Toda vez que ouço a expressão "ignorância é uma benção", fico me perguntando o que deve ter acontecido na vida da pessoa para que veja conhecimento como um malêfício. Entendo o ponto de vista de que, se não soubermos dos problemas do mundo, iremos nos preocupar menos. Mas esta, para mim, é justamente a mentalidade de animais de abate, que vão sendo guiados inocentemente até o matadouro, e só notam onde estão quando é tarde demais, deixando-os sem a menor chance de fuga e sobrevivência. Não saber o que acontece ao redor pode fazer com que muitas pessoas percam a vida desnecessáriamente, ainda mais quando algum desastre está surgindo no horizonte.
Essa é minha maior birra com o mundo em que vivemos, onde a sociedade se acostumou a aceitar toda e qualquer informação que é jogada em sua frente, sem fazer nenhum tipo de pesquisa para verificar a veracidade do assunto. No passado não era possível termos conhecimento de outros pontos de vista porque a mídia era controlada por poucos, e esses publicavam apenas o que os convia, influenciando gerações de pessoas. Publicações alternativas e independentes eram raríssimas, deixando apenas poucos à par do que estava acontencendo. Mas isto tudo acabou com a chegada da Internet, pois o mundo agora tem a chance de se conectar e procurar por qualquer tido de informação em praticamente qualquer país e língua.
Esta nova opção de comunicação deu a oportunidade de cada pessoa no planeta mostrar seu ponto de vista para o mundo. Enquanto alguns ficam com um pé atrás, usando apenas os canais oficializados pelo governo, eu vejo isto como uma grande chance para nos conhecermos melhor. Certamente existirá informações que não refletiram a realidade como a vemos, mas é justamente isto que estamos precisando em nossos dias: aprender a criar conhecimento. No caminho para a sabedoria, não podemos apenas aceitar informações, precisamos saber separar as que são úteis das que nos enganam por nós mesmos. Enquanto tentarmos seguir os passos de outras pessoas, não deixaremos de ser crianças seguindo os pais, muitas vezes sem nem saber qual é o destino. E a medida que gerações mais velhas vão nos deixando, se não pararmos para analisar o que está na nossa frente, podemos cair em um abismo que nossos antepassados não viram da distância em que estavam.
Certas informações vão ir contra o que acreditamos, outras vão nos machucar profundamente, mas sem esses desafios, nosso conhecimento será medíocre. Cada pessoa que não sabe separar e julgar por si mesma está fadada a virar escravo daqueles que tem conhecimento. Ela está mais inclinada a ser iludida por objetos comuns fantasiados por palavras mágicas, perdendo sua liberdade na troca. Metáforas que representem essa idéia existem a milênios, e portanto não é de se espantar que a solução desse problema seja matar/aprisionar o que tem mais conhecimento. Poderíamos aumentar muito mais nosso conhecimento, nos prevenindo de futuros abusos, se aprendessemos suas técnicas para usar como nossas defesas. Por ainda insistimos no uso da força e da vingança (proibição com punição), não mudamos muito nosso estilo de vida do tempo de nossos antepassados medievais.
Está na hora de nos perguntarmos se realmente não devemos rever alguns conceitos, e se não devemos nos atualizar em certos aspectos. Ter toda informação disponível e não querer usar por comodidade pode ter consequências bem desagradáveis.
:-)
Essa é minha maior birra com o mundo em que vivemos, onde a sociedade se acostumou a aceitar toda e qualquer informação que é jogada em sua frente, sem fazer nenhum tipo de pesquisa para verificar a veracidade do assunto. No passado não era possível termos conhecimento de outros pontos de vista porque a mídia era controlada por poucos, e esses publicavam apenas o que os convia, influenciando gerações de pessoas. Publicações alternativas e independentes eram raríssimas, deixando apenas poucos à par do que estava acontencendo. Mas isto tudo acabou com a chegada da Internet, pois o mundo agora tem a chance de se conectar e procurar por qualquer tido de informação em praticamente qualquer país e língua.
Esta nova opção de comunicação deu a oportunidade de cada pessoa no planeta mostrar seu ponto de vista para o mundo. Enquanto alguns ficam com um pé atrás, usando apenas os canais oficializados pelo governo, eu vejo isto como uma grande chance para nos conhecermos melhor. Certamente existirá informações que não refletiram a realidade como a vemos, mas é justamente isto que estamos precisando em nossos dias: aprender a criar conhecimento. No caminho para a sabedoria, não podemos apenas aceitar informações, precisamos saber separar as que são úteis das que nos enganam por nós mesmos. Enquanto tentarmos seguir os passos de outras pessoas, não deixaremos de ser crianças seguindo os pais, muitas vezes sem nem saber qual é o destino. E a medida que gerações mais velhas vão nos deixando, se não pararmos para analisar o que está na nossa frente, podemos cair em um abismo que nossos antepassados não viram da distância em que estavam.
Certas informações vão ir contra o que acreditamos, outras vão nos machucar profundamente, mas sem esses desafios, nosso conhecimento será medíocre. Cada pessoa que não sabe separar e julgar por si mesma está fadada a virar escravo daqueles que tem conhecimento. Ela está mais inclinada a ser iludida por objetos comuns fantasiados por palavras mágicas, perdendo sua liberdade na troca. Metáforas que representem essa idéia existem a milênios, e portanto não é de se espantar que a solução desse problema seja matar/aprisionar o que tem mais conhecimento. Poderíamos aumentar muito mais nosso conhecimento, nos prevenindo de futuros abusos, se aprendessemos suas técnicas para usar como nossas defesas. Por ainda insistimos no uso da força e da vingança (proibição com punição), não mudamos muito nosso estilo de vida do tempo de nossos antepassados medievais.
Está na hora de nos perguntarmos se realmente não devemos rever alguns conceitos, e se não devemos nos atualizar em certos aspectos. Ter toda informação disponível e não querer usar por comodidade pode ter consequências bem desagradáveis.
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