“Eu tenho três coisas a dizer hoje. Primeiro, enquanto vocês estavam dormindo essa noite, 30.000 crianças morreram de fome ou doenças relacionadas com má-nutrição. Segundo, a maioria de vocês está cagando e andando pra isso. E o que é pior é que estão mais indignados que eu falei cagando do que com o fato de terem morrido 30.000 crianças na noite passada.” (Pastor Tony Campolo) Acho que este pensamento descreve bem o tipo de sociedade que estamos vivendo hoje em dia, que se preocupa mais com decorações e palavras bonitas do que realmente ver a raiz dos problemas. Sim, concordo que não é uma visão bonita, mas às vezes é necessária. Sim, é trabalho pesado que precisa ser feito, mas enquanto ficarmos nos enrolando, ele não vai para lugar nenhum e aumenta com o tempo.
Já comentei em outro post que a linguagem é uma das nossas criações que deram um tiro pela culatra. E também tenho mostrado os problemas criados pela agricultura, e principalmente, pelo dinheiro. Com a crise econômica que estamos passando (dependendo de onde se vive), provavelmente vamos sair com mais uma invenção mirabolante que, na hora, vai parecer ser a salvação da lavoura, mas que com o passar do tempo, pode trazer problemas piores ainda. Por isso que a divulgação de informações é tão importante, pois somente assim teremos condições de ver onde estamos, traçar um esboço de onde queremos chegar e nos organizar para tentarmos ao menos seguir neste rumo.
Contrário ao que muita gente pensa, apesar de toda “segurança” com que nos acostumamos, governos seguem, na melhor das hipóteses, o rumo do vento. Sem considerar teorias conspiratórias, não existe, até onde vai meu conhecimento, um objetivo claro e direto em nenhum governo no planeta neste momento. O que muitos consideram um plano é apenas mais uma tradição insustentável tentando ser seguida. Crescimento econômico não vai durar muito mais, pois como já mencionei, vivemos em um planeta finito. Ele tem recursos finitos e espaço finito. Ou seja, não existe como manter um crescimento físico infinito em uma realidade que tem esse tipo de limite. O petróleo, aparentemente, está chegando lá, segundo cada vez mais pessoas. Foi bom para quem aproveitou e está aproveitando, e inclusive será bom quando a crise chegar, pois ela está sendo esperada pelos menos desavisados. E se não cuidarmos com nossas ações, iremos simplesmente mudar do petróleo para o próximo material, sem mudar realmente o estilo consumista de vida. Isto significa que gerações futuras irão olhar para nós pior do que olhamos para neandertais e medievais, pois eles ao menos não tinham tanto acesso à informações.
Não imagino que algumas pessoas se importem, na realidade, com o que gerações ainda não nascidas irão pensar de nós. Mas acho que deveriam começar a se preocupar com o que a próxima geração irá se tornar, pois estamos seguindo o rumo de filmes apocalípticos, onde a geração mais nova está perdendo a consciência e interesse de cuidar da mais velha. Isso quando não a vê como carniça apenas, se aproveitando e roubando o resto da pouca dignidade existente. Certas mudanças demoram décadas para acontecer, mas sinais podem ser vistos desde cedo. Quem sabe se mudarmos nossa mentalidade Carpe Diem, podemos ter um futuro um pouco mais tranquilo e idealizado?
:-)
Já comentei em outro post que a linguagem é uma das nossas criações que deram um tiro pela culatra. E também tenho mostrado os problemas criados pela agricultura, e principalmente, pelo dinheiro. Com a crise econômica que estamos passando (dependendo de onde se vive), provavelmente vamos sair com mais uma invenção mirabolante que, na hora, vai parecer ser a salvação da lavoura, mas que com o passar do tempo, pode trazer problemas piores ainda. Por isso que a divulgação de informações é tão importante, pois somente assim teremos condições de ver onde estamos, traçar um esboço de onde queremos chegar e nos organizar para tentarmos ao menos seguir neste rumo.

Contrário ao que muita gente pensa, apesar de toda “segurança” com que nos acostumamos, governos seguem, na melhor das hipóteses, o rumo do vento. Sem considerar teorias conspiratórias, não existe, até onde vai meu conhecimento, um objetivo claro e direto em nenhum governo no planeta neste momento. O que muitos consideram um plano é apenas mais uma tradição insustentável tentando ser seguida. Crescimento econômico não vai durar muito mais, pois como já mencionei, vivemos em um planeta finito. Ele tem recursos finitos e espaço finito. Ou seja, não existe como manter um crescimento físico infinito em uma realidade que tem esse tipo de limite. O petróleo, aparentemente, está chegando lá, segundo cada vez mais pessoas. Foi bom para quem aproveitou e está aproveitando, e inclusive será bom quando a crise chegar, pois ela está sendo esperada pelos menos desavisados. E se não cuidarmos com nossas ações, iremos simplesmente mudar do petróleo para o próximo material, sem mudar realmente o estilo consumista de vida. Isto significa que gerações futuras irão olhar para nós pior do que olhamos para neandertais e medievais, pois eles ao menos não tinham tanto acesso à informações.
Não imagino que algumas pessoas se importem, na realidade, com o que gerações ainda não nascidas irão pensar de nós. Mas acho que deveriam começar a se preocupar com o que a próxima geração irá se tornar, pois estamos seguindo o rumo de filmes apocalípticos, onde a geração mais nova está perdendo a consciência e interesse de cuidar da mais velha. Isso quando não a vê como carniça apenas, se aproveitando e roubando o resto da pouca dignidade existente. Certas mudanças demoram décadas para acontecer, mas sinais podem ser vistos desde cedo. Quem sabe se mudarmos nossa mentalidade Carpe Diem, podemos ter um futuro um pouco mais tranquilo e idealizado?
:-)
Só não concordo com a parte do 'depende de onde se vive', já q em um mundo globalizado, uma crise com a qual passamos, afetou a todos, só mudando a intensidade do impacto.
ResponderExcluirEstamos acostumados a limitar nosso conceito de 'futuro' com base no individualismo.