Esquecemos que somos seres sociais ao lutarmos para nos livrarmos das obrigações que são inerentes de nossa espécie. Queremos nos chamar de civilizados mas ignoramos o cuidado necessário com os necessitados que vivem à nossa volta, o que dirá com o resto do planeta. Procuramos meios de nos destacar na sociedade por meio do consumo, desconhecendo as consequências segregadoras que este ato gera.
Incentivamos uma economia de acúmulo, desprezando que ela cria a miséria e, consequentemente, a violência, diminuindo a qualidade de vida de todos. Abdicamos de auxiliar, nós mesmos, os carentes ao nosso redor, estimulando empresas a consumirem parte dos recursos para realizar o mesmo serviço. Abandonamos a lógica e a razão para satisfazermos desejos egoístas, rejeitando os benefícios de uma sociedade igualitária e próspera.
Enquanto tivermos uma estrutura social baseada em amontoamento monetário, veremos a separação das classes aumentar proporcionalmente. E com ela, problemas que poderiam ser facilmente resolvidos, se resolvêssemos adotar um outro caminho a ser trilhado, aceitando nossa condição de seres coletivos. Iremos colocar em risco o nosso futuro para sermos capazes de manter uma mentalidade individualista, onde o Ego predomina sobre a própria Vontade?
:-)
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Dever Abdicado
Terceirizar os deveres virou o padrão da cultura atual, mas esquecemos que com eles se vão os direitos à que estão relacionados. Temos a mentalidade de satisfazer o Ego, que nos convence que curtir a vida significa saciar as suas vontades, nos prendendo no mesmo patamar por gerações. Abdicamos dos benefícios da evolução, desistindo de testar os limites que conhecemos, nos prendendo em uma zona de conforto que se tornou uma prisão.
Consumimos cada vez mais na tentativa de mitigar uma ansiedade que ignoramos a origem, e que nos separa com atos de egoísmo. Usamos a criatividade para buscar maneiras de acumular recursos, e incapazes de saber como usá-los, nos tornamos nossos próprios carrascos. Prejudicamos outros na escalada pelo poder, criando débitos que serão empurrados para gerações futuras, tirando-lhes a oportunidade de viver em paz e harmonia.
Nos preocupamos com prazeres imediatos, confundindo desejos com sonhos, complicando o que deveria ser simples. Nos orgulhamos de uma civilização destrutiva, inapta a medir esforços para estender a mão para quem precisa, apenas para alcançar o próprio bolso. Até quando iremos nos chamar de civilizados, quando nos comportamos de maneira mais selvagem e irresponsável do que outras espécies que conhecemos?
:-)
Consumimos cada vez mais na tentativa de mitigar uma ansiedade que ignoramos a origem, e que nos separa com atos de egoísmo. Usamos a criatividade para buscar maneiras de acumular recursos, e incapazes de saber como usá-los, nos tornamos nossos próprios carrascos. Prejudicamos outros na escalada pelo poder, criando débitos que serão empurrados para gerações futuras, tirando-lhes a oportunidade de viver em paz e harmonia.
Nos preocupamos com prazeres imediatos, confundindo desejos com sonhos, complicando o que deveria ser simples. Nos orgulhamos de uma civilização destrutiva, inapta a medir esforços para estender a mão para quem precisa, apenas para alcançar o próprio bolso. Até quando iremos nos chamar de civilizados, quando nos comportamos de maneira mais selvagem e irresponsável do que outras espécies que conhecemos?
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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Liberdade Encontrada
Podemos tornar a transformação da realidade em um ato simples, ao descobrirmos quem somos e por que estamos aqui. Ao abrirmos os olhos para as falcatruas criadas para nos prender, encontramos meios de sobrepujá-las, alcançando novos patamares evolutivos. Em nossas próprias profissões, temos as condições de fazer o que devemos para ajudar o resto da humanidade, nos recusando a cooperar com os opressores.
Aqueles que protegem corporações contra o povo podem realizar o contrário, auxiliando a população no seu caminho de libertação. Anunciantes deveriam mostrar a realidade de seus produtos, assim como a data de vencimento dos componentes utilizados na construção. Candidatos a representantes do povo precisam devolver o poder para a população, deixando que o prestígio se faça por atos realizados, ao contrário de decretos.
Ao abrirmos nossa mente para as possibilidades, vemos que temos tudo o que precisamos para transformar a realidade naquilo que sempre desejamos. A cultura geral está começando a mudar, fazendo com que empresas se adaptem para um novo estilo de existência, que reflita as vontades da humanidade. Teremos a paciência e sabedoria necessárias para realizarmos esta mudança, mesmo com os obstáculos de nossa antiga vida tentando nos puxar para ela?
:-)
Aqueles que protegem corporações contra o povo podem realizar o contrário, auxiliando a população no seu caminho de libertação. Anunciantes deveriam mostrar a realidade de seus produtos, assim como a data de vencimento dos componentes utilizados na construção. Candidatos a representantes do povo precisam devolver o poder para a população, deixando que o prestígio se faça por atos realizados, ao contrário de decretos.
Ao abrirmos nossa mente para as possibilidades, vemos que temos tudo o que precisamos para transformar a realidade naquilo que sempre desejamos. A cultura geral está começando a mudar, fazendo com que empresas se adaptem para um novo estilo de existência, que reflita as vontades da humanidade. Teremos a paciência e sabedoria necessárias para realizarmos esta mudança, mesmo com os obstáculos de nossa antiga vida tentando nos puxar para ela?
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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Libertação Necessária
Apesar daqueles que insistem em brandar que são livres, a soberania do próprio corpo é vetada a todos, em maior ou menor grau. Vivemos em uma ditadura de corporações, onde o dinheiro é capaz de comprar leis e governantes, transformando cidadãos em consumidores. A procura de alternativas de vida é proibida, ou tão coibida que se torna ilícita, mesmo sem existir nenhum parâmetro legal para suportar tal atitude.
Empréstimos para produtores rurais só são liberados após o comprometimento destes em usar adubos e herbicidas, reprimindo culturas orgânicas. Os custos para a produção independente de energia são taxados ao extremo, enquanto o antigo paradigma de destruição do ambiente recebe subsídios. Apesar de tratarmos instituições como pessoas, damos as primeiras descontos de impostos, enquanto as outras arcam com custos cada vez maiores.
Somos lembrados constantemente dos defeitos que a chamada “natureza humana” tem, mas misteriosamente, apenas somos lembrados das qualidades em campanhas publicitárias para angariar fundos. Recursos, estes, que passam necessariamente pelas mãos de uma empresa, que retém grande parte deles, antes de destiná-los a quem realmente precisa. Que sociedade teríamos, se fizêssemos o contrário, passando nossos dias trabalhando com as virtudes que temos, deixando para ocasiões especiais sermos lembrados das nossas deficiências, quando receberíamos dinheiro por causa delas?
:-)
Empréstimos para produtores rurais só são liberados após o comprometimento destes em usar adubos e herbicidas, reprimindo culturas orgânicas. Os custos para a produção independente de energia são taxados ao extremo, enquanto o antigo paradigma de destruição do ambiente recebe subsídios. Apesar de tratarmos instituições como pessoas, damos as primeiras descontos de impostos, enquanto as outras arcam com custos cada vez maiores.
Somos lembrados constantemente dos defeitos que a chamada “natureza humana” tem, mas misteriosamente, apenas somos lembrados das qualidades em campanhas publicitárias para angariar fundos. Recursos, estes, que passam necessariamente pelas mãos de uma empresa, que retém grande parte deles, antes de destiná-los a quem realmente precisa. Que sociedade teríamos, se fizêssemos o contrário, passando nossos dias trabalhando com as virtudes que temos, deixando para ocasiões especiais sermos lembrados das nossas deficiências, quando receberíamos dinheiro por causa delas?
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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
Independência Comprometida
Os prazeres oferecidos pela cultura atual são criados para manter a mente sedada, satisfazendo os desejos do corpo. Consideramos que conquistamos a independência, mas ao analisarmos, vivemos em uma prisão intelectual, onde a ignorância e a estagnação são incentivadas. Sem saber quem somos, e das habilidades que possuímos, mantemos uma sociedade corrupta, sendo explorados enquanto tentamos nos aproveitar de outros.
Incentivamos a competição desde a mais tenra idade, passando a mensagem de que os atos ilegais apenas existem se forem descobertos. Encorajamos a violência ao tornarmos o consumo obrigatório, especialmente em datas específicas, mas desprovermos o acesso para a maior parte da população. Estimulamos a injustiça ao darmos a possibilidade de se comprar leis, que regem a vida de todas as pessoas de uma nação.
Deixamos que costumes antigos tenham o domínio de nossos atos, sem questionar a validade e a necessidade de sua existência atualmente. Somos capazes de criar avanços tecnológicos impressionantes, mas inaptos a liberá-los para o benefício de toda a humanidade. Em que tipo de realidade pretendemos viver e deixar para as futuras gerações, quando nos tornamos incompetentes de estender a mão a quem precisa, apenas para saciar o Ego?
:-)
Incentivamos a competição desde a mais tenra idade, passando a mensagem de que os atos ilegais apenas existem se forem descobertos. Encorajamos a violência ao tornarmos o consumo obrigatório, especialmente em datas específicas, mas desprovermos o acesso para a maior parte da população. Estimulamos a injustiça ao darmos a possibilidade de se comprar leis, que regem a vida de todas as pessoas de uma nação.
Deixamos que costumes antigos tenham o domínio de nossos atos, sem questionar a validade e a necessidade de sua existência atualmente. Somos capazes de criar avanços tecnológicos impressionantes, mas inaptos a liberá-los para o benefício de toda a humanidade. Em que tipo de realidade pretendemos viver e deixar para as futuras gerações, quando nos tornamos incompetentes de estender a mão a quem precisa, apenas para saciar o Ego?
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terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Autonomia Responsável
Somos alvo constante de propagandas nos incentivando a ver a liberdade no consumo de certos produtos, em uma tentativa de mudar seu conceito. Mas ela é mais do que apenas opções de compras, indo em colisão com a cultura da terceirização que temos vigente atualmente. Ela nos força a evoluirmos, a nos libertarmos da prisão dos instintos primordiais, tão encorajados pela grande mídia.
Temos a independência de escolhermos agir de maneira humana, com compaixão com os outros habitantes do planeta. Possuímos a soberania de procurar novas formas de interagir com outras pessoas, compartilhando no lugar de apenas acumular. Detemos a autonomia de fazer nossas escolhas conscientemente, livres da influência de corporações cujo objetivo único é o lucro.
Como crianças mimadas, compramos a ideia de que para sermos livres, precisamos do direito de fazer o que quisermos, independente dos outros. Mas somos seres sociais, e enquanto estivermos presos aos desejos do corpo, seremos incapazes de cumprir todo o nosso potencial. Teremos a consciência de escaparmos dos domínios que nos prendem, alcançando novos patamares de desenvolvimento para toda a espécie?
:-)
Temos a independência de escolhermos agir de maneira humana, com compaixão com os outros habitantes do planeta. Possuímos a soberania de procurar novas formas de interagir com outras pessoas, compartilhando no lugar de apenas acumular. Detemos a autonomia de fazer nossas escolhas conscientemente, livres da influência de corporações cujo objetivo único é o lucro.
Como crianças mimadas, compramos a ideia de que para sermos livres, precisamos do direito de fazer o que quisermos, independente dos outros. Mas somos seres sociais, e enquanto estivermos presos aos desejos do corpo, seremos incapazes de cumprir todo o nosso potencial. Teremos a consciência de escaparmos dos domínios que nos prendem, alcançando novos patamares de desenvolvimento para toda a espécie?
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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Soberania Esquecida
Ignoramos a perda da liberdade por vivermos na ilusão de que temos escolhas em assuntos relevantes para a sobrevivência da espécie. Desconhecemos o labirinto em que vivemos como ratos por estarmos alheios às marcas que deixamos nas paredes em que passamos. Sem prestar atenção ao que acontece na rotina que aceitamos, repetimos os mesmos erros infinitamente, incapazes de evoluir.
Mantemos um sistema economico abusivo, seletivo e destruidor por darmos preferência à ganância do que o compartilhamento. Abdicamos de direitos ao terceirizarmos os deveres, vivendo no desconhecimento sobre as decisões que passam a ser tomadas em nosso nome. Incentivamos o comportamento desleal ao focarmos apenas na competição, desprezando que iremos procurar os meios de nos destacarmos, sejam eles quais forem.
