terça-feira, 31 de agosto de 2010

Agropecuária

Como a agricultura é baseada em plantas, ela logo teve seu aprimoramento com a inclusão de animais. Assim, em locais que integram o cultivo de vegetais com o cuidado de bichos para o consumo, a agropecuária é o sistema utilizado para administrar. Por também ser uma técnica simples, ela é utilizada principalmente por pequenos produtores, que tem mais opções para sua sobrevivência.
Com a pecuária utilizando uma metodologia parecida com a agricultura, não é de se admirar que estas duas técnicas rapidamente se uniram. A técnica de fornecer recursos que não utilizamos, ou utilizamos pouco, para conseguir alimentos que podem ser mais aproveitados era perfeita para aqueles tempos. Sem tantas pessoas no planeta, os resíduos resultantes desta prática eram absorvidos pelo planeta. Mas logo vieram técnicas que, apesar de serem benéficas naquele tempo, logo se descobriu serem altamente nocivas. As queimadas são um exemplo.
Com o avanço da tecnologia e do conhecimento, novas técnicas que antes não eram nem sonhadas, começaram a deixar o que era simples mais complexo. O uso de fertilizantes, pesticidas e anabolizantes químicos, que forçam um crescimento mais rápido no cultivo, passou a se tornar praticamente uma necessidade. As consequências desta adição na produção ainda são debatidas, pois os dois lados tem pontos fortes à seu favor.
A agricultura continua evoluindo. Enquanto existem aqueles que utilizam a metodologia ancestral com alguns toques químicos modernos, existem aqueles que passaram a desenvolver outras técnicas. Essas utilizam o mínimo, se algum, químico, para manter o crescimento de alimentos da maneira mais natural possível. Alguns, inclusive, fazem uma análise tão completa de sua região para a produção, que podem ser considerados deuses criando um mundo à parte.
:-)

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Agricultura

Uma das maiores controvérsias de nossa história, existem aqueles que dizem que "a agricultura foi nosso maior avanço", e aqueles que complementam com "em direção ao abismo". Amada e louvada por alguns, ignorada e odiada por outros, esta técnica foi uma das que mais influencia nossos dias atuais. Rituais de plantio e festividades de colheita viraram feriados e hábitos que, em certos casos, nem lembramos sua origem e criamos nossas próprias, alterando nossa percepção sobre o que é realmente o mundo.
Em sua origem, no entanto, a agricultura era simples, tal qual o conhecimento de nossos antepassados. Simples, mas muito eficaz e preciso. Um exemplo é a temporada de semeação, pois a paciência que devem ter tido para descobrir qual a época de cada semente e planta é algo que muitos não conseguem sequer imaginar hoje em dia. Baseavam seu conhecimento no mundo natural ao seu redor, para que fosse possível de ser replicado em qualquer outra parte do mundo, se necessário fosse.
A agricultura surgiu como um método simples de salvar rapidamente a população, pois com um conhecimento básico é possível sobreviver com um considerável conforto até. A idéia principal deste sistema é uma produção de bens massivo, rápido e simples, apesar da agricultura moderna ter se tornado um pouco mais complexa. Este tipo de técnica ajudou a salvar muitas vidas no passado, mas logo o ser humano achou maneiras de melhora-la.
:-)

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

A Transição

A proposta do Projeto Vênus pode parecer utópica à primeira vista. Apenas até descobrirmos que a tecnologia básica necessária já existe. Talvez ainda não estejamos no ponto de termos carros voadores, viagens espaciais ou teleportes para outros planetas, mas já temos como acabar com a fome, falta de moradia, violência e certas doenças. O principal motivo de não vermos isto sendo posto em realidade é apenas um só: a vontade humana.
Enquanto ainda estivermos esperando por uma única pessoa que irá consertar os problemas do mundo sem mexer em nosso estilo de vida, vamos continuar vivendo em um mundo de alegorias e sonhos. Para acordarmos, precisamos de informação, que irá nos dar as pistas de que o que consideramos realidade é, na verdade, um pesadelo de gerações passadas. Mas ter as dicas e não fazer nada é o mesmo que não tê-las. É preciso acordar e levantar, ter o espírito de deixar o passado para os museus e o saber de que temos a capacidade de melhorar.
Os passos para chegarmos até um mundo melhor são extremamente simples em seu conceito, mas dificeis de serem implementados. Primeiro é preciso uma conscientização, para que se aprenda sobre este novo estilo de vida. Os mais afoitos irão descobrir, quando forem implementar, que certos pontos de vista precisam ser bem analisados, pois sem entendê-los, continuaremos na mesma. Neste ponto é onde iremos treinar mais nossa paciência e teremos a oportunidade de abrir nossa cabeça o máximo possível.
Poderemos ver o começo do passo de implementação quando grupos completamente diferente começarem a compartilhar recursos uns com os outros. A velocidade com que sairemos do passo de aprendizado para o da prática dependerá inteiramente de cada indivíduo. Quantos mais se conscientizarem e tentarem mostrar para outros que podemos criar um mundo melhor, mais rápido será realizado. Começando em nossas próprias casas, iremos colocar esta teoria à prova para assegurar que ela tenha o mínimo de problemas possíveis. E quando for implementada, que passemos a necessidade de mudanças para que novas gerações tenham oportunidade de fazer como nós, e mudar o mundo de acordo com suas necessidades.
:-)

