Por mais incrível que pareça, o sentimento que une nossa espécie - e segundo alguns cientistas, o universo - ainda é um dos mais incompreendidos e de díficil caracterização. Se as doses não forem na medida, ele muda de nome, apesar de existirem aqueles que não notam este fato. Saber exatamente o que é o amor não é privilégio daqueles que encontraram sua cara-metade, sejam correspondidos ou não.Curiosamente, confundimos muito facilmente sua definição ao encontrarmos qualquer casal por aí. Como visto semana passada, passamos nossos dias em um estado de transe, raramente acordando para tomar o controle. Quando nossos instintos de acasalamento despertam, será que podemos chamar de amor o produto final? Onde fica a separação entre nosso lado animal, e o sentimento mais nobre de todos?
A confusão apenas aumenta quando procuramos respostas por aí, pois a banalização da palavra tem criado novas definições, algumas que nada tem a ver com o sentimento. Em ordem de mudarmos nossa realidade, é preciso entendermos os mecanismos que a mantém. E mesmo que a fria lógica tente ignorar, é preciso aprendermos o que realmente é o amor, e o utilizarmos de maneira que beneficie a todos.
:-)
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