A cada dia damos passos que nos tiram a soberania, apresentados como presentes irrecusáveis e oportunidades únicas, escondendo seu verdadeiro propósito. E inaptos a lembrar do passado, aceitamos de bom grado o que nos oferecem, alheios à posição em que estamos, novamente, nos colocando. Até quando será necessário repetir os mesmos erros, condenando novas gerações à mesma sina que sofremos, até aprendermos com eles?
:-)
Mantemos um sistema economico abusivo, seletivo e destruidor por darmos preferência à ganância do que o compartilhamento. Abdicamos de direitos ao terceirizarmos os deveres, vivendo no desconhecimento sobre as decisões que passam a ser tomadas em nosso nome. Incentivamos o comportamento desleal ao focarmos apenas na competição, desprezando que iremos procurar os meios de nos destacarmos, sejam eles quais forem.
A cada dia damos passos que nos tiram a soberania, apresentados como presentes irrecusáveis e oportunidades únicas, escondendo seu verdadeiro propósito. E inaptos a lembrar do passado, aceitamos de bom grado o que nos oferecem, alheios à posição em que estamos, novamente, nos colocando. Até quando será necessário repetir os mesmos erros, condenando novas gerações à mesma sina que sofremos, até aprendermos com eles?
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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Delicada alteração
Nos orgulhamos de nossa inteligência, mas pelas atitudes que tomamos em relação ao planeta, outras espécies, e até aos nossos irmãos, deixamos grandes dúvidas sobre ela. Estamos transformando o globo em um local inabitável, ao menos para nós, e parecemos tranquilos em relação à isto, esperando sentados que uma solução caia do céu sem alterar nosso estilo de vida. A cada dia somos desafiados a transformar a rotina, crescendo para criar o que necessitamos, saindo da infância de ter apenas o que queremos.
Qualquer diminuição no consumo irá mandar às corporações um sinal de que estamos acordando, e que elas precisam se adaptar junto, ou perecer. Uma volta à cidadania, onde passamos a cuidar de nossas famílias e comunidades, ilustrará para a classe política que eles deixam muito a desejar, e que longe de serem governantes, devem voltar a ser representantes do povo. Ao contrário de dar audiência para programas fúteis, poderíamos dedicar mais tempo para se relacionar com aqueles que amamos, sem esquecer de um tempo para nós mesmos.
As alterações que precisamos fazer podem ser delicadas, aos poucos, de maneira a se tornarem persistentes, ao invés de serem abandonadas rapidamente como resoluções de ano novo. Por sermos uma massa enorme, qualquer pequeno passo irá deslocar a sociedade inteira para um novo rumo, levando junto os níveis mais acima da pirâmide. Escolheremos um futuro onde cada cidadão tem parte nele, ou manteremos o caminho de seguir uma grupo pequeno, ganancioso, que tenta se segregar cada vez mais do resto da humanidade?
:-)
Qualquer diminuição no consumo irá mandar às corporações um sinal de que estamos acordando, e que elas precisam se adaptar junto, ou perecer. Uma volta à cidadania, onde passamos a cuidar de nossas famílias e comunidades, ilustrará para a classe política que eles deixam muito a desejar, e que longe de serem governantes, devem voltar a ser representantes do povo. Ao contrário de dar audiência para programas fúteis, poderíamos dedicar mais tempo para se relacionar com aqueles que amamos, sem esquecer de um tempo para nós mesmos.
As alterações que precisamos fazer podem ser delicadas, aos poucos, de maneira a se tornarem persistentes, ao invés de serem abandonadas rapidamente como resoluções de ano novo. Por sermos uma massa enorme, qualquer pequeno passo irá deslocar a sociedade inteira para um novo rumo, levando junto os níveis mais acima da pirâmide. Escolheremos um futuro onde cada cidadão tem parte nele, ou manteremos o caminho de seguir uma grupo pequeno, ganancioso, que tenta se segregar cada vez mais do resto da humanidade?
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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Insinuante atitude
Desenvolvemos a estrutura social baseada em um jogo de sobrevivência, onde tentamos estipular regras claras para criar oportunidades a todos. Mas estamos descobrindo que estas normas tem como resultado chances, e que podem ser alteradas facilmente, dependendo do poder aquisitivo do jogador. Uma vez que descobrem serem capazes de deturpar as leis a seu favor, o padrão se torna a conservação e conquista de cada vez mais recursos, independente do prejuízo para o resto da sociedade.
Observamos pessoas de diferentes classes terem penas distintas, ilustrando sistemas de justiça desiguais para os cidadãos de uma mesma nação. Notamos que o castigo também depende da situação financeira, onde a punição é inversamente proporcional ao número de vítimas, incentivando a corrupção. Até mesmo o local onde são retidos são diferentes, onde a conta bancária é capaz de transformar um presídio em um hotel de luxo, e a falta de uma modifica-o para uma lata de sardinhas.
As atitudes que tomamos são insinuantes, encorajando comportamentos que, moralmente, dizemos repudiar e queremos ver longe de nós. Enxergamos elas mais claramente quando a vemos em atuação em larga escala, mas estas são reflexos do que fazemos em nossa rotina e em nossos lares. Teremos a capacidade de distinguir as condutas que fomentam este tipo de hábito, ou sucumbiremos em nossa própria ignorância, escravos de vícios onde somos inaptos a mudar?
:-)
Observamos pessoas de diferentes classes terem penas distintas, ilustrando sistemas de justiça desiguais para os cidadãos de uma mesma nação. Notamos que o castigo também depende da situação financeira, onde a punição é inversamente proporcional ao número de vítimas, incentivando a corrupção. Até mesmo o local onde são retidos são diferentes, onde a conta bancária é capaz de transformar um presídio em um hotel de luxo, e a falta de uma modifica-o para uma lata de sardinhas.
As atitudes que tomamos são insinuantes, encorajando comportamentos que, moralmente, dizemos repudiar e queremos ver longe de nós. Enxergamos elas mais claramente quando a vemos em atuação em larga escala, mas estas são reflexos do que fazemos em nossa rotina e em nossos lares. Teremos a capacidade de distinguir as condutas que fomentam este tipo de hábito, ou sucumbiremos em nossa própria ignorância, escravos de vícios onde somos inaptos a mudar?
:-)
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Tênue alteração
Constantemente somos alvo de todo tipo de notícia, criadas para chamar a atenção para certos assuntos, considerados de interesse popular. Isto está longe de dizer que somos informados, pois enquanto somos distraídos com eles, outros mais relevantes acontecem sem percebermos. Uma tênue alteração em nossa percepção pode nos mostra toda uma realidade que ignoramos, ou que somos levados a desprezar.
Desacreditamos que o principal objetivo das corporações é o lucro, até notarmos que vivemos em uma econômia de acúmulo, e que para sobreviver, elas desconhecem limites. Rejeitamos a ideia de que estamos longe de uma democracia, mesmo observando quem faz doações para campanhas políticas, e quais são os atos dos candidatos depois de eleitos. Desconsideramos o papel da grande mídia na manipulação das massas, sem reparar em quanto recebem de anunciantes, e quem são eles.
A propaganda, que deveria ser utilizada para inteirar a sociedade sobre assuntos pertinentes, se tornou uma arma contra a própria, a mando daqueles que podem pagar por ela. Eles são os que fazem as escolhas sobre os rumos de nossas vidas, no que diz respeito ao que é realmente importante. Seremos capazes de escapar das ilusões criadas pela sociedade de consumo e resgatar a soberania sobre nossa existência, ou passaremos o resto dela sendo peões em um jogo que nem sabemos se queremos participar?
:-)
Desacreditamos que o principal objetivo das corporações é o lucro, até notarmos que vivemos em uma econômia de acúmulo, e que para sobreviver, elas desconhecem limites. Rejeitamos a ideia de que estamos longe de uma democracia, mesmo observando quem faz doações para campanhas políticas, e quais são os atos dos candidatos depois de eleitos. Desconsideramos o papel da grande mídia na manipulação das massas, sem reparar em quanto recebem de anunciantes, e quem são eles.
A propaganda, que deveria ser utilizada para inteirar a sociedade sobre assuntos pertinentes, se tornou uma arma contra a própria, a mando daqueles que podem pagar por ela. Eles são os que fazem as escolhas sobre os rumos de nossas vidas, no que diz respeito ao que é realmente importante. Seremos capazes de escapar das ilusões criadas pela sociedade de consumo e resgatar a soberania sobre nossa existência, ou passaremos o resto dela sendo peões em um jogo que nem sabemos se queremos participar?
:-)
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Imperceptível mudança
Vivemos na esperança de que as mudanças sociais ocorrerão radicalmente, lideradas pela cúpula da sociedade em uma revolução do pensamento. Esquecemos que, para tal grupo, o ideal é manter tudo como está ou, em uma melhor hipótese, angariar mais fundos, obtendo um maior controle sobre o resto da população. Desprezamos o poder da base da pirâmide, onde qualquer imperceptível mudança, lança toda a coletividade para novos rumos.
Temos uma cultura consumista por existir uma massa que troca seu tempo por aparatos descartáveis, procurando seguir a moda. Observamos o crescimento da futilidade pela legião que adota o abandono do pensamento crítico, preferindo viver fantasias momentâneas. Desconhecemos a liberdade por haver uma mulltidão que se encarcera voluntariamente, iludida por promessas de vida fácil a um custo escondido.
Ao modificarmos a mentalidade, nos tornamos mais propensos a transformar as atitudes, criando as condições para levarmos toda a humanidade para outros patamares. Cada alteração em nossas ações, por minúsculas que sejam, geram efeitos em cascata que influenciam aqueles ao nosso redor. Estaremos procurando o tipo de informação que nos guia para onde queremos, ou ainda somos induzidos por aqueles que querem nos manter no mesmo lugar?
:-)
Temos uma cultura consumista por existir uma massa que troca seu tempo por aparatos descartáveis, procurando seguir a moda. Observamos o crescimento da futilidade pela legião que adota o abandono do pensamento crítico, preferindo viver fantasias momentâneas. Desconhecemos a liberdade por haver uma mulltidão que se encarcera voluntariamente, iludida por promessas de vida fácil a um custo escondido.
Ao modificarmos a mentalidade, nos tornamos mais propensos a transformar as atitudes, criando as condições para levarmos toda a humanidade para outros patamares. Cada alteração em nossas ações, por minúsculas que sejam, geram efeitos em cascata que influenciam aqueles ao nosso redor. Estaremos procurando o tipo de informação que nos guia para onde queremos, ou ainda somos induzidos por aqueles que querem nos manter no mesmo lugar?
:-)
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Sutil diferença
Estamos tão acostumados a desconsiderar o resultado de nossos atos que mal percebemos a sútil diferença que eles causam no mundo. Por mais insignificante que cada um possa se considerar, o impacto da simples existência serve de exemplo para aqueles que estão ao redor, seja para o bem, ou para o mal. Moldamos a realidade que nos cerca com cada ação que executamos, desde a maneira como respiramos, passando por hábitos de consumo, até o modo como deixamos este plano.
Repetimos ou repelimos algumas manias se as vemos sendo realizadas por pessoas que idolatramos ou rejeitamos. E como uma onda, julgamos indivíduos de acordo com seu comportamento e postura, que possívelmente adaptaram de outros. Estudamos personagens considerados ilustres, enquanto ignoramos aqueles com uma experiência chamada de alternativa, mas que se encontram em maior número, debaixo de pontes e em terrenos abandonados.
Somos influenciados a observar apenas o topo da pirâmide social, almejando sermos os sorteados da vez, para usufruir de encantos inimagináveis. Mas esquecemos de olhar para a base dela, muito maior, que suporta todo o peso e pressão criados nos níveis mais altos, além de ser a responsável por movimentá-la para onde for. Ao compreendermos que temos o poder de levar a sociedade para onde quisermos, teremos a sabedoria de levá-la para onde é necessário, ou seremos guiados como mulas de carga, eternamente atrás da mísera cenoura colocada em nossa frente?
:-)
Repetimos ou repelimos algumas manias se as vemos sendo realizadas por pessoas que idolatramos ou rejeitamos. E como uma onda, julgamos indivíduos de acordo com seu comportamento e postura, que possívelmente adaptaram de outros. Estudamos personagens considerados ilustres, enquanto ignoramos aqueles com uma experiência chamada de alternativa, mas que se encontram em maior número, debaixo de pontes e em terrenos abandonados.
Somos influenciados a observar apenas o topo da pirâmide social, almejando sermos os sorteados da vez, para usufruir de encantos inimagináveis. Mas esquecemos de olhar para a base dela, muito maior, que suporta todo o peso e pressão criados nos níveis mais altos, além de ser a responsável por movimentá-la para onde for. Ao compreendermos que temos o poder de levar a sociedade para onde quisermos, teremos a sabedoria de levá-la para onde é necessário, ou seremos guiados como mulas de carga, eternamente atrás da mísera cenoura colocada em nossa frente?
