Certos estudos feitos sobre nossa cabeça mostram que nosso medo de mudar vem da nossa estrutura mental, e que o cérebro é completamente viciado. Um desses vícios é a certeza. Ela acalma nossa mente como se fosse um químico qualquer, injetado para relaxar o turbilhão de pensamentos que inundam constantemente esse órgão misterioso. Por exemplo, quando vamos pegar um copo: nosso cérebro está calculando no inconsciente a força que precisamos fazer para pegá-lo, a distância que nosso braço precisa percorrer, a textura e a temperatura do objeto, entre milhares de outras coisas. Se alguma dessas
variáveis não bate com o que era o esperado, levamos um susto e, possivelmente, deixamos o copo cair. O cérebro age mais ou menos de uma forma preguiçosa, pois a cada aprendizado novo, ele se mexe. Assim, quando nós mudamos nossa mentalidade sobre algo, é como se estivéssemos fazendo uma sessão de academia com o cérebro e fazendo ele tirar a poeira de antigas conexões.
Outro modo de ver essa habilidade da nossa cabeça de calcular tudo isso é como se estivéssemos constantemente tentando prever o futuro. A cada passo que damos, calculamos inconscientemente como seria o futuro, e preparamos nosso corpo para o tipo de chão que esperamos pisar com as informações que temos (visão, passos passados, etc...). Se nossas previsões estão certas, continuamos a caminhada. Caso contrário, vamos ao chão, ou ao menos pisamos em falso e tropeçamos. Por estar sempre tentando defender o corpo, não deve existir nada melhor para o cérebro do que estar em território conhecido, onde nada de inesperado pode acontecer, e onde pode manter seu veículo à salvo. Mas se isolar, que é um método defensivo em casos de desespero, não garante um futuro de longo prazo, e pode se tornar um problema no futuro.
É mais ou menos o caso como temos agido durante os últimos milênios, em que nos isolamos em nossos mundinhos pessoais, e esquecemos que o planeta é redondo e que compartilhamos tudo com todos, em maior ou menor nível. Agora estamos finalmente acordando para esta realidade e estamos nos dando conta de que se continuarmos com essas ações egocêntricas, possivelmente não teremos tempo de conseguir colonizar outra esfera para garantir a sobrevivência de nossa espécie. Assim, estamos redescobrindo muito do que nossos ancestrais de antes da agricultura talvez já soubessem, antes de se renderem aos vícios do cérebro e irem atrás da certeza da segurança.
Com mais informações e conhecimento sobre o mundo, talvez possamos resgatar certas ideias que foram esquecidas com o tempo e adaptar elas para a atualidade. Possivelmente uma volta à simplicidade do passado com a mentalidade e perspectiva moderna podem resolver mais problemas do que a repetitiva criação de leis com que estamos acostumados. Pode ser o exercício que nosso cérebro anda precisando, no final das contas.
:-)
Outro modo de ver essa habilidade da nossa cabeça de calcular tudo isso é como se estivéssemos constantemente tentando prever o futuro. A cada passo que damos, calculamos inconscientemente como seria o futuro, e preparamos nosso corpo para o tipo de chão que esperamos pisar com as informações que temos (visão, passos passados, etc...). Se nossas previsões estão certas, continuamos a caminhada. Caso contrário, vamos ao chão, ou ao menos pisamos em falso e tropeçamos. Por estar sempre tentando defender o corpo, não deve existir nada melhor para o cérebro do que estar em território conhecido, onde nada de inesperado pode acontecer, e onde pode manter seu veículo à salvo. Mas se isolar, que é um método defensivo em casos de desespero, não garante um futuro de longo prazo, e pode se tornar um problema no futuro.
É mais ou menos o caso como temos agido durante os últimos milênios, em que nos isolamos em nossos mundinhos pessoais, e esquecemos que o planeta é redondo e que compartilhamos tudo com todos, em maior ou menor nível. Agora estamos finalmente acordando para esta realidade e estamos nos dando conta de que se continuarmos com essas ações egocêntricas, possivelmente não teremos tempo de conseguir colonizar outra esfera para garantir a sobrevivência de nossa espécie. Assim, estamos redescobrindo muito do que nossos ancestrais de antes da agricultura talvez já soubessem, antes de se renderem aos vícios do cérebro e irem atrás da certeza da segurança.
Com mais informações e conhecimento sobre o mundo, talvez possamos resgatar certas ideias que foram esquecidas com o tempo e adaptar elas para a atualidade. Possivelmente uma volta à simplicidade do passado com a mentalidade e perspectiva moderna podem resolver mais problemas do que a repetitiva criação de leis com que estamos acostumados. Pode ser o exercício que nosso cérebro anda precisando, no final das contas.
:-)

Agora o conformismo esta cientificamente explicado!
ResponderExcluirMas então, vai ver que as ações estão sendo lentas por sabermos o que já aconteceu na historia com as pessoas que tentaram mudar...(ficando o aprendizado de coisas ruins e há evitar - Scarf Model).