Sem entender o que se passa dentro de nós, esperamos julgar e entender o externo, presumindo que todos sejam iguais e focando nas diferenças. Temos muito em comum, mas deixamos de partir deste princípio por ignorância, nos concentrando em competições fúteis, mesmo quando o passado (nossa infância) mostra onde fomos melhores em nossa vida. Daquela época até o presente, nos fechamos para novas idéias, criamos pré-conceitos por boatos que confundimos com fatos, e passamos a priorizar o ter, ao contrário do ser.
Criamos guerras sem fim para manter um estilo de vida insustentável, uma mordomia com a qual nos acostumamos, e estamos dispostos a matar por ela. Me repetindo, vemos representantes do povo abusarem de seus poderes, criando impérios privados com os recursos da nação. Deixamos que o orgulho suba à nossa cabeça, criando atritos sem necessidade, nos separando ainda mais nesta já segregada sociedade.
Esquecemos certas consequências de nossos atos, o preço pago para que a estrutura que sustenta nosso comportamento se mantenha. Desprezamos que, enquanto existir uma pessoa passando fome, existirá um foco de desigualdade repercutindo em níveis que ainda ignoramos. E sem a fraternidade para manter o povo em união, o que podemos esperar dos outros direitos, sendo cada um por si?
:-)
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
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