos, cujos testes são inexistentes, ou até mesmo escondidos do público.
Sem ensino, tentam retirar do povo até mesmo o direito ao trabalho, criando massas de excluídos usadas para justificar todo o investimento em “segurança”. Vemos, na sociedade, diversos tipos de leis sendo empregadas, dependendo do poder aquisitivo do cidadão, e de suas amizades. Que tipo de cultura esperamos ver nas comunidades, se somos incapazes de tratar a todos da mesma maneira, ignorando diferenças como a financeira?
:-)
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
O que é igualdade?
Alguns partidos políticos tem o ponto de vista de que a liberdade deve vir em primeiro lugar, pois sem ela, nada mais é alcançado. Existem outros, entretanto, que colocam a igualdade como prioridade, considerando que ela é a responsável pela obtenção dos demais direitos. Sem ela, afirmam, ficamos presos à sentimentos de inveja e competição, esquecendo da cooperação e da satisfação.
Com um maior controle sobre os ganhos da sociedade, podemos mudar a cultura do consumo e do excesso para uma de domínio próprio e auto-conhecimento. Conseguimos dar oportunidades para aqueles que ficam apenas nos sonhos, existindo outro objetivo além do lucro. É possível até mesmo reduzir o desperdício, realizando uma melhor distribuição dos recursos, que se tornam mais escassos a cada dia.
Com mais igualdade, dificilmente veríamos estatísticas como as da eleição atual, onde está sendo gasto em campanhas quase o dobro do que se gasta com saúde. Candidatos seriam obrigados a terem o mesmo montante para se promoverem, diminuindo as ilusões criadas por financiamentos desproporcionais. Se tivessem que estar todos nas mesmas condições, será que ainda beneficiariam tanto algumas empresas particulares?
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Com um maior controle sobre os ganhos da sociedade, podemos mudar a cultura do consumo e do excesso para uma de domínio próprio e auto-conhecimento. Conseguimos dar oportunidades para aqueles que ficam apenas nos sonhos, existindo outro objetivo além do lucro. É possível até mesmo reduzir o desperdício, realizando uma melhor distribuição dos recursos, que se tornam mais escassos a cada dia.
Com mais igualdade, dificilmente veríamos estatísticas como as da eleição atual, onde está sendo gasto em campanhas quase o dobro do que se gasta com saúde. Candidatos seriam obrigados a terem o mesmo montante para se promoverem, diminuindo as ilusões criadas por financiamentos desproporcionais. Se tivessem que estar todos nas mesmas condições, será que ainda beneficiariam tanto algumas empresas particulares?
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sexta-feira, 5 de setembro de 2014
Por quê nos desprendermos?
Ao vermos candidatos falando sobre a liberdade ameaçada, talvez seja hora de desprezarmos suas tentativas de venda de caráter. É hora de aprendermos a ser livres, e procurarmos o que está no papel, qual é seu plano de governo, e sua possibilidade de realização. Ficar apenas na conversa, ainda mais quando são sem um sentido definido, acaba sendo um tiro no pé de cada eleitor que deixa de fazer uma pesquisa profunda.
As opções apresentadas são cada vez mais deprimentes, com atos que surpreendem pela cara de pau, mostrando a quem obedecem. Os doadores de campanha mostram que é preciso pesquisar em quem se vota, para que o eleitor seja o representado, ao contrário do financiador. Saber sobre as empresas que brindam candidatos e partidos com seus montantes, também ajuda a conhecer um pouco mais sobre o plano de governo dos futuros “representantes”.
Sem conhecimento sobre os bastidores, ficamos presos ao que nos apresentam nas propagandas eleitorais, que nada mais são do que comerciais para um produto. É preciso nos desprendermos das ilusões, conhecermos a realidade para entender como ela funciona, e sermos capazes de modificá-la. E quando tivermos este conhecimento, quem conseguirá nos impedir, ainda mais com fantasias, de construir o mundo que queremos?
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As opções apresentadas são cada vez mais deprimentes, com atos que surpreendem pela cara de pau, mostrando a quem obedecem. Os doadores de campanha mostram que é preciso pesquisar em quem se vota, para que o eleitor seja o representado, ao contrário do financiador. Saber sobre as empresas que brindam candidatos e partidos com seus montantes, também ajuda a conhecer um pouco mais sobre o plano de governo dos futuros “representantes”.