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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Além do Ego
Muito sabemos sobre o universo, mas pouco conhecemos sobre quem somos realmente, quais são nossas habilidades e tarefas. Questões como estas dão espaço na grande mídia para notícias sobre mercados, moda e as consequências de atos precipitados. Vangloriamos o material, esquecendo que existe todo um mundo dentro de nós, explorado por poucos e divulgado por ainda mais raros corajosos.
Apelamos para o consumo para a satisfação da ansiedade, sem indagar sua origem, ou outros métodos capazes de apaziguá-la. Procuramos a solução de doenças em remédios e tratamentos cada vez mais caros, desconsiderando mudanças de hábitos que levaram o corpo a enfraquecer. Justificamos nossas ações com emoções que, em última análise, são passageiras, ilustrando o pouco que praticamos a arte da paciência e da tolerância.
Temos todo um cosmo dentro de cada um de nós, ignorado e lacrado por um Ego inflamado, incentivado por uma cultura de futilidade e gastos. Esquecemos sua existência para saciar os mais insanos desejos de um aspecto de nossa personalidade, preocupado apenas com conforto. Teremos a sabedoria de procurar conhecer outras características de nosso caráter, abrindo as portas para a construção de uma nova realidade?
:-)
Apelamos para o consumo para a satisfação da ansiedade, sem indagar sua origem, ou outros métodos capazes de apaziguá-la. Procuramos a solução de doenças em remédios e tratamentos cada vez mais caros, desconsiderando mudanças de hábitos que levaram o corpo a enfraquecer. Justificamos nossas ações com emoções que, em última análise, são passageiras, ilustrando o pouco que praticamos a arte da paciência e da tolerância.
Temos todo um cosmo dentro de cada um de nós, ignorado e lacrado por um Ego inflamado, incentivado por uma cultura de futilidade e gastos. Esquecemos sua existência para saciar os mais insanos desejos de um aspecto de nossa personalidade, preocupado apenas com conforto. Teremos a sabedoria de procurar conhecer outras características de nosso caráter, abrindo as portas para a construção de uma nova realidade?
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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Sendo mais que a vaidade
Certas decisões são tomadas levando em conta mais os instintos primordiais que temos, do que a lógica de que tanto nos orgulhamos. Aos poucos, vamos tomando consciência de que nosso julgamento pode ser facilmente nublado por emoções, cuja finalidade é satisfazer o Ego. Estamos compreendendo que somos mais do que ele, que temos capacidades limitadas por ele, e que depende de nós ultrapassarmos estas barreiras.
Observamos políticos mais preocupados com a carreira do que em propor as mudanças necessárias para o avanço da sociedade como um todo. Constatamos a existência de corporações financiando campanhas para manter leis contra a concorrência, e contra o acesso livre à recursos vitais para a população. Verificamos que consumidores mantém seus hábitos por medo de perder o pouco conforto que possuem, incapazes de transformar suas rotinas em troca de uma melhora no longo prazo.
Somos todos responsáveis pelo que acontece no planeta, mas abrimos mão do direito de intervir, preocupados com a comodidade. Ao nos condicionarmos à uma rotina, auxiliamos aqueles que querem manter a situação no mesmo rumo, nos tornando parte dele. Seremos capazes de mudar a mentalidade, para deixar de sermos mais do que meros corpos, facilmente manipulados por apelos emocionais?
:-)
Observamos políticos mais preocupados com a carreira do que em propor as mudanças necessárias para o avanço da sociedade como um todo. Constatamos a existência de corporações financiando campanhas para manter leis contra a concorrência, e contra o acesso livre à recursos vitais para a população. Verificamos que consumidores mantém seus hábitos por medo de perder o pouco conforto que possuem, incapazes de transformar suas rotinas em troca de uma melhora no longo prazo.
Somos todos responsáveis pelo que acontece no planeta, mas abrimos mão do direito de intervir, preocupados com a comodidade. Ao nos condicionarmos à uma rotina, auxiliamos aqueles que querem manter a situação no mesmo rumo, nos tornando parte dele. Seremos capazes de mudar a mentalidade, para deixar de sermos mais do que meros corpos, facilmente manipulados por apelos emocionais?
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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Escapando do narcisismo
Com a chegada da Internet, nos tornamos capazes de encontrar um caminho que perdemos por séculos, com a manipulação da mídia. Estamos nos ensinando a pesquisar mais sobre assuntos de interesse, e de ter uma visão mais cética sobre a realidade que temos. Ficamos informados com notícias locais, direto do povo que a vivencia, sem edições com pontos de vista específicos, comprados por anunciantes.
Conquistamos um maior controle sobre as ações daqueles que se chamam de governantes, mas que deveriam ser representantes do povo. Conseguimos saber o que acontece do outro lado do planeta, e que podem nos afetar diretamente, com a migração de empresas de má índole. Abraçamos a diversidade de ideias, observando as soluções utilizadas por outras comunidades, adaptando-as para as nossas necessidades.
Estamos mais propensos a escapar de armadilhas e de mudar hábitos nocivos, pois temos mais acesso à um conhecimento antes escondido. Assim como a Revolução Industrial criou um excesso de bens de consumo, na qual ainda estamos aprendendo a lidar, temos agora uma abundância de dados, que também precisaremos entender como usá-los. Iremos repetir a história, nos tornando mais egoístas e individualistas, ou mudaremos o curso, utilizando a consciência para criar um caminho que trilharemos juntos?
:-)
Conquistamos um maior controle sobre as ações daqueles que se chamam de governantes, mas que deveriam ser representantes do povo. Conseguimos saber o que acontece do outro lado do planeta, e que podem nos afetar diretamente, com a migração de empresas de má índole. Abraçamos a diversidade de ideias, observando as soluções utilizadas por outras comunidades, adaptando-as para as nossas necessidades.
Estamos mais propensos a escapar de armadilhas e de mudar hábitos nocivos, pois temos mais acesso à um conhecimento antes escondido. Assim como a Revolução Industrial criou um excesso de bens de consumo, na qual ainda estamos aprendendo a lidar, temos agora uma abundância de dados, que também precisaremos entender como usá-los. Iremos repetir a história, nos tornando mais egoístas e individualistas, ou mudaremos o curso, utilizando a consciência para criar um caminho que trilharemos juntos?
:-)
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Superando o egoísmo
Os hábitos que temos criado indicam o quanto estamos nos separando de outras pessoas, orientados por um egoísmo incentivado pela economia. E ao seguirmos instintos primordiais, abandonados qualquer tentativa de lógica, caindo em falácias que são descobertas desde que começamos este caminho. Sem uma educação de qualidade, são maiores as possibilidades de deixarmos de lado a cidadania, nos focando apenas no consumismo.
Deixamos de nos importar com o que acontece em nossas famílias e comunidades, nos concentrando em compras para apaziguar a ansiedade. Abdicamos de deveres para alcançar um nível maior de conforto, esquecendo que junto com as obrigações, se vão também as oportunidades. Justificamos nossos atos nos espelhando em outras espécies, ao mesmo tempo que tentamos demonstrar o porque somos superiores a elas.
Os valores que passamos estão longe de ser o que praticamos, por mais romantizada que seja nossa visão da realidade que temos. Apontamos dedos e armas com muito mais facilidade do que estendemos as mãos para o auxílio do próximo, embora pregamos o contrário. Estamos longe de ter um controle sobre o próprio corpo e emoções, e queremos impor um padrão de comportamento para outros?
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Deixamos de nos importar com o que acontece em nossas famílias e comunidades, nos concentrando em compras para apaziguar a ansiedade. Abdicamos de deveres para alcançar um nível maior de conforto, esquecendo que junto com as obrigações, se vão também as oportunidades. Justificamos nossos atos nos espelhando em outras espécies, ao mesmo tempo que tentamos demonstrar o porque somos superiores a elas.
Os valores que passamos estão longe de ser o que praticamos, por mais romantizada que seja nossa visão da realidade que temos. Apontamos dedos e armas com muito mais facilidade do que estendemos as mãos para o auxílio do próximo, embora pregamos o contrário. Estamos longe de ter um controle sobre o próprio corpo e emoções, e queremos impor um padrão de comportamento para outros?
:-)
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Maior que a individualidade
Vivemos como tribos e clãs por milênios, e recentemente, na Revolução Industrial, adotamos uma postura individualista. Ao contrário de nos unirmos e experimentarmos os benefícios da unidade, preferimos nos segregar, procurando a satisfação no consumo. Como uma praga, passamos a devorar o planeta sem controle, criando situações que podem levar a nossa completa extinção.
O que no começo era uma escassez de informações e conhecimento, está se tornando uma de recursos reais, necessários para a sobrevivência. O que eram bens públicos, como a água, passaram a ser privatizados, criando uma dependência cada vez maior em um sistema de acúmulo. O que era sagrado e essencial para a vida, como florestas e vales, passaram a ser comercializados por Egos cada vez mais inflados.
Perdemos o contato com o que é relevante, base de nosso sustento, para mergulharmos em um mundo de fantasias, que irá custar mais do que imaginamos. Esquecemos da beleza da simplicidade, dos prazeres da troca de convivências, para nos entregarmos à prisão individual. Nos limitamos quando poderíamos voar livres, criando uma realidade utópica, onde as intenções se tornam atos, deixando de ser apenas pensamentos.
:-)
O que no começo era uma escassez de informações e conhecimento, está se tornando uma de recursos reais, necessários para a sobrevivência. O que eram bens públicos, como a água, passaram a ser privatizados, criando uma dependência cada vez maior em um sistema de acúmulo. O que era sagrado e essencial para a vida, como florestas e vales, passaram a ser comercializados por Egos cada vez mais inflados.
Perdemos o contato com o que é relevante, base de nosso sustento, para mergulharmos em um mundo de fantasias, que irá custar mais do que imaginamos. Esquecemos da beleza da simplicidade, dos prazeres da troca de convivências, para nos entregarmos à prisão individual. Nos limitamos quando poderíamos voar livres, criando uma realidade utópica, onde as intenções se tornam atos, deixando de ser apenas pensamentos.
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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
O que alcançamos?
Muitos são os avanços tecnológicos que conquistamos com o passar do tempo, mas sua utilidade se torna nula quando são restritos à população. Ainda nos comportamos como se vivêssemos em um mundo de escassez, mantendo a mentalidade de acúmulo ilimitado, nos excluindo das comunidades. Como crianças mimadas, acreditamos ser o próprio ego, abdicando de seu controle para viver na infantilidade da ganância e da ociosidade.
Procuramos a felicidade no amontoamento de bens materiais, ignorando a necessidade de aceitação social, que pode ser alcançada por meios menos destrutivos. Buscamos curas em produtos que, outrora, seriam considerados fraudes medicinais, ao contrário de mudar nossos hábitos, principalmente os alimentares. Perseguimos a liberdade, esquecendo que junto dela existem deveres, que por negligenciarmos, acabam se tornando obstáculos que nos desviam do caminho.
Uma modernização das ferramentas, ou brinquedos, que temos, nada significam se mantemos a mesma estrutura social e cultural de milênios passados. As perspectivas de continuarmos neste rumo são cada vez mais desagradáveis, pois as características que incentivamos, como a violência e a corrupção, tendem a se acentuar. Inúmeras alternativas existem, e depende da aceitação delas por parte da população que marcará o ritmo com que mudaremos de direção, se for o que desejarmos.
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Procuramos a felicidade no amontoamento de bens materiais, ignorando a necessidade de aceitação social, que pode ser alcançada por meios menos destrutivos. Buscamos curas em produtos que, outrora, seriam considerados fraudes medicinais, ao contrário de mudar nossos hábitos, principalmente os alimentares. Perseguimos a liberdade, esquecendo que junto dela existem deveres, que por negligenciarmos, acabam se tornando obstáculos que nos desviam do caminho.
Uma modernização das ferramentas, ou brinquedos, que temos, nada significam se mantemos a mesma estrutura social e cultural de milênios passados. As perspectivas de continuarmos neste rumo são cada vez mais desagradáveis, pois as características que incentivamos, como a violência e a corrupção, tendem a se acentuar. Inúmeras alternativas existem, e depende da aceitação delas por parte da população que marcará o ritmo com que mudaremos de direção, se for o que desejarmos.
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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
O que vivenciamos?