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Governos

Quando se fala em uma economia baseada em recursos, é difícil não se perguntar quem será o responsável por dividir os recursos de uma nação. Com a mentalidade de hoje, é dificil de ver como computadores podem substituir governos e instituições, mas precisamos transcender este tipo de pensamento para entender melhor. E só para deixar claro desde o início: não, não serão computadores sem espírito que tomarão as decisões por nós. Eles terão um papel importante, mas as decisões serão, pela primeira vez, de todos.
Assim como no passado, um piloto de avião precisava olhar para baixo e estimar a altura em que voava, hoje fazemos o mesmo com a administração de nosso planeta. Olhamos ao redor e estimamos o que achamos, mas por não sermos precisos, acabamos destruindo o que tentamos salvar. No caso da aviação, a adoção do radar Doppler fez com que os pilotos tivessem uma resposta mais precisa à sua altura. Mas no caso da sociedade, ainda estamos deixando a tecnologia de lado.
Ao implementarmos a tecnologia existente hoje em uma região, teremos condições de saber o que pode ser produzido por lá, e quantas pessoas a região suporta. Cada pessoa, consciente de seu papel como cidadão, terá autonomia para fazer suas escolhas baseadas nestes dados. Com uma população informada e consciente, a necessidade de criadores de leis ou do uso da força bruta para fazer valer seu ponto deixam de existir.
Governos, como os conhecemos hoje, de instituições que tem poucos técnicos e muitos buracratas, deixarão de existir. Em seu lugar existirá um sistema informativo da região ou, esperançosamente, do planeta. Dependerá de cada pessoa saber de suas necessidades, e das de seus conterrâneos, para poder chegar à respostas mais sábias do que as do passado. Cada pessoa é um salvador da pátria: precisamos parar de procurar alguém para jogar o peso de salvar o mundo nas costas. Ainda mais aqueles que não tem conhecimento técnico nenhum.
:-)

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Empregos

Um dos pontos onde fica a maior dúvida sobre trazer uma economia baseada em recursos à tona são os empregos. As últimas gerações tem sido criadas sabendo de apenas este método de sobrevivencia, então não é de se admirar que esta seja uma grande preocupação. Resultado do sistema monetário, onde apenas o lucro garante a melhoria de vida, vemos o curso de nossa vida como uma carreira a ser seguida e almejada, esquecendo que nossos erros nos ensinam mais do que os sucessos.
O maior objetivo de tecnologia não é o lucro, como nosso sistema atual insiste em pregar, mas a melhoria de vida das pessoas. Atualmente, quando um robo, por exemplo, é adquirido por uma fábrica de automóveis, ele deixa trinta pessoas desempregadas, sem ter de onde tirar seu sustento. Não é à toa que nosso medo de máquinas é tão grande que já visualizamos de diversas formas como seria uma guerra entre nós e elas. Mas este medo é mal direcionado, pois as máquinas apenas fazem o que os humanos mandam. E enquanto mandarmos elas tirarem o sustento de outros para aumentar nosso lucro, é o que irão fazer.
Em uma economia baseada em recursos, quando uma máquina entrar em uma empresa para substituir trinta empregados, ela estará, na realidade, diminuindo a carga de todos os empregados da empresa, seja na diária de trabalho, de oito para seis horas de serviço, ou um aumento nas férias anuais de todos. Assim, a qualidade de vida de todos melhoram, pois ao se liberar as pessoas de trabalhos repetitivos, elas estão livres para perseguir o que quiserem. Desta diminuição de carga pode sair novos projetos que liberem ainda mais os trabalhadores, chegando ao ponto de se precisar apenas uma mínima porcentagem para se supervisionar o local, o que pode ser feito remotamente.
Nosso conceito atual de emprego perderia o sentido em tal realidade. Não estaríamos presos à apenas uma forma de sustento, pois cada pessoa poderia aprender o que mais gosta e tentar utilizar este conhecimento para a melhoria de vida de todos. Afinal, quanto mais conhecimento e recursos os filhos de meu vizinho tem, melhor será minha vida também, pois eles terão a oportunidade de se tornarem cidadãos responsáveis na sociedade, ao contrário de aproveitadores, que é o que continuamos a produzir em um sistema monetário.
:-)

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Economia Baseada em Recursos