Sem conhecimento sobre os bastidores, ficamos presos ao que nos apresentam nas propagandas eleitorais, que nada mais são do que comerciais para um produto. É preciso nos desprendermos das ilusões, conhecermos a realidade para entender como ela funciona, e sermos capazes de modificá-la. E quando tivermos este conhecimento, quem conseguirá nos impedir, ainda mais com fantasias, de construir o mundo que queremos?
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quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Onde vemos iniciativa?
Somos capazes de encontrar iniciativa em todos os atos altruístas, que pensam no bem coletivo antes do nosso próprio. Ainda desprezamos o fato de que se todos tiverem uma qualidade de vida boa, também nós teremos o mesmo destino. Nos prendemos em peculiaridades, ilusões materiais criadas para desprezarmos que os problemas que temos são internos, de caráter.
Nos separamos de diversas maneiras, procuramos o individualismo como se pudêssemos viver sozinhos, desconsiderando parte de quem somos. Abrimos mão de nossos princípios facilmente, nos acomodando sem notar que estamos nos tornando prisioneiros de nossa própria inércia. Deixamos que responsabilidades subam à nossa cabeça, fazendo com que mantedores da ordem se tornem cidadãos a serem temidos.
Encontramos os meios de melhorar a qualidade de vida de outros, mesmo que sejam contra as leis vigente, se quisermos. Tentam tirar nosso pensamento crítico, nos separar para que sejamos mais facilmente conquistados, para virarmos escravos de modas cada vez mais passageiras. Mas ao nos unirmos, descobrindo o poder que temos juntos, de construir e modificar nações inteiras, quem conseguirá nos impedir, se nos ajudarmos?
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Nos separamos de diversas maneiras, procuramos o individualismo como se pudêssemos viver sozinhos, desconsiderando parte de quem somos. Abrimos mão de nossos princípios facilmente, nos acomodando sem notar que estamos nos tornando prisioneiros de nossa própria inércia. Deixamos que responsabilidades subam à nossa cabeça, fazendo com que mantedores da ordem se tornem cidadãos a serem temidos.
Encontramos os meios de melhorar a qualidade de vida de outros, mesmo que sejam contra as leis vigente, se quisermos. Tentam tirar nosso pensamento crítico, nos separar para que sejamos mais facilmente conquistados, para virarmos escravos de modas cada vez mais passageiras. Mas ao nos unirmos, descobrindo o poder que temos juntos, de construir e modificar nações inteiras, quem conseguirá nos impedir, se nos ajudarmos?
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quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Como encontrar a independência?
Podemos alcançar níveis de liberdade que vão além do que nos mostram, onde somos os completos senhores de nossas ações. Basta, para isto, prestar atenção no tipo de mensagem que estamos enviando, como ela está sendo transmitida e para quem. Afinal, se nossa intenção já começa de maneira egoísta, dificilmente iremos encontrar alguma resposta altruísta como resultado.
Mantendo uma economia de acúmulo, corremos o risco de termos todos aspectos da sociedade, como a segurança, focados em tal objetivo. Ficamos sem nos admirar, entretanto, quando vemos quem são os criadores de programas de campanha, que serão implementados pelos representates do povo. Tratamos os mais necessitados como bandidos, segregando-os de nosso convívio e usando de preconceitos, e esperamos que tenham alguma reação positiva de volta.
Mas conseguimos encontrar aqueles que conseguem, em meio a toda insanidade egoísta a seu redor, passar mensagens altruístas. Controlam seus atos, assim como seus destinos, coordenando suas vidas para atigirem os mais altos patamares, além do que conhecemos agora. E enquanto observamos tais cidadãos sumirem na distância, ficaremos parados, esperando, como crianças mimadas, que venham nos levar junto?
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Mantendo uma economia de acúmulo, corremos o risco de termos todos aspectos da sociedade, como a segurança, focados em tal objetivo. Ficamos sem nos admirar, entretanto, quando vemos quem são os criadores de programas de campanha, que serão implementados pelos representates do povo. Tratamos os mais necessitados como bandidos, segregando-os de nosso convívio e usando de preconceitos, e esperamos que tenham alguma reação positiva de volta.