Com o bombardeio de propaganda a que somos expostos constantemente, deixamos de notar o que é relevante para a vida, e passamos a comprar o que outros definem como sonho. Esquecemos de nos indagar o que realmente precisamos para viver em harmonia, nos perdendo em fantasias criadas em laboratório. Ignorantes às custas do que estamos adquirindo, colocamos em risco o nosso futuro, assim como o das próximas gerações.
Aceitamos uma economia de acúmulo na esperança de sermos os sorteados da vez, apesar dela segregar cada vez mais as classes, com uma base cada vez mais ampla. Admitimos uma democracia onde temos direito apenas a escolher o garoto do anúncio, e nada mais, uma vez que ele irá responder àqueles que financiaram sua campanha. Acolhemos uma cultura do desinteresse e da futilidade, onde deixamos de ser cidadãos para nos tornarmos consumidores, alheios para onde somos guiados.
Passamos uma existência na ilusão de que temos o sistema perfeito, esquecendo que ele foi construído por pessoas, com tantos defeitos quanto qualquer outro. Desconsideramos, também, que ela foi criada nos tempos de reis e ditadores, como uma maneira de controlar o povo, e mantê-lo submisso. Para mudar a realidade, podemos fazê-lo do recanto de nosso lar, ao mudarmos a nossa mentalidade e ações, nos tornando mais conscientes ao que fazemos em nossas vidas.
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Aceitamos uma economia de acúmulo na esperança de sermos os sorteados da vez, apesar dela segregar cada vez mais as classes, com uma base cada vez mais ampla. Admitimos uma democracia onde temos direito apenas a escolher o garoto do anúncio, e nada mais, uma vez que ele irá responder àqueles que financiaram sua campanha. Acolhemos uma cultura do desinteresse e da futilidade, onde deixamos de ser cidadãos para nos tornarmos consumidores, alheios para onde somos guiados.
Passamos uma existência na ilusão de que temos o sistema perfeito, esquecendo que ele foi construído por pessoas, com tantos defeitos quanto qualquer outro. Desconsideramos, também, que ela foi criada nos tempos de reis e ditadores, como uma maneira de controlar o povo, e mantê-lo submisso. Para mudar a realidade, podemos fazê-lo do recanto de nosso lar, ao mudarmos a nossa mentalidade e ações, nos tornando mais conscientes ao que fazemos em nossas vidas.
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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
O que procuramos?
Estamos tão perdidos em relação a nós mesmos e ao nosso papel no universo, que procuramos satisfazer as mais infantis aspirações, sem saber sua origem. Confundimos sonhos com desejos e, por causa disto, agimos com irresponsabilidade, ignorando os limites do planeta que habitamos. Refletimos essa infantilidade na estrutura social que mantemos, desperdiçando recursos em uma busca inútil, sem base sólida.
Caçamos a liberdade, mas nos prendemos em empregos cada vez mais exigentes, que em nada auxiliam o desenvolvimento da humanidade. Fazemos infinitas filas para conquistar o último lançamento da moda, sem entender que o que queremos mesmo é aceitação social. Demandamos uma democracia justa, mas descartamos o auxílio aos carentes, responsabilidade de qualquer cidadão consciente.
A economia do lucro impede que a tencologia chegue ao seu máximo potencial, que é de libertar o ser humano de trabalhos repetitivos. Abdicamos de nossas habilidades criativas, capazes de nos fazer prosperar no longo prazo, em troca de um conforto imediato, satisfazendo a ganância. Temos todas as ferramentas necessárias para trilhar qualquer caminho que quisermos, mas qual será o que iremos escolher, como espécie?
:-)
Caçamos a liberdade, mas nos prendemos em empregos cada vez mais exigentes, que em nada auxiliam o desenvolvimento da humanidade. Fazemos infinitas filas para conquistar o último lançamento da moda, sem entender que o que queremos mesmo é aceitação social. Demandamos uma democracia justa, mas descartamos o auxílio aos carentes, responsabilidade de qualquer cidadão consciente.
A economia do lucro impede que a tencologia chegue ao seu máximo potencial, que é de libertar o ser humano de trabalhos repetitivos. Abdicamos de nossas habilidades criativas, capazes de nos fazer prosperar no longo prazo, em troca de um conforto imediato, satisfazendo a ganância. Temos todas as ferramentas necessárias para trilhar qualquer caminho que quisermos, mas qual será o que iremos escolher, como espécie?
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terça-feira, 3 de dezembro de 2013
O que precisamos?
Passamos milênios satisfazendo os desejos do corpo, ignorando o que realmente precisamos, que é atender o espírito. Criamos hábitos que, num primeiro momento, nos auxiliaram a sair da realidade de escassez que nos rodeava, mas que gerou uma de excessos que está nos prejudicando ainda mais. Partimos de um extremo para o outro, alheios ao meio-termo capaz de sustentar a todos, enquanto ainda sacia o ímpeto natural de nossa espécie.
Concebemos maravilhas tecnológicas capazes de alimentar todo o planeta, mas mantemos grande parte dele na miséria, por razões meramente monetárias. Produzimos avanços que interligam o globo em questões de segundos, contudo, damos preferência ao entretenimento fútil e destrutivo, nos mantendo na ignorância. Elaboramos esquemas para tornar operações cotidianas cada vez mais eficientes e eficazes, desperdiçando-as em nome do lucro e da infantilidade.
Enquanto abdicarmos das informações transformadoras que são encontradas diariamente, manteremos a mesma estrutura social criada quando éramos mais atrasados. Preservaremos os mesmos medos de nossos ancestrais, conservando a mentalidade daquela época em nosso próprio tempo. Estaremos perdendo os recursos que lutamos tanto para conseguir, nos condicionando à uma realidade de escassez e segregação artificial, cada vez mais longe do sonho que temos.
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Concebemos maravilhas tecnológicas capazes de alimentar todo o planeta, mas mantemos grande parte dele na miséria, por razões meramente monetárias. Produzimos avanços que interligam o globo em questões de segundos, contudo, damos preferência ao entretenimento fútil e destrutivo, nos mantendo na ignorância. Elaboramos esquemas para tornar operações cotidianas cada vez mais eficientes e eficazes, desperdiçando-as em nome do lucro e da infantilidade.
Enquanto abdicarmos das informações transformadoras que são encontradas diariamente, manteremos a mesma estrutura social criada quando éramos mais atrasados. Preservaremos os mesmos medos de nossos ancestrais, conservando a mentalidade daquela época em nosso próprio tempo. Estaremos perdendo os recursos que lutamos tanto para conseguir, nos condicionando à uma realidade de escassez e segregação artificial, cada vez mais longe do sonho que temos.
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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
O que queremos?
Por necessidade de sobrevivência, por milênios assumimos o ego como identidade, pois ele é o tradutor das necessidades corporais para nós. Em decorrência deste fato, esquecemos quem realmente somos, passando a nos considerar uma máquina de desejos insaciável. Construímos uma sociedade baseada na satisfação destas vontades, incapazes de considerar as consequências de tais atos.
Criamos um sistema econômico baseado no acúmulo, para atender uma personalidade insegura de seu ambiente, ignorante aos avanços tecnológicos. Mantemos uma estrutura social com eleições baseadas em popularidade, inapta a prover as soluções necessárias, mas perfeita para o deleite das ambições pessoais. Sem se preocupar com os resultados, geramos processos focados no lucro, esquecendo as responsabilidades de cada ato concebido, destruindo o planeta em nome do “progresso”.
Independente da idade que temos, ao ignorarmos que somos mais do que o ego, continuamos a agir como crianças mimadas, entregues à uma infantilidade cada vez mais perigosa. Aprimoramos os brinquedos que temos, procuramos conquistar os mais caros, mas somos incompetentes para observar os efeitos que causamos, nos prendendo à uma lógica ultrapassada. Sem entender a diferença que existe dentro de nós, nos tornamos incapacitados para assumir seu controle, e saber o que realmente queremos.
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Criamos um sistema econômico baseado no acúmulo, para atender uma personalidade insegura de seu ambiente, ignorante aos avanços tecnológicos. Mantemos uma estrutura social com eleições baseadas em popularidade, inapta a prover as soluções necessárias, mas perfeita para o deleite das ambições pessoais. Sem se preocupar com os resultados, geramos processos focados no lucro, esquecendo as responsabilidades de cada ato concebido, destruindo o planeta em nome do “progresso”.
Independente da idade que temos, ao ignorarmos que somos mais do que o ego, continuamos a agir como crianças mimadas, entregues à uma infantilidade cada vez mais perigosa. Aprimoramos os brinquedos que temos, procuramos conquistar os mais caros, mas somos incompetentes para observar os efeitos que causamos, nos prendendo à uma lógica ultrapassada. Sem entender a diferença que existe dentro de nós, nos tornamos incapacitados para assumir seu controle, e saber o que realmente queremos.
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sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Armas à disposição
Ao tomarmos conhecimento das estratégias que são usadas contra nós, para nos manter em cativeiro, reconhecemos mais facilmente as armadilhas. Nos sentimos capazes de tomar conta de nosso destino, ajustando os atos do presente para moldar o futuro da maneira que quisermos. Abandonamos a ilusão que nos foi vendida com o intuito de nos aprisionar, para que nos tornassemos dóceis e manuseáveis.
Entendemos que a democracia ficou esquecida no tempo, uma vez que deixamos de ser consultados sobre as decisões relevantes para nossa vida. Compreendemos que a economia nada mais é do que uma prisão perpétua, onde já nascemos individados, e passamos a vida pagando por algo que nem sabemos o que é. Observamos que somos as vítimas e os carrascos da cultura, perpetuando o que nos oprime, incapazes de mudar os hábitos para nos libertarmos.
Em nome de um lucro que nunca é suficiente, abdicamos das virtudes que auxiliavam nossa evolução, nos levando a patamares cada vez mais altos. Estamos estagnados no mesmo degrau por séculos, esperando por uma utopia que está sempre no amanhã, esperando darmos o primeiro passo em sua direção. Sabemos de sua existência e de onde se encontra, falta apenas encontrarmos a vontade para irmos em seu encontro, e mudarmos nossa realidade.
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Entendemos que a democracia ficou esquecida no tempo, uma vez que deixamos de ser consultados sobre as decisões relevantes para nossa vida. Compreendemos que a economia nada mais é do que uma prisão perpétua, onde já nascemos individados, e passamos a vida pagando por algo que nem sabemos o que é. Observamos que somos as vítimas e os carrascos da cultura, perpetuando o que nos oprime, incapazes de mudar os hábitos para nos libertarmos.
Em nome de um lucro que nunca é suficiente, abdicamos das virtudes que auxiliavam nossa evolução, nos levando a patamares cada vez mais altos. Estamos estagnados no mesmo degrau por séculos, esperando por uma utopia que está sempre no amanhã, esperando darmos o primeiro passo em sua direção. Sabemos de sua existência e de onde se encontra, falta apenas encontrarmos a vontade para irmos em seu encontro, e mudarmos nossa realidade.
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quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Ataque em grupo
Ao procurarmos por alternativas em nosso estilo de vida, criamos as rachaduras que irão fazer desmoronar o sistema opressivo que temos hoje. A cooperação entre as pessoas é onde se encontra o maior poder de nossa espécie, que deixamos nas mãos de gananciosos preocupados com lucro. As segregações com que nos acostumamos são ilusórias, pois todos fazemos parte do mesmo ecosistema, seja em nível continental ou planetário.
Preconceitos são criados como forma de separação, para nos colocar uns contra os outros, nos tornando vulneráveis à ataques de propaganda. Diferenças ideológicas existem como forma de nos ensinar a respeitar opiniões alheias, e encontrar um meio termo onde todos possam se sentir satisfeitos. Fomos ensinados a focar nas diferenças, quando deveríamos procurar pelas semelhanças, capazes de unificar o que foi dividido.
Nações nada mais são do que o mesmo povo separado por ideais de conquista e ganância, em tempos onde nada se sabia sobre o mundo. Vivemos como em fazendas de gado de abate, agrupados em rebanhos que, estrategicamente, são enviados para o abatedouro quando perdem a utilidade. Mas somos muito mais do que isto, e apesar de esquecidos, temos a nosso alcance todas as ferramentas para modificarmos este mapa, transformando a realidade.
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Preconceitos são criados como forma de separação, para nos colocar uns contra os outros, nos tornando vulneráveis à ataques de propaganda. Diferenças ideológicas existem como forma de nos ensinar a respeitar opiniões alheias, e encontrar um meio termo onde todos possam se sentir satisfeitos. Fomos ensinados a focar nas diferenças, quando deveríamos procurar pelas semelhanças, capazes de unificar o que foi dividido.
