Se mesmo com todos os cuidados e prevenções algum acidente ainda acontecer, a pessoa precisa saber quais são as prioridades no prestamento de socorro. Sem saber o que ver primeiro, o dano inicial, que pode ser mínimo, tende a se tornar um problema vital. Um conhecimento mínimo sobre a anatomia humana se faz necessário, para saber quais são os maiores riscos que ameaçam o corpo.Em momentos de emergência, é possível esquecer o básico ao tentar se prestar socorro, ainda mais se um ente querido está envolvido. Em locais remotos, o pânico tende a tomar conta, e existe a possibilidade de não prestarmos tanta atenção no que estamos fazendo, nos fazendo assumir fatos mais do que lembrar. No curso, fomos constantemente lembrados de que "breath comes over bleed, that comes over bones", o que quer dizer para observarmos a respiração antes de ver sangramentos, e cuidar destes antes de fraturas.
A lógica por trás é de que sem respiração, o resto do corpo da pessoa tende a não funcionar. Além disto, é por ela que temos os primeiros sintomas de que algo está errado. Assim que estiver controlada, ou funcionando, podemos prosseguir para sangramentos, que são o segundo tópico de prioridade. Uma vez que os ferimentos estiverem estancados e a perda de sangue foi contida ou minimizada, é que se trata de fraturas.
Quando se está em algum lugar remoto, sem acesso à um atendimento médico definitivo e especializado, saber como avaliar a situação e saber as prioridades básicas é essencial. Além dos cuidados básicos com o corpo da vítima, é preciso ter certos cuidados também com o psicológico, ainda mais se está em grupo. Planos precisam ser feitos para a rápida remoção da causalidade, mas sem desconsiderar os outros fatores.
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