Um dos conceitos à qual estamos tão acostumados que nem notamos o que ele é na verdade é o da economia. Nascemos em uma sociedade que já havia aceitado e tornado um hábito o uso de dinheiro em nossas vidas. Gerações passadas construiram um estilo de vida que funcionava para aqueles tempos, mas com o aumento populacional e o avanço da tecnologia este molde não serve mais para os nossos dias, que dirá para o futuro.
Se analisarmos nossa história a fundo, veremos que começamos nossa caminhada neste planeta com um relacionamento completamente egoísta, onde nossos ancestrais tomavam a força o que precisavam, ou morriam tentando. Ao conseguirmos melhorar nossa comunicação, fomos capazes de passar para um novo patamar e realizar trocas. Com este avanço, conseguimos desenvolver ainda mais tecnologias e melhorar nossa qualidade de vida. Agora a história está se repetindo, e temos a chance de subir mais um degrau, que nos permitam crescer onde realmente importa.
O Projeto Vênus vê que o próximo passo seria se desprender do sistema de trocas (com custos) com que nos acostumamos, e passar para um sistema de compartilhamento (sem custos). É uma mudança mais radical do que a que nossos antepassados passaram, pois será necessário invertermos certas definições com as quais crescemos. Quando implementada, uma economia baseada em recursos irá nos libertar de maneiras que não vemos hoje, pois somos bombardeados com ilusões a todo momento. Como exemplo, podemos ver a necessidade que temos de possuir um carro.
Atualmente, milhões de carros ficam parados em estacionamentos durante 8 horas do dia, basicamente, enquanto seus donos estão no trabalho. Com uma mudança de mentalidade, eles poderiam ser usados por outros durante este tempo, diminuindo o espaço tomado durante o dia, assim como o número de veículos produzidos. Se ninguém fosse dono de carro algum, roubos de veículos também não seriam um problema, pois o assaltante não teria para quem vender o bem ou apenas peças dele. Este tipo de mentalidade daria oportunidade para aqueles que não tem condições de dirigir o automotor de seus sonhos, melhorando a qualidade de vida das pessoas com satisfação.
Com a mesma metodologia se estendendo para outras áreas, a remodelagem de nossa sociedade iria parecer cada vez mais com um mundo de sonhos do que de pesadelos. A tecnologia existe, o que falta é conscientização e vontade humana. Mas esta também, apenas existe por estarmos acomodados e ignorantes ao que podemos fazer. Quando filmes, livros e músicas começarem a ir nesta direção, trazendo a atenção do grande público para este fato, nada mais faltará para que transformemos este planeta em um paraíso. Mas as consequências precisam ser estudadas, caso contrário iremos criar novos pilares que irão amarrar novas gerações.
:-)

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Turnê Projeto Vênus - Bristol

Seguindo o curso de sua turnê mundial, O Projeto Vênus passou em Bristol neste último sábado. Foi uma ótima oportunidade de conhecer mais um lugar, além de se atualizar nas idéias de Jacque Fresco e Roxane Meadows. Agora com mais conhecimento e experiência sobre a filosofia e metodologia que são passados pelos dois, pude prestar mais atenção em outros detalhes, como o tipo de perguntas que estavam sendo feitas pelo público.A palestra seguiu os moldes dos vídeos distribuídos na Internet. Primeiro foi passado uma introdução, mostrando o mundo visualizado pelos ideais de se unir tecnologia e natureza. Em seguida, Roxane apresentou uma série de slides comparando os estilos de vidas da nossa realidade atual e desta sociedade almejada. Depois foi a vez de Jacque passar sua experiência de vida, encerrando a explanação e passando para as perguntas e respostas.
Algumas das perguntas eram sobre conceitos, atraindo nossa atenção para costumes e linguagem. Certas definições que usamos em nossa rotina apenas por hábito, e que raramente paramos para refletir, foram rapidamente analisadas. Algumas das mensagens passadas para o público foram melhores explicadas, assim como a diferenciação deles com o Movimento Zeigeist, e o trabalho de Peter Joseph. Mas neste encontro, pude notar com mais clareza um aspecto que me vejo com problemas.
Eu criava minhas próprias respostas para as perguntas levantadas, e notei que existiu uma certa repetição sobre certos assuntos, que talvez não estejam bem explicados. O Projeto Vênus tem uma seção extensiva de perguntas frequentes, e foi traduzido pelo Movimento Zeitgeist Brasil para o português. Algumas questões se destacam mais, e talvez precisem de uma pesquisa mais aprofundada para se entender melhor.
:-)

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Minha nova realidade

Acostumado a viajar desde criança, nem que fosse para a cidade vizinha, criei tamanha afinidade pela arte que até hoje é difícil de largar. Quando era menor, elas eram mais curtas e sempre tinham um ponto de retorno, mas isto mudou à quase uma década atrás. Naquela época, fascinado por outros hemisférios e continentes, tive a oportunidade de entrar em contato com a cultura americana, que renovou a vontade de conhecer o mundo. Viajando sozinho pela primeira vez, aprendi em pouco tempo o que alguns levam uma vida para notar. A experiência me ensinou muitas coisas, mas o fator social e humano foi o que mais me marcou.
Quando a oportunidade apareceu para que saisse permanentemente do Brasil, não deixei passar. Mesmo querendo ainda conhecer vários pontos das Américas, aproveitei para dar um passo um pouco maior e cruzar o oceano, vindo parar no Reino Unido. Nos anos que se seguiram, o conhecimento que adquiri com as experiências que passei e as pessoas que conheci, me levaram a voltar minha atenção para o caminho que nossa espécie está trilhando neste planeta, pois em diversos casos ele desafiava a lógica.
Em 2005 foi quando decidi passar meu ponto de vista para um livro, mas devido às mudanças que ainda fazia, e as novidades que aprendia, ele teve um começo difícil, com diversas versões. Mas à uns 2 anos atrás, o impulso foi maior, e ano passado, finalmente a história foi terminada. Como o mundo não para, ele está sendo revisado e corrigido, e no meio tempo, para dar uma palhinha, este blog foi criado. Mas as mudanças não pararam por aí.
Recentemente, surgiu a oportunidade de voltar para o Brasil. Esta será, sem dúvida, a mudança mais radical que irei fazer, pois sairei do meio de uma das cidades mais cosmopolitas do mundo para ir para, basicamente, o meio do mato. Terei a chance de transformar em prática muitas das teorias que passo aqui, testando e dando o testemunho do que pode ser feito. Sei que existirão momentos de decepção e até desespero, e por isto o preparo está sendo meticulosamente planejado para diminuir o impacto onde é possível e lembrar de respirar fundo quando não for.
O livro está sendo planejado para ser lançado no ano que vem, e será distribuído inteiramente de graça neste blog (e em qualquer outro lugar que esteja disposto a hospeda-lo). A mudança de país acontecerá em outubro, mas a nova realidade apenas irá se concretizar em janeiro do ano que vem. Cursos e aprendizados serão, como sempre, relatados aqui.
As oportunidades para que mudemos a estrutura social de nossa espécie existem, basta estarmos atentos para elas. Com esta mudança, espero poder construir este ambiente para que outros consigam também ver que existe uma forma mais sustentável e racional de integrar a tecnologia com a natureza. Ao mudarmos nossa mentalidade, abrindo-a para o que pode parecer absurdo, e saindo dos padrões impostos por teorias ultrapassadas de sobrevivência, passamos a ver o mundo com outros olhos, e achamos soluções diferentes. Mas depende de cada um fazer sua parte, deixando o medo de lado e re-aprendendo a viver em liberdade.
:-)

