Um dos ciclos que mais nos prendem nos dias atuais é o da escola-emprego. Forçados nos tempos feudais a produzir bens para garantir a nossa própria sobrevivência, ainda mantemos o mesmo padrão desde aqueles tempos. Apesar de hoje sermos pagos e termos uma gama maior de bens para consumo, o fato de trocarmos nosso tempo de vida por benevolência de uma organização mais forte ainda continua. A solução, desde aquele tempo, foi a de ir para a escola e se educar, para ter a chance de ganhar mais e trabalhar menos. Mas isto não significa sair do ciclo, apenas diminuir o ritmo dele.
Desde cedo somos instruídos de que devemos adquirir o maior número de diplomas e certificações possíveis para termos maiores chances de mantermos um emprego, sem considerar se este é realmente nosso objetivo de vida, ou se é a melhor solução para nosso problema. Nossos antepassados não tinham o conhecimento e a tecnologia que temos hoje, e para eles, criar algo que os libertasse de trabalhos braçais para que perseguissem seus sonhos de crescimento pessoal significavam apenas pilhar outras cidades e escravizar sua população. Mas hoje sabemos que temos a capacidade de construir rôbos e mâquinas para suprir a maioria de nossas necessidades, se tivermos uma consciência mais responsável.
As tarefas que realizamos e que ainda não temos a tecnologia necessária para automatizar, podem ser realizadas por uma porcentagem pequena da população. Com a quantidade de voluntários que existem pelo mundo, estas posições seriam supridas facilmente. Mas para isto precisamos entender que crescimento pessoal não está relacionado com uma escola ou um emprego, mas com educação e trabalho. Quanto mais condições uma pessoa tiver de perseguir seus objetivos de vida, mais produtiva ela vai se tornar para a sociedade, independente de professores e chefes. Quanto mais abrirmos nossa cabeça para alternativas, mais facilmente poderemos resolver um problema que não fomos capazes usando a mesma mentalidade de quando ele foi criado.
Libertando as pessoas deste ciclo de perseguição de escola para conseguir um emprego melhor para conseguir mais condições de estudar para alcançar mais uma promoção, vai, no longo prazo, acabar nos libertando também. Talvez assim iremos ver algumas profissões e cursos que hoje são perseguidos como respostas fundamentais, mas sendo completos artifícios, inúteis para um desenvolvimento verdadeiro. Assim como olhamos para trás e nos perguntamos como certos trabalhos existiam, as pessoas no futuro irão nos olhar com os mesmos olhos. E para eles, a sociedade que temos hoje não passará de uma experiência de laboratório.
:-)
Desde cedo somos instruídos de que devemos adquirir o maior número de diplomas e certificações possíveis para termos maiores chances de mantermos um emprego, sem considerar se este é realmente nosso objetivo de vida, ou se é a melhor solução para nosso problema. Nossos antepassados não tinham o conhecimento e a tecnologia que temos hoje, e para eles, criar algo que os libertasse de trabalhos braçais para que perseguissem seus sonhos de crescimento pessoal significavam apenas pilhar outras cidades e escravizar sua população. Mas hoje sabemos que temos a capacidade de construir rôbos e mâquinas para suprir a maioria de nossas necessidades, se tivermos uma consciência mais responsável.
As tarefas que realizamos e que ainda não temos a tecnologia necessária para automatizar, podem ser realizadas por uma porcentagem pequena da população. Com a quantidade de voluntários que existem pelo mundo, estas posições seriam supridas facilmente. Mas para isto precisamos entender que crescimento pessoal não está relacionado com uma escola ou um emprego, mas com educação e trabalho. Quanto mais condições uma pessoa tiver de perseguir seus objetivos de vida, mais produtiva ela vai se tornar para a sociedade, independente de professores e chefes. Quanto mais abrirmos nossa cabeça para alternativas, mais facilmente poderemos resolver um problema que não fomos capazes usando a mesma mentalidade de quando ele foi criado.
Libertando as pessoas deste ciclo de perseguição de escola para conseguir um emprego melhor para conseguir mais condições de estudar para alcançar mais uma promoção, vai, no longo prazo, acabar nos libertando também. Talvez assim iremos ver algumas profissões e cursos que hoje são perseguidos como respostas fundamentais, mas sendo completos artifícios, inúteis para um desenvolvimento verdadeiro. Assim como olhamos para trás e nos perguntamos como certos trabalhos existiam, as pessoas no futuro irão nos olhar com os mesmos olhos. E para eles, a sociedade que temos hoje não passará de uma experiência de laboratório.
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