Depois de uma noite molhada e fria, onde o saco de dormir virou uma piscina, os buracos na barraca ficaram mais evidentes. Antes mesmo de acendermos a fogueira para tomar café, já estávamos atrás de mais material. O ânimo era outro, agora que aprendemos na pele sobre alguns conceitos novos de sobrevivência. Depois de passada mais teoria, nossa missão era de construir um abrigo menor, para apenas uma pessoa.
Agora que tínhamos um conhecimento melhor sobre o assunto, tivemos a oportunidade de fazer um trabalho melhor de maneira mais rápida e eficiente. Rapidamente montamos a estrutura e passamos mais tempo recheando o telhado de folhas e galhos, para diminuirmos consideravelmente as chances de chover dentro. A idéia desta barraca isolada era para cada um do grupo passar uma noite nela, com menos recursos do que tínhamos disponível. Foi uma ótima oportunidade para se integrar melhor com a natureza.
Os limites físicos do corpo foram bem testados no segundo dia, onde o acumulo de tarefas mostrou seu peso. Para nós, simples leigos, a falta de chuva da noite veio bem a calhar, pois nosso conceito de confortável se restringiu a conseguirmos dormir secos. Até mesmo nossa definição de simplicidade mudou, ao notarmos o mínimo que precisamos para sobreviver. Coisas como o companheirismo e a amizade, pois não conseguimos sobreviver muito tempo sozinhos.
:-)
Os limites físicos do corpo foram bem testados no segundo dia, onde o acumulo de tarefas mostrou seu peso. Para nós, simples leigos, a falta de chuva da noite veio bem a calhar, pois nosso conceito de confortável se restringiu a conseguirmos dormir secos. Até mesmo nossa definição de simplicidade mudou, ao notarmos o mínimo que precisamos para sobreviver. Coisas como o companheirismo e a amizade, pois não conseguimos sobreviver muito tempo sozinhos.
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