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Realidade mundial

Comparando a realidade brasileira e a britânica, pode-se traçar alguns pontos em comum que aparecem no resto do mundo também. Um deles é o de governos e empresas usando cada vez mais artifícios para encantar a população, enquanto a torna dependente e escrava. A bolha imobiliária que estourou na Europa e Estados Unidos está se repetindo na China, Índia e Brasil, sendo que o primeiro já está dando sinais de problemas.
Os protestos que aconteceram no Canadá durante o G20 mostram a metodologia usada à muito tempo, mas que somente agora, graças à tecnologia, estão sendo mostradas e se fazendo ouvir. Para aqueles que não ficaram sabendo, já que o evento misteriosamente coincidiu com a copa, alguns policiais canadenses foram pegos no meio da multidão, impersonando anarquistas que incitavam a destruição e o confronto direto. Apesar de isto parecer contra-produtivo, é a ação que eles precisavam para utilizar a força contra os participantes. Em alguns casos, nem esta ação foi necessária para que a multidão pacífica e desarmada sofresse nas mãos daqueles que deveriam defende-los e estar do seu lado. Os vídeos estão ainda no Youtube, se quiserem ver.
Mas nem tudo são desgraças, pois existem muitas pessoas e movimentos ao redor do mundo tentando acordar as pessoas para o que realmente está acontecendo. O Movimento Zeitgeist encontra cada vez mais participantes, tanto que Jacque e Roxanne estão fazendo uma turnê mundial de palestras a alguns meses já, para promover o Projeto Vênus. Permacultura e meios de vida sustentável também tem se tornado uma realidade em certos pontos do globo, e todos aqueles que promovem esta metodologia podem se incluir como pioneiros desta mudança.
Com a Internet em nossos dias, quando podemos espalhar informações instantaneamente e ao redor do mundo, temos a oportunidade de aprender em níveis nunca antes conhecidos. Mas por mais que nos eduquemos, se não fizermos nada com estes dados, eles serão inuteis. À medida que mais e mais pessoas começam a arregaçar as mangas e partir para a ação, mais rápido o mundo material irá mudar. Essas ações não precisam ser grandes, podem começar pequenas, como uma conversa entre amigos ou parentes, um filme que trata desses assuntos junto com seu conjuge, ou umas linhas em alguma rede social.
:-)

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Realidade brasileira

Nascido e criado no Brasil até meus vinte e tantos anos, e ainda fazendo umas visitas esporádicas ao país quando surge a chance, uso a política e realidade brasileira como base para meu aprendizado. Aprendi bastante sobre inflação nas épocas do Cruzeiro, Cruzado e Cruzado Novo, e as consequências do sistema monetário na vida das pessoas. Foi neste período que comecei a me estranhar com a estrutura social vigente, criando os questionamentos que só agora estou conseguindo achar as respostas.
Um destas respostas já coloquei no texto de ontem, quando disse que o governo utiliza de armas psicológicas para escravizar a população. E o que é uma verdade para o Reino Unido, também é válido para o Brasil. Já em minha infância tenho memória das conversas de adultos, reclamando de projetos de infraestrutura que apenas andavam em períodos eleitorais. Em minha última visita, descobri que pouco mudou desde que deixei o país, e que em certos casos a tendência foi até de piorar.
Um caso é o do mercado imobiliário, que muitos não veem que o crescimento que está começando agora no Brasil é da mesma origem do que existia nos Estados Unidos e Europa alguns anos atrás. Sim, concordo que residências ficaram muito mais fáceis de serem adquiridas, e por isto pouca gente está prestando atenção no preço que será pago. A bolha que estourou no hemisfério norte algum tempo atrás começou da mesma forma que a brasileira está se inflando agora, e as probabilidades são de que irá estourar do mesmo jeito, causando os mesmos danos.
Mas, assim como no Reino Unido, existem aqueles que enxergam mais adiante e tentam fazer sua parte para alertar a população. Os membros do Movimento Zeitgeist estão cada vez mais ativos, se organizando e fazendo campanhas no mundo virtual e real para tentar acordar o povo antes de chegarem no abatedouro. A equipe do CQC também promove uma conscientização política, aproveitando o espaço na grande mídia para atingir um número maior de pessoas. Eduardo Marinho transformou sua vida em um exemplo de que existem alternativas, basta procurarmos por elas.
Muitos outros merecem ser citados também, como o pessoal que pratica e ensina sobre permacultura e modos de vida sustentáveis. Infelizmente, sem um contato mais direto e diário com a realidade brasileira, estou alheio e ignorante sobre certos aspectos dela. Mas isto logo irá mudar.
:-)

