Observando a história, existe a possibilidade de cenários como os da Grécia e Tailândia se espalharem pelo mundo no caso da explosão da bolha monetária criada desde o desatrelamento do dinheiro com o ouro. Informação é a única ferramenta que fará a diferença em qualquer situação, seja para prevenir cenários catastróficos ou para sobreviver no meio de um. Tudo depende de quanto cada um sabe do que realmente está acontecendo e de quanto está disposto a mudar voluntariamente, visto que certas mudanças são inevitáveis e fora de nosso controle.
Apesar de usar um tom mais drástico do que eu gostaria, concordo com Mike Ruppert quando usa o conceito de barcos salva-vidas nas sociedades. A ideia é simples: imagine-se em um navio (ele usa o Titanic de exemplo), descobrindo que o inafundável está indo água abaixo, que não existem botes suficientes para todos e que a maioria já foi pego. O caos tomaria conta de sua vida se você não fosse um McGyver, capaz de criar seu próprio salva-vidas com recursos mínimos e comuns. Um suficientemente grande para ajudar ainda outras pessoas, aquelas que compartilharam de sua visão e ajudaram na construção do bote, ao invés de perderem tempo debatendo e criticando sobre as inexistentes chances da grandiosa maravilha marítima ir à tona. Estes, infelizmente, acabam afundando junto com o colosso. E se não cuidarmos, acabam nos levando junto para o fundo do oceano, pois perdemos precioso tempo de construção, ficando incapazes de realizar nossa própria salvação.
Deixando as metáforas de lado, vemos várias pessoas engajadas em se salvar e ajudar outras a anos. O exemplo mais conhecido é o voluntariado, onde a doação do tempo de cada um faz uma diferença maior do que um cheque em branco. Sentimentos compartilhados trazem muito mais conforto, alívio, esperança e alegria para aqueles que precisam, mostrando que existem os que se importam em níveis que nem todos entendem e conhecem. Quando aliados com informações, voluntários são capazes não apenas de amenizar enfermidades e necessidades, mas também de transformar mundos completamente.
Já falei por aqui sobre começar a plantar em casa, sobre estudar e aprender, e como isto tudo ajuda a sobreviver. Mas para vivermos, também é preciso compartilhar. As vidas de todos estão interligadas, e enquanto negarmos isto, iremos continuar experimentando conflitos em nosso dia-a-dia. Por existirem pessoas em nossa comunidade com fome e sem acesso à recursos, temos roubos e assaltos; assim como temos guerra por existirem aqueles que não tem poder de compra em um lugar mais distante. É a velha história de que o bater de asas de uma borboleta em Pequim pode causar um furacão em Nova Iorque: quanto mais detalhes prestamos atenção e aprendermos, mais relações entre os eventos vamos encontrar. Está na hora de ampliarmos nosso mundo para além do lucro e achar alternativas mais viáveis.
O ser humano se gaba de ser aquele que mais se adapta no mundo, que consegue criar ferramentas capazes de garantir sua sobrevivência no espaço ou no fundo do mar. Está na hora de usarmos nossa criatividade para ajudar aqueles que mais necessitam, enquanto ainda temos tecnologia e capacidade para isto. Precisamos abrir os olhos para nossas relações com outras pessoas, por mais diferente que sejam, ou mais distantes que estejam. Um bom começo para isto é a própria comunidade onde se reside. Possivelmente existem muitas pessoas que não conhecemos ou entendemos, mas que podem ter as soluções para problemas que vivenciamos. Criar um relacionamento saudável com elas pode representar a diferença entre remar sozinho no meio do oceano e ter alguém que torne a tarefa menos árdua, quando o impossível acontecer.
:-)
Apesar de usar um tom mais drástico do que eu gostaria, concordo com Mike Ruppert quando usa o conceito de barcos salva-vidas nas sociedades. A ideia é simples: imagine-se em um navio (ele usa o Titanic de exemplo), descobrindo que o inafundável está indo água abaixo, que não existem botes suficientes para todos e que a maioria já foi pego. O caos tomaria conta de sua vida se você não fosse um McGyver, capaz de criar seu próprio salva-vidas com recursos mínimos e comuns. Um suficientemente grande para ajudar ainda outras pessoas, aquelas que compartilharam de sua visão e ajudaram na construção do bote, ao invés de perderem tempo debatendo e criticando sobre as inexistentes chances da grandiosa maravilha marítima ir à tona. Estes, infelizmente, acabam afundando junto com o colosso. E se não cuidarmos, acabam nos levando junto para o fundo do oceano, pois perdemos precioso tempo de construção, ficando incapazes de realizar nossa própria salvação.
Deixando as metáforas de lado, vemos várias pessoas engajadas em se salvar e ajudar outras a anos. O exemplo mais conhecido é o voluntariado, onde a doação do tempo de cada um faz uma diferença maior do que um cheque em branco. Sentimentos compartilhados trazem muito mais conforto, alívio, esperança e alegria para aqueles que precisam, mostrando que existem os que se importam em níveis que nem todos entendem e conhecem. Quando aliados com informações, voluntários são capazes não apenas de amenizar enfermidades e necessidades, mas também de transformar mundos completamente.
Já falei por aqui sobre começar a plantar em casa, sobre estudar e aprender, e como isto tudo ajuda a sobreviver. Mas para vivermos, também é preciso compartilhar. As vidas de todos estão interligadas, e enquanto negarmos isto, iremos continuar experimentando conflitos em nosso dia-a-dia. Por existirem pessoas em nossa comunidade com fome e sem acesso à recursos, temos roubos e assaltos; assim como temos guerra por existirem aqueles que não tem poder de compra em um lugar mais distante. É a velha história de que o bater de asas de uma borboleta em Pequim pode causar um furacão em Nova Iorque: quanto mais detalhes prestamos atenção e aprendermos, mais relações entre os eventos vamos encontrar. Está na hora de ampliarmos nosso mundo para além do lucro e achar alternativas mais viáveis.
O ser humano se gaba de ser aquele que mais se adapta no mundo, que consegue criar ferramentas capazes de garantir sua sobrevivência no espaço ou no fundo do mar. Está na hora de usarmos nossa criatividade para ajudar aqueles que mais necessitam, enquanto ainda temos tecnologia e capacidade para isto. Precisamos abrir os olhos para nossas relações com outras pessoas, por mais diferente que sejam, ou mais distantes que estejam. Um bom começo para isto é a própria comunidade onde se reside. Possivelmente existem muitas pessoas que não conhecemos ou entendemos, mas que podem ter as soluções para problemas que vivenciamos. Criar um relacionamento saudável com elas pode representar a diferença entre remar sozinho no meio do oceano e ter alguém que torne a tarefa menos árdua, quando o impossível acontecer.
:-)

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