Apesar de ser um assunto velho, a reciclagem no Brasil ainda deixa muito a desejar. Enquanto propagandas podem mostrar diferente, mal arranhamos a superfície do problema. Como uma comunidade estamos longe de fazer parte da solução, ainda alimentando aterros com massivas quantidades de materiais que poderiam estar voltando para prateleiras e tornando nosso estilo de vida mais sustentável. Os números mostram que ainda estamos caminhando em direção à um consumo total do planeta, sendo necessária uma real crise que nos pare completamente para tirarmos o tempo de realmente pensarmos no que estamos fazendo. Infelizmente quando isto acontecer, serão poucos que conseguirão sobreviver sem seus bens de consumo favoritos, e se não nos informarmos, iremos perecer de tantas vezes que batemos com a cara na parede, insistindo no erro.
Por mais que o sistema monetário nos faça ir atrás de reciclagem apenas quando lucro é gerado, por vezes poderíamos ter mais qualidade em nossas vidas se prestássemos mais atenção e aprendéssemos a utilizar até mesmo o lixo de maneira mais consciente. Refugos orgânicos, por exemplo, vão misturados para aterros, onde acabam trazendo pouco ou nenhum benefício, quando podiam ser encaminhados para campos e lavouras para servir de adubo. Seria uma alternativa mais natural do que ficar usando derivados de petróleo para o plantio, deixando até a terra onde é usada com mais nutrientes. O mesmo poderia ser feito com o excremento da, cada vez maior, indútria do abate, ao invés de despejar em rios e lagos com pouco ou sem tratamento. Não precisaríamos ter tantos gastos com fertilizantes, o que possivelmente faria até nossa conta médica diminuir.
Além disto, certos materiais nem precisariam ir para aterros, se fossem doados para aqueles que mais necessitam. Um computador velho ainda é um computador para aqueles que não tem nada. Além de diminuir o problema dos lixões se acumulando, os benefícios das doações podem ajudar a parte mais carente da sociedade. O mesmo pode acontecer com roupas e calçados, materiais de construção e móveis. Mas além de dar a vara de pesca, seria interessante também tirar o tempo para mostrar como usá-la. Desinformação pode levar a casos como o comentado tempos atrás, onde os beneficiados jogavam fora roupas doadas depois de usar uma ou duas vezes por ser mais barato do que lavar. Isso apenas mostra que mais do que reciclar materiais, precisamos primeiro reciclar nossas cabeças.
:-)
Por mais que o sistema monetário nos faça ir atrás de reciclagem apenas quando lucro é gerado, por vezes poderíamos ter mais qualidade em nossas vidas se prestássemos mais atenção e aprendéssemos a utilizar até mesmo o lixo de maneira mais consciente. Refugos orgânicos, por exemplo, vão misturados para aterros, onde acabam trazendo pouco ou nenhum benefício, quando podiam ser encaminhados para campos e lavouras para servir de adubo. Seria uma alternativa mais natural do que ficar usando derivados de petróleo para o plantio, deixando até a terra onde é usada com mais nutrientes. O mesmo poderia ser feito com o excremento da, cada vez maior, indútria do abate, ao invés de despejar em rios e lagos com pouco ou sem tratamento. Não precisaríamos ter tantos gastos com fertilizantes, o que possivelmente faria até nossa conta médica diminuir.
Além disto, certos materiais nem precisariam ir para aterros, se fossem doados para aqueles que mais necessitam. Um computador velho ainda é um computador para aqueles que não tem nada. Além de diminuir o problema dos lixões se acumulando, os benefícios das doações podem ajudar a parte mais carente da sociedade. O mesmo pode acontecer com roupas e calçados, materiais de construção e móveis. Mas além de dar a vara de pesca, seria interessante também tirar o tempo para mostrar como usá-la. Desinformação pode levar a casos como o comentado tempos atrás, onde os beneficiados jogavam fora roupas doadas depois de usar uma ou duas vezes por ser mais barato do que lavar. Isso apenas mostra que mais do que reciclar materiais, precisamos primeiro reciclar nossas cabeças.
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