Uma das últimas barreiras que vejo para uma completa libertação de nossas vidas é a da nossa própria cabeça. Mesmo que tivéssemos uma vida solitária desde nossa primeira respiração, estaríamos criando teorias de como sobreviver no mundo, tentando entendê-lo para dominá-lo. Nossa mente tem dois lados: o lógico e o caótico. Um coloca em ordem nossos pensamentos e suposições, enquanto o outro se contenta em vivenciar os sentimentos e sensações que correm pelo nosso corpo, sem nem tentar entendê-los. Se deixamos apenas um lado comandar viramos animais irracionais, e se pendemos para o outro nos tornamos robôs sem vida. Mas talvez exista uma terceira opção que não ouvimos falar muito, que pode nos ajudar a encontrar uma total liberdade em nossas vidas.
Uma vez que descobrimos quem somos, e notamos que apesar de todas as influências que temos na vida, somos capazes de ser muito mais do que as opções que nos são apresentadas, aprendemos que não temos realmente um limite do que podemos ser ou fazer. Nossas limitações são, na verdade, todas físicas, partes do mundo que nos é apresentado, e que desde cedo nos associamos com ele. Podemos comparar com um jogo de vídeo-game moderno, daqueles que a pessoa pode controlar uma cópia sua em um mundo virtual. Existem aqueles que o jogam da maneira como é apresentada pelo fabricante, aceitando-o como sendo a única realidade. Apesar de chegarem no final, eles estão apenas seguindo o roteiro estipulado antes mesmo do jogo ter sido fabricado. Mas existem outros que, talvez por terem visto um vídeo do final em alguma página, ou por verem milhares de jogadores seguindo o mesmo caminho, ou mesmo por simples diversão, preferem não seguir o mesmo itinerário criado pelos fabricantes. Estes são os que mais arriscam seus personagens, e que de vez em quando acham um God Mode que os dá poderes incríveis e inimagináveis.
Imagino que para nos livrarmos dos grilhões de nossa própria lógica, precisamos nos arriscar mais. E não estou falando de pular de prédios, ou tentar atravessar paredes, parar balas ou levantar carros. Nada do gênero, na verdade, mas de tentar achar alternativas para o roteiro que temos seguido por milhares de anos. Mudar nossos hábitos alimentares e consumidores é o primeiro passo, dai podemos tentar mudar nossa economia e estrutura social, para então começarmos a tirar as preocupações temporais de nosso caminho. Sem todas estas amarras, já teremos alternativas que nossa própria lógica atual não compreende, elevando nosso padrão no jogo da vida na qual nos inserimos. Se realmente mudarmos nossa mentalidade e continuarmos mudando de acordo com as novas informações que vamos adquirindo, não iria me admirar se realmente chegássemos à um nível de deuses.
:-)
Uma vez que descobrimos quem somos, e notamos que apesar de todas as influências que temos na vida, somos capazes de ser muito mais do que as opções que nos são apresentadas, aprendemos que não temos realmente um limite do que podemos ser ou fazer. Nossas limitações são, na verdade, todas físicas, partes do mundo que nos é apresentado, e que desde cedo nos associamos com ele. Podemos comparar com um jogo de vídeo-game moderno, daqueles que a pessoa pode controlar uma cópia sua em um mundo virtual. Existem aqueles que o jogam da maneira como é apresentada pelo fabricante, aceitando-o como sendo a única realidade. Apesar de chegarem no final, eles estão apenas seguindo o roteiro estipulado antes mesmo do jogo ter sido fabricado. Mas existem outros que, talvez por terem visto um vídeo do final em alguma página, ou por verem milhares de jogadores seguindo o mesmo caminho, ou mesmo por simples diversão, preferem não seguir o mesmo itinerário criado pelos fabricantes. Estes são os que mais arriscam seus personagens, e que de vez em quando acham um God Mode que os dá poderes incríveis e inimagináveis.
Imagino que para nos livrarmos dos grilhões de nossa própria lógica, precisamos nos arriscar mais. E não estou falando de pular de prédios, ou tentar atravessar paredes, parar balas ou levantar carros. Nada do gênero, na verdade, mas de tentar achar alternativas para o roteiro que temos seguido por milhares de anos. Mudar nossos hábitos alimentares e consumidores é o primeiro passo, dai podemos tentar mudar nossa economia e estrutura social, para então começarmos a tirar as preocupações temporais de nosso caminho. Sem todas estas amarras, já teremos alternativas que nossa própria lógica atual não compreende, elevando nosso padrão no jogo da vida na qual nos inserimos. Se realmente mudarmos nossa mentalidade e continuarmos mudando de acordo com as novas informações que vamos adquirindo, não iria me admirar se realmente chegássemos à um nível de deuses.
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