
Quem gosta de ficção científica tem um prato cheio quando pesquisa sobre nosso relacionamento com máquinas. A cada dia, novos utensílios são criados e, enquanto alguns se maravilham com ele, outros tem seus temores aumentados. Nada mais natural, se pegarmos filmes como Exterminador do Futuro ou Matrix. E como nossa tecnologia está cada vez mais perto do momento de ter uma consciência própria, esse medo não é tão infundado quanto parece.
Dizem que o que mais assusta as pessoas é aquilo que não conhecem, e este caso também se mostra fundamentado na ignorância. Apesar de sermos os criadores dessas ferramentas, é apenas uma pequena parcela da população que tem acesso ao conhecimento dos bastidores. O resto, a esmagadora maioria, não possui o conhecimento técnico necessário para entender o que se passa nos fluxogramas da Inteligência Artificial.
Como se isto não bastasse, ainda existe um certo receio por parte da própria comunidade científica. Mas o medo deles tem outras fontes. Uma delas é sobre as conclusões que irão aparecer quando este novo medidor analisar como nos comportamos em relação à nós mesmos e ao resto do mundo. Outra é sobre o que será feito sobre isto. E uma terceira que pode ser citada é sobre o que acontecerá com o ser humano quando ele próprio entender o que tem feito até agora.
:-)
Nenhum comentário:
Postar um comentário