Bom, para aqueles que não notaram ainda, nos já entramos no quarto ponto de transição de nossa espécie. Uma que poderá nos levar à um patamar mais alto ou nos atirar de volta ao tempo das cavernas, dependendo de quanto nos adaptemos a ele. Antes de falar as opções que temos para seguir em frente, é bom vermos onde exatamente estamos. Um tempo atrás eu escrevi superficialmente sobre isto, e dei o exemplo de uma palestra de Peter Joseph. Desta vez vou mostrar um outro lado, mais apocalíptico, baseado em previsões feitas por Mike Ruppert. É uma visão catastrófica e depressiva, mesmo apresentando uma solução sustentável, portanto tenham isto em mente se forem procurar por palestras dele. Considero interessante apresentar este tipo de informação porque é basicamente o que se vê na grande mídia. O que mais me chama atenção são as ligações feitas com estes dados, pois são conectadas de uma maneira que fazem pensar mais sobre nosso estilo de vida, e do que pode ser feito para evitar o apocalipse pintado por ele.
Para começar, pode-se ver o estado da economia mundial cada vez se deteriorando mais e mais. A grande maioria da população ainda não sentiu nenhum impacto por termos feito algo que se acostumamos cada vez mais com o passar dos anos: esconder a verdade. Vários países estão quebrados financeiramente, mas ainda se mantém porque a população não vê para onde está indo, até ser tarde demais. Um exemplo é o império atual: os Estados Unidos. Seus gastos já chegaram ao ponto que não existe mais como serem pagos, e a hora que países que tem reservas em dólares começarem a vender ou trocar estas reservas, o dinheiro americano não irá valer nada mais. Quem acompanhou a hiperinflação em Zimbabué sabe do que estou falando, pois a inflação que o Brasil teve nos anos 80 e início dos 90 não chega nem aos pés do que está previsto para acontecer. E quando isto acontecer, milhões na conta não serão suficientes para comprar um pedaço de pão.
A Europa com o euro está seguindo o mesmo caminho, e é apenas uma questão de tempo para que benefícios e aposentadorias do governo comecem a sumir, fazendo com que milhões tomem as ruas como na Grécia. Espanha, Portugal e Reino Unido são apontados como os próximos locais onde se poderá ver esse mesmo tipo de comportamento, mas não vejo ele se restringindo apenas nestes locais. E para aqueles que não lembram como essa crise começou, podem dar uma olhada no mercado imobiliário da China e Brasil, pois estão seguindo exatamente o mesmo caminho de Estado Unidos e Europa antes da crise de 2008. Regulamentações e novas leis estão sendo criadas para tentar evitar isto, mas só o tempo irá mostrar se elas realmente servirão para resolver o problema ou somente adiá-lo por mais uns anos.
Além dos problemas financeiros, ainda existe o ponto do final do petróleo no mundo. Como eu já mostrei anteriormente, baseamos toda nossa vida moderna neste único recurso, e se certas fontes estão certas, ele não tem mais tantos anos assim. Talvez muitos não tenham parado para pensar que existe a possibilidade de, durante a próxima década, terem que se ajustar completamente à um novo estilo de vida, procurando alternativas. Claro, talvez exista a possibilidade disto tudo ser apenas passageiro.
Considerando que nada dessas premonições de guerras e escassez aconteçam, começando uma série de mudanças agora poderá nos dar tempo de nos acostumarmos com elas quando (e se) for realmente necessário. Como diz um velho ditado sobre armas: é melhor ter a opção e não precisar do que precisar e não ter. Assim sendo, de qualquer forma precisamos repensar no nosso meio de vida, pois acreditando ou não, uma nova transição está aí, e se não estivermos preparados, os resultados podem ser bem drásticos. Se não nos soltarmos da dependência do dinheiro e dos governos, poderemos ver o que esta acontecendo na Grécia se espalhando para outros lugares, antes mesmo do que pensamos.
As consequências e implicações disto, eu continuo amanhã.
:-)
Além dos problemas financeiros, ainda existe o ponto do final do petróleo no mundo. Como eu já mostrei anteriormente, baseamos toda nossa vida moderna neste único recurso, e se certas fontes estão certas, ele não tem mais tantos anos assim. Talvez muitos não tenham parado para pensar que existe a possibilidade de, durante a próxima década, terem que se ajustar completamente à um novo estilo de vida, procurando alternativas. Claro, talvez exista a possibilidade disto tudo ser apenas passageiro.
Considerando que nada dessas premonições de guerras e escassez aconteçam, começando uma série de mudanças agora poderá nos dar tempo de nos acostumarmos com elas quando (e se) for realmente necessário. Como diz um velho ditado sobre armas: é melhor ter a opção e não precisar do que precisar e não ter. Assim sendo, de qualquer forma precisamos repensar no nosso meio de vida, pois acreditando ou não, uma nova transição está aí, e se não estivermos preparados, os resultados podem ser bem drásticos. Se não nos soltarmos da dependência do dinheiro e dos governos, poderemos ver o que esta acontecendo na Grécia se espalhando para outros lugares, antes mesmo do que pensamos.
As consequências e implicações disto, eu continuo amanhã.
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