Nesse post, vou dar continuidade ao assunto dos vícios cerebrais que nem percebemos, ainda mais depois de ter visto um vídeo que me chamou muito a atenção sobre esse aspecto de nossas vidas. O tópico, além disso, ainda explica certos comportamentos com as quais eu me identifiquei muito, e talvez possa ajudar alguns pais em lidar com seus filhos, pois como vamos ver, algumas das atitudes usadas para disciplinar o rebento são diretamente relacionadas com outra droga que nossa cabeça anseia incansavelmente. É um tópico polêmico, pois a falha ao se controlar esse desejo de nosso cérebro pode ter consequências bem desagradáveis. Dei uma palhinha sobre o assunto quando falei sobre Carpe Diem, e esse post tem a esperança de aprofundar um pouco mais no tema. Como já devem ter notado, o assunto desse post é a autonomia.
Talvez tenha gente se perguntando: o que tem de polêmico em se falar sobre autonomia? Não é exatamente isto que todos querem, procuram e que deveriam ir atrás? Para mim ao menos, a resposta não é um simples sim e não. Ela depende de cada caso, e principalmente de um fator crucial para a tomada de decisões: a informação. Esse, inclusive, é o motivo que me faz virar as costas para o sistema que temos como estrutura da sociedade atualmente. É o motivo que me faz ficar de boca aberta toda vez que fico sabendo de certos programas aclamados na televisão, e não de um jeito positivo. É o motivo que me fez procurar pelo que realmente podemos fazer para alcançar uma real autonomia, pois parece que esquecemos desse fator em nossos dias, e estamos apenas atrás de lucro, sem notar que ele é apenas a cenoura que nos incentiva a puxar a carroça, sem nos libertar realmente do peso que estamos puxando. Mas será que ao alcançarmos uma verdadeira autonomia não estaremos nos afundando em um caos sem tamanho, já que teoricamente, todos teriam liberdade total para fazerem o que quiserem?
Assim como os pais que dão escolhas pré-estabelecidas para os filhos em ordem de mantê-los na linha, criamos um sistema que também nos mantêm sempre no mesmo rumo, apesar das "opções de escolha" a cada 4 anos. Graças a este sistema, ainda temos a impressão que sem uma entidade olhando sobre nós, iríamos perder o rumo, e iríamos correndo pular no primeiro precipício que aparecesse. Certamente, sem informações, é o que possivelmente faríamos, pois sem ela andamos às cegas, como temos feito até agora, destruindo nossa própria casa e chamando de progresso. Mas, felizmente, temos o instinto de nos comunicar, de espalharmos o que sabemos, de tentarmos entender e de sermos entendidos. Graças a esta vontade, aprendemos e mudamos, nos adaptamos e descobrimos que a verdadeira autonomia não significa apenas fazer o que dá na telha, mas fazê-lo de uma forma responsável. E o fazemos desta maneira pelo mesmo motivo que não enfiamos a mão no fogo: sabemos que ele queima. Alguns aprendem apenas ouvindo os pais dizendo que é perigoso e restringem a tentação de fazê-lo, enquanto outros, mesmo sendo avisados, têm a curiosidade de descobrirem por si mesmos. A autonomia, assim como a liberdade, para mim ao menos, é exatamente isto: poder descobrir com os próprios erros. Os avisos estão escritos na história, e depende de cada um estudar se quiser, sob pena de repetir a situação eternamente.
E é exatamente aí que eu considero a autonomia um assunto polêmico: enquanto alguns governos tentam criar um estado que "cuida" da segurança dos seus cidadãos ao extremo, a população nem sempre vê isto como algo positivo. E muitos povos mesmo estão divididos: enquanto alguns acham que existem regras demais, outros ainda aparecem com novas. É mais ou menos como a criação de um filho, onde existem ainda muitos debates sobre até onde deve-se segurar e limitar a criança e a partir de quando deve-se deixar que crie suas próprias asas. Apesar de negarmos firmemente a cada quatro anos, esses problemas deveriam ser administrados pelos interessados, e somente por eles, sem afetar toda a população. Informações podem ser encontradas em abundância, tanto na Internet quanto em outras fontes, para auxiliar as pessoas em suas decisões. No caso dos pais, cada metodologia de educação apresenta seus defeitos e qualidades, e depende de cada um escolher a forma como vai criar o seu pimpolho. Já no que se refere ao Estado, a abordagem deveria ser a mesma, pois somente assim a população pode aprender por si mesma e realmente progredir e crescer com consciência. O governo, enquanto ainda necessário, deveria se preocupar apenas com os problemas referentes à toda população: comida, moradia e educação. E ainda assim, as decisões não deveriam ser tomadas, mas deveriam se chegar nelas através de pesquisa e experimentação. "Tomar" uma decisão por uma nação inteira é uma (i)responsabilidade muito grande para se largar nas mãos de uma pessoa, ainda mais quando ela não tem (ou tem pouco) conhecimento técnico, e é fruto de um sistema corrupto e egoísta. As chances de dar algo errado podem ser vistas diariamente em jornais e televisão.