Nações nada mais são do que o mesmo povo separado por ideais de conquista e ganância, em tempos onde nada se sabia sobre o mundo. Vivemos como em fazendas de gado de abate, agrupados em rebanhos que, estrategicamente, são enviados para o abatedouro quando perdem a utilidade. Mas somos muito mais do que isto, e apesar de esquecidos, temos a nosso alcance todas as ferramentas para modificarmos este mapa, transformando a realidade.
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quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Milícia social
Incentivamos o fascínio por espalhar boatos prejudiciais ao nos entregarmos à mercê da grande mídia, sem pesquisar o que nos é passado. Além de um entretenimento fútil, as poucas informações anunciadas possuem uma visão que dificilmente irá contra seus patrocinadores e anunciantes. Vivemos a moral do lucro e do acúmulo, onde a ignorância se torna rei em uma terra que esqueceu de suas virtudes, para apaziguar o Ego.
Perdemos o precioso tempo com programas que nada auxiliam na coesão social ou psicológica, denegrindo a habilidade de pensar criticamente sobre um tema. Abandonamos a prática de questionar, nos tornando os perfeitos escravos modernos, incapazes de tomar alguma decisão por si mesmo. Abdicamos de direitos para nos ver livres de deveres, iludidos que ainda existe algum tipo de liberdade que podemos usufruir, sem o consentimento daqueles que planejam nossos dias.
Acreditamos na fantasia de que dinheiro é poder, e moldamos toda a sociedade sobre essa base, esquecendo que o controle está em nossas mãos. Sem o trabalho que realizamos diariamente e, principalmente, sem as transações monetárias com que nos acostumamos a realizar, dirigentes ficam de mãos abanando. Ao procurarmos por alternativas às ações que realizamos todos os dias, por menores que sejam, criamos uma revolução nunca vista antes, onde cada um é o líder de seu próprio nariz.
:-)
Perdemos o precioso tempo com programas que nada auxiliam na coesão social ou psicológica, denegrindo a habilidade de pensar criticamente sobre um tema. Abandonamos a prática de questionar, nos tornando os perfeitos escravos modernos, incapazes de tomar alguma decisão por si mesmo. Abdicamos de direitos para nos ver livres de deveres, iludidos que ainda existe algum tipo de liberdade que podemos usufruir, sem o consentimento daqueles que planejam nossos dias.
Acreditamos na fantasia de que dinheiro é poder, e moldamos toda a sociedade sobre essa base, esquecendo que o controle está em nossas mãos. Sem o trabalho que realizamos diariamente e, principalmente, sem as transações monetárias com que nos acostumamos a realizar, dirigentes ficam de mãos abanando. Ao procurarmos por alternativas às ações que realizamos todos os dias, por menores que sejam, criamos uma revolução nunca vista antes, onde cada um é o líder de seu próprio nariz.
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terça-feira, 26 de novembro de 2013
Juntando as forças
A maior defesa que existe contra os ataques diários que sofremos é a informação, pois ela nos mostra as barbaridades cometidas em nosso nome. Os gananciosos procuram, a todo instante, por brechas em nosso conhecimento, para serem capazes de nos enganar e vender seus produtos. Inconsciente e voluntariamente, como moscas rondando uma lâmpada, abandonamos nossa humanidade para virarmos ignorantes fanáticos.
Preferimos manter a rotina imposta por uma sociedade doente, do que fazer as mudanças necessárias em nossa vida. Aceitamos leis que nos são empurradas, deixando de exercer nosso dever como cidadãos, nos tornando meros consumidores sem poder algum. Esquecemos que as comunidades funcionam como resultado de nossas ações, e que temos influência direta na construção da cultura que queremos para nós e nossos filhos.
Tentamos escapar das obrigações, olvidando que são elas as responsáveis por nos transformar em seres mais sábios e pacientes. Também nos auxiliam a nos unirmos, nos elevando além das segregações criadas para nos manter afastados de nosso real poder. Ao deixarmos os desejos infatis de lado, descobrimos o que é preciso ser feito, e encontramos as forças que nem imaginávamos existirem.
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Preferimos manter a rotina imposta por uma sociedade doente, do que fazer as mudanças necessárias em nossa vida. Aceitamos leis que nos são empurradas, deixando de exercer nosso dever como cidadãos, nos tornando meros consumidores sem poder algum. Esquecemos que as comunidades funcionam como resultado de nossas ações, e que temos influência direta na construção da cultura que queremos para nós e nossos filhos.
Tentamos escapar das obrigações, olvidando que são elas as responsáveis por nos transformar em seres mais sábios e pacientes. Também nos auxiliam a nos unirmos, nos elevando além das segregações criadas para nos manter afastados de nosso real poder. Ao deixarmos os desejos infatis de lado, descobrimos o que é preciso ser feito, e encontramos as forças que nem imaginávamos existirem.
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segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Defesa pessoal
Nos acostumamos a procurar causas externas por situações onde sofremos, sem querer observar os nossos próprios passos. Deixamos que nos iludam, considerando que a ignorância é uma benção, ou que é tarefa de outros nos manter informados sobre os avanços do mundo. Longe de nos prevenirmos de infortúnios, dedicamos o tempo à satisfação do Ego, entregues ao entretenimento fútil.
Abdicamos das decisões relevantes à vida, terceirizando deveres e direitos, sendo guiados como gado para o abatedouro, notando apenas quando é tarde. Participamos de uma econômia imposta por reis e ditadores, criada para manter e ampliar as diferenças sociais, nos separando ao contrário de unir. Negamos as mudanças sociais necessárias por estarmos enraizados em uma zona de conforto que, no longo prazo, tende a nos destruir.
Perdemos a moral de nos chamarmos de civilizados, pois para saciar desejos infantis, ajudamos na aniquilação do planeta. Abandonamos o contato com quem somos, passando a viver uma ilusão de liberdade e saúde, quando estamos longe de qualquer uma das duas. Ao largarmos as virtudes que todos temos dentro de nós, auxiliamos na construção de um estilo de vida decadente, onde ficaremos presos até o momento final.
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Abdicamos das decisões relevantes à vida, terceirizando deveres e direitos, sendo guiados como gado para o abatedouro, notando apenas quando é tarde. Participamos de uma econômia imposta por reis e ditadores, criada para manter e ampliar as diferenças sociais, nos separando ao contrário de unir. Negamos as mudanças sociais necessárias por estarmos enraizados em uma zona de conforto que, no longo prazo, tende a nos destruir.
Perdemos a moral de nos chamarmos de civilizados, pois para saciar desejos infantis, ajudamos na aniquilação do planeta. Abandonamos o contato com quem somos, passando a viver uma ilusão de liberdade e saúde, quando estamos longe de qualquer uma das duas. Ao largarmos as virtudes que todos temos dentro de nós, auxiliamos na construção de um estilo de vida decadente, onde ficaremos presos até o momento final.
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sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Traídos pelo Sonho
Propagandas tendem a nos vender desejos em forma de sonhos, clamando ser a resposta final de nossa insatisfação. Mas ideais deixam de existir quando são negociados, pois o sonhador se torna consumidor, e o vendedor, mercenário. Também deixamos de prestar atenção nos detalhes, até ser tarde demais, e estarmos sofrendo com as consequências que nós mesmos criamos para nós.
Aqueles que consideram que a felicidade é abrir uma garrafa deveriam pesquisar um pouco sobre o conteúdo da mesma, e sobre o resultado dela no corpo. A extração de recursos enterrados a milhões de anos pode trazer alegria para alguns, mas a um preço que talvez custe a vida de todos. Consideramos liberdade como fazer o que queremos, mas desprezamos que sem responsabilidade, somos alvo fácil do fruto da insentatez com que nos acostumamos.
Temos a visão de nos libertar de trabalhos manuais e repetitivos, mas nos mantemos estagnados por ganância e ignorância. Permitimos que atrocidades sejam cometidas em nosso nome, para que os desejos do Ego possam ser satisfeitos sem interrupção. Sem uma mudança de mentalidade seguida do comportamento, deixamos de ter moral para encontrar culpados pela nossa situação, além de nós mesmos.
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Aqueles que consideram que a felicidade é abrir uma garrafa deveriam pesquisar um pouco sobre o conteúdo da mesma, e sobre o resultado dela no corpo. A extração de recursos enterrados a milhões de anos pode trazer alegria para alguns, mas a um preço que talvez custe a vida de todos. Consideramos liberdade como fazer o que queremos, mas desprezamos que sem responsabilidade, somos alvo fácil do fruto da insentatez com que nos acostumamos.
Temos a visão de nos libertar de trabalhos manuais e repetitivos, mas nos mantemos estagnados por ganância e ignorância. Permitimos que atrocidades sejam cometidas em nosso nome, para que os desejos do Ego possam ser satisfeitos sem interrupção. Sem uma mudança de mentalidade seguida do comportamento, deixamos de ter moral para encontrar culpados pela nossa situação, além de nós mesmos.
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quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Ludibriados pela Cultura
Abraçamos a cultura da futilidade como se fosse a resposta para todos os problemas pessoais e comunitárias, e passamos a viver na negligência. Abandonamos as responsabilidades que temos como seres sociais, ingenuamente imaginando que elas iriam sumir com o tempo. Além de terem aumentado sua carga, elas passaram a ser usadas contra nós mesmos, ironicamente, por aqueles que escolhemos para nos representar, seja constitucional ou comercialmente.
Deixamos de nos interessar pela vida em comunidade, preferindo ficar entretidos na frente de uma tela, reclamando do sofá. Nos admiramos quando somos assaltados, mesmo vivendo em um mundo onde o consumo é incentivado, mas as oportunidades para tal ato são suprimidas. Nos espantamos com a ganância e a conduta capazes de vender veneno como se fosse alimento, mas nos mantemos comprando mesmo que inconscientemente.
Somos surpreendidos pelas consequências de nossas ações, inclusive quando somos avisados e desconsideramos tais notícias. Esperamos respostas prontas, esquecendo que viver é o inifnito esforço de encontrar as suas próprias, pois dependem de cada um, e de quanta energia gastamos com elas. E a cada novo patamar alcançado, somos contemplados com um novo horizonte, que nos indica que devemos seguir em frente, procurando novos degraus a cada dia.
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Deixamos de nos interessar pela vida em comunidade, preferindo ficar entretidos na frente de uma tela, reclamando do sofá. Nos admiramos quando somos assaltados, mesmo vivendo em um mundo onde o consumo é incentivado, mas as oportunidades para tal ato são suprimidas. Nos espantamos com a ganância e a conduta capazes de vender veneno como se fosse alimento, mas nos mantemos comprando mesmo que inconscientemente.
Somos surpreendidos pelas consequências de nossas ações, inclusive quando somos avisados e desconsideramos tais notícias. Esperamos respostas prontas, esquecendo que viver é o inifnito esforço de encontrar as suas próprias, pois dependem de cada um, e de quanta energia gastamos com elas. E a cada novo patamar alcançado, somos contemplados com um novo horizonte, que nos indica que devemos seguir em frente, procurando novos degraus a cada dia.
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quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Equivocados pela Lógica
Ainda usamos a lógica das cavernas para viver em dias modernos, usando como base da sociedade uma economia de acúmulo. Desprezamos as informações que conseguimos para realizar os avanços sociais necessários, nos mantendo estagnados na tentativa de satisfazer o Ego. Resistimos em sair de nossa zona de conforto, ignorando que ela se encontra em um risco maior por nos mantermos presos na ganância e ignorância.
Permitimos uma desigualdade entre as classes cada vez maior, e nos admiramos quando a violência toma conta da rotina. Na procura por uma fonte de energia barata, deixamos de lado soluções sustentáveis, preferindo destruir nascentes de água e lencóis freáticos inteiros. Sem saber o que fazer com tanto lixo gerado por um estilo de vida consumista desenfreado, criamos ilhas de resíduos tóxicos em alto mar, terminando com um sustento que nos manteve por milhões de anos.
Nos condicionamos a ver o mundo como uma fonte de recursos escassos, que precisam ser conquistados com a força bruta e acumulados para tempos de carência. Renunciamos o potencial das inovações, transformando pessoas em escravos modernos, confinados em empregos sem sentido, manuais e repetitivos, em troca de subsistência. Ao mudarmos o raciocínio que tivemos até hoje, atualizando-o para refletir o que sabemos, seremos capazes de criar uma nova era, realmente moderna e civilizada.