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Realidade britânica

Praticamente pelos últimos seis anos tenho morado no Reino unido, e é aqui onde comecei uma maior ênfase em meu aprendizado sobre este planeta e aqueles que vivem nele. Talvez alguns tenham notado depois de meus ataques à Gordon Brown e David Cameron (antes mesmo dele se tornar o atual primeiro ministro) mas não concordo com o rumo que os chamados "líderes" estão nos guiando. Do meu ponto de vista, eles estão fazendo o que os colonizadores tentaram fazer: iludindo com presentes brilhantes, com o objetivo de escravizar.
A imagem que temos de países mais desenvolvidos se desfaz quando se observa a massa de desempregados que esta aumentando gradualmente por aqui. As soluções apresentadas pelo governo lembram muito o feudalismo, onde aqueles que fazem as leis se salvam primeiro, deixando o problema para aqueles que tem menos condições. Curiosamente, as areas atingidas primeiro pelos cortes são a educação, saúde e transportes, deixando outras como o exército de fora. Digo que é curioso por que as repostas para uma analise indicam que os atos são completamente contrários ao bem estar da população, coisa que deveria ser a prioridade de qualquer governo.
Apesar dos problemas existentes e dos que certamente aparecerão, fruto do sistema atual, existe um grupo também crescente de pessoas que está cada vez mais se esforçando em passar informações sobre alternativas. O Movimento Zeitgeist daqui está bem integrado com o Projeto Venus, tendo sido visitado por Jacques Fresco algumas vezes, além de terem seu próprio taxi personalizado para espalhar a idéia. Outros que precisam ser citados são David Icke, padre Peter Owen Jones, Charles Veitch do Love Police e Mark Boyle do Freeconomy Community, que também é conhecido como o Homem sem Dinheiro (Cashless Man), e esta já a 20 meses sem usar este artifício.
Mark Boyle e Peter Owen jones conseguiram alcançar a grande mídia, o que aumentou a conscientização sobre alternativas para o sistema monetário, mas ainda existe muito trabalho a ser feito. Apesar de pequeno quando comparado com o Brasil, a influência do Reino Unido é grande em muitos países ao redor do mundo. Uma mudança grande por aqui parece mais difícil do que em outros lugares, ainda mais pelos britânicos ainda manterem estruturas medievais, como a monarquia. Mas existem aqueles que estão dispostos a tentar, e com o ativismo que estão fazendo, não vejo como algo impossível.
:-)

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Transformando em realidade

Mesmo tendo consciência que nosso cerebro possui certos vícios, o que facilita a concepção de novas abordagens para resolvermos certos problemas, ainda assim esta é uma tarefa árdua de se implementar na prática. Enquanto alguns começam com passos pequenos e vão aumentando gradualmente, outros preferem uma abordagem mais rápida. Outros ainda passam a vida se questionando sobre qual seria a melhor decisão a tomar e acabam sem sair do ponto inicial. Por mais informação que se acumule, não mudamos nada se não praticarmos para usá-la em nossas vidas.
Vivemos em uma estrutura social que já estava pronta quando nascemos. Por comodidade, lucro ou outros motivos, deixamos de questionar sua funcionalidade, e das consequências que nossa explosão populacional tem sobre ela. Em certos casos, abrimos mão de uma maior qualidade de vida por superstição e costume. Em outros, por um medo primordial do desconhecido, que foi essencial quando eramos nômades, mas que hoje chega a criar uma barreira para nossa melhoria.
Dizemos que somos civilizados, mas ainda mantemos estruturas milenares que apenas oferecem respostas cavernosas como solução de nossos problemas. Enquanto dermos suporte à estes pilares, estaremos nos prendendo ao passado, impedidos de aproveitar o presente e, livres, ir para o futuro. Quando, e se, conseguirmos nos libertar das correntes que nossos antepassados usaram e passaram adiante, teremos as oportunidades que precisamos para transformar este planeta. É possivel transformar o sonho em realidade, mas para isto precisamos acordar e levantar.
:-)

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Oportunidade

Enquanto se debate quais são as regulamentações que deveriam ser criadas para diminuir os efeitos do gás carbônico no planeta, pessoas estão sendo deslocadas de um lado para outro por causa de seca ou enchentes. Para resolver tal problema, governos do mundo que estão se vendo incapazes de conter os estragos da natureza, cogitam a criação de um governo global, para tratar deste e outros casos que atingem à todas as pessoas.
Infelizmente, sob meu ponto de vista, este é o mesmo tipo de solução criado por nossos antepassados medievais. E enquanto eles não tinham as informações e tecnologia que temos hoje, seria inconsistente usarmos a mesma abordagem para tratarmos dos problemas. Criar regulamentações, policiamento e taxação ao redor do mundo não vai impedir a natureza de seguir seu curso.
Enquanto ainda tivermos um sistema monetário, a busca do lucro irá superar a resolução de problemas, fazendo com que mais do mesmo se repita. Esta mudança de mentalidade não deverá vir do topo, mas justamente da base da pirâmide. Apenas quando aqueles que menos tem aprenderem que o sistema monetário não apresenta uma solução consistente para seus problemas, é que este sistema deixará de existir.
Não é uma tarefa fácil, pois o glamour trazido pelo dinheiro não pode ser negado. Infelizmente seus malefícios não se apresentam tão facilmente, mas estão em nosso dia-a-dia para aqueles que ousarem enxergar. Temos a oportunidade agora de criar nova tecnologia tão simples que qualquer criança saiba seus princípios. Mas a base desta nova era não pode ser o lucro, mas o compartilhamento. Talvez chegue o dia que cada pessoa seja capaz de criar sua própria fonte de energia em casa, e que saiba criar muito mais do que isto até. Mas para chegar lá, é preciso paciência, determinação e informação.
:-)

