Ar, água, alimentos, abrigo e agasalho. Estes são os recursos básicos que precisamos para sobreviver em qualquer lugar, e por mais que imaginamos eles sendo infinitos, em um planeta cada vez mais cheio de pessoas, e com elas consumindo produtos que não levam em consideração o ciclo de reciclagem da natureza, essa realidade está mudando. Por termos esquecido o básico do que precisamos, acabamos ficando presos em uma realidade onde apenas consideramos uma forma de sobrevivência, e esta nem sempre serve para horas de necessidade. Neste momento, é preciso que voltemos para nossas raízes, e saibamos como a natureza funciona, para que ela possa nos propiciar com as condições para nossa sobrevivência.
Como uma ameaça ao ar que respiramos ainda não está tão grave quanto para outros tópicos, podemos ver o caso da água. Existem diversas formas de se conseguir água para o próprio sustento, mas não lembramos porque em nosso dia-a-dia, precisamos apenas estender a mão e abrir uma torneira. Raramente pensamos no que aconteceria se a distribuidora sofresse uma pane e não tivesse mais condições de prover o serviço. Em cidades grandes, isto significaria que milhares de pessoas talvez morressem de sede, esperando eternamente pelo problema ser resolvido por um técnico ou administrador. É preciso que planos sejam traçados para suprir essas necessidades, já que a centralização de um sistema é uma forma de dependência dele. Além da chuva, a própria humidade do ar fornece meios de nos mantermos hidratados. Talvez não seja possível bebermos 2 ou 3 litros por dia, mas nos manteremos vivos até acharmos alternativas.
O mesmo acontece com alimentos. Enquanto a utilização constante de derivados de petróleo, como fertilizantes e pesticidas, ajudam a ter uma plantação mais forte e crescendo mais rápido, uma das piores consequências dessa prática são alimentos contendo cancerígenos. Além disto, a saúde do solo onde tais venenos são usados se deteriora a cada aplicação, sendo necessário o constante consumo de um maior número de adubos para manter o terreno com nutrientes. No caso da falta das empresas que fornecem o material para a plantação, me pergunto se teríamos os conhecimentos necessários para alimentar cidades apenas com utensílios disponíveis no local. Saberíamos tirar nosso alimento do meio de uma selva de pedras, ou de seus aredores? Teríamos a oportunidade de dizer que aprendemos algo que nossos antepassados que criaram a agricultura não sabiam?
Como uma ameaça ao ar que respiramos ainda não está tão grave quanto para outros tópicos, podemos ver o caso da água. Existem diversas formas de se conseguir água para o próprio sustento, mas não lembramos porque em nosso dia-a-dia, precisamos apenas estender a mão e abrir uma torneira. Raramente pensamos no que aconteceria se a distribuidora sofresse uma pane e não tivesse mais condições de prover o serviço. Em cidades grandes, isto significaria que milhares de pessoas talvez morressem de sede, esperando eternamente pelo problema ser resolvido por um técnico ou administrador. É preciso que planos sejam traçados para suprir essas necessidades, já que a centralização de um sistema é uma forma de dependência dele. Além da chuva, a própria humidade do ar fornece meios de nos mantermos hidratados. Talvez não seja possível bebermos 2 ou 3 litros por dia, mas nos manteremos vivos até acharmos alternativas.
O mesmo acontece com alimentos. Enquanto a utilização constante de derivados de petróleo, como fertilizantes e pesticidas, ajudam a ter uma plantação mais forte e crescendo mais rápido, uma das piores consequências dessa prática são alimentos contendo cancerígenos. Além disto, a saúde do solo onde tais venenos são usados se deteriora a cada aplicação, sendo necessário o constante consumo de um maior número de adubos para manter o terreno com nutrientes. No caso da falta das empresas que fornecem o material para a plantação, me pergunto se teríamos os conhecimentos necessários para alimentar cidades apenas com utensílios disponíveis no local. Saberíamos tirar nosso alimento do meio de uma selva de pedras, ou de seus aredores? Teríamos a oportunidade de dizer que aprendemos algo que nossos antepassados que criaram a agricultura não sabiam?
Abrigo e agasalhos não seriam tão difíceis de se achar em um primeiro momento no meio de tantos prédios e casas. Talvez não sejam para sempre sem uma manutenção adequada, mas talvez nos mantivessem vivos até descobrirmos por nós mesmos como resolver mais esta necessidade. Enquanto a natureza oferece cavernas e peles, conseguimos criar versões mais modernas, capazes de serem achadas em abundância nos centros urbanos, e que praticamente podemos dizer já fazer parte dela. O que algumas pessoas ainda não conseguem perceber é que as naturais são renováveis, podendo ser consideradas eternas, enquanto que as criadas por nós não usufruem desta característica, desaparecendo após algum tempo.
Aliás, a maior vantagem que o ambiente selvagem tem sobre nós é de que ele se renova constantemente. As chances de acabarmos com a vida no planeta é pequena, pois ele tem todo o tempo do mundo, enquanto nossa espécie está por um fio. Sem certos recursos naturais, não teremos como manter nossa presença neste mundo por muito tempo. Mesmo que leve milhares ou milhões de anos para se recuperar de nossa passagem, o ecosistema irá se curar. Portanto, se quisermos continuar andando por aí por mais tempo, precisamos aprender a usar sabiamente os recursos que nos são oferecidos. Ao voltarmos para nossas raízes e aprendermos como manter o básico de uma forma consistente e sustentável, estaremos aumentando nossas chances de sobrevivência, talvez criando oportunidades, ao invés de destruir elas.
:-)
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