Desde o berço somos alvo de simpatias e agrados, nos ensinando que somos dependentes do meio em que vivemos. Podemos ficar livre de seu controle, ao notarmos como reagimos instintivamente à suas ações, mas ainda precisaremos dele para existir. Criamos complexidades, ao contrário de simplificar, procurando pelas regras mínimas capazes de manter a sociedade coesa e produtiva.
Nos encantamos com as promessas de candidatos, mas esquecemos o que foi falado por eles nos meses que seguem sua eleição. Permitimos que existam dois tipos de justiça, uma para aqueles que podem pagar um advogado, outra para todo o resto. Damos audiência àqueles que tentam nos escravizar, vangloriando seus anunciantes e financiadores, consumindo seus produtos.
Poderíamos descomplicar em muito o mundo se abrissêmos os olhos para como ele realmente funciona, longe da fantasia que nos pregam. Mas para tanto, é necessário primeiro conhecer o que acontece dentro de nós mesmos, como reagimos aos eventos exteriores à nós. Descobrindo valores como respeito e paz, talvez fôssemos capazes de construir uma realidade diferente, onde todos estariam inclusos?
:-)
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
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