Para começar, acho que nada mais importante de saber como se livrar do produto. A primeira pergunta a se fazer é se existe alguma outra utilidade para tal bem para a própria pessoa. Desta maneira diminuí-se o próprio consumo, reaproveitando certos utensílios que antes exerciam uma tarefa, e que agora podem desenvolver outra totalmente diferente, em alguns casos. Uma pesquisa na Internet e em livros pode dar muitas idéias de como aproveitar até mesmo componentes menores para desempenhar funções mais vitais. Exemplos são imãs e bobinas de motores, que normalmente vão fora sem se considerar que podem servir para a criação de energia com certas adaptações.
A seguir, se não existe como o bem pode ser adaptado na própria casa, pode-se doá-lo para pessoas que mais precisam, e que certamente não se importariam em receber algo de segunda mão. Escolas públicas e bibliotecas poderiam se beneficiar tremendamente com computadores, mesmo sendo mais velhos. Um ponto de conexão com a Internet sempre ajuda a espandir o tráfego de informações, ajudando as pessoas a estarem mais atualizadas. Lares que não possuem condições para ter um computador podem também podem aproveitar estas vantagens, inclusive criando laços mais fortes entre pessoas diferentes, que não estamos acostumados a conversar em nosso dia-a-dia. Isto irá refletir para toda comunidade, trazendo benefícios que vão além do material.
A separação do que não pode ser reaproveitado ou doado também contribue para o aumento da conscientização. A criação de um plano que envolva toda a família pode, em alguns casos, criar uma forma de interação entre os membros que foi se perdendo com o tempo. O caminho até o centro de reciclagem, em cidades onde não existe coleta seletiva, pode se transformar em um passeio. Uma mudança de mentalidade para começar a ver como algo produtivo que estamos fazendo, do que um trabalho forçado e sem sentido, pode tornar muito mais agradável e tirar o peso extra que algumas pessoas colocam nesta tarefa.
Além das inúmeras alternativas que podem ser feitas com os produtos já existentes, ainda existe a possibilidade de começarmos o processo de reciclagem já na criação de um produto. Um bom exemplo são casas que estão surgindo mais voltadas para este fim. A própria casa é capaz de gerar sua energia e tratar de sua água, usando dejetos para a criação de plantas em quintais e jardins. Além disto, materiais mais aptos à serem reciclados podem ser utilizados na construção de produtos comuns, onde utilizamos plástico sem analisar as consequências do nosso ato. No passado ainda podíamos utilizar a desculpa de que não existia informação suficiente, mas com o avanço da Internet, estamos vendo que é mais uma questão de comodidade do que de ignorância. Podemos mudar o mundo que habitamos e transformá-lo em um paraíso. E para isto acontecer, precisamos primeiro limpar a casa, pois assim estaremos inclusive reciclando nossa conta médica.
:-)
A seguir, se não existe como o bem pode ser adaptado na própria casa, pode-se doá-lo para pessoas que mais precisam, e que certamente não se importariam em receber algo de segunda mão. Escolas públicas e bibliotecas poderiam se beneficiar tremendamente com computadores, mesmo sendo mais velhos. Um ponto de conexão com a Internet sempre ajuda a espandir o tráfego de informações, ajudando as pessoas a estarem mais atualizadas. Lares que não possuem condições para ter um computador podem também podem aproveitar estas vantagens, inclusive criando laços mais fortes entre pessoas diferentes, que não estamos acostumados a conversar em nosso dia-a-dia. Isto irá refletir para toda comunidade, trazendo benefícios que vão além do material.
A separação do que não pode ser reaproveitado ou doado também contribue para o aumento da conscientização. A criação de um plano que envolva toda a família pode, em alguns casos, criar uma forma de interação entre os membros que foi se perdendo com o tempo. O caminho até o centro de reciclagem, em cidades onde não existe coleta seletiva, pode se transformar em um passeio. Uma mudança de mentalidade para começar a ver como algo produtivo que estamos fazendo, do que um trabalho forçado e sem sentido, pode tornar muito mais agradável e tirar o peso extra que algumas pessoas colocam nesta tarefa.
Além das inúmeras alternativas que podem ser feitas com os produtos já existentes, ainda existe a possibilidade de começarmos o processo de reciclagem já na criação de um produto. Um bom exemplo são casas que estão surgindo mais voltadas para este fim. A própria casa é capaz de gerar sua energia e tratar de sua água, usando dejetos para a criação de plantas em quintais e jardins. Além disto, materiais mais aptos à serem reciclados podem ser utilizados na construção de produtos comuns, onde utilizamos plástico sem analisar as consequências do nosso ato. No passado ainda podíamos utilizar a desculpa de que não existia informação suficiente, mas com o avanço da Internet, estamos vendo que é mais uma questão de comodidade do que de ignorância. Podemos mudar o mundo que habitamos e transformá-lo em um paraíso. E para isto acontecer, precisamos primeiro limpar a casa, pois assim estaremos inclusive reciclando nossa conta médica.
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