Tornamos nossa vida descartável tal qual os produtos que compramos, deixando-a sem sentido ou utilidade, seja para nós ou para terceiros. Nos contentamos com as emoções que publicitários anunciam, fabricadas com o mínimo comum, para atender a um público-alvo amplo. Esquecemos que somos os donos delas e que podemos amplificar ou atenuar as respostas de nosso Ego, se conquistarmos o seu controle.
Incapazes de cuidar de nossos próprios sentimentos, nos ocupamos dos alheios, julgando-os de forma arbitrária e inconsequente. Acreditamos mais em embalagens exteriores do que nos preocupamos em saber sobre o conteúdo do que temos contato. Deixamos de lado propostas sustentáveis que podem nos auxiliar a ter um estilo de vida mais saudável por terem como requisito certas mudanças que precisamos, mas que nem sempre queremos.
Ao contrário de fazer o que é necessário, preferimos nos manter na zona de conforto, expulsando qualquer tipo de novidade, por mais benéfica que seja para a sociedade. Ainda nos deixamos influenciar pela emoções, esquecendo que somos parte de algo maior, escolhendo viver na mediocridade. Mas ao descobrirmos nossa utilidade para o coletivo, desprezaremos também os benefícios que serão colhidos, proporcionalmente?
:-)
terça-feira, 23 de setembro de 2014
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