Mas conseguimos encontrar aqueles que conseguem, em meio a toda insanidade egoísta a seu redor, passar mensagens altruístas. Controlam seus atos, assim como seus destinos, coordenando suas vidas para atigirem os mais altos patamares, além do que conhecemos agora. E enquanto observamos tais cidadãos sumirem na distância, ficaremos parados, esperando, como crianças mimadas, que venham nos levar junto?
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terça-feira, 2 de setembro de 2014
O que é liberdade?
Nos é vendida a imagem de que a liberdade é fazermos tudo o que desejarmos, esquecendo de mostrar quais serão as consequências. Vivemos em um Universo físico, regido por leis naturais das quais todos estamos submetidos, onde uma delas é a da ação e reação. Todo ato gera uma resposta, e se nos entregarmos à instintos e excessos, seremos alvo de um resultado da mesma grandeza.
Ao nos conscientizarmos das facilidades da natureza, podemos usufruir de alimentos mais saudáveis, e mais baratos. Por fazermos questões primordiais, candidatos a representantes mostram onde se encontram suas prioridades, e quem financia suas campanhas. Somos capazes de defender o que acreditamos sem a necessidade de apelações, atacando corporações aonde mais sentem: no bolso.
Agindo com consciência somos capazes de transformar o mundo, mesmo que seja uma pessoa por vez, como a ciência está provando. Podemos gerar todo o tipo de comportamento que quisermos ver, tudo depende da atitude que tivermos em relação à realidade. Enquanto mantivermos a cabeça fechada para o retorno, como nos admirarmos por encontrarmos tamanha resistência às nossas idéias?
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Ao nos conscientizarmos das facilidades da natureza, podemos usufruir de alimentos mais saudáveis, e mais baratos. Por fazermos questões primordiais, candidatos a representantes mostram onde se encontram suas prioridades, e quem financia suas campanhas. Somos capazes de defender o que acreditamos sem a necessidade de apelações, atacando corporações aonde mais sentem: no bolso.
Agindo com consciência somos capazes de transformar o mundo, mesmo que seja uma pessoa por vez, como a ciência está provando. Podemos gerar todo o tipo de comportamento que quisermos ver, tudo depende da atitude que tivermos em relação à realidade. Enquanto mantivermos a cabeça fechada para o retorno, como nos admirarmos por encontrarmos tamanha resistência às nossas idéias?
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segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Quem é livre?
Outro jargão muito usado em época de eleições é o da preservação da liberdade, principalmente contra os que a oprimem. Novamente, uma expressão ampla, sem sentido definido, que serve para alimentar a esperança em algo tão subjetivo que nos foge até a noção. Pregam o tipo de independência onde os desejos são sempre saciados, claro, através de um consumismo desenfreado, desprezando as responsabilidades.
Passamos a ver a política como um produto a ser comercializado, ficando cada vez mais distante o debate sobre questões primordiais. Somos instruidos a consumir cada vez mais o “governo”, nos tornando dependentes em níveis básicos, incapazes de nos organizarmos sozinhos. Escondendo seus patrocinadores, fazem questão de deixar alguns assuntos fora de conversas, criando ilusões sobre o que realmente pretendem.
Enquanto alguns deixam os representantes à vontade, outros mostram que existe fiscalização por parte do povo. Ilustram que, apesar de serem poucos, são capazes de se organizar para mudar os rumos do país, e quem sabe, da espécie toda. Sem responsabilidade, que tipo de liberdade esperamos que apareça em uma cultura de futilidade e ignorância, onde o egoísmo supera o altruísmo?
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Passamos a ver a política como um produto a ser comercializado, ficando cada vez mais distante o debate sobre questões primordiais. Somos instruidos a consumir cada vez mais o “governo”, nos tornando dependentes em níveis básicos, incapazes de nos organizarmos sozinhos. Escondendo seus patrocinadores, fazem questão de deixar alguns assuntos fora de conversas, criando ilusões sobre o que realmente pretendem.
Enquanto alguns deixam os representantes à vontade, outros mostram que existe fiscalização por parte do povo. Ilustram que, apesar de serem poucos, são capazes de se organizar para mudar os rumos do país, e quem sabe, da espécie toda. Sem responsabilidade, que tipo de liberdade esperamos que apareça em uma cultura de futilidade e ignorância, onde o egoísmo supera o altruísmo?
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