Além dos ensinamentos que temos quando somos crianças, de nossos pais e professores, à medida que vamos crescendo nos tornamos cientes de que o ambiente também gera um certo grau de influência em nossas vidas. E assim como o que aprendemos quando pequenos, aceitamos certos aspectos como sendo parte de nossa identidade. Fazemos isto por ter uma necessidade biológica de pertencer à algum lugar e à algum grupo, mas sem ter consciência disto, assumimos que está tendência faz parte de quem somos, não de influências externas.Os melhores exemplo são de pessoas que viajam pelo mundo, morando em várias localidades diferentes durante suas vidas. Em alguns casos, elas levam consigo conceitos e hábitos de sua terra natal e que acabam mudando com o tempo, imitando a cultura local. Elas fazem isto como uma forma de se integrar e sobreviver na comunidade local, pois a alternativa de se segregar não parece muito amistosa quando emergências aparecem. Sem saber o que acontece ao nosso redor ficamos perdidos, nos tornando incapazes de se defender de simples ações da natureza, ou do próprio povo, mas que são comuns para aquela região.
Inclusive somos influenciados pela maneira como as pessoas se relacionam em determinados locais. Se estamos em uma região onde a população não tem tanta intimidade uns com os outros, vamos nos acostumando com este estilo de vida até fazermos o mesmo. O mesmo acontece com a utilização de artifícios para nossa comunicação, onde pode-se notar claramente o contraste entre os que tem um sistema monetário e aquelas que utilizam recursos naturais como base de sua economia. Enquanto os primeiros se baseiam na competição e quantidade, os outros tendem a ir para o lado da cooperação e qualidade. Índios e as chamadas sociedades alternativas tendem a ter uma mente mais aberta à diferenças, principalmente na questão da propriedade.
Se uma boa parte da sociedade mundial atual mudasse a mentalidade quantitativa para uma mais qualitativa, veríamos uma mudança considerável em nosso estilo de vida, ainda mais no que se refere às relações interpessoais. Desde a estrutura familiar, que agora se divide por causa de empregos, até mesmo como vemos pessoas completamente contrárias à nossas idéias, tudo seria modificado. Temos a chance de modificar nosso sistema de exclusão para um de inclusão, passando a ver diferenças como características diferentes a serem aprendidas, ao invés de tentarmos competir com elas. Isto porque, assim como o ambiente nos influência, também temos a capacidade de influenciá-lo. É a velha lei da ação e reação da física, sendo aplicada a mais do que simples objetos.
Se formos analisar a fundo, estamos apenas aprendendo o que o ambiente nos ensina. Novamente existem aqueles que se identificam com estas características de tal forma que associam sua identidade à elas. Mas essas tarjas são apenas pedaços do que aprendemos durante nossa estadia por aqui. Ainda existe bastante para explorarmos e vermos se somos simples rótulos. Ou mais do que isto.
:-)
Inclusive somos influenciados pela maneira como as pessoas se relacionam em determinados locais. Se estamos em uma região onde a população não tem tanta intimidade uns com os outros, vamos nos acostumando com este estilo de vida até fazermos o mesmo. O mesmo acontece com a utilização de artifícios para nossa comunicação, onde pode-se notar claramente o contraste entre os que tem um sistema monetário e aquelas que utilizam recursos naturais como base de sua economia. Enquanto os primeiros se baseiam na competição e quantidade, os outros tendem a ir para o lado da cooperação e qualidade. Índios e as chamadas sociedades alternativas tendem a ter uma mente mais aberta à diferenças, principalmente na questão da propriedade.
Se uma boa parte da sociedade mundial atual mudasse a mentalidade quantitativa para uma mais qualitativa, veríamos uma mudança considerável em nosso estilo de vida, ainda mais no que se refere às relações interpessoais. Desde a estrutura familiar, que agora se divide por causa de empregos, até mesmo como vemos pessoas completamente contrárias à nossas idéias, tudo seria modificado. Temos a chance de modificar nosso sistema de exclusão para um de inclusão, passando a ver diferenças como características diferentes a serem aprendidas, ao invés de tentarmos competir com elas. Isto porque, assim como o ambiente nos influência, também temos a capacidade de influenciá-lo. É a velha lei da ação e reação da física, sendo aplicada a mais do que simples objetos.
Se formos analisar a fundo, estamos apenas aprendendo o que o ambiente nos ensina. Novamente existem aqueles que se identificam com estas características de tal forma que associam sua identidade à elas. Mas essas tarjas são apenas pedaços do que aprendemos durante nossa estadia por aqui. Ainda existe bastante para explorarmos e vermos se somos simples rótulos. Ou mais do que isto.
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