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Consequências

Seja uma causa natural ou fabricada, um dos pontos que precisamos prestar atenção é a nossa reação à tudo isto. Se não pararmos para analisar o que esta acontecendo, podemos acabar como nossos antepassados feudais, sendo regidos com mão de ferro por ditadores que pareciam bonzinhos. Em contrapartida, se pararmos para analisar demais, podemos acabar sofrendo as consequências do clima, que não irá esperar por uma decisão nossa para mudar.
Assim como aconteceu no encontro do G20 em julho, durante a copa, em que policiais disfarçados de anarquista se infiltraram no meio dos protestantes para provocar reações violentas, podemos estar observando a mesma coisa acontecendo no assunto do clima. Talvez exista um grupo de pessoas interessadas apenas em lucrar, querendo empurrar novas tecnologias para o povo mais desavisado. Isto iria fazer com que mais pessoas se endividassem, usando a mudança invariável do clima como desculpa. Pode-se dizer que é o mesmo que antigos astronomos faziam com certas comunidades, usando eclipses para passarem como magos capazes de fazer o sol sumir.
Em contrapartida, aqueles que não acham que somos a causa também não apresentam soluções para os problemas causados por estas mudanças, que continuam a acontecer independente da causa. Por mais que eles achem que isto não precisa de uma solução, as milhares de pessoas que são atingidas pela natureza vão acabar recorrendo às únicas soluções apresentadas. Portanto, para que não fiquemos como baratas tontas no meio de uma catastrofe, é necessário aprender mais do que nos é passado. É preciso pesquisar e criar uma consciência crítica, para acharmos uma resposta que se adapte às necessidades.
:-)

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Causa Natural

Existe um outro grupo de cientistas, que raramente conseguem espaço na grande mídia, que defende exatamente o oposto do que aqueles que acham que somos os causadores do cataclisma climático. Eles concordam que os níveis de gás carbônico estão ligadas com a mudança de temperatura, mas no sentido oposto. Para eles, o aumento da temperatura no planeta é que causa um aumento do gás, e não o contrário.
Segundo estes cientistas, o planeta possui um ciclo climático que varia de centenas a milhares de anos. Assim, enquanto nossos avós e tataravós aproveitaram um clima mais frio ao redor do mundo, nós estamos passando calor por estarmos vivos justamente quando o globo se aquece novamente. Os dados obtidos na Antartica e Ártico mostram que nossa casa já passou por temperaturas muito mais frias e também muito mais quentes do que estamos experimentando hoje.
Além disto, segundo eles, a quantia de gás carbonico que emitimos com todas as fábricas e máquinas é ridiculamente pequena quando comparada com o que florestas e, principalmente, oceanos, emitem. Inclusive, eles defendem o fim do conceito de que gás carbônico é um gás maléfico, pois ele é o responsável por fazer plantas e até nos mesmos sobrevivermos, em um nível menor do que o oxigênio, claro.
E segundo eles, os cenários de aumento do nível do mar, tempestades e furacões não condizem com os dados. Em seus estudos, eles notaram que quanto mais quente a temperatura, mais estável ficam os ventos, diminuindo furacões e tempestades. Quanto ao nível do mar, a idéia é a mesma de um cubo de gelo dentro de um copo de água: o nível da água se mantem o mesmo quando o gelo derrete, porque quando a água aquece, ela contrai seu volume.
Para estes cientistas, o alarme causado pela mídia para a mudança climática é puramente político. É uma maneira dos países desenvolvidos freiarem o desenvolvimento de outros, ao dizerem que usar a tecnologia mais barata existente é perigosa. Também é visto como uma maneira de se forçar um governo global, apresentando um único tipo de solução que satisfaz todos os gostos. Seja qual for os verdadeiros motivos, depende de cada um investigar.
:-)

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Causa Fabricada

Desde a revolução industrial, temos criado uma quantia de gás carbônico superior àquela de nosso predecessores. Nosso progresso, segundo alguns cientistas, está mostrando seu preço atualmente, com as mudanças climáticas mostrando sua força. Segundo eles, os níveis de gás carbônico em nossa atmosfera tem uma íntima relação com a temperatura do planeta. E esta, por sua vez, é o que controla o clima.
O filme An Inconveniet Thruth (Uma Verdade Inconveniente) se tornou o carro chefe desta idéia. Nele é mostrado as palestras dadas por Al Gore e os dados usados no baseamento desta tese. Também são apresentadas soluções, como o enfoque no Protocolo de Quioto, onde as nações mais desenvolvidas que assinaram o tratado se comprometem a diminuir seus níveis de emissões do gás.Segundo esta teoria, com o aumento da temperatura do planeta a neve nos polos iria derreter, aumentar o nível dos oceanos, causar mais tempestades e furacões, e causar destruição em todas as cidades do mundo. Para evitar tal cenário, a solução é radical. Fábricas ao redor do globo precisam trocar suas fontes de energia de fóssil para renovável. Além disto, é necessário que mudemos nossos hábitos, e comecemos a pensar de uma maneira mais "verde".
Eu seria o primeiro a aplaudir esta idéia de pé, se o modo como tudo isto está sendo planejado não dependesse de um único fator. A maioria das respostas vindas desta teoria e de seus seguidores é de que precisamos de um governo global, que seja capaz de lidar com os problemas do mundo em um local centralizado. Talvez se não fosse por este tipo de solução, eu não teria continuado a pesquisar sobre o assunto.
:-)