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Permitimos uma desigualdade entre as classes cada vez maior, e nos admiramos quando a violência toma conta da rotina. Na procura por uma fonte de energia barata, deixamos de lado soluções sustentáveis, preferindo destruir nascentes de água e lencóis freáticos inteiros. Sem saber o que fazer com tanto lixo gerado por um estilo de vida consumista desenfreado, criamos ilhas de resíduos tóxicos em alto mar, terminando com um sustento que nos manteve por milhões de anos.
Nos condicionamos a ver o mundo como uma fonte de recursos escassos, que precisam ser conquistados com a força bruta e acumulados para tempos de carência. Renunciamos o potencial das inovações, transformando pessoas em escravos modernos, confinados em empregos sem sentido, manuais e repetitivos, em troca de subsistência. Ao mudarmos o raciocínio que tivemos até hoje, atualizando-o para refletir o que sabemos, seremos capazes de criar uma nova era, realmente moderna e civilizada.
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terça-feira, 19 de novembro de 2013
Iludidos pela Individualidade
Desde a Revolução Industrial consideramos que nos conhecemos, pois obtivemos acesso à uma abundância de recursos inimagináveis para as gerações anteriores. Mas, ao analisarmos, podemos notar que focamos no Ego, satisfazendo seus desejos, criando uma devastação que abrange desde a cultura até o próprio planeta. Apenas agora estamos começando a compreender a extensão do estrago causado por ele, com informações que, antes, eram um privilégio de poucos.
Descobrimos que, ao terceirizar os direitos, abdicamos também dos deveres, deixando de ser cidadãos e nos tornando consumidores. Deixamos de reconhecer a causa dos problemas que enfrentamos por estarmos embriagados pela superficialidade da grande mídia. Esquecemos o que é pensar de maneira crítica, questionando o que nos é passado, ao invés de engolir tudo de uma vez.
Nos afastamos da comunidade onde vivemos, da qual somos dependentes e que depende de nós, para saciarmos vícios sem sentido. Confundimos individualidade com egocentrismo, desprezando o ambiente, desmerecendo as conexões que compartilhamos com ele. Vemos as consequências das decisões que tomamos na rotina que vivemos, desprezando o fato de que podemos modificá-la começando a mudar nossa mente.
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Descobrimos que, ao terceirizar os direitos, abdicamos também dos deveres, deixando de ser cidadãos e nos tornando consumidores. Deixamos de reconhecer a causa dos problemas que enfrentamos por estarmos embriagados pela superficialidade da grande mídia. Esquecemos o que é pensar de maneira crítica, questionando o que nos é passado, ao invés de engolir tudo de uma vez.
Nos afastamos da comunidade onde vivemos, da qual somos dependentes e que depende de nós, para saciarmos vícios sem sentido. Confundimos individualidade com egocentrismo, desprezando o ambiente, desmerecendo as conexões que compartilhamos com ele. Vemos as consequências das decisões que tomamos na rotina que vivemos, desprezando o fato de que podemos modificá-la começando a mudar nossa mente.
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segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Enganados pelo Ego
De todas informações que nos atingem atualmente, podemos considerar que as mais transformadoras delas sejam referentes a quem somos. Ao tomarmos conhecimento de como nosso próprio corpo funciona, descobrimos as armadilhas em que caímos rotineira e inconscientemente. Começamos a ver até mesmo as bases da sociedade com outros olhos, ansiosos por mudanças tão rápidas quanto as do pensamento, mas que encontram barreiras na ignorância e na ganância.
Mantemos uma economia baseada em acúmulo infinito, apesar de sabermos que isto é insustentável em um planeta finito. Aplicamos o modelo industrial desde a educação até a produção de alimentos, mesmo sofrendo com os efeitos negativos da padronização. Criamos funções inúteis que, ao contrário de contribuir para o desenvolvimento pessoal e social, deixa-o estagnado e, em certos casos, o retraí.
Consideramos qualquer ato nosso justificável e necessário, usando a lógica do Ego como desculpa para as atrocidades que cometemos. Desprezamos outros pontos de vista, nos trancando em uma realidade onde o compartilhamento se torna cada vez mais inexistente, nos separando da fonte da própria vida. O despertar para uma nova realidade começa com a mudança de mentalidade, onde enxergamos os demais, e se realiza completamente ao modificarmos nossas ações para condizer com tal transformação.
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Mantemos uma economia baseada em acúmulo infinito, apesar de sabermos que isto é insustentável em um planeta finito. Aplicamos o modelo industrial desde a educação até a produção de alimentos, mesmo sofrendo com os efeitos negativos da padronização. Criamos funções inúteis que, ao contrário de contribuir para o desenvolvimento pessoal e social, deixa-o estagnado e, em certos casos, o retraí.
Consideramos qualquer ato nosso justificável e necessário, usando a lógica do Ego como desculpa para as atrocidades que cometemos. Desprezamos outros pontos de vista, nos trancando em uma realidade onde o compartilhamento se torna cada vez mais inexistente, nos separando da fonte da própria vida. O despertar para uma nova realidade começa com a mudança de mentalidade, onde enxergamos os demais, e se realiza completamente ao modificarmos nossas ações para condizer com tal transformação.
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sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Renascer das cinzas
Com a Internet, temos acesso a todo tipo de informação, algo que, até agora, ainda era escasso para a população de qualquer classe social. O que faremos com esta enxurrada de novos dados irá definir o futuro que teremos, e que iremos deixar para as próximas gerações. E enquanto alguns procuram por notícias relevantes, outros procuram em manter a satisfação do Ego, com futilidades para nos manter presos a ele.
Permitimos que a destruição ocorrida em outros lugares sejam repetidas pelo planeta em nome de um lucro que nunca é suficiente. Abraçamos causas que criam as condições para a decadência do ser humano, sem pesquisar sobre elas, observando apenas sua propaganda. Incentivamos a ignorância ao darmos audiência para programas fúteis, onde a superficialidade se tornou uma norma assim como o desrespeito e a crueldade.
Vivemos em uma Era transformadora, onde temos a oportunidade de criarmos uma realidade de acordo com o que precisamos. Mas para tal, é preciso tirar a cabeça do umbigo e olhar para a frente, observando os perigos que já são conhecidos, e aprender a contorná-los. Deixando de repetir os erros do passado, saímos da inércia em que nos colocamos, e somos capazes de voar mais alto do que já sonhamos até agora.
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Permitimos que a destruição ocorrida em outros lugares sejam repetidas pelo planeta em nome de um lucro que nunca é suficiente. Abraçamos causas que criam as condições para a decadência do ser humano, sem pesquisar sobre elas, observando apenas sua propaganda. Incentivamos a ignorância ao darmos audiência para programas fúteis, onde a superficialidade se tornou uma norma assim como o desrespeito e a crueldade.
Vivemos em uma Era transformadora, onde temos a oportunidade de criarmos uma realidade de acordo com o que precisamos. Mas para tal, é preciso tirar a cabeça do umbigo e olhar para a frente, observando os perigos que já são conhecidos, e aprender a contorná-los. Deixando de repetir os erros do passado, saímos da inércia em que nos colocamos, e somos capazes de voar mais alto do que já sonhamos até agora.
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quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Despertar coletivo
Desprezamos as informações sobre o planeta para acreditar em acionistas de empresas, interessados apenas em ver grandes números em suas contas. Desconsideramos as ligações profissionais das pessoas, apesar de vivermos em uma realidade regida por um sistema econômico dependente de acúmulo. E por ignorarmos a base na qual a sociedade é construída, sofremos das consequências que tentamos separar dela, procurando em vão por outra resposta.
Demos poderes totais sobre os rumos da nação para grupos seletos, desatentos à corrupção inerente de uma estrutura de concentração. Separamos o suborno do desvio de recursos que deveriam ser destinados à melhoria da qualidade de vida de todos, aceitando o aumento abusivo e constante de impostos. Negamos que a violência seja resultado desta falha, apesar de, além de renegarmos os direitos básicos para a população, ainda a tratarmos como criminosos, apenas por viverem na miséria criada por esta ordem.
Desde a Revolução Industrial, o objetivo social tem sido a multiplicação de bens, mas por ser de uma forma hierarquizada, onde poucos tem muito, e muitos tem pouco, vemos as classes sociais cada vez mais distantes umas das outras. Com a chegada da Internet, alguns daqueles que acreditavam que tudo sempre foi assim, estão descobrindo que existem outros meios, e que nem tudo que brilha realmente é ouro. O despertar da população está começando a acontecer, de uma forma tímida ainda, mas que tem muito potencial para se transformar em algo que nunca vimos antes.
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Demos poderes totais sobre os rumos da nação para grupos seletos, desatentos à corrupção inerente de uma estrutura de concentração. Separamos o suborno do desvio de recursos que deveriam ser destinados à melhoria da qualidade de vida de todos, aceitando o aumento abusivo e constante de impostos. Negamos que a violência seja resultado desta falha, apesar de, além de renegarmos os direitos básicos para a população, ainda a tratarmos como criminosos, apenas por viverem na miséria criada por esta ordem.
Desde a Revolução Industrial, o objetivo social tem sido a multiplicação de bens, mas por ser de uma forma hierarquizada, onde poucos tem muito, e muitos tem pouco, vemos as classes sociais cada vez mais distantes umas das outras. Com a chegada da Internet, alguns daqueles que acreditavam que tudo sempre foi assim, estão descobrindo que existem outros meios, e que nem tudo que brilha realmente é ouro. O despertar da população está começando a acontecer, de uma forma tímida ainda, mas que tem muito potencial para se transformar em algo que nunca vimos antes.
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quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Ingenuidade inabalável
Chegamos no fundo do poço quando entregamos até mesmo a tarefa de pensar para terceiros, abdicando de todo e qualquer controle sobre nossas vidas. Perdemos o contato com o mundo, renegando uma interação com algo que é parte de nós, mesmo sem termos noção disto. Além disto, damos espaço para aqueles mal intencionados a ter autoridade sobre as ações que praticamos, comandando a seu bel-prazer.
Vemos governos defendendo corporações enquanto oprime cidadãos, indicando com quem está sua real lealdade, e quem está no poder. Observamos a proliferação de alimentos sem nutrientes, criando doenças que poderiam ser facilmente resolvidas com uma nutrição balanceada. Entendemos o porque a educação recebe poucos recursos, pois sem conhecimento se torna mais fácil a aceitação de remédios cheios de efeitos colaterais e com baixa eficiência.
Terceirizar tarefas que consideramos chatas pode se tornar um tiro no pé, pois elas existem para nos fazer evoluir, descobrir habilidades que desconhecíamos antes. Nos fazem aprender mais sobre o que precisamos para sobreviver e prosperar de maneira saudável, tanto física quanto mental e espiritualmente. Nos mostra o mundo como ele realmente é, sem ilusões, fantasias ou armadilhas, nos devolvendo a possibilidade de modificá-lo como queremos, de acordo com nossas necessidades.
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Vemos governos defendendo corporações enquanto oprime cidadãos, indicando com quem está sua real lealdade, e quem está no poder. Observamos a proliferação de alimentos sem nutrientes, criando doenças que poderiam ser facilmente resolvidas com uma nutrição balanceada. Entendemos o porque a educação recebe poucos recursos, pois sem conhecimento se torna mais fácil a aceitação de remédios cheios de efeitos colaterais e com baixa eficiência.
Terceirizar tarefas que consideramos chatas pode se tornar um tiro no pé, pois elas existem para nos fazer evoluir, descobrir habilidades que desconhecíamos antes. Nos fazem aprender mais sobre o que precisamos para sobreviver e prosperar de maneira saudável, tanto física quanto mental e espiritualmente. Nos mostra o mundo como ele realmente é, sem ilusões, fantasias ou armadilhas, nos devolvendo a possibilidade de modificá-lo como queremos, de acordo com nossas necessidades.
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terça-feira, 12 de novembro de 2013
Decline social
Desejos são constantemente anunciados como sonhos, na esperança de que as pessoas ignorem a diferença e façam um acordo que pode custar sua alma. Vendemos a autonomia que temos, com o intuito de fazer parte de um sistema que sabemos pouco a respeito, pois as consequências são mascaradas como casos à parte, desprezando que tudo está conectado. Adentramos esta porta desconhecendo o que nos espera, iludidos pela imagem de um paraíso onde, misteriosamente, somos todos livres enquanto somos servidos.
Consumimos bens e serviços sem nos preocuparmos com sua origem, incentivando a escravidão moderna e a destruição dos recursos naturais. Evitamos analisar nossa própria rotina, vivendo na fantasia de que temos liberdade, apesar de sermos prisioneiros de nosso próprio Ego, seus vícios, e do sistema criado para mantê-lo satisfeito. Rejeitamos ver o declínio das virtudes, admitindo que nada mais somos do que crianças mimadas, longe do amadurecimento da qual tanto queremos ter orgulho.