Com uma população capaz de tomar suas próprias decisões, sabendo fazer pesquisas e ir atrás de experimentações, uma nação poderia realmente se chamar de soberana, pois possivelmente seus cidadãos supririam quaisquer necessidades que tivessem, encontrando alternativas locais para as próprias e reais necessidades. E estando cientes de que suas mentes tem uma obsessão por autonomia, poderiam entender melhor os rebeldes da sociedade, observando um pouco mais o que falam, levando em consideração seus pontos de vista quando baseados em pesquisas e experimentações.
:-)
Talvez tenha gente se perguntando: o que tem de polêmico em se falar sobre autonomia? Não é exatamente isto que todos querem, procuram e que deveriam ir atrás? Para mim ao menos, a resposta não é um simples sim e não. Ela depende de cada caso, e principalmente de um fator crucial para a tomada de decisões: a informação. Esse, inclusive, é o motivo que me faz virar as costas para o sistema que temos como estrutura da sociedade atualmente. É o motivo que me faz ficar de boca aberta toda vez que fico sabendo de certos programas aclamados na televisão, e não de um jeito positivo. É o motivo que me fez procurar pelo que realmente podemos fazer para alcançar uma real autonomia, pois parece que esquecemos desse fator em nossos dias, e estamos apenas atrás de lucro, sem notar que ele é apenas a cenoura que nos incentiva a puxar a carroça, sem nos libertar realmente do peso que estamos puxando. Mas será que ao alcançarmos uma verdadeira autonomia não estaremos nos afundando em um caos sem tamanho, já que teoricamente, todos teriam liberdade total para fazerem o que quiserem?
Assim como os pais que dão escolhas pré-estabelecidas para os filhos em ordem de mantê-los na linha, criamos um sistema que também nos mantêm sempre no mesmo rumo, apesar das "opções de escolha" a cada 4 anos. Graças a este sistema, ainda temos a impressão que sem uma entidade olhando sobre nós, iríamos perder o rumo, e iríamos correndo pular no primeiro precipício que aparecesse. Certamente, sem informações, é o que possivelmente faríamos, pois sem ela andamos às cegas, como temos feito até agora, destruindo nossa própria casa e chamando de progresso. Mas, felizmente, temos o instinto de nos comunicar, de espalharmos o que sabemos, de tentarmos entender e de sermos entendidos. Graças a esta vontade, aprendemos e mudamos, nos adaptamos e descobrimos que a verdadeira autonomia não significa apenas fazer o que dá na telha, mas fazê-lo de uma forma responsável. E o fazemos desta maneira pelo mesmo motivo que não enfiamos a mão no fogo: sabemos que ele queima. Alguns aprendem apenas ouvindo os pais dizendo que é perigoso e restringem a tentação de fazê-lo, enquanto outros, mesmo sendo avisados, têm a curiosidade de descobrirem por si mesmos. A autonomia, assim como a liberdade, para mim ao menos, é exatamente isto: poder descobrir com os próprios erros. Os avisos estão escritos na história, e depende de cada um estudar se quiser, sob pena de repetir a situação eternamente.
E é exatamente aí que eu considero a autonomia um assunto polêmico: enquanto alguns governos tentam criar um estado que "cuida" da segurança dos seus cidadãos ao extremo, a população nem sempre vê isto como algo positivo. E muitos povos mesmo estão divididos: enquanto alguns acham que existem regras demais, outros ainda aparecem com novas. É mais ou menos como a criação de um filho, onde existem ainda muitos debates sobre até onde deve-se segurar e limitar a criança e a partir de quando deve-se deixar que crie suas próprias asas. Apesar de negarmos firmemente a cada quatro anos, esses problemas deveriam ser administrados pelos interessados, e somente por eles, sem afetar toda a população. Informações podem ser encontradas em abundância, tanto na Internet quanto em outras fontes, para auxiliar as pessoas em suas decisões. No caso dos pais, cada metodologia de educação apresenta seus defeitos e qualidades, e depende de cada um escolher a forma como vai criar o seu pimpolho. Já no que se refere ao Estado, a abordagem deveria ser a mesma, pois somente assim a população pode aprender por si mesma e realmente progredir e crescer com consciência. O governo, enquanto ainda necessário, deveria se preocupar apenas com os problemas referentes à toda população: comida, moradia e educação. E ainda assim, as decisões não deveriam ser tomadas, mas deveriam se chegar nelas através de pesquisa e experimentação. "Tomar" uma decisão por uma nação inteira é uma (i)responsabilidade muito grande para se largar nas mãos de uma pessoa, ainda mais quando ela não tem (ou tem pouco) conhecimento técnico, e é fruto de um sistema corrupto e egoísta. As chances de dar algo errado podem ser vistas diariamente em jornais e televisão.
Com uma população capaz de tomar suas próprias decisões, sabendo fazer pesquisas e ir atrás de experimentações, uma nação poderia realmente se chamar de soberana, pois possivelmente seus cidadãos supririam quaisquer necessidades que tivessem, encontrando alternativas locais para as próprias e reais necessidades. E estando cientes de que suas mentes tem uma obsessão por autonomia, poderiam entender melhor os rebeldes da sociedade, observando um pouco mais o que falam, levando em consideração seus pontos de vista quando baseados em pesquisas e experimentações.
:-)

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