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Mudança Climática

Um dos assuntos que tem chamado bastante a atenção da grande mídia nos últimos anos é a mudança climática que está ocorrendo. Primavera, verão, outono e inverno tem modificado seu comportamento, trazendo ao nosso conhecimento novos dados sobre como nosso planeta se comporta. Alguns cientistas acreditam que a causa para estas mudanças são relacionadas com a maneira com que nós interagimos com o meio ambiente. Outros acham que não, que estes ciclos são naturais, e que nossa influência se resume às consequências, não as causas.
Nossas respostas às ações da natureza tem se resumido aquelas que aprendemos milênios atrás, tentando reconstruir o que foi destruido, sem usar muito das novas informações que ficaram disponíveis nos últimos anos. Ao fazer isto, estamos nos prendendo aos mesmos erros do passado, arriscando sofre-los novamente no futuro. As soluções que estão sendo apresentadas mostram que estamos trilhando o mesmo caminho que as antigas gerações fizeram.
Ao estudarmos as causas e as consequências, podemos ter uma visão mais abrangente do que podemos fazer para evitar as repercursões catastróficas previstas. Novas ações podem ser traçadas para que não sejamos vítimas de tal fenômeno. Para tal feito, é necessário um maior entendimento sobre o assunto, deixando folclore e tradições de lado, que podem servir mais de obstáculo do que de ajuda. Este primeiro passo é fundamental para que o público, de forma geral, saiba o que fazer quando tal cenário se materializar em seu quintal.
:-)

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Afinal, quem é?

Apesar de todos os conflitos do passado, com a tecnologia e informação que temos hoje, podemos traçar pontos em comus entre eles, procurando por uma possível causa em comum, facilitando nossa vida ao combate-la. Algumas pessoas notam mais claramente, outras podem levar mais tempo, tudo depende do quanto estão cientes de seu papel neste campo de guerra. E justamente por terem um papel, as pessoas não notam que seu maior inimigo não é um ou mais governos, coorporações ou bancos, mas está muito mais próximo do que imaginam.
Quando governos são criados, são as pessoas que os eleguem, e são elas que os destroem. Quando uma empresa é criada, as pessoas que trabalham nela que estabelecem que direção ela deve seguir. Quando o dinheiro foi criado, foram as pessoas que o distribuiram e passaram a usá-lo. Podemos notar que nosso maior inimigo não está lá fora, mas dentro de nós mesmos, pois são nossas decisões que criam e influenciam o mundo.
Sim, pessoas podem ser influenciadas, mas elas somente o são se não tem informações suficientes. Sem saber como as coisas funcionam, sem ter idéia de que existem entrelinhas em contratos, elas são facilmente enganadas e direcionadas para onde aqueles que tem o conhecimento querem. E num mundo financeiro, como se impressionar se esta é a direção do lucro? Mas para mudarmos, não precisamos de uma revolta armada. Não precisamos nem mesmo de protestos. Precisamos apenas nos conhecer, e mudar nossa mentalidade.
Ao invés de almejar uma economia que cresce infinitamente, podemos almejar uma que se renove ao máximo. Podemos também procurar uma vida mais simples e com mais qualidade, ao invés de uma complexa e com relações duvidosas. Assim como começamos a fazer trocas, podemos começar a compartilhar, deixando para trás certos legados que apenas nos atrasam. Mas tudo isto depende de cada um, de tornar isto parte de sua vida, de procurar alternativas para o que nos é empurrado por uma sociedade presa ao passado. Assim teremos chance de fazermos as passes com nosso maior inimigo, e encerrarmos uma luta milenar.:-)

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Seriam os bancos?

As teorias conspiratórias mais antigas apontam os banqueiros como sendo a causa de todo o mal do planeta. Segundo elas, eles são capazes de criar e destruir governos, de melhorar ou piorar empresas, de transformarem nações e serem responsáveis por genocídios. Eles, no entanto, se defendem dizendo que também são capazes de salvar pessoas, acabar com a fome e a sede, de darem melhor qualidade de vida para aqueles que não tem nenhuma. Como sempre, a informação de cada lado realça apenas os pontos que querem, esquecendo, muitas vezes, de mostrar a figura toda.
Em um mundo que se acostumou a ver no dinheiro o único tipo de recurso almejado, não é de se admirar que aqueles capazes de controlá-lo e cria-lo sejam alvos de tal acusações. Tampouco é admiravel as soluções que eles trazem para o planeta, pois ainda são baseadas em teorias milenares, raramente apresentando algo de novo. O que falhamos ao notar, no entanto, é como todo este sistema começou, e para onde seu contínuo uso esta nos levando.
Enquanto no passado ele era utilizado como uma forma de igualar as pessoas, hoje notamos que ele causa mais separações do que uniões, pelo simples fato de que, agora, produzirmos mais do que precisamos. Este sistema foi silenciosa e unanimamente oficializado quando a maior parte das pessoas passou a utilizá-lo em suas transações. A partir de então, passou a ser serviço de bancos e governos regulamentá-lo, e das empresas de distribuí-lo, pois da mesma maneira que aceitamos um, aceitamos todos os outros aspectos que vieram junto.
Assim, podemos supor que se existe um real inimigo, ele se esconde atrás do dinheiro e do sistema de trocas que usamos. A trilha de destruição e confusão criada por ele não deve ir muito mais longe, pois os guardas estão sumindo, deixando-o sozinho e desarmado. Com um pouco mais de informação, talvez consigamos encontrar aquele que quer nos separar, criando confusão e caos por onde passa. E talvez ele esteja muito mais perto do que imaginamos.
:-)

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Seriam as coorporações?

