A cultura da futilidade nos faz prestar atenção em desejos, nos sentimentos que temos em relação à estímulos externos, mas esquece de ensinar o controle sobre eles. Ao olharmos para dentro de nós temos a oportunidade de aprender sobre eles, sobre sua geração, dos motivos que os provocam, até como são emanados. Uma vez cientes distos, adquirimos a capacidade de controlá-los, permitindo sua existência ao sabermos das consequências, e reconhecemos tal capacidade, ou falta dela, em outros.
Observamos aqueles que tem a mente aberta para os problemas que enfrentamos, e que estão dispostos a procurar por uma solução adequada. Entendemos como simples mudanças podem alterar radicalmente a maneira como nos relacionamos com os produtos que consumimos, mudando a nossa vida. Compreendemos que certas estruturas da sociedade precisam ser aprimoradas ou, no mínimo, renovadas, para que sejamos capazes de evoluir.
Temos as condições e as ferramentas para fazer escolhas cada vez mais de acordo com o que queremos para nós, mesmo sem saber o que isto significa . Nosso interesse é levado para banalidades que em nada representam o que realmente procuramos, como saúde, paz e harmonia. Mas ao conseguirmos controlar nossa atenção, e guiá-la para onde realmente temos a intenção de perder tempo, quem dirá que patamares poderemos alcançar?
:-)
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
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