Para entender como chegamos aonde estamos, precisamos saber de onde viemos, principalmente para o caso de decidirmos voltar atrás, se descobrirmos estar em um beco sem saída. Precisamos, portanto, pesquisar nossa história desde o início, observando como nossos antepassados se relacionavam com seu ambiente e entre eles, para entendermos melhor o sistema atual. Apesar de termos passado a maior parte de nosso tempo como caçadores-coletores, apenas compartilhavámos os recursos encontrados na natureza entre nossa tribo. Por não sabermos naquela época como produzir, parte do ciclo econômico estava faltando. Mas isto mudou a alguns milhares de anos atrás.
A agricultura foi onde aprendemos a produzir, e onde tivemos nossa primeira tentativa de criar uma metodologia que pudesse ser usada por todos e para todos. Nossa idéia de igualdade naquele tempo passou a ser que deveríamos receber um bem útil (necessidade) para dar um inútil (excesso). Esta linha de pensamento teve suas consequências, sendo uma delas o aumento da questão da posse. Naqueles tempos, terrenos eram o bem mais precioso, pois poderia ser utilizado para o cultivo, seja de vegetais ou animais, fazendo com que o dono do maior pedaço de terra fosse considerado o mais rico.
Assim, outros sistemas surgiram e se fortificaram, resultantes da necessidade de se conseguir um espaço cada vez maior e produzir cada vez mais. Alguns foram benéficos, como escoamento de esgotos e distribuição de água, melhorando a higiene e acabando com as doenças. Mas alguns foram maléficos, como escravatura e guerra, que se tornaram mais comuns para conseguir pessoas capazes de gerar novos recursos, se não os recursos em si, levados de outras aldeias. Com as pessoas sendo influenciadas de um jeito ou de outro, esse tipo de economia foi tomando conta do planeta, pois cada adepto levava a idéia adiante.
Por existir necessidade, sempre se encontrou algo para troca, e quando não era serviço, o bem tendia a ser pesado para ficar levando por aí, houve a necessidade de se criar um novo modelo. A mentalidade ainda era de se trocar algo útil por algo inútil, pois ninguém queria sair perdendo nas trocas, e a evolução deste sistema foi o início do que temos hoje: um sistema monetário.
:-)
A agricultura foi onde aprendemos a produzir, e onde tivemos nossa primeira tentativa de criar uma metodologia que pudesse ser usada por todos e para todos. Nossa idéia de igualdade naquele tempo passou a ser que deveríamos receber um bem útil (necessidade) para dar um inútil (excesso). Esta linha de pensamento teve suas consequências, sendo uma delas o aumento da questão da posse. Naqueles tempos, terrenos eram o bem mais precioso, pois poderia ser utilizado para o cultivo, seja de vegetais ou animais, fazendo com que o dono do maior pedaço de terra fosse considerado o mais rico.
Assim, outros sistemas surgiram e se fortificaram, resultantes da necessidade de se conseguir um espaço cada vez maior e produzir cada vez mais. Alguns foram benéficos, como escoamento de esgotos e distribuição de água, melhorando a higiene e acabando com as doenças. Mas alguns foram maléficos, como escravatura e guerra, que se tornaram mais comuns para conseguir pessoas capazes de gerar novos recursos, se não os recursos em si, levados de outras aldeias. Com as pessoas sendo influenciadas de um jeito ou de outro, esse tipo de economia foi tomando conta do planeta, pois cada adepto levava a idéia adiante.
Por existir necessidade, sempre se encontrou algo para troca, e quando não era serviço, o bem tendia a ser pesado para ficar levando por aí, houve a necessidade de se criar um novo modelo. A mentalidade ainda era de se trocar algo útil por algo inútil, pois ninguém queria sair perdendo nas trocas, e a evolução deste sistema foi o início do que temos hoje: um sistema monetário.
:-)

Nenhum comentário:
Postar um comentário