Quando se fala em propriedade, é comum se pensar apenas em bens materiais, sejam eles móveis ou imóveis. Deixamos passar outros elementos por não os associarmos com o conceito, embora sejam tratados da mesma forma. Nossos relacionamentos são um exemplo disso, seja com seres de outras espécies ou com a da nossa própria. Por vezes, sem notarmos, tratamos nossos animais de estimação como se fossem um objeto qualquer, desprovido de sentimentos ou de consciência. Consideramos ainda mais grave quando fazemos com outras pessoas, tanto que demos um outro nome para este tipo específico de propriedade: escravidão.
No passado, ser a propriedade de outra pessoa nos deixava fisicamente à merce dela, e apesar de ainda sofrermos abuso agora que somos pagos, poucas são as pessoas que veem esta relação. Passamos da prisão física para a psicologica de uma forma tão suave que mal notamos, e o fizemos tão voluntariamente que até hoje incentivamos para as próximas gerações. Se liberdade está mesmo na independência, nossas ações do dia-a-dia mostram que estamos nos distanciando dela, pois estamos dependendo cada vez mais de governos, bancos e igrejas. Estamos, como uma sociedade, esquecendo como administrar nossa própria vida, recursos e espiritualidade, passando esta responsabilidade para instituições que tem, por sua vez, seus próprios objetivos.
E assim como somos aprisionados, também aprisionamos outros. Alguns relacionamentos viram exemplos quando o sentimento de posse se torna mais forte do que o de empatia. Quando deixamos de ver nosso parceiro como uma extensão de nós mesmos, e o tornamos um objeto a ser mantido, temos a violência doméstica. O mesmo pode acontecer entre pais e filhos, onde um sofre pela obcessão desnecessária do outro, chegando às ações mais extremas.
Mesmo com tratados libertando os corpos das pessoas da escravatura, são diversos os casos onde vemos o mesmo tipo de comportamento se manifestando, sejam eles psicológicos ou sentimentais. Mas assim como foi no passado, assim que algumas pessoas notarem que os malefícios desta prática superam os benefícios, talvez também tenhamos a oportunidade de mudarmos nossos conceitos e modificarmos nosso estilo de vida. O primeiro passo para mudar de direção é saber para onde nos leva o caminho que estamos seguindo: apenas notando que ele não vai para onde queremos é que iremos fazer alguma coisa a respeito.
No passado, ser a propriedade de outra pessoa nos deixava fisicamente à merce dela, e apesar de ainda sofrermos abuso agora que somos pagos, poucas são as pessoas que veem esta relação. Passamos da prisão física para a psicologica de uma forma tão suave que mal notamos, e o fizemos tão voluntariamente que até hoje incentivamos para as próximas gerações. Se liberdade está mesmo na independência, nossas ações do dia-a-dia mostram que estamos nos distanciando dela, pois estamos dependendo cada vez mais de governos, bancos e igrejas. Estamos, como uma sociedade, esquecendo como administrar nossa própria vida, recursos e espiritualidade, passando esta responsabilidade para instituições que tem, por sua vez, seus próprios objetivos.
E assim como somos aprisionados, também aprisionamos outros. Alguns relacionamentos viram exemplos quando o sentimento de posse se torna mais forte do que o de empatia. Quando deixamos de ver nosso parceiro como uma extensão de nós mesmos, e o tornamos um objeto a ser mantido, temos a violência doméstica. O mesmo pode acontecer entre pais e filhos, onde um sofre pela obcessão desnecessária do outro, chegando às ações mais extremas.
Mesmo com tratados libertando os corpos das pessoas da escravatura, são diversos os casos onde vemos o mesmo tipo de comportamento se manifestando, sejam eles psicológicos ou sentimentais. Mas assim como foi no passado, assim que algumas pessoas notarem que os malefícios desta prática superam os benefícios, talvez também tenhamos a oportunidade de mudarmos nossos conceitos e modificarmos nosso estilo de vida. O primeiro passo para mudar de direção é saber para onde nos leva o caminho que estamos seguindo: apenas notando que ele não vai para onde queremos é que iremos fazer alguma coisa a respeito.
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