Inicialmente criadas com o intuito de prover soluções em massa para a população, as empresas eram entidades que pareciam benéficas quando o sistema monetário foi criado. A idéia de centralizar os melhores profissionais do ramo sob um mesmo teto, trabalhando em direção à um mesmo objetivo, é chamativa e raramente encontra questionamentos. Mas eles são necessários para se entender completamente o funcionamento destas instituições.
Uma das maiores dúvidas geradas são referentes à meta das empresas. Enquanto que a idéia romantizada da criação de produtos para elevar a qualidade de vida da população é pregada, em um sistema monetário, o real alvo de qualquer companhia é o lucro. Apesar de parecer normal, em um mundo alheio às consequências, isto mostra que muitas delas irão se submeter à atos contraditórios em ordem de alcançar esta finalidade. O barateamento de alguns campos se tornam essenciais, e podem ir da produção até o descarte das sobras.
Assim como os governos, as coorporações seguem na beirada do que a grande massa da população aceita, procurando sobreviver da melhor forma que conhece. E em um mundo onde o dinheiro é o recurso mais essencial conhecido, não é de se admirar as ações usadas por elas. E se elas são tão submetidas quanto os governos à força monetária, talvez sejam também apenas intermediários entre o povo e seu inimigo. E talves também precisem de mais informações para serem capazes de encontrá-lo e tratá-lo da maneira devida.
:-)

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Seriam os governos?

Anabolizados na época do feudalismo, e propagados pela visão romantizada da união das pessoas de um determinado local, governos tem sido impostos sobre populações das mais diversas maneiras durante nossa história. Por manterem o monopólio da força bruta, em muitos casos seu surgimento está intimamente relacionado com genocídio, aprisionamento e torturas. As maiores guerras são cometidas em seu nome, causando grandes massacres.
Seu recrutamento segue o padrão estabelecido à séculos atrás, baseado na defesa da soberania e de pedaços de terra. Algumas vezes, ironicamente, seu poder é voltado contra a própria população que o fundou, colocando em conflito pessoas que antes cooperavam entre si. Afinal, desde seu início, sua principal função tem sido separar indivíduos por classes.
Mas governos, por si só, são utensílios. Se o povo é forte e unido, seu governo irá refletir estas características, da mesma maneira que refletirá se a população for dispersa. Neste caso, ele deixa de ser uma ferramenta do povo e passa a ser de outras entidades mais coezas e que possam oferecer suporte. Isto fica mais claro em países que utilizam um sistema monetário, onde pode-se ver empresas sendo capazes de influenciar as ações de seus governos muito mais do que todos os cidadãos juntos. 
Isto mostra que nem sempre os objetivos de governos são realmente a vontade do povo, e que existe a possibilidade da mobilização de sua força ser fruto de interesses externos, inclusive internacionais. Assim sendo, é seguro assumir que até mesmo as informações passadas por eles podem ser manipuladas, e que eles são apenas o intermediário entre as pessoas e seus verdadeiros inimigos. E a única maneira de acha-los é continuar se informando, pois eles podem estar muito mais próximos do que imaginamos.
:-)

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Quem é o inimigo?

Conflitos sempre fizeram parte da história de nossa espécie. Desde tempos primordiais, temos escutado e propagado histórias de batalhas e guerras das mais diversas, seja com outros seres ou entre nós mesmos. Justificamos a maioria delas como sendo necessárias para alcançar um bem maior. De fato, um tão grande, que seus benefícios seriam capazes de nos fazer esquecer as atrocidades cometidas no caminho até ele. Foi assim no passado, e é assim em nossos dias atuais.
Somos constantemente convidados a participar dos conflitos mais recentes, sejam eles por lucro, segurança ou questões ambientais. As razões mudam de acordo com o gosto do freguês, tentando alcançar cada vez mais pessoas, trazer mais combustível para manter essa monstruosa máquina rodando. Ela tem múltiplas facetas, e é capaz de atrair indivíduos para seu meio sob os mais diversos pretextos, para realizar seu único objetivo: a segregação.
Aqueles que seguem seu caminho raramente param para analisar sua verdadeira finalidade, aceitando a doutrina passada por nossos ancestrais, que não tinham informações suficientes para ter uma visão mais abrangente. Com o avanço da Internet e dos meios de comunicação, temos agora as ferramentas necessárias para traçar a causa real dos problemas que enfrentamos, e descobrir novas formas de solucioná-los.
Mas para tanto, é necessário abandonar certos costumes para criar novos e mais construtivos hábitos. E para isto, é preciso saber identificar contra o que estamos lutando, o que tem nos causado tantos problemas. Sem saber pensar por nós mesmos, fica difícil de termos uma idéia do que estamos fazendo, mesmo que o façamos instintivamente. É preciso que saibamos analisar o mundo que vivemos, para melhor compreende-lo.
:-)