Expomos brinquedos em uma competição tão inútil quanto a energia que gastamos para manter a ilusão de que podemos comprar um sonho. Aceitamos o prazer momentâneo como troca do nirvana eterno, felizes em nossa própria ingenuidade de que este é o ápice da condição humana. Esquecemos quem somos e nos convencemos de que uma vida como gado de abate é o suficiente para saciar nossa vontade, que teimosa, nos mostra um horizonte diferente a cada novo patamar atingido.
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Consumimos bens e serviços sem nos preocuparmos com sua origem, incentivando a escravidão moderna e a destruição dos recursos naturais. Evitamos analisar nossa própria rotina, vivendo na fantasia de que temos liberdade, apesar de sermos prisioneiros de nosso próprio Ego, seus vícios, e do sistema criado para mantê-lo satisfeito. Rejeitamos ver o declínio das virtudes, admitindo que nada mais somos do que crianças mimadas, longe do amadurecimento da qual tanto queremos ter orgulho.
Expomos brinquedos em uma competição tão inútil quanto a energia que gastamos para manter a ilusão de que podemos comprar um sonho. Aceitamos o prazer momentâneo como troca do nirvana eterno, felizes em nossa própria ingenuidade de que este é o ápice da condição humana. Esquecemos quem somos e nos convencemos de que uma vida como gado de abate é o suficiente para saciar nossa vontade, que teimosa, nos mostra um horizonte diferente a cada novo patamar atingido.
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segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Ignorância pública
O corpo que habitamos tem mecanismos criados para mantê-lo em uma zona de conforto, enclausurado em seu próprio mundo. Ignorantes à nossa própria natureza, permitimos que ele nos induzisse a satisfazer suas vontades e vícios, mesmo isso significando problemas ao longo prazo. Sem controle, construímos uma realidade claustrofóbica, nos prendendo em hábitos que, num primeiro momento, nos dão prazer, mas que se mostram nocivos com o passar do tempo.
Abdicamos de deveres na tentativa de usufruir mais dos direitos, inconscientes de que eles estão ligados, e que ao abrirmos mão de um, também o fazemos com o outro. Nos prendemos em um sistema econômico dependente, onde somos obrigados a criar tarefas fúteis para mantê-lo funcionando ao custo de milhões de vidas. A cultura da superficialidade resultante de tais ações nos deixa estagnados em uma Era de opressão, onde nós mesmos somos os responsáveis por incentivar o consumo demasiado e destrutivo do planeta.
Incapazes de reconhecer os objetivos que precisamos alcançar, usamos nossas habilidades para o deleite do Ego, sem considerar a degradação social consequente. Concedemos espaço para que os males tomassem conta das comunidades, desprezando o papel de cidadãos, para nos tornarmos meros consumidores. Sem uma mudança de mentalidade, abandonaremos os sonhos que temos, e continuaremos comprando os pesadelos em pele de cordeiro que nos vendem em cada anúncio.
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Abdicamos de deveres na tentativa de usufruir mais dos direitos, inconscientes de que eles estão ligados, e que ao abrirmos mão de um, também o fazemos com o outro. Nos prendemos em um sistema econômico dependente, onde somos obrigados a criar tarefas fúteis para mantê-lo funcionando ao custo de milhões de vidas. A cultura da superficialidade resultante de tais ações nos deixa estagnados em uma Era de opressão, onde nós mesmos somos os responsáveis por incentivar o consumo demasiado e destrutivo do planeta.
Incapazes de reconhecer os objetivos que precisamos alcançar, usamos nossas habilidades para o deleite do Ego, sem considerar a degradação social consequente. Concedemos espaço para que os males tomassem conta das comunidades, desprezando o papel de cidadãos, para nos tornarmos meros consumidores. Sem uma mudança de mentalidade, abandonaremos os sonhos que temos, e continuaremos comprando os pesadelos em pele de cordeiro que nos vendem em cada anúncio.
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sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Renovação do conhecimento
Os protestos vão além das exigências feitas pelos seus integrantes, pois eles mostram a realidade sobre a sociedade ao nos relacionarmos com eles. Direitos básicos, como a liberdade de expressão, o de ir e vir, e até à vida, quando brutalmente ignorados, falam mais do que qualquer discurso. Mostram que ainda temos muito o que crescer, e que o título de “civilizados” deveria ser analisado, uma vez que nos comportamos de maneira mais cruel que selvagens.
Quando o governo coloca a força bruta contra seus cidadãos, para defender interesses comerciais de corporações, mostra onde reside sua lealdade. Quando funcionários passam a cumprir ordens sem questionamento, mesmo colocando em risco as pessoas de sua comunidade, vemos as consequências da falta de educação e oportunidades. Quando temos empresas que colocam seu lucro acima do bem estar da população, compreendemos que existe algo profundamente errado com o sistema econômico vigente.
Todos fazemos parte da cultura de nosso povo e, portanto, somos responsáveis pelo que acontece, seja em pequena ou grande escala. Enquanto mantivermos a mesma mentalidade, incentivando o famoso jeitinho, e idolatrando o supérfluo, podemos esperar apenas mais do que estamos acostumados a ver. Mas ao mudarmos a perspectiva, procurando por respostas dentro de nós, passando além do ego, seremos capazes de encontrar recursos que nos auxiliarão a criar um novo mundo, mais compatível com quem somos.
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Quando o governo coloca a força bruta contra seus cidadãos, para defender interesses comerciais de corporações, mostra onde reside sua lealdade. Quando funcionários passam a cumprir ordens sem questionamento, mesmo colocando em risco as pessoas de sua comunidade, vemos as consequências da falta de educação e oportunidades. Quando temos empresas que colocam seu lucro acima do bem estar da população, compreendemos que existe algo profundamente errado com o sistema econômico vigente.
Todos fazemos parte da cultura de nosso povo e, portanto, somos responsáveis pelo que acontece, seja em pequena ou grande escala. Enquanto mantivermos a mesma mentalidade, incentivando o famoso jeitinho, e idolatrando o supérfluo, podemos esperar apenas mais do que estamos acostumados a ver. Mas ao mudarmos a perspectiva, procurando por respostas dentro de nós, passando além do ego, seremos capazes de encontrar recursos que nos auxiliarão a criar um novo mundo, mais compatível com quem somos.
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quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Inovação social
Nós ansiamos por experiências de vida transformadoras, capazes tanto de saciar a curiosidade quanto aplacar o ímpeto que temos. Talvez por problemas de comunicação, entendemos os Grandes Mestres apenas superficialmente, levando no literal o que deveria ser compreendido como metáforas. Esta falta de percepção, aliada com outros problemas, tem criado uma separação entre nossa espécie e a natureza, quando deveria fazer o caminho contrário, unindo-nos cada vez mais com o planeta.
Buscamos a satisfação em supérfluos, aptos a cumprir tal tarefa temporariamente, incentivando o consumo demasiado e contínuo. Passamos a acreditar que a reforma é resultado de um segundo transcedental, ignorando as décadas de treinamento árduo que levaram àquele ápice. Vivemos no desleixo, procurando a esmo tal momento, contando mais com a sorte do que com as habilidades que temos, abandonando seu aprimoramento.
Temos à nossa disposição recursos mais adequados do que os materiais para o crescimento de nossa espécie, para alcançarmos a maturidade que precisamos. Tal patrimônio reside dentro de nós, um local onde a comercialização fica impraticável, pois se tratam de verificações pessoais, dependente de cada indivíduo. Esta riqueza foi soterrada por décadas de estímulo ao ego, que está sendo relembrada agora, ao nos unirmos por uma sociedade mais justa para todos.
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Buscamos a satisfação em supérfluos, aptos a cumprir tal tarefa temporariamente, incentivando o consumo demasiado e contínuo. Passamos a acreditar que a reforma é resultado de um segundo transcedental, ignorando as décadas de treinamento árduo que levaram àquele ápice. Vivemos no desleixo, procurando a esmo tal momento, contando mais com a sorte do que com as habilidades que temos, abandonando seu aprimoramento.
Temos à nossa disposição recursos mais adequados do que os materiais para o crescimento de nossa espécie, para alcançarmos a maturidade que precisamos. Tal patrimônio reside dentro de nós, um local onde a comercialização fica impraticável, pois se tratam de verificações pessoais, dependente de cada indivíduo. Esta riqueza foi soterrada por décadas de estímulo ao ego, que está sendo relembrada agora, ao nos unirmos por uma sociedade mais justa para todos.
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quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Reforma dos hábitos
Desde que damos preferência para o ego, criamos a cultura do desperdício, com bens sendo trocados constantemente, mais por moda do que por necessidade. E fomos nós, antigos cidadãos, agora meros consumidores, que acolhemos a prática da compra fútil, iludidos por promessas de propaganda. Ignorantes ao real custo dos produtos, somos enganados por uma tarjeta com um número, considerando aquele ser o único preço a ser pago pelos nossos atos.
Incentivamos a criação de mercadorias descartáveis, cobrando de nós e da natureza um valor cada vez mais vital para a sobrevivência. Espalhamos a prática para outros aspectos da vida, terceirizando tarefas que outrora uniam famílias e comunidades, abdicando de direitos junto com deveres. Abandonamos questões relevantes para o cotidiano, nos focando no supérfluo, gerando funções que nada acrescentam para o desenvolvimento sadio da sociedade.
Vemos o reflexo disso em nossa própria alimentação, com nutrientes cada vez mais escassos, abrindo as portas para doenças físicas e mentais. Ingerimos o que mais satisfaz a individualidade, esquecendo que somos seres sociais, renegando funções capazes de saciar nosso ímpeto. Esta contrariedade está vindo à tona agora, nos mostrando que ainda temos muito que aprender sobre nós mesmos.
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Incentivamos a criação de mercadorias descartáveis, cobrando de nós e da natureza um valor cada vez mais vital para a sobrevivência. Espalhamos a prática para outros aspectos da vida, terceirizando tarefas que outrora uniam famílias e comunidades, abdicando de direitos junto com deveres. Abandonamos questões relevantes para o cotidiano, nos focando no supérfluo, gerando funções que nada acrescentam para o desenvolvimento sadio da sociedade.
Vemos o reflexo disso em nossa própria alimentação, com nutrientes cada vez mais escassos, abrindo as portas para doenças físicas e mentais. Ingerimos o que mais satisfaz a individualidade, esquecendo que somos seres sociais, renegando funções capazes de saciar nosso ímpeto. Esta contrariedade está vindo à tona agora, nos mostrando que ainda temos muito que aprender sobre nós mesmos.
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terça-feira, 5 de novembro de 2013
Novidade cultural
Estamos desatentos para o fato de que a cultura está em constante mudança, pois com a experiência de vida de cada um, novos conhecimentos são gerados para a sociedade. As revoluções acontecem para aumentar a velocidade destas transformações, e trazer à tona o que tentamos empurrar para debaixo do tapete. Para evoluirmos é necessário encarar os problemas de frente, por mais que tentamos escondê-los ou ignorá-los, seja individualmente, como nações, ou espécie.
Deixar de lado consequências criadas por um sistema econômico de acúmulo e segregador apenas piorou questões como a violência e miséria. Abraçar um estilo de vida consumista tem criado efeitos catastróficos para inúmeros seres, desde o aumento da escravidão ao desaparecimento completo de possibilidades de existência. Permanecer na ilusão de que estamos separados do resto do planeta nos prejudica em níveis que ainda iremos descobrir a duras penas, talvez sem a esperança de retorno.
A cada dia, somos contemplados com novas informações capazes de transformar radicalmente o modo como nos relacionamos com o mundo. O que iremos fazer com estes novos dados é uma decisão de cada pessoa, que irá acontecer inconscientemente ou de forma lúcida. Ficarmos parados nunca foi uma opção, que estamos percebendo somente agora, mas que ainda faz toda a diferença para o amanhã.
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Deixar de lado consequências criadas por um sistema econômico de acúmulo e segregador apenas piorou questões como a violência e miséria. Abraçar um estilo de vida consumista tem criado efeitos catastróficos para inúmeros seres, desde o aumento da escravidão ao desaparecimento completo de possibilidades de existência. Permanecer na ilusão de que estamos separados do resto do planeta nos prejudica em níveis que ainda iremos descobrir a duras penas, talvez sem a esperança de retorno.
A cada dia, somos contemplados com novas informações capazes de transformar radicalmente o modo como nos relacionamos com o mundo. O que iremos fazer com estes novos dados é uma decisão de cada pessoa, que irá acontecer inconscientemente ou de forma lúcida. Ficarmos parados nunca foi uma opção, que estamos percebendo somente agora, mas que ainda faz toda a diferença para o amanhã.
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segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Revolução da mente
Os protestos que estão ocorrendo ao redor do mundo e, principalmente para nós, do Brasil, mostram que está ocorrendo uma revolução de mentalidades. As pessoas estão contemplando uma nova maneira de ver o planeta e seus habitantes, e estão sendo tomadas pela esperança de mudança. Motivos para tal transformação existem, assim como as maneiras de participar de tamanha reforma, que completam as marchas.
Ao questionar o real funcionamento do que temos como democracia, criamos a possibilidade de encontrar as respostas que sempre procuramos sobre os problemas sociais. Mudar de perspectiva viabiliza o entendimento de que o consumismo com a qual nos acostumamos seja apenas uma distração. Indagar, particularmente, o sistema econômico e seu impacto na natureza e na mente humana, nos capacitam a remover o véu da ilusão que fomos induzidos a comprar.
Aderir aos protestos é um passo que demonstra termos perdido o medo, que tanto nos impuseram para que ficássemos trancados em cúbiculos cada vez menores. Mudar os hábitos comprova que, apesar do pânico, somos donos de nossos corpos e mentes, senhores de nossas decisões. Transformar o mundo certifica que temos poderes inimagináveis, esquecidos em tempos imemoriais, mas que estão começando a ser relembrados.
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Ao questionar o real funcionamento do que temos como democracia, criamos a possibilidade de encontrar as respostas que sempre procuramos sobre os problemas sociais. Mudar de perspectiva viabiliza o entendimento de que o consumismo com a qual nos acostumamos seja apenas uma distração. Indagar, particularmente, o sistema econômico e seu impacto na natureza e na mente humana, nos capacitam a remover o véu da ilusão que fomos induzidos a comprar.
Aderir aos protestos é um passo que demonstra termos perdido o medo, que tanto nos impuseram para que ficássemos trancados em cúbiculos cada vez menores. Mudar os hábitos comprova que, apesar do pânico, somos donos de nossos corpos e mentes, senhores de nossas decisões. Transformar o mundo certifica que temos poderes inimagináveis, esquecidos em tempos imemoriais, mas que estão começando a ser relembrados.
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sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Analisando diversos ângulos
Desde cedo somos adestrados a observar o mundo sob uma única ótica, procurando um padrão com a qual devemos nos sentir confortáveis, e abandonando todo o resto. Raros são aqueles que aprimoram sua curiosidade, e procuram entender toda a diversidade com que o universo nos brinda constantemente. Quando damos um passo nesta direção, expandimos nossa mente, adicionando a ela novas informações e experiências, sem subtrair o que já tínhamos.
Ao questionarmos os motivos por trás de cada ação que realizamos, criamos um movimento de mudança e evolução, saindo da estagnação em que nos encontramos. Crescemos como indivíduos e nos tornamos capazes de contribuir mais para a comunidade, ativamente modelando o futuro de todos. Mantemos um ciclo de renovação capaz de expandir o potencial que temos dentro de nós, deixando de nos identificar com a constituição física, e nos aproximando mais das características divinas do espírito.
Ainda temos como padrão a resolução de conflitos e problemas pela força bruta, agindo como feras enjauladas, incapazes de raciocinar. Somos comandados pelo corpo, quando deveríamos ser capazes de enxergar através e além dele, nos livrando das ilusões que nos prendem. E a solução é simples na teoria, mas muito difícil na prática, pois requer algo que não treinamos há muito tempo: a vontade.
:-)
Ao questionarmos os motivos por trás de cada ação que realizamos, criamos um movimento de mudança e evolução, saindo da estagnação em que nos encontramos. Crescemos como indivíduos e nos tornamos capazes de contribuir mais para a comunidade, ativamente modelando o futuro de todos. Mantemos um ciclo de renovação capaz de expandir o potencial que temos dentro de nós, deixando de nos identificar com a constituição física, e nos aproximando mais das características divinas do espírito.
Ainda temos como padrão a resolução de conflitos e problemas pela força bruta, agindo como feras enjauladas, incapazes de raciocinar. Somos comandados pelo corpo, quando deveríamos ser capazes de enxergar através e além dele, nos livrando das ilusões que nos prendem. E a solução é simples na teoria, mas muito difícil na prática, pois requer algo que não treinamos há muito tempo: a vontade.
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quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Indagando diferentes aspectos
Desde a Revolução Industrial, criamos uma realidade baseada em um chão de fábrica, onde vemos o mundo como uma esteira que opera em sequência. Até mesmo a base da sociedade, a educação, é tratada desta maneira, onde temos número de série, ano de fabricação e modelo específico. Pouco se fala sobre uma mudança do método em si, mantendo em pleno século XXI uma linha de pensamento criada praticamente 400 anos antes.
Somos desencorajados de praticar e aprimorar a curiosidade, perdendo a habilidade de indagar sobre a validade dos mais simples atos. Sofremos um adestramento para aceitar comandos e uma hierarquia ultrapassada, criada em tempos de escassez que ainda existem por permitirmos. Abandonamos parte de nossa identidade para nos encaixarmos nos padrões criados pela sociedade, ao contrário de ter comunidades construídas com a diversidade de nossas personalidades.
Ao impormos um comportamento modelo, tiramos das pessoas o desenvolvimento da tolerância com o que é diferente, aumentando os conflitos. Concebemos diversos males em nosso meio por instigarmos condutas que vão contra a natureza, ao invés de a seu favor. A padronização de hábitos é um aspecto a ser questionado e modificado, na tentativa de reverter parte da destruição causado por ele.
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Somos desencorajados de praticar e aprimorar a curiosidade, perdendo a habilidade de indagar sobre a validade dos mais simples atos. Sofremos um adestramento para aceitar comandos e uma hierarquia ultrapassada, criada em tempos de escassez que ainda existem por permitirmos. Abandonamos parte de nossa identidade para nos encaixarmos nos padrões criados pela sociedade, ao contrário de ter comunidades construídas com a diversidade de nossas personalidades.
Ao impormos um comportamento modelo, tiramos das pessoas o desenvolvimento da tolerância com o que é diferente, aumentando os conflitos. Concebemos diversos males em nosso meio por instigarmos condutas que vão contra a natureza, ao invés de a seu favor. A padronização de hábitos é um aspecto a ser questionado e modificado, na tentativa de reverter parte da destruição causado por ele.
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quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Considerando mais perspectivas
Nos envolvemos de tal forma com o materialismo, que dificilmente vemos alternativas para o estilo de vida que perpetuamos. Esquecemos o poder que temos dentro de nós, acessível a qualquer momento, para nos subjugarmos à ilusões baratas, de benefícios imediatos e insustentáveis. Abandonamos a imortalidade em troca do presente, também nos distanciando de outros aspectos divinos, adotando a futilidade como padrão de existência.
Perdemos a coragem de enfrentar aqueles que abusam de seus semelhantes, vivendo em constante medo de erguer a cabeça e andar com orgulho. Nos privamos da força da coletividade, que fundou nossas comunidades, para servir ao próprio ego, criando crises pessoais e sociais. Corrompemos a inércia da mudança, nos estagnando em uma realidade que deveria ser passageira, apenas mais um degrau da evolução.
Talvez precisamos de uma lição mais dolorosa para tirar o aprendizado que o universo tenta nos ensinar de formas ainda amenas. Para evitar tal cenário, é necessário que a informação se espalhe, dos mais diversos aspectos e maneiras, com a finalidade de educar quem quiser instruir-se. Dentro de cada um, existe um ser dormente, supremo, esperando ser desperto, para novamente ir de encontro a todo o potencial esquecido.
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Perdemos a coragem de enfrentar aqueles que abusam de seus semelhantes, vivendo em constante medo de erguer a cabeça e andar com orgulho. Nos privamos da força da coletividade, que fundou nossas comunidades, para servir ao próprio ego, criando crises pessoais e sociais. Corrompemos a inércia da mudança, nos estagnando em uma realidade que deveria ser passageira, apenas mais um degrau da evolução.
Talvez precisamos de uma lição mais dolorosa para tirar o aprendizado que o universo tenta nos ensinar de formas ainda amenas. Para evitar tal cenário, é necessário que a informação se espalhe, dos mais diversos aspectos e maneiras, com a finalidade de educar quem quiser instruir-se. Dentro de cada um, existe um ser dormente, supremo, esperando ser desperto, para novamente ir de encontro a todo o potencial esquecido.
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terça-feira, 29 de outubro de 2013
Enxergando outros pontos de vista
Mantemos a mentalidade presa em um nível lógico que já não nos sustenta mais, precisando de uma atualização para um patamar mais alto. O que era fundamental no passado pode nem existir no presente, para garantir um futuro livre de abominações. É preciso entender os hábitos que criamos por modismo, para sermos capazes de enxergar suas consequências no tempo, e nos livrarmos deles.
Ignoramos que a violência seja um subproduto do ambiente, onde temos controle, e delegamos para o indivíduo, tirando de nosso alcance a solução do problema. Terceirizamos a busca por soluções para corruptos e mercenários, quando são os atos de cada cidadão, em seu dia a dia, que fazem a diferença. Esquecemos que passamos a usar uma economia de troca por causa de força bruta, e desenvolvemos toda sociedade sobre esta base.
Nos tornamos cegos para os detalhes de nossas própria vidas, existindo tão superficialmente que precisamos de constante estímulo externo. Consumimos o planeta em busca da satisfação que existe dentro de nós, mas que rejeitamos, iludidos pela ganância do ego. Ficamos tão perdidos que nem mais sabemos quem somos, passando a nos identificar com os veículos que usamos, perdendo contato com o motorista.
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Ignoramos que a violência seja um subproduto do ambiente, onde temos controle, e delegamos para o indivíduo, tirando de nosso alcance a solução do problema. Terceirizamos a busca por soluções para corruptos e mercenários, quando são os atos de cada cidadão, em seu dia a dia, que fazem a diferença. Esquecemos que passamos a usar uma economia de troca por causa de força bruta, e desenvolvemos toda sociedade sobre esta base.
Nos tornamos cegos para os detalhes de nossas própria vidas, existindo tão superficialmente que precisamos de constante estímulo externo. Consumimos o planeta em busca da satisfação que existe dentro de nós, mas que rejeitamos, iludidos pela ganância do ego. Ficamos tão perdidos que nem mais sabemos quem somos, passando a nos identificar com os veículos que usamos, perdendo contato com o motorista.
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segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Procurando novas idéias
O despreparo para lidar com a quantia de informações forçadas a capturar nossa atenção é tão grande que perdemos o foco do que é relevante. Nos acostumamos com padrões antigos, passados adiante como verdade eterna e absoluta, sem considerar que o universo está em constante movimento. Deixamos de procurar novas ideias, de modelar a rotina com um olhar no objetivo que necessitamos, ao invés daquele que nos convenceram de que queremos.
Podemos tentar entender e adaptar a tecnologia para nos liberar de tarefas repetitivas e mecânicas, permitindo que o ser humano descubra todo seu potencial. Formar uma estrutura social independente de um sistema de acúmulo, disponibilizando recursos à medida que são requeridos para saciar deficiências. Educar as pessoas para serem capazes de encontrar sua própria essência, e desenvolverem a habilidade de dominar o ego, encontrando a liberdade que tanto procuram.
O começo de uma nova sociedade está na casa de cada cidadão, dentro de suas cabeças, quando estão cientes de seus pensamentos e ações. Ao nos livrarmos das ilusões criadas pela personalidade individualista, abandonamos as tentativas de alcançar uma fantasia insustentável. Passamos, então, a caminhar em direção à sonhos que tem chance de se tornarem reais, pois entendemos que tudo depende de nossos atos.
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Podemos tentar entender e adaptar a tecnologia para nos liberar de tarefas repetitivas e mecânicas, permitindo que o ser humano descubra todo seu potencial. Formar uma estrutura social independente de um sistema de acúmulo, disponibilizando recursos à medida que são requeridos para saciar deficiências. Educar as pessoas para serem capazes de encontrar sua própria essência, e desenvolverem a habilidade de dominar o ego, encontrando a liberdade que tanto procuram.
O começo de uma nova sociedade está na casa de cada cidadão, dentro de suas cabeças, quando estão cientes de seus pensamentos e ações. Ao nos livrarmos das ilusões criadas pela personalidade individualista, abandonamos as tentativas de alcançar uma fantasia insustentável. Passamos, então, a caminhar em direção à sonhos que tem chance de se tornarem reais, pois entendemos que tudo depende de